Reportagem Brexit. Ministros de May batem com a porta após pré-acordo

A notícia da aprovação, no seio do Governo britânico, do pré-acordo para a saída do Reino Unido da União Europeia precipitou uma sequência de demissões em Londres. De saída do Executivo de Theresa May estão ministros do Brexit, do Trabalho e para a Irlanda do Norte. A primeira-ministra britânica mantém-se firme na defesa do plano de saída de delineou, enquanto o principal partido da oposição já pensa em eleições antecipadas e mesmo numa nova consulta popular.

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21h51 - Terminamos aqui a cobertura dos principais acontecimentos do dia

As últimas horas que aqui acompanhámos ficaram marcadas por várias demissões dentro do executivo e pelos ataques dos partidos de oposição e do próprio Partido Conservador em Westminster, mas também pelas declarações de Theresa May, que se mostrou firme na proteção do entendimento que desenhou para o Brexit.

“Acredito, com cada fibra do meu ser, que o caminho que estabeleci é o certo para o nosso país”, afirmou a primeira-ministra britânica.



Entretanto, o principal partido de oposição já pensa no cenário de eleições antecipadas ou mesmo numa nova consulta popular sobre a saída do Reino Unido da União Europeia.


20h30 - Jeremy Corbyn admite segundo referendo

O líder do Partido Trabalhista endereçou uma carta aos membros do partido ao final da tarde. Pela primeira vez, Jeremy Corbyn admite fazer campanha por um novo referendo. 

"Se não conseguirmos ter uma eleição geral, vamos, em linha com a política defendida no nosso Congresso, apoiar todas as opções em cima da mesa, incluindo avançar com a campanha para um voto popular", escreveu o líder trabalhista.

Trata-se de uma mudança de posição significativa por parte de Corbyn, que ainda este fim de semana, numa entrevista à alemã Der Spiegel admitia: "Não podemos travar o Brexit".

Nesta missiva enviada aos elementos do partido, o líder trabalhista defende que a primeira-ministra "perdeu toda a autoridade e está claramente incapaz de apresentar um acordo para o Brexit que reuna o apoio do seu próprio Governo - quanto mais o apoio do Parlamento ou do povo britânico".

"Não aceitamos que a escolha seja entre o acordo do Governo e nenhum acordo. Vamos lutar no Parlamento para travar um cenário de saída sem acordo", aponta Jeremy Corbyn.

"Se o Parlamento rejeitar este acordo caótico - que parece o mais provável - isso irá representar uma perda de confiança no Governo. Nestas circunstâncias, o melhor desfecho para o país será a marcação imediata de eleições legislativas", acrescenta o líder trabalhista.

18h54 - Dois anos de baixas

Nos últimos dois anos em que Theresa May assumiu funções, foram já 20 ministros que apresentaram a sua demissão, metade dos quais por questões ligadas ao Brexit.


Segundo as contas do jornal britânico The Times, Theresa May alcançou o maior número de demissões nos primeiros dois anos de Governo registados pelo menos desde os anos 80. Comparando com o anterior líder Conservador, David Cameron, foram necessários cerca de quatro no poder para chegar ao mesmo número de demissões.

18h08 - "Vou conseguir levar isto avante? Sim."

A confiança da primeira-ministra parece inabalável, mesmo após as demissões em série a oposição que enfrenta dentro do próprio Partido Conservador, que poderá resultar na apresentação de uma moção de censura nos próximos dias.

Theresa May defendeu que o interesse nacional está em primeiro lugar e continua convicta de que este acordo é o melhor possível para o Reino Unido.



"A liderança tem a ver com a tomada de decisões certas, não as mais fáceis. Como primeira-ministra, é minha função é alcançar um acordo que cumpra o voto do povo britânico, que faça não só isso, mas também que ponha termo à livre circulação, que garanta que deixamos de enviar enormes quantidades de dinheiro para a União Europeia todos os anos, acabar com a jurisdição do Tribunal Europeu", afirmou.

Theresa May defendeu ainda que o acordo negociado cumpre todas estas exigências, além de que "protege os empregos, a qualidade de vida das pessoas, e ainda a nossa segurança e a união do Reino Unido".

"Se eu vou conseguir levar isto avante? Sim”, afirmou a chefe de Governo. 

A primeira-ministra britânica alertou ainda para os perigos subjacentes à rejeição deste acordo.

“Se não avançarmos para um acordo, ninguém saberá as consequências que se seguirão. Entraríamos num caminho de incerteza profunda e grave, quando o povo britânico apenas quer que avancemos com isto", avisou. 

17h45 - Fronteira com Irlanda foi questão difícil

Questionada sobre quais as decisões mais difíceis do acordo para o Brexit, Theresa May destacou que as negociações sobre o backstop na fronteira entre as Irlandas foram complicadas.

Durante a sessão parlamentar desta manhã, vários deputados defenderam que o Brexit seria negativo para o Reino Unido. Theresa May, que já se opôs em várias ocasiões à saída britânica, considera a permanência na União Europeia não está agora em cima da mesa.

Disse ainda que os deputados devem respeitar a vontade do povo, expressa através do referendo, e voltou a frisar que não haverá um segundo referendo sobre a saída do Reino Unido. 

17h38 - Ainda não há ministro para o Brexit

Em resposta aos jornalistas, que questionaram a primeira-ministra britânica sobre o novo ministro para o Brexit após a demissão desta manhã, Theresa May responde apenas que teve um dia bastante preenchido e que esteve três horas na Câmara dos Comuns a responder aos deputados.

A primeira-ministra não confirma que a escolha para a substituição seja Michael Gove, atual ministro do Ambiente, nome que foi entretanto avançado pela imprensa britânica. "Gove está a fazer um excelente trabalho. (...) Farei as nomeações na devida altura", apontou.

17h33 - May já responde aos jornalistas

Na segunda parte desta conferência de imprensa, a primeira-ministra responde às questões dos jornalistas presentes em Downing Street.

Em resposta aos repórteres, Theresa May garantiu que vai levar o acordo à Câmara dos Comuns, onde os deputados "devem fazer o seu trabalho", uma vez "que serão responsabilizados pelas decisões que tomarem".

17h30 - "Foram tomadas decisões difíceis"

A primeira-ministra britânica reconhece que houve várias "decisões difíceis" que levaram a este pré-acordo, mas que este corresponde ao que foi votado no referendo de 2016.

17h27 - Theresa May já está a falar: "Acredito no meu acordo"

Em conferência de imprensa, a primeira-ministra defende o acordo negociado e que ontem foi aprovado pelo Governo. Theresa May lembra que a negociação do Brexit "toca todas as áreas" da vida a nível nacional e que o objetivo primeiro foi a defesa do interesse nacional.

A líder conservadora lamentou a saída dos colegas de Governo, mas continua a acreditar que este acordo responde às exigências do povo britânico.

"Os meus colegas têm de fazer o que acreditam que é correto", afirmou.

16h55 - "Coloquem o pior acordo da história no caixote do lixo"

Nigel Farage, antigo líder do UKIP que foi um dos protagonistas da campanha pelo "Leave" no referendo de 2016, disse esta quinta-feira à BBC que o acordo aprovado pelo Governo britânico "é o pior da história" e "deve ser colocado no caixote do lixo".

"O que quisemos com este referendo foi que o Reino Unido se tornasse num país independente, e os países independentes fazem as suas próprias leis, controlam as suas próprias fronteiras e escolhem os seus próprios amigos no mundo", apontou.

Considerou ainda que o processo do Brexit "não pode ficar enfraquecido por uma primeira-ministra que nunca acreditou nele".

15h45 - Theresa May anuncia conferência de imprensa

O gabinete da primeira-ministra britânica anunciou que Theresa May vai dar uma conferência de imprensa às 17h00.

15h20 - Michael Gove só avança se puder renegociar acordo

O ministro do Ambiente Michael Gove só assume a pasta do Brexit se tiver a oportunidade de renegociar o atual pré-acordo, avança o jornal Daily Telegraph. A mesma publicação acrescenta que o ministro está a ponderar abandonar o Executivo, na sequência da saída de Dominic Raab, de quem é amigo.

15h00 - Partido Conservador perde vice-presidente

Rehman Chishti anunciou que vai deixar a vice-presidência do Partido Conservador.

14h29 - Aperta-se o cerco parlamentar

Também o deputado conservador Henry Smith submete uma carta ao Parlamento a pedir a votação de uma moção de censura a Theresa May.


Smith publicou no Twitter uma fotografia da sua carta.

13h57 - "Theresa May tem um dia difícil"

A enviada especial da RTP a Londres, Rosário Salgueiro, resumiu as horas de tensão política vividas pela primeira-ministra britânica na esteira do pré-acordo para a saída da União Europeia.


13h53 - Caos processual

Bernardo Pires de Lima diz que o Reino Unido vive um caos processual.


O comentador da RTP considera que as demissões reduzem as condições políticas para Teresa May avançar com o pré-acordo para a saída do país da União Europeia.


13h40 - Michael Gove recusa pasta do Brexit

O ministro do Ambiente rejeitou assumir a pasta para o Brexit, na sequência do pedido de demissão de Dominic Raab, avança o Evening Standard, que cita como fontes deputados.

Gove ainda não comentou publicamente a proposta de Theresa May, aprovada pelo conselho de ministros na noite de quarta-feira.

13h15 – Espanha saúda inclusão de Gibraltar no pré-acordo

O secretário de Estado espanhol dos Assuntos Europeus Luis Marco Aguiriano disse que o Governo de Madrid está satisfeito com a referência a Gibraltar no pré-acordo. No entanto, acrescenta que Madrid está preparada para uma eventual saída do Reino Unido da União Europeia sem acordo.

"Se o Reino Unido sair sem acordo, o mesmo acontece com Gibraltar... o que nós queremos é uma saída ordeira", declarou.

Gibraltar é considerado território britânico desde 1713 e é um dos principais aspetos de contenda com Espanha, que reclama a soberania sobre o território.

13h00 – Deputado conservador vai enviar carta a pedir voto de desconfiança

O deputado Jacob Rees-Mogg vai enviar uma carta a pedir um voto de desconfiança em Theresa May, moção de censura, anunciou o porta-voz do grupo dos conservadores eurocépticos.

"O projeto de acordo de divórcio (com a União Europeia) apresentado no Parlemento hoje afigura-se pior do que o esperado e não cumpre as promessas feitas à nação pela primeira-ministra", escreveu Rees-Mogg, na carta dirigida ao presidente da comissão 1922, responsável pelo regulamento interno dos Conservadores.

Esta carta pode abrir caminho à destituição de Theresa May. O deputado acredita que o processo poderá estar concluído dentro de semanas. "Acho que isto pode ser feito muito rapidamente. Acho que os processos parlamentares podem ser acelerados", respondeu aos jornalistas, aventando que pode demorar "não meses, mas semanas".

Quando questionado sobre eventuais futuros líderes, Rees-Mogg nomeou Boris Johnson, David Davis, Esther McVey, Dominic Raab e Penny Mordaunt.

No entanto, o secretário de Estado do Ministério dos Negócios Estrangeiros Alistair Burt apelou aos colegas para evitarem a apresentação destas missivas.

12h55 - Dois deputados demitem-se

Além dos quatro ministros, apresentaram a demissão a diretora dos Assuntos Legais de Downing Street, Nikki da Costa, e os deputados Ranil Jayawardena e Anne-Marie Trevelyan, que estão envolvidos no acordo de saída da União Europeia.

12h45 - Brexit fortalece ideia de independência da Escócia

A primeira-ministra da Escócia, Nicola Sturgeon, afirmou que o processo de saída do Reino Unido da União Europeia fortaleceu a independência escocesa.

Era "razoável" pensar que o momento de uma eventual nova votação dependeria de como o atual caos político fosse gerido, afirmou.

"Esse tempo virá e quando chegar não tenho dívidas de que o povo da Escócia escolherá ser independente", declarou.

12h40 - Merkel "muito feliz" com o projecto de acordo

A chanceler alemã disse estar "muito feliz" com o pré-acordo alcançado entre o Governo de Theresa May e a União Europeia para a saída do Reino Unido do bloco.

"Primeiro, estou muito feliz que depois de uma longa e nem sempre fácil negociação, tenha sido possível chegar a uma proposta", declarou Angela Merkel.

No entanto, sublinha que o texto ainda tem de ser aprovado pelos deputados britânicos e pelos outros 27 Estados-membros da União Europeia.

"O pior seria que não chegar a qualquer acordo", acrescentou. Merkel espera que o texto sirva de "base" para chegar a um acordo final.

12h15 – Deputado conservador pede saída de Theresa May

O deputado conservador Andrew Bridgen considera que “é do interesse nacional” que Theresa May deixe a liderança do Executivo britânico. O deputado argumenta que o pré-acordo apresentado pela primeira-ministra é demasiado “pró-União Europeia”.

11h58 – Interesse Nacional:

A deputada Trabalhista Luciana Berger sublinha que o acordo não defende os interesses do Reino Unido. Para o efeito, revela uma sondagem da YouGov que, segundo a deputada, mostra que 63 por cento dos inquiridos estão contra o pré-acordo, enquanto 64 por cento estão a favor de um referendo.

May responde estar surpreendida, uma vez que o documento de 500 páginas só foi revelado na noite desta quarta-feira.

11h52 – Sky News avança:

Reunião dos deputados conservadores eurocéticos às 12h45.

11h42 – Artigo 50

“Vamos sair da União Europeia a 29 de março de 2019”, sublinha Theresa May, acrescentando que vai continuar a negociar o melhor acordo possível que garanta o cumprimento das obrigações legais num acordo financeiro com o bloco.

"Não vamos prolongar o Artigo 50", afirmou veementemente a primeira-ministra britânica no Parlamento.

11h34 - Deputados conservadores contra pré-acordo

O deputado conservador Mark Francois avança que 84 deputados do Partido Conservador tencionam votar contra o pré-acordo e avisa que o número está a subir.

O acordo está "morto à nascença", declarou, para depois apelar a Theresa May para aceitar a realidade política.

May lembram que o acordo teve em conta o resultado do Referendo.

11h32 - Acordo para evitar fronteira na Irlanda

A primeira-ministra admitiu que partilha as dúvidas o eventual impacto do acordo de salvaguarda, para evitar uma fronteira na Irlanda, na soberania britânica, mas Theresa May justifica que a atual versão representa uma melhoria em relação às propostas anteriores.

11h30 - Theresa May sobre o Referendo

“Demos uma escolha às pessoas, devemos cumprir o que foi decidido”.

“O Reino Unido é um país que cumpre as suas obrigações legais”, afirmou Theresa May, sublinhando ser “dever dos membros do Parlamento garantir que se cumpra" o que foi votado.

11h26 - Libra a cair

A libra cai 1,56 por cento face ao dólar e 0,03 por cento face ao euro, enquanto primeira-ministra britânica defende pré-acordo para saída do Reino Unido da União Europeia.

Logo após demissão do ministro britânico com a tutela do 'Brexit' Dominic Raab, a divisa britânica perdia 0,43 por cento face ao euro para 1,14 euros e 0,07 por cento face ao dólar para 1,29 dólares.

11h20 - Primeiro-ministro francês avisa que é preciso estar preparado para Brexit sem acordo

O primeiro-ministro Edouard Philippe afirmou que o atual contexto de incerteza política em Londres levanta questões sobre a ratificação do acordo de saída do Reino Unido.

"Temos de nos preparar para a possibilidade de um Brexit sem acordo", afirmou em Dunquerque.

"É evidente para todos que a atual situação política pode estimuar a incerteza a propósito da ratificação do acordo", afirmou, em alusão à vaga de demissões.

O primeiro-ministro francês considera que o pré-acordo, conseguido após 17 meses de negociações, é "um passo em frente" mas que depende da aprovação do Parlamento britânico, bem como da União Europeia e dos restantes Estados-membros.

11h12 - Questão da Irlanda do Norte

Theresa May garante estar comprometida a encontrar uma solução para a Irlanda do Norte, mantendo a integridade do Reino Unido e respeitando as premissas do acordo de Belfast.

“Estamos perto de um acordo para o Brexit”, afirmou a primeira-ministra, sublinhando que o pré-acordo apresentado esta quarta-feira não é a versão final.

10h43 - Trabalhistas não aceitam pré-acordo

O líder do Partido Trabalhista afirma que o plano representa um grande falhanço do Governo e que o este vive um momento "de caos".

Se o ministro para o Brexit Dominic Raab não pode apoiar o plano, então os deputados também não, justificou Jeremy Corbyn.

"Este não é o acordo que prometeram ao país e o Parlamento não pode aceitar e creio que não aceitara uma escolha falsa entre este mau acordo e nenhum acordo", declarou.



10h37 - Theresa May no Parlamento

A primeira-ministra Theresa May defende, na Câmara dos Comuns, o pré-acordo negociado com Bruxelas: "Podemos escolher sair sem acordo, arriscando nenhum acordo de todo, ou escolher unir-nos e apoiar o melhor acordo que puder ser negociado".


10h34 - Quarta demissão

Também Suella Braverman, vice-ministra para o Brexit, decidiu demitir-se. São agora quatro as saídas do Governo conservador de Theresa May.


10h30 - Demissões em série


“Lamento dizer que, na sequência da reunião do Conselho de Ministros de ontem sobre o acordo para o Brexit, tenho de me demitir”, disse Dominic Raab, o até agora ministro com a pasta do processo de saída da União Europeia. No Twitter, o ministro tornou pública a carta que enviou a Theresa May.

Raab apresentou dois motivos para justificar a saída do Executivo britânico.

Primeiro, a convicção de que o "regime regulatório proposto para a Irlanda do Norte apresenta ameaças muito reais à integridade do Reino Unido".

Segundo, rejeita "apoiar um acordo de salvaguarda indefinido, em que a União Europeia mantém poder de veto sobre a nossa capacidade de decisão para sair. Os termos da salvaguarda equivalem-se a um híbrido das obrigações da União Aduaneira da União Europeia e do Mercado Único".


Ministro para a Irlanda do Norte também sai

A demissão de Dominic Raab surgiu pouco depois de o ministro de Estado britânico para a Irlanda do Norte, Shailesh Vara, ter também anunciado a sua saída do cargo por não concordar com o projeto de acordo do 'Brexit' entre o seu Governo e a União Europeia.

"Não posso apoiar o acordo de retirada concluído com a União Europeia", justificou o conservador Vara na carta de renúncia postada em sua conta no Twitter. O deputado considera que o acordo deixa o Reino Unido “a meio do caminho, sem um limite de tempo que determine quando o país finalmente se tornará um Estado soberano”.


O Governo britânico aprovou na quarta-feira o rascunho de acordo para a saída do Reino Unido da União Europeia, tendo sido encontrado com a União Europeia (UE) uma solução para evitar o regresso de uma fronteira física entre a Irlanda e a Irlanda do Norte.

Ministra do Trabalho diz adeus ao Executivo

Esther McVey, a titular da pasta do Trabalho, foi a terceira figura do Governo a bater com a porta.

"As propostas submetidas ao gabinete, que serão em breve julgadas por todo o país, significam entregar cerca de 39 mil milhões de libras à União Europeia sem nada em troca", escreve McVey na carta de demissão, igualmente divulgada no Twitter.


Trabalhistas dizem que May perdeu a autoridade

O Partido Trabalhista já veio dizer que a primeira-ministra não tem condições para continuar no cargo, justificando que esta perdeu a autoridade com a saída do ministro para o Brexit.

“O Governo está a desfazer-se aos bocados perante os nossos olhos pois, pela segunda vez, o ministro para o Brexit recusou-se a apoiar o plano da primeira-ministra”, declarou Jon Trickett, membro da equipa mais próxima de Jeremy Corbyn.

Emissão da RTP3

Emissão da Antena 1

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