Mais atualizações
O Ministério da Saúde brasileiro anunciou que foram registados no país até agora 978.142 casos confirmados (eram 955.377 na quarta-feira) e 47.748 mortos (eram 46.510).
A Ordem dos Médicos pede às autoridades de saúde que tenham em atenção o Algarve por causa da chegada de turistas.
Miguel Guimarães esteve no Hospital de São João, no Porto, por ocasião do dia do médico e comentou a hipótese de uma cerca sanitária na região algarvia.
11h35 - Três maiores cidades turcas adotam máscara obrigatória
23h20 - Washington questiona a "credibilidade" dos novos números chineses
Os Estados Unidos puseram hoje em causa a "credibilidade" dos números divulgados pela China sobre o ressurgimento de novos casos de covid-19 em Pequim, apelando ao envio de observadores "neutros".
O Ministério da Saúde chinês comunicou 158 casos desde a semana passada na capital, que tem uma população de 21 milhões de habitantes, assegurando ao mesmo tempo que a epidemia estava "sob controlo".
"Gostaria de acreditar que os números" estão "mais próximos da realidade do que aquilo que foi visto em Wuhan e em outras partes da China, mas isso ainda está por ver", disse aos repórteres o secretário de Estado Adjunto dos Estados Unidos para a Ásia Oriental, David Stilwell.
Washington acusa as autoridades chinesas de mentir sobre o número oficial de mortos, que ascende atualmente a quase 83.300 casos e a mais de 4.600 mortos desde que a covid-19 foi sinalizada pela primeira vez na cidade de Wuhan, no final de 2019.
O Governo de Donald Trump acredita também que Pequim escondeu a amplitude inicial e a gravidade da epidemia, o que facilitou a propagação do vírus que matou mais de 450.000 pessoas em todo o mundo e forçou os governos a confinar as populações e, assim, paralisarem as suas economias.
"Quando se trata de dados, a credibilidade é importante. E quando se perde credibilidade, é muito difícil recuperá-la", disse Stilwell, citando "avaliações muito credíveis e não politizadas de publicações científicas", segundo as quais seria simplesmente "impossível" que o balanço oficial da China correspondesse à realidade, podendo ser "10 vezes" superior.
Para David Stilwell, a "única forma" de "restaurar" a credibilidade da China seria "aceitar o destacamento de observadores neutros para ajudar a compreender exatamente o que aconteceu" no início da pandemia.
O Ministério da Saúde chinês comunicou 158 casos desde a semana passada na capital, que tem uma população de 21 milhões de habitantes, assegurando ao mesmo tempo que a epidemia estava "sob controlo".
"Gostaria de acreditar que os números" estão "mais próximos da realidade do que aquilo que foi visto em Wuhan e em outras partes da China, mas isso ainda está por ver", disse aos repórteres o secretário de Estado Adjunto dos Estados Unidos para a Ásia Oriental, David Stilwell.
Washington acusa as autoridades chinesas de mentir sobre o número oficial de mortos, que ascende atualmente a quase 83.300 casos e a mais de 4.600 mortos desde que a covid-19 foi sinalizada pela primeira vez na cidade de Wuhan, no final de 2019.
O Governo de Donald Trump acredita também que Pequim escondeu a amplitude inicial e a gravidade da epidemia, o que facilitou a propagação do vírus que matou mais de 450.000 pessoas em todo o mundo e forçou os governos a confinar as populações e, assim, paralisarem as suas economias.
"Quando se trata de dados, a credibilidade é importante. E quando se perde credibilidade, é muito difícil recuperá-la", disse Stilwell, citando "avaliações muito credíveis e não politizadas de publicações científicas", segundo as quais seria simplesmente "impossível" que o balanço oficial da China correspondesse à realidade, podendo ser "10 vezes" superior.
Para David Stilwell, a "única forma" de "restaurar" a credibilidade da China seria "aceitar o destacamento de observadores neutros para ajudar a compreender exatamente o que aconteceu" no início da pandemia.
23h00 - Brasil com quase 100 mil casos
O Ministério da Saúde brasileiro anunciou que foram registados no país até agora 978.142 casos confirmados (eram 955.377 na quarta-feira) e 47.748 mortos (eram 46.510).
O Brasil contabilizou assim 1.238 mortos e 22.765 infetados pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas.
Segundo a tutela, está ainda a ser investigada uma eventual relação de 3.982 vítimas mortais com a covid-19, doença causada pelo novo coronavírus.
O executivo brasileiro informou ainda que 503 das 1.238 mortes ocorreram nos últimos três dias, mas foram incluídas nos dados de hoje.
A letalidade da covid-19 no Brasil, segundo país do mundo com mais mortes e também com mais casos confirmados, mantém-se nos 4,9%.
O país sul-americano tem uma incidência de 22,7 mortes e 465,5 casos da doença por cada 100 mil habitantes, numa nação com uma população estimada de 210 milhões de pessoas.
No total, o Brasil já registou a recuperação de 482.102 pacientes infetados, sendo que 448.292 doentes continuam sob acompanhamento.
Segundo a tutela, está ainda a ser investigada uma eventual relação de 3.982 vítimas mortais com a covid-19, doença causada pelo novo coronavírus.
O executivo brasileiro informou ainda que 503 das 1.238 mortes ocorreram nos últimos três dias, mas foram incluídas nos dados de hoje.
A letalidade da covid-19 no Brasil, segundo país do mundo com mais mortes e também com mais casos confirmados, mantém-se nos 4,9%.
O país sul-americano tem uma incidência de 22,7 mortes e 465,5 casos da doença por cada 100 mil habitantes, numa nação com uma população estimada de 210 milhões de pessoas.
No total, o Brasil já registou a recuperação de 482.102 pacientes infetados, sendo que 448.292 doentes continuam sob acompanhamento.
22h00 - Governo critica restrições às ligações aéreas na UE e ameaça com "reciprocidade"
O Governo considerou hoje que alguns Estados-membros da União Europeia mantiveram restrições às ligações aéreas entre países europeus "ao arrepio" das decisões de Bruxelas, advertindo que Portugal "reserva-se o direito de aplicar o princípio da reciprocidade".
"Portugal tem naturalmente tido conhecimento da decisão de alguns Estados-membros, que, ao arrepio das decisões tomadas pela União Europeia, persistem em manter restrições às ligações aéreas no interior do espaço europeu", explicitou, através de uma nota, o Ministério dos Negócios Estrangeiros tutelado por Augusto Santos Silva.
O Governo sublinhou que a reabertura das fronteiras "terá um efeito positivo na mobilidade" entre os países da UE.
Contudo, "as restrições às ligações aéreas com origem em determinados Estados-membros limitam esta abertura e contrariam flagrantemente, não só o espírito de solidariedade entre países europeus, como também a decisão das instituições europeias de repor a livre circulação no espaço europeu", prossegue a nota.
"Naturalmente, mantendo-se a atual situação, Portugal reserva-se o direito de aplicar o princípio da reciprocidade", advertiu o ministério responsável pela diplomacia portuguesa.
O Governo considerou hoje que alguns Estados-membros da União Europeia mantiveram restrições às ligações aéreas entre países europeus "ao arrepio" das decisões de Bruxelas, advertindo que Portugal "reserva-se o direito de aplicar o princípio da reciprocidade".
"Portugal tem naturalmente tido conhecimento da decisão de alguns Estados-membros, que, ao arrepio das decisões tomadas pela União Europeia, persistem em manter restrições às ligações aéreas no interior do espaço europeu", explicitou, através de uma nota, o Ministério dos Negócios Estrangeiros tutelado por Augusto Santos Silva.
O Governo sublinhou que a reabertura das fronteiras "terá um efeito positivo na mobilidade" entre os países da UE.
Contudo, "as restrições às ligações aéreas com origem em determinados Estados-membros limitam esta abertura e contrariam flagrantemente, não só o espírito de solidariedade entre países europeus, como também a decisão das instituições europeias de repor a livre circulação no espaço europeu", prossegue a nota.
"Naturalmente, mantendo-se a atual situação, Portugal reserva-se o direito de aplicar o princípio da reciprocidade", advertiu o ministério responsável pela diplomacia portuguesa.
O MNE acrescentou que Portugal "tem enviado informação sistemática e atualizada" sobre a evolução da pandemia no país e que as restrições impostas por países, como, por exemplo, a Dinamarca, apenas estão baseadas "num único critério", esquecendo "todos os outros critérios tão ou mais reveladores da incidência" da doença.
Portugal "tem realizado muito mais testes do que a maioria" dos Estados-membros da UE, o que aumenta, "naturalmente, o número de casos detetados", e está a fazer "operações de rastreio em áreas geográficas e setores de atividade que podem revelar mais incidência" do novo coronavírus, prossegue.
Relativamente "ao levantamento das restrições aplicadas" pela UE "a países terceiros", o ministério referiu que vai iniciar-se "agora a discussão sobre abertura das fronteiras externas" da União.
A Dinamarca anunciou hoje que vai alargar a partir de dia 27 de junho a abertura das suas fronteiras aos países europeus com baixo contágio de covid-19, mas as condições impostas excluem Portugal e Suécia.
Portugal "tem realizado muito mais testes do que a maioria" dos Estados-membros da UE, o que aumenta, "naturalmente, o número de casos detetados", e está a fazer "operações de rastreio em áreas geográficas e setores de atividade que podem revelar mais incidência" do novo coronavírus, prossegue.
Relativamente "ao levantamento das restrições aplicadas" pela UE "a países terceiros", o ministério referiu que vai iniciar-se "agora a discussão sobre abertura das fronteiras externas" da União.
A Dinamarca anunciou hoje que vai alargar a partir de dia 27 de junho a abertura das suas fronteiras aos países europeus com baixo contágio de covid-19, mas as condições impostas excluem Portugal e Suécia.
21h51 - Números oficiais nos EUA
CDC diz que há 2.155.572 casos do novo coronavírus no país, um aumento de 22.834 casos.
Morreram também mais 754 pessoas, para um total de 117.632.
CDC diz que há 2.155.572 casos do novo coronavírus no país, um aumento de 22.834 casos.
Morreram também mais 754 pessoas, para um total de 117.632.
21h16 - Angola com 11 novas infeções e mais um óbito soma 166 casos positivos
Angola registou 11 novas infeções pelo novo coronavírus e um óbito, a oitava morte, de um total agora de 166 casos positivos, informou hoje a ministra da Saúde angolana.
Sílvia Lutucuta disse que o óbito é de um cidadão de 61 anos, transferido da província do Cuanza Norte, com síndrome respiratório crónico agravado e que tinha já de base uma doença pulmonar infecciosa grave e diabetes.
Angola registou 11 novas infeções pelo novo coronavírus e um óbito, a oitava morte, de um total agora de 166 casos positivos, informou hoje a ministra da Saúde angolana.
Sílvia Lutucuta disse que o óbito é de um cidadão de 61 anos, transferido da província do Cuanza Norte, com síndrome respiratório crónico agravado e que tinha já de base uma doença pulmonar infecciosa grave e diabetes.
20h37 - Espanha. Ordem de restringir assistência médica aos idosos causa indignação
20h22 - Sindicatos da Construção criticam medidas insuficientes contra o contágio
20h18 - Encerrada secundária em Faro por causa da Covid-19
20h15 - Factor de contágio. Afluxo às praias é visto com preocupação
20h12 - Ministros de Defesa da NATO preparam plano para segunda vaga da pandemia
20h10 - Festa ilegal em Lagos já fez 67 infetados
20h02 - Lauak quer despedir mais de 200 trabalhadores em Setúbal e Grândola
19h36 - Covid-19. Partidos contra comissão de inquérito
19h30 - Madeira regista mais um caso depois de 42 dias sem novos infetados
A Madeira registou hoje um caso positivo para Covid-19, depois de ter estado 42 dias sem novos infetados, tratando-se de uma pessoa que desembarcou no aeroporto, na quarta-feira, proveniente de Lisboa, informou a autoridade regional de saúde.
"Durante o dia de hoje foi confirmado um novo caso positivo para Covid-19, em contexto de rastreio de passageiros que chegaram à região a 17 de junho", refere o boletim epidemiológico divulgado pelo Instituto da Administração de Saúde da Madeira (IASAUDE).
A autoridade regional acrescenta que se trata de "um caso importado da região de Lisboa e Vale do Tejo", sendo um "doente que permanecia em Lisboa desde fevereiro, tendo residência oficial no concelho de Santa Cruz".
Depois de 42 dias sem registo de novas situações, com este infetado eleva-se para 91 o acumulado dos casos positivos registados na região.
O IASAUDE acrescenta que está a decorrer a "investigação epidemiológica" deste novo caso e que as duas situações ainda ativas na Madeira "permanecem em unidade hoteleira sem necessidade de cuidados hospitalares".
A Madeira registou hoje um caso positivo para Covid-19, depois de ter estado 42 dias sem novos infetados, tratando-se de uma pessoa que desembarcou no aeroporto, na quarta-feira, proveniente de Lisboa, informou a autoridade regional de saúde.
"Durante o dia de hoje foi confirmado um novo caso positivo para Covid-19, em contexto de rastreio de passageiros que chegaram à região a 17 de junho", refere o boletim epidemiológico divulgado pelo Instituto da Administração de Saúde da Madeira (IASAUDE).
A autoridade regional acrescenta que se trata de "um caso importado da região de Lisboa e Vale do Tejo", sendo um "doente que permanecia em Lisboa desde fevereiro, tendo residência oficial no concelho de Santa Cruz".
Depois de 42 dias sem registo de novas situações, com este infetado eleva-se para 91 o acumulado dos casos positivos registados na região.
O IASAUDE acrescenta que está a decorrer a "investigação epidemiológica" deste novo caso e que as duas situações ainda ativas na Madeira "permanecem em unidade hoteleira sem necessidade de cuidados hospitalares".
19h14 - Espanha vai atualizar em alta número de mortes inalterado há 12 dias
O Governo espanhol vai fazer na sexta-feira uma revisão em alta do número de mortes no país devido à Covid-19, para "cerca de 28.000", a partir dos atuais 27.136, dado que está sem alterações desde 7 de junho.
"Infelizmente, temos uma grande percentagem [de mortes], cerca de 28 mil. Amanhã [sexta-feira] vamos dar dados mais fiáveis e mais seguros, mas será à volta de 28 mil mortes", avançou hoje o diretor dos serviços de Alerta e Emergências Sanitárias do Ministério espanhol da Saúde, Fernando Simón, durante a videoconferência de imprensa diária sobre a atualização da evolução da pandemia.
O número oficial de mortos mantém-se inalterado em 27.136 desde 7 de junho, depois de os métodos de contagem de casos e mortes terem sido alterados no final de maio.
O Governo espanhol vai fazer na sexta-feira uma revisão em alta do número de mortes no país devido à Covid-19, para "cerca de 28.000", a partir dos atuais 27.136, dado que está sem alterações desde 7 de junho.
"Infelizmente, temos uma grande percentagem [de mortes], cerca de 28 mil. Amanhã [sexta-feira] vamos dar dados mais fiáveis e mais seguros, mas será à volta de 28 mil mortes", avançou hoje o diretor dos serviços de Alerta e Emergências Sanitárias do Ministério espanhol da Saúde, Fernando Simón, durante a videoconferência de imprensa diária sobre a atualização da evolução da pandemia.
O número oficial de mortos mantém-se inalterado em 27.136 desde 7 de junho, depois de os métodos de contagem de casos e mortes terem sido alterados no final de maio.
18h55 - Consumo de gasolina caiu 34,5% e de gasóleo 21,7% em maio
O consumo de gasolina caiu 34,5% e o de gasóleo 21,7% em maio face a igual período do ano passado, uma queda inferior à do mês anterior, segundo a Associação Portuguesa de Empresas Petrolíferas (Apetro).
“Podemos concluir que em maio de 2020, comparando com o mês homólogo do ano anterior, a gasolina e o gasóleo sofreram uma redução de cerca de 32,5 mil toneladas (-34,5% para a gasolina) e menos 93,9 mil toneladas (-21,7%) para o gasóleo”, lê-se num comunicado.
Já o “consumo de jet na aviação apresentou uma redução mais significativa, menos 132,8 mil toneladas (-91,9%)”, sendo que o GPL (gás de petróleo liquefeito) e outros reduziram-se em 8,7 mil toneladas (-13,9%)”, adiantou a associação.
O consumo de gasolina caiu 34,5% e o de gasóleo 21,7% em maio face a igual período do ano passado, uma queda inferior à do mês anterior, segundo a Associação Portuguesa de Empresas Petrolíferas (Apetro).
“Podemos concluir que em maio de 2020, comparando com o mês homólogo do ano anterior, a gasolina e o gasóleo sofreram uma redução de cerca de 32,5 mil toneladas (-34,5% para a gasolina) e menos 93,9 mil toneladas (-21,7%) para o gasóleo”, lê-se num comunicado.
Já o “consumo de jet na aviação apresentou uma redução mais significativa, menos 132,8 mil toneladas (-91,9%)”, sendo que o GPL (gás de petróleo liquefeito) e outros reduziram-se em 8,7 mil toneladas (-13,9%)”, adiantou a associação.
O consumo de combustíveis registou uma queda abrupta devido à pandemia de covid-19, prejudicado pela reduzida movimentação de pessoas e pela paralisação da aviação.
18h28 - França com 29.603 vítimas mortais
A França registou mais 28 mortos por Covid-19 nas últimas 24 horas.
O país regista um total de 158.641 pessoas que estão ou estiveram infetadas com o vírus desde o início da pandemia.
O número de pessoas hospitalizadas e nos cuidados intensivos está a baixar.
A França registou mais 28 mortos por Covid-19 nas últimas 24 horas.
O país regista um total de 158.641 pessoas que estão ou estiveram infetadas com o vírus desde o início da pandemia.
O número de pessoas hospitalizadas e nos cuidados intensivos está a baixar.
17h47 - Municípios algarvios criticam "alarmismo" da Ordem dos Médicos
O presidente da Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL) acusou hoje a Ordem dos Médicos de ser "alarmista" sobre a capacidade de resposta regional a eventuais surtos de covid-19 e enalteceu a atuação das autoridades regionais no surto de Lagos.
"Apesar de o surto (de Lagos) ter tido efeito maior que qualquer episódio até agora, as situações estão identificadas, os contactos estão definidos, as pessoas estão controladas e faz parte do processo de desconfinamento (surgirem situações como esta)", afirmou António Miguel Pina, em declarações à Lusa.
O presidente da Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL) acusou hoje a Ordem dos Médicos de ser "alarmista" sobre a capacidade de resposta regional a eventuais surtos de covid-19 e enalteceu a atuação das autoridades regionais no surto de Lagos.
"Apesar de o surto (de Lagos) ter tido efeito maior que qualquer episódio até agora, as situações estão identificadas, os contactos estão definidos, as pessoas estão controladas e faz parte do processo de desconfinamento (surgirem situações como esta)", afirmou António Miguel Pina, em declarações à Lusa.
17h03 - Itália com mais 66 vítimas mortais da Covid-19
Aumentou o número de vítimas mortais e o número de novos casos em Itália.
Morreram mais 66 pessoas e ficaram infetadas mais 333.
No total, em Itália já morreram de Covid-19 34.514 pessoas e o número de pessoas que foram infetadas desde o início da pandemia já chegou às 238.159.
Aumentou o número de vítimas mortais e o número de novos casos em Itália.
Morreram mais 66 pessoas e ficaram infetadas mais 333.
No total, em Itália já morreram de Covid-19 34.514 pessoas e o número de pessoas que foram infetadas desde o início da pandemia já chegou às 238.159.
16h38 - Mais 11 casos positivos em Moçambique e total passa para 662
Moçambique registou, nas últimas 24 horas, mais 11 casos positivos de covid-19, elevando o total de infetados pelo novo coronavírus para 662 e mantendo os quatro óbitos, anunciou o Ministério da Saúde.
"Dos casos reportados hoje, 10 são de nacionalidade moçambicana e um é estrangeiro, mas residente no nosso país", disse Rosa Marlene, falando durante a conferência de imprensa de atualização de dados sobre a pandemia, no Ministério da Saúde, em Maputo.
Moçambique registou, nas últimas 24 horas, mais 11 casos positivos de covid-19, elevando o total de infetados pelo novo coronavírus para 662 e mantendo os quatro óbitos, anunciou o Ministério da Saúde.
"Dos casos reportados hoje, 10 são de nacionalidade moçambicana e um é estrangeiro, mas residente no nosso país", disse Rosa Marlene, falando durante a conferência de imprensa de atualização de dados sobre a pandemia, no Ministério da Saúde, em Maputo.
16h37 - Raloxifeno pode tratar doentes ligeiros ou assintomáticos -- Consórcio da UE
O consórcio Exscalate4CoV, apoiado pela União Europeia (UE), anunciou hoje que o raloxifeno, medicamento genérico usado para tratar a osteoporose, pode ser eficaz para doentes ligeiros ou assintomáticos de covid-19, estando a testar este potencial.
"O consórcio Exscalate4CoV, financiado pela UE, anunciou hoje que o raloxifeno, um medicamento genérico já registado e utilizado no tratamento da osteoporose, poderá ser um tratamento eficaz para doentes com covid-19 sem sintomas ou que apresentem sintomas moderados", informa o executivo comunitário em comunicado. (Lusa)
O consórcio Exscalate4CoV, apoiado pela União Europeia (UE), anunciou hoje que o raloxifeno, medicamento genérico usado para tratar a osteoporose, pode ser eficaz para doentes ligeiros ou assintomáticos de covid-19, estando a testar este potencial.
"O consórcio Exscalate4CoV, financiado pela UE, anunciou hoje que o raloxifeno, um medicamento genérico já registado e utilizado no tratamento da osteoporose, poderá ser um tratamento eficaz para doentes com covid-19 sem sintomas ou que apresentem sintomas moderados", informa o executivo comunitário em comunicado. (Lusa)
16h29 - Nas primeiras seis semanas de desconfinamento mortalidade subiu face ao esperado
16h19 - Espanha anuncia plano de 4,3 mil milhões de euros para ajudar o setor do turismo
O Governo espanhol anunciou esta quinta-feira um plano de cerca de 4,3 mil milhões de euros para ajudar o setor do turismo a recuperar da crise provocada pela Covid-19.
"Espanha está a reabrir para o turismo", disse o primeiro-ministro Pedro Sanchez".
O Governo espanhol anunciou esta quinta-feira um plano de cerca de 4,3 mil milhões de euros para ajudar o setor do turismo a recuperar da crise provocada pela Covid-19.
"Espanha está a reabrir para o turismo", disse o primeiro-ministro Pedro Sanchez".
16h12 - Governo aprova prorrogação do "lay-off" até julho e novos apoios às empresas
15h27 - ARS/Algarve garante que vai controlar surtos sem 'fechar' a região
A Administração Regional de Saúde (ARS) do Algarve garantiu hoje que tem capacidade instalada para responder a eventuais surtos de covid-19 que surjam no Algarve, como o que foi registado em Lagos, "sem perigo de fechar" a região.
O presidente do conselho diretivo da ARS/Algave, Paulo Morgado, afirmou à Lusa que "não há perigo de o Algarve fechar, de o Alentejo fechar ou de o país fechar" porque o que se verifica "neste momento é o aparecimento de pequenos surtos aqui e acolá", o que pode acontecer em qualquer "ponto do território nacional" ou em outros países.
A Administração Regional de Saúde (ARS) do Algarve garantiu hoje que tem capacidade instalada para responder a eventuais surtos de covid-19 que surjam no Algarve, como o que foi registado em Lagos, "sem perigo de fechar" a região.
O presidente do conselho diretivo da ARS/Algave, Paulo Morgado, afirmou à Lusa que "não há perigo de o Algarve fechar, de o Alentejo fechar ou de o país fechar" porque o que se verifica "neste momento é o aparecimento de pequenos surtos aqui e acolá", o que pode acontecer em qualquer "ponto do território nacional" ou em outros países.
15h05 - Misericórdias suspendem visitas em 24 equipamentos sociais do Algarve
O presidente do secretariado regional das Misericórdias do Algarve disse hoje à Lusa que foram suspensas as visitas aos utentes em 24 equipamentos sociais devido ao surto de covid-19 originado por uma festa ilegal em Lagos.
"Face ao surto que surgiu em Lagos decidimos suspender as visitas nos equipamentos sociais das Misericórdias em todo o barlavento (oeste) algarvio, para salvaguardar os milhares de utentes e os cerca de 1.500 funcionários", avançou Armindo Vicente.
O presidente do secretariado regional das Misericórdias do Algarve disse hoje à Lusa que foram suspensas as visitas aos utentes em 24 equipamentos sociais devido ao surto de covid-19 originado por uma festa ilegal em Lagos.
"Face ao surto que surgiu em Lagos decidimos suspender as visitas nos equipamentos sociais das Misericórdias em todo o barlavento (oeste) algarvio, para salvaguardar os milhares de utentes e os cerca de 1.500 funcionários", avançou Armindo Vicente.
15h03 - Cabo Verde com mais 31 casos ultrapassa barreira dos 800
Cabo Verde registou hoje mais 31 casos positivos do novo coronavírus, 30 em Santiago e um na ilha do Sal, elevando para 823 o total acumulado a nível nacional, segundo o Ministério da Saúde.
No total registaram-se sete mortes, dois doentes foram transferidos para os seus países e 385 foram dados como recuperados, perfazendo um total de 429 doentes ativos em todo o arquipélago.
Cabo Verde registou hoje mais 31 casos positivos do novo coronavírus, 30 em Santiago e um na ilha do Sal, elevando para 823 o total acumulado a nível nacional, segundo o Ministério da Saúde.
No total registaram-se sete mortes, dois doentes foram transferidos para os seus países e 385 foram dados como recuperados, perfazendo um total de 429 doentes ativos em todo o arquipélago.
14h34 - Merkel reforça apoio a plano de recuperação da União Económica
A chanceler alemã quer ver alcançado até ao final de julho um acordo sobre o plano de relançamento europeu de 750 mil milhões de euros para fazer face aos efeitos da pandemia.
"O melhor será conseguirmos um acordo antes das férias do verão", afirmou Angela Merkel perante os deputados alemães em Berlim.
O Parlamento Europeu e os parlamentos nacionais teriam tempo de ratificar o acordo, assim como o próximo Orçamento da União Europeia "até ao fim o ano", frisou a governante germânica, apelando a "uma ação rápida e decisiva".
Os líderes europeus realizam amanhã uma videoconferência sobre o plano de relançamento da economia atingida pelas medidas adotadas para conter a pandemia do novo coronavírus.
14h12 - Ordem dos Médicos pede atenção especial ao Algarve
A chanceler alemã quer ver alcançado até ao final de julho um acordo sobre o plano de relançamento europeu de 750 mil milhões de euros para fazer face aos efeitos da pandemia.
"O melhor será conseguirmos um acordo antes das férias do verão", afirmou Angela Merkel perante os deputados alemães em Berlim.
O Parlamento Europeu e os parlamentos nacionais teriam tempo de ratificar o acordo, assim como o próximo Orçamento da União Europeia "até ao fim o ano", frisou a governante germânica, apelando a "uma ação rápida e decisiva".
Os líderes europeus realizam amanhã uma videoconferência sobre o plano de relançamento da economia atingida pelas medidas adotadas para conter a pandemia do novo coronavírus.
14h12 - Ordem dos Médicos pede atenção especial ao Algarve
A Ordem dos Médicos pede às autoridades de saúde que tenham em atenção o Algarve por causa da chegada de turistas.
Miguel Guimarães esteve no Hospital de São João, no Porto, por ocasião do dia do médico e comentou a hipótese de uma cerca sanitária na região algarvia.
14h09 - Pequim aposta em testes em massa para conter possível segunda vaga
O receio de uma segunda vaga na China levou as autoridades a avançar com restrições em vários bairros de Pequim, onde os moradores estão também a realizar testes em massa.
O receio de uma segunda vaga na China levou as autoridades a avançar com restrições em vários bairros de Pequim, onde os moradores estão também a realizar testes em massa.
14h06 - Prosseguem os testes em Lagos para identificar contágios
Esta quinta-feira foram encerrados mais dois supermercados e estão suspensas as visitas aos idosos em 12 lares da região.
14h04 - Entidades reunidas para responder a surto em Cinfães
A estratégia passa, para já, por perceber os resultados de 32 testes ao novo coronavírus efetuados na quarta-feira.
A estratégia passa, para já, por perceber os resultados de 32 testes ao novo coronavírus efetuados na quarta-feira.
13h59 - Covid-19 já fez 448 mil mortos e mais de 8,3 milhões de infetados em todo mundo
A pandemia já causou a morte a pelo menos 448.994 pessoas e infetou mais de 8.366.000 infetados em 196 países e territórios desde o início da epidemia, em dezembro de 2019, segundo um balanço da agência AFP. Pelo menos 3.845.000 casos foram considerados curados pelas autoridades de saúde.
Os Estados Unidos, que registaram a primeira morte ligada ao coronavírus no início de fevereiro, são o país mais afetado em termos de número de mortes e casos, com 117.717 e 2.163.290 casos, respetivamente. Pelo menos 592.191 pessoas foram declaradas curadas.
Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Brasil com 46.510 mortes e 955.377 casos, Reino Unido com 42.153 mortes (299.251 casos), Itália com 34.448 mortes (237.828 casos) e França com 29.575 mortes (194.675 casos).
A China (excluindo os territórios de Hong Kong e Macau) contabilizou oficialmente um total de 83.293 casos (28 novos entre quarta-feira e hoje), incluindo 4.634 mortes e 78.394 curados.
A Europa totalizou 189.883 mortes para 2.464.014 casos, Estados Unidos e Canadá 126.024 mortes (2.263.143 casos), América Latina e Caraíbas 86.395 mortes (1.834.602 casos), Ásia 26.906 mortes (931.839 casos), Médio Oriente 12.467 mortes (594.249 casos), África 7.188 mortes (269.373 casos) e Oceânia 131 mortes (8.784 casos).
Os Estados Unidos, que registaram a primeira morte ligada ao coronavírus no início de fevereiro, são o país mais afetado em termos de número de mortes e casos, com 117.717 e 2.163.290 casos, respetivamente. Pelo menos 592.191 pessoas foram declaradas curadas.
Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Brasil com 46.510 mortes e 955.377 casos, Reino Unido com 42.153 mortes (299.251 casos), Itália com 34.448 mortes (237.828 casos) e França com 29.575 mortes (194.675 casos).
A China (excluindo os territórios de Hong Kong e Macau) contabilizou oficialmente um total de 83.293 casos (28 novos entre quarta-feira e hoje), incluindo 4.634 mortes e 78.394 curados.
A Europa totalizou 189.883 mortes para 2.464.014 casos, Estados Unidos e Canadá 126.024 mortes (2.263.143 casos), América Latina e Caraíbas 86.395 mortes (1.834.602 casos), Ásia 26.906 mortes (931.839 casos), Médio Oriente 12.467 mortes (594.249 casos), África 7.188 mortes (269.373 casos) e Oceânia 131 mortes (8.784 casos).
13h54 - Governo espanhol injeta 4.262 milhões para recuperar turismo
O executivo de Pedro Sánchez atribuiu 4.262 milhões de euros para impulsionar a recuperação do turismo, um dos setores mais afetados pela pandemia de covid-19 em Espanha.
O executivo de Pedro Sánchez atribuiu 4.262 milhões de euros para impulsionar a recuperação do turismo, um dos setores mais afetados pela pandemia de covid-19 em Espanha.
13h48 - Amnistia pede ao Egito que pare de intimidar profissionais de saúde
A Amnistia Internacional (AI) instou as autoridades do Egito a pararem com a intimidação e o assédio aos profissionais de saúde que criticam a resposta do governo à pandemia.
A Amnistia Internacional (AI) instou as autoridades do Egito a pararem com a intimidação e o assédio aos profissionais de saúde que criticam a resposta do governo à pandemia.
Desde que a pandemia atingiu o país, os profissionais de saúde egípcios têm denunciado, entre outras carências, uma escassez de equipamentos de proteção individual, de testes de rastreio e de camas hospitalares, incluindo para os médicos e os enfermeiros que estão na linha da frente do combate ao novo vírus.
"Em vez de proteger os profissionais de saúde da linha da frente, abordando as suas preocupações legítimas em relação à segurança e aos meios de subsistência, as autoridades egípcias estão a lidar com a crise da (doença) covid-19 com as suas habituais manobras repressivas", denunciou a AI num comunicado.
A AI diz ter documentado a detenção arbitrária de pelo menos oito profissionais de saúde egípcios, incluindo seis médicos e dois farmacêuticos, que partilharam as suas preocupações sobre o sistema de saúde egípcio nas redes sociais entre março e o mês corrente.
A Amnistia também denunciou que os profissionais de saúde estão a enfrentar outros tipos de ameaças, bem como sanções administrativas.
"Em vez de proteger os profissionais de saúde da linha da frente, abordando as suas preocupações legítimas em relação à segurança e aos meios de subsistência, as autoridades egípcias estão a lidar com a crise da (doença) covid-19 com as suas habituais manobras repressivas", denunciou a AI num comunicado.
A AI diz ter documentado a detenção arbitrária de pelo menos oito profissionais de saúde egípcios, incluindo seis médicos e dois farmacêuticos, que partilharam as suas preocupações sobre o sistema de saúde egípcio nas redes sociais entre março e o mês corrente.
A Amnistia também denunciou que os profissionais de saúde estão a enfrentar outros tipos de ameaças, bem como sanções administrativas.
13h43 - Escola secundária de Faro fecha por caso positivo em funcionária
A Escola Secundária Pinheiro e Rosa foi encerrada depois de uma funcionária ter testado positivo à covid-19.
A Escola Secundária Pinheiro e Rosa foi encerrada depois de uma funcionária ter testado positivo à covid-19.
Os únicos alunos que em aulas são do 12.º ano e foram transferidos para outra escola enquanto equipas dos bombeiros sapadores de Faro fazem a desinfeção do estabelecimento de ensino.
As autoridades de saúde estão a acompanhar a evolução da situação e avaliar os contactos de proximidade mantidos com a funcionária que testou positivo para aplicação de eventuais medidas de isolamento.
Segundo fonte da autarquia, o encerramento da escola, que estava a funcionar com cerca de uma dezena de funcionários e 150 alunos, decorreu da ativação do plano de contingência do agrupamento.
Segundo fonte da autarquia, o encerramento da escola, que estava a funcionar com cerca de uma dezena de funcionários e 150 alunos, decorreu da ativação do plano de contingência do agrupamento.
13h19 - Portugal com mais 1 morto e 417 novos casos de covid-19
Portugal regista esta quinta-feira mais 1 morto por covid-19 (para um total de 1524 óbitos), 417 casos (total de 38089) e 430 recuperados (total de 24010).
Dos novos casos que se registaram nas últimas 24 horas, 325 ocorreram na região de Lisboa, ou seja 78% do total do país; 29 desses novos casos foram registados na região Norte e 21 na região Centro.
Em comparação com os dados de quarta-feira, hoje constatou-se um aumento de óbitos de 0,1%. Já os casos de infeção subiram 1,1%.
Na região de Lisboa e Vale do Tejo, onde se tem registado o maior número de surtos, a pandemia de covid-19 atingiu os 15.971 casos confirmados, mais 325 do que na quarta-feira.
Na região de Lisboa e Vale do Tejo, onde se tem registado o maior número de surtos, a pandemia de covid-19 atingiu os 15.971 casos confirmados, mais 325 do que na quarta-feira.
12h59 - Pequim diz que surto está controlado após centenas de milhares de testes
Milhares de pessoas realizaram testes à covid-19 em Pequim, numa altura em que a capital chinesa tenta travar novo surto de covid-19, agora "sob controlo", segundo as autoridades.
Milhares de pessoas realizaram testes à covid-19 em Pequim, numa altura em que a capital chinesa tenta travar novo surto de covid-19, agora "sob controlo", segundo as autoridades.
Nas últimas 24 horas, o ministério da Saúde registou 21 casos em Pequim, cidade com 21 milhões de habitantes, elevando o total de casos par 158. O surto em Pequim está entretanto "sob controlo", garantiu o epidemiologista chefe do Centro de Controlo e Prevenção de Doenças (CDC) da China, Wu Zunyou.
"Isto não significa que não haverá novos casos amanhã. Mas serão cada vez menos", assegurou.
"Isto não significa que não haverá novos casos amanhã. Mas serão cada vez menos", assegurou.
12h35 - OMS espera dois mil milhões de vacinas para prioritários no fim de 2021
Soumya Swaminathan, cientista-chefe da Organização Mundial de Saúde, disse estar à espera que haja dois mil milhões de doses de uma vacina contra a covid-19 no fim do próximo ano e que sejam desde logo reservadas para "populações prioritárias".
12h29 - Líder do Cazaquistão anuncia estar infetado aos 80 anos
Nursultan Nazarbayev, que recentemente cedeu a Presidência do país a um fiel mantendo a sua influência, foi contaminado pelo novo coronavírus e contraiu.
12h07 - Uma morte no lar de Cinfães
Uma pessoa morreu no lar de Cinfães onde rebentou um foco de covid-19. Neste momento há 57 infetados, 34 utentes e 23 funcionários.
12h05 - Dinamarca preparada para excluir portugueses de entrar no país
Copenhaga decidiu abrir as fronteiras dinamarquesas a cidadãos de países europeus com baixos números de infeções a partir de 27 de junho. Portugal e Suécia deverão ficar fora do grupo com luz verde.
A medida foi avançada pelo ministro dinamarquês dos Negócios Estrangeiros. De acordo com o ministro da Justiça, Nick Haekkerup, face à exigência de menos de 20 infeções semanais por 100 mil habitantes, o Reino Unido e todos os países do Espaço Schengen teriam passagem garantida à excepção de Portugal e Suécia.
11h45 - Aumenta número de testes para conter transmissão no Algarve após festa em Lagos
São já 37 os infetados na sequência da festa ilegal que juntou dezenas de pessoas em Lagos. O pavilhão desportivo da cidade foi transformado num centro de testes.
São já 37 os infetados na sequência da festa ilegal que juntou dezenas de pessoas em Lagos. O pavilhão desportivo da cidade foi transformado num centro de testes.
11h35 - Três maiores cidades turcas adotam máscara obrigatória
O uso de máscaras é agora obrigatório em Istambul, Ancara e Bursa, uma imposição que abrange 23 milhões de pessoas. Esta norma é para ser cumprida também por quem anda na rua.
A Turquia está na fase de normalização do processo de confinamento adotado no âmbito da pandemia, registando menos de 20 mortes diárias há 10 dias e com grande parte das atividades profissionais e sociais já reabertas.
A Turquia está na fase de normalização do processo de confinamento adotado no âmbito da pandemia, registando menos de 20 mortes diárias há 10 dias e com grande parte das atividades profissionais e sociais já reabertas.
11h30 - Dexametasona "pode ser pequena vitória"
O diretor do África CDC, Jonh Nkegasong, diz que a dexametasona não é a "bala de prata" contra a covid-19, mas sublinhou que é um medicamento barato, disponível em África e cuja segurança já foi testada.
"A dexametasona não é um medicamento novo, o que significa que já passou por estudos anteriores relacionados com a sua segurança para os doentes e isso é muito bom". O virologista ressalvou que precisa ainda de "analisar em detalhe os dados do ensaio" feito no Reino Unido, nomeadamente no que respeita "à eficácia" do medicamento.
"Não é a bala mágica. O que sabemos é que reduziu a mortalidade em 35% entre os doentes que estavam ligados a ventiladores e que tem efeitos limitados em doentes apenas infetados com covid-19", adiantou.
O Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido (NHS) já anunciou que vai começar a utilizar dexametasona para combater o novo coronavírus.
De acordo com o diretor do África CDC, o medicamento está disponível e tem sido usado no continente a um custo que ronda os dois dólares: "Celebramos todas as boas notícias nesta luta. Quando vamos para a guerra, vamos com o que temos, não com o que esperamos. Por isso, congratulamos-mos com esta notícia", apontou, considerando que pode ser uma "pequena vitória".
11h11 - São 55 as pessoas infetadas no Lar de Cinfães
O número de casos de covid-19 no Lar da Santa Casa da Misericórdia de Cinfães está em 55. São 33 utentes e 22 funcionários. Já foram testadas 153 pessoas e falta conhecer o resultado dos testes realizados a 32 utentes da instituição que estão em regime de apoio domiciliário.
O número de casos de covid-19 no Lar da Santa Casa da Misericórdia de Cinfães está em 55. São 33 utentes e 22 funcionários. Já foram testadas 153 pessoas e falta conhecer o resultado dos testes realizados a 32 utentes da instituição que estão em regime de apoio domiciliário.
10h46 - Turismo adapta-se aos poucos aos novos tempos de pandemia
Muitos grupos hoteleiros, em Portugal, já notam uma subida na procura de apartamentos, moradias sem serviço de refeições e também casas com piscina.
10h40 - Pandemia pode obrigar a ajustar estratégia nacional para os sem-abrigo
Com a crise económica a empurrar cada mais pessoas para uma situação de sem-abrigo, será necessário ajustar a estratégia nacional para integrar quem vive na rua. É esta a ideia do gestor desse plano. Em entrevista à Antena 1, Henrique Joaquim salienta que, assim que forem conhecidos os números finais do impacto da pandemia e das pessoas que ficaram sem casa, a estratégia inicial poderá ser corrigida.
Com a crise económica a empurrar cada mais pessoas para uma situação de sem-abrigo, será necessário ajustar a estratégia nacional para integrar quem vive na rua. É esta a ideia do gestor desse plano. Em entrevista à Antena 1, Henrique Joaquim salienta que, assim que forem conhecidos os números finais do impacto da pandemia e das pessoas que ficaram sem casa, a estratégia inicial poderá ser corrigida.
10h38 - Médicos acusam Governo por tentar "adocicar" números da pandemia
O secretário-geral do Sindicato Independente dos Médicos (SIM) considera um "erro gravíssimo" o Governo tentar "adocicar" os números de casos covid-19 e dizer que não há um crescimento da pandemia em Lisboa e Vale do Tejo.
"O pós-covid é uma coisa que todos desejamos, particularmente, o secretário-geral do Sindicato Independente dos Médicos que, neste momento, está a seguir 21 cidadãos da sua lista de utentes de Camarate que estão infetados e mais seis doentes de uma colega que está de férias", disse Roque da Cunha à agência Lusa. O sindicalista contou que não é "caso único" na Unidade de Saúde Familiar (USF) da Travessa da Saúde, em Camarate, no concelho de Loures, onde trabalha.
"Todos os meus colegas têm, em média, cerca de 25 pessoas que neste momento estão infetadas", disse o médico que esteve em quarentena duas semanas em março depois de a USF onde trabalhava ter encerrado na sequência da confirmação de dois casos positivos de covid-19.
O médico dirigente sindical lembrou que "cada pessoa que é infetada não é um número": "estamos a falar de pessoas que vivem sozinhas ou pessoas que vivem em casas com imensas pessoas", alguns deles ilegais com dificuldades em arranjar o sustento.
"Portanto, do ponto de vista do Sindicato Independente dos Médicos, é um erro gravíssimo essa proclamação do senhor primeiro-ministro e do Ministério da Saúde" de que, "à força tentarem adocicar os números", dizerem que não há um crescimento da pandemia na região de Lisboa e Vale do Tejo.
O secretário-geral do Sindicato Independente dos Médicos (SIM) considera um "erro gravíssimo" o Governo tentar "adocicar" os números de casos covid-19 e dizer que não há um crescimento da pandemia em Lisboa e Vale do Tejo.
"O pós-covid é uma coisa que todos desejamos, particularmente, o secretário-geral do Sindicato Independente dos Médicos que, neste momento, está a seguir 21 cidadãos da sua lista de utentes de Camarate que estão infetados e mais seis doentes de uma colega que está de férias", disse Roque da Cunha à agência Lusa. O sindicalista contou que não é "caso único" na Unidade de Saúde Familiar (USF) da Travessa da Saúde, em Camarate, no concelho de Loures, onde trabalha.
"Todos os meus colegas têm, em média, cerca de 25 pessoas que neste momento estão infetadas", disse o médico que esteve em quarentena duas semanas em março depois de a USF onde trabalhava ter encerrado na sequência da confirmação de dois casos positivos de covid-19.
O médico dirigente sindical lembrou que "cada pessoa que é infetada não é um número": "estamos a falar de pessoas que vivem sozinhas ou pessoas que vivem em casas com imensas pessoas", alguns deles ilegais com dificuldades em arranjar o sustento.
"Portanto, do ponto de vista do Sindicato Independente dos Médicos, é um erro gravíssimo essa proclamação do senhor primeiro-ministro e do Ministério da Saúde" de que, "à força tentarem adocicar os números", dizerem que não há um crescimento da pandemia na região de Lisboa e Vale do Tejo.
10h20 - Autarcas do Alto Minho estimam perdas superiores a 30 milhões
Sem festas e romarias, as autarquias do Alto Minho temem perda de receitas na economia local na ordem dos 30 milhões de euros, de acordo com estimativas avançadas à Lusa pelos presidentes de câmara dos concelhos de Viana do Castelo, Ponte de Lima, Ponte da Barca, Arcos de Valdevez e Caminha.
Sem estudos sobre o retorno financeiro das festividades, os autarcas apontam um cálculo de perdas tendo por base um valor médio gasto por visitante.
Nos 10 municípios do distrito de Viana do Castelo, entre maio e dezembro realizam-se mais de mil festas, feiras e romarias. Só na capital, Viana do Castelo, e em Ponte de Lima o cancelamento da Romaria d' Agonia e das Feiras Novas, respetivamente, leva a perdas que podem ascender a 20 milhões de euros.
O presidente da Câmara de Viana do Castelo, José Maria Costa, estima que o cancelamento no formato habitual das Festas d'Agonia representará uma perda direta de receita de 10 milhões de euros, sobretudo nos setores do comércio, restauração e hotelaria.
Sem festas e romarias, as autarquias do Alto Minho temem perda de receitas na economia local na ordem dos 30 milhões de euros, de acordo com estimativas avançadas à Lusa pelos presidentes de câmara dos concelhos de Viana do Castelo, Ponte de Lima, Ponte da Barca, Arcos de Valdevez e Caminha.
Sem estudos sobre o retorno financeiro das festividades, os autarcas apontam um cálculo de perdas tendo por base um valor médio gasto por visitante.
Nos 10 municípios do distrito de Viana do Castelo, entre maio e dezembro realizam-se mais de mil festas, feiras e romarias. Só na capital, Viana do Castelo, e em Ponte de Lima o cancelamento da Romaria d' Agonia e das Feiras Novas, respetivamente, leva a perdas que podem ascender a 20 milhões de euros.
O presidente da Câmara de Viana do Castelo, José Maria Costa, estima que o cancelamento no formato habitual das Festas d'Agonia representará uma perda direta de receita de 10 milhões de euros, sobretudo nos setores do comércio, restauração e hotelaria.
9h45 - África com 7.197 mortes e mais de 267 mil casos
O número de mortos por covid-19 em África subiu para 7.197, mais 198 nas últimas 24 horas O total de casos vai em 267.519, mais 8.483. Já o número de recuperados é de 122.661, mais 4.189.
A África Austral regista um maior número de casos, (84.285) - e 1.711 mortos -, a grande maioria concentrada na África do Sul, país com mais infetados em todo o continente, passando hoje os 80 mil (80.412), com registo de 1.674 vítimas mortais.
O Norte de África continua a liderar no total de mortes, passando hoje as três mil (3.015), contabilizando 73.136 infeções.
A África Ocidental regista 1.038 mortos em 55.424 infetados, a África Oriental tem 867 vítimas mortais e 28.811 casos, enquanto na África Central há 566 mortos em 25.863 infeções.
O Egito é o país com mais mortos (1.850) em 49.219 infeções, seguindo-se a África do Sul e depois a Argélia, com 799 vítimas mortais e 11.268 infetados.
Entre os cinco países mais afetados, está também a Nigéria, com 469 mortos e 17.735 infetados, e o Gana, com 66 mortes em 12.590 infeções.
Quanto aos países africanos lusófonos, a Guiné-Bissau é o que tem mais infeções e mortes, com 1.492 casos, registando 15 vítimas mortais. Cabo Verde tem 782 infeções e sete mortos e São Tomé e Príncipe contabiliza 683 casos e 12 mortos. Moçambique conta 651 doentes infetados e quatro mortos e Angola tem 155 casos confirmados de covid-19 e sete mortos.
A Guiné Equatorial, que integra a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), regista 1.664 casos e 32 mortos, de acordo com o último relatório do Governo daquele país.
9h17 - Portugal entre países com maior percentagem de presos libertados
Portugal foi o quarto país europeu com maior percentagem (15%) de reclusos libertados como medida para evitar a propagação da covid-19, atrás da Turquia (35%), Chipre (16%) e Eslovénia (16%).
De acordo com um relatório divulgado pelo Conselho da Europa, os países onde se verificaram as maiores percentagens de presos libertados como medida para prevenir o covid-19 foram a Turquia (35% - 102.944 presos), Chipre (16% - 121), Eslovénia (16% - 230), Portugal (15% -1.874 ), Noruega (13% - 401), Irlanda (12% - 476), Itália (9,4% - 5.739) e Espanha (7,4% - 4.356), num quadro que considera apenas os estados com mais de 500 mil habitantes.
Simultaneamente, as administrações penitenciárias com o maior número de reclusos libertados para prevenir a disseminação da pandemia foram a Turquia (102.944 reclusos), Itália (5.739), Espanha (4.356) e Portugal (1.874). Na Sérvia, 626 reclusos foram libertados, na Irlanda 476, na Noruega 401, na Albânia 351, na Eslovénia 230, em Chipre 121 e no Irlanda do Norte 118.
No total, mais de 122.000 presos foram libertados por vinte administrações penitenciárias europeias como medida para evitar a covid-19.
9h05 - Pequim admite "necessidade urgente" de melhorar higiene nos mercados
A China admitiu a "necessidade urgente" de melhorar a higiene nos seus mercados abastecedores e na cadeia de fornecimento alimentar, após novo surto de covid-19 em Pequim ir já em 158 casos.
Pequim já aumentou o nível da resposta de emergência para conter o surto de há uma semana em Xinfadi, principal mercado abastecedor da capital, e a Comissão Central de Inspeção e Disciplina do Partido Comunista da China admitiu entretanto "a necessidade urgente de o país melhorar os padrões de saneamento e minimizar os riscos à saúde nos mercados".
"A epidemia é um espelho que não apenas reflete a desorganização e falta de higiene nos mercados abastecedores, mas também mostra o baixo nível da sua administração", lê-se num comunicado.
O coronavírus foi detetado, pela primeira vez, no mercado de marisco e animais selvagens de Huanan, na cidade chinesa de Wuhan. O novo surto em Pequim foi encontrado em Xinfadi, que cobre uma área de 112 hectares, emprega 1.500 funcionários e tem mais de 4.000 bancas.
"A maioria dos mercados foi construída há 20 ou 30 anos, quando a drenagem e tratamento de águas residuais eram relativamente subdesenvolvidos", nota a comissão.
8h45 - O novo coronavírus na economia global
O Fundo Monetário Internacional (FMI) fez previsões sem precedentes nos seus 75 anos: a economia mundial poderá cair 3% em 2020.
O Banco Mundial prevê uma recessão mundial de 5,2% em 2020, a mais profunda em oito décadas, "apesar das políticas sem precedentes" de mitigação do impacto da covid-19, segundo as Perspetivas Económicas Mundiais divulgadas a 8 de junho.
"Esta seria a recessão mundial mais profunda desde a II Guerra Mundial, e quase três vezes tão acentuada como a recessão global de 2009", caso as projeções se confirmem, pode ler-se no documento, que aponta para uma queda de quase 8% num cenário mais adverso, e superior a 3% num mais otimista.
Já a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) considera que a pandemia de covid-19 deixou um rasto de consequências económicas "desastrosas" das quais vai ser difícil recuperar e estima que a economia mundial registe uma recessão entre 6,0% e 7,6% em 2020.
No relatório com as previsões económicas mundiais divulgado no dia 10 de junho (Economic Outlook), a OCDE refere que a covid-19 colocou o mundo perante a maior crise sanitária e económica desde a Segunda Guerra Mundial, criando disrupções nos sistemas de saúde e no mercado de trabalho, e "uma extraordinária incerteza".
"Esta seria a recessão mundial mais profunda desde a II Guerra Mundial, e quase três vezes tão acentuada como a recessão global de 2009", caso as projeções se confirmem, pode ler-se no documento, que aponta para uma queda de quase 8% num cenário mais adverso, e superior a 3% num mais otimista.
Já a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) considera que a pandemia de covid-19 deixou um rasto de consequências económicas "desastrosas" das quais vai ser difícil recuperar e estima que a economia mundial registe uma recessão entre 6,0% e 7,6% em 2020.
No relatório com as previsões económicas mundiais divulgado no dia 10 de junho (Economic Outlook), a OCDE refere que a covid-19 colocou o mundo perante a maior crise sanitária e económica desde a Segunda Guerra Mundial, criando disrupções nos sistemas de saúde e no mercado de trabalho, e "uma extraordinária incerteza".
8h06 - Alemanha liberta novos números
O número de casos confirmados de infeção pelo novo coronavírus na Alemanha aumentou, desde quarta-feira, em 580 para um total de 187.764 - desde a chegada da pandemia ao país.
Os casos mortais de Covid-19 em território alemão subiram em 26 para um otal de 8856, segundo dados oficiais.
8h02 - Empresários manifestam-se pela reabertura de bares e discotecas
Os empresários da animação noturna realizam esta quinta-feira uma manifestação em protesto contra a demora do Governo em legislar sobre a reabertura de espaços como bares e discotecas, encerrados desde março no âmbito da pandemia da Covid-19.
A manifestação O silêncio da noite... à procura de respeito e respostas foi marcada através das redes sociais pelo coletivo O Silêncio da Noite, que junta proprietários de bares, discotecas, agência e artistas.
O protesto prevê uma concentração às 14h00 junto às Docas de Lisboa, seguida de uma caminhada até ao Parlamento, para uma manifestação agendada para as 15h00.
7h51 - Venezuela com o maior número de infetados desde março
As autoridades venezuelanas registaram 236 novos casos de infeção pelo SARS-CoV-2 nas últimas 24 horas, o número mais alto desde 13 de março, quando foi detetado o primeiro doente com Covid-19 naquela país sul-americano.
O anúncio foi feito pelo próprio Presidente Nicolás Maduro durante uma intervenção televisiva em que anunciou também a morte de mais uma pessoa com coronavírus.
O número oficial de infetados na Venezuela aumenta assim para 3386, com 28 mortes associadas, tendo 835 pessoas recuperado da doença.
"Disparou-se um alarme no meio da batalha contra o coronavírus que nos vai obrigar a tomar novas decisões, precoces, ousadas e radicais. Quero preparar os venezuelanos para novas ações a tempo", afirmou Nicolás Maduro.
7h46 - Estados Unidos registam 840 mortos em 24 horas
Os Estados Unidos registaram 840 mortos devido à Covid-19 nas últimas 24 horas, elevando para mais de 117 mil o número de óbitos no país desde o início da epidemia, indicou a Universidade Johns Hopkins.
De acordo com os números contabilizados diariamente pela Universidade Johns Hopkins, sediada em Baltimore (leste), até 1h30 desta quinta-feira em Lisboa, os Estados Unidos identificaram mais de 2,1 milhões de casos no país.
Nos últimos sete dias, as autoridades norte-americanas contaram menos de mil óbitos diários no país, que continua a ser o mais atingido em todo o mundo pela doença causada pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2), com cerca de 20 mil novos casos diagnosticados todos os dias.
7h12 - Números da China
A China diagnosticou 28 novos casos da Covid-19, nas últimas 24 horas, incluindo 21 em Pequim, menos dez do que no dia anterior, revelaram as autoridades de saúde locais.
Pequim aumentou o nível de emergência, visando conter a disseminação do surto, que somou 158 casos nos últimos seis dias. Ao decretar o segundo nível de emergência, os comités de bairro voltaram a verificar a identidade e o estado de saúde dos residentes e a medir a temperatura à entrada.
A cidade implementou medidas extraordinárias para conter o surto detetado no principal mercado abastecedor da capital chinesa e está a testar funcionários de todos os restaurantes, universidades ou mercados.
Desde sábado, 356 mil testes de ácido nucleico foram realizados na capital chinesa, de acordo com as autoridades municipais.
6h44 - Ponto de situação
Aumentou o número de infetados pelo novo coronavirus no Lar da Santa Casa da Misericórdia de Cinfães, distrito de Viseu. São agora 55 pessoas - 33 utentes da e 22 trabalhadores.
Foram testadas 153 pessoas. Falta ainda conhecer o resultado dos testes de 32 utentes da instituição em Serviço de Apoio Domiciliário.
Surto no IPO de Lisboa
No Instituto Português de Oncologia de Lisboa há oito profissionais de saude e 12 doentes infetados com o novo coronavirus.A diretora-geral da Saúde diz que o número de casos detetados no IPO de Lisboa decorre do amplo plano de testagem ali levado a cabo. Graça Freitas refere que, desde o inicio da pandemia, foram feitos mais de seis mil testes a profissionais e doentes.
O número de casos confirmados de infeção pelo novo coronavírus na Alemanha aumentou, desde quarta-feira, em 580 para um total de 187.764 - desde a chegada da pandemia ao país.
Os casos mortais de Covid-19 em território alemão subiram em 26 para um otal de 8856, segundo dados oficiais.
8h02 - Empresários manifestam-se pela reabertura de bares e discotecas
Os empresários da animação noturna realizam esta quinta-feira uma manifestação em protesto contra a demora do Governo em legislar sobre a reabertura de espaços como bares e discotecas, encerrados desde março no âmbito da pandemia da Covid-19.
A manifestação O silêncio da noite... à procura de respeito e respostas foi marcada através das redes sociais pelo coletivo O Silêncio da Noite, que junta proprietários de bares, discotecas, agência e artistas.
O protesto prevê uma concentração às 14h00 junto às Docas de Lisboa, seguida de uma caminhada até ao Parlamento, para uma manifestação agendada para as 15h00.
7h51 - Venezuela com o maior número de infetados desde março
As autoridades venezuelanas registaram 236 novos casos de infeção pelo SARS-CoV-2 nas últimas 24 horas, o número mais alto desde 13 de março, quando foi detetado o primeiro doente com Covid-19 naquela país sul-americano.
O anúncio foi feito pelo próprio Presidente Nicolás Maduro durante uma intervenção televisiva em que anunciou também a morte de mais uma pessoa com coronavírus.
O número oficial de infetados na Venezuela aumenta assim para 3386, com 28 mortes associadas, tendo 835 pessoas recuperado da doença.
"Disparou-se um alarme no meio da batalha contra o coronavírus que nos vai obrigar a tomar novas decisões, precoces, ousadas e radicais. Quero preparar os venezuelanos para novas ações a tempo", afirmou Nicolás Maduro.
7h46 - Estados Unidos registam 840 mortos em 24 horas
Os Estados Unidos registaram 840 mortos devido à Covid-19 nas últimas 24 horas, elevando para mais de 117 mil o número de óbitos no país desde o início da epidemia, indicou a Universidade Johns Hopkins.
De acordo com os números contabilizados diariamente pela Universidade Johns Hopkins, sediada em Baltimore (leste), até 1h30 desta quinta-feira em Lisboa, os Estados Unidos identificaram mais de 2,1 milhões de casos no país.
Nos últimos sete dias, as autoridades norte-americanas contaram menos de mil óbitos diários no país, que continua a ser o mais atingido em todo o mundo pela doença causada pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2), com cerca de 20 mil novos casos diagnosticados todos os dias.
7h12 - Números da China
A China diagnosticou 28 novos casos da Covid-19, nas últimas 24 horas, incluindo 21 em Pequim, menos dez do que no dia anterior, revelaram as autoridades de saúde locais.
Pequim aumentou o nível de emergência, visando conter a disseminação do surto, que somou 158 casos nos últimos seis dias. Ao decretar o segundo nível de emergência, os comités de bairro voltaram a verificar a identidade e o estado de saúde dos residentes e a medir a temperatura à entrada.
A cidade implementou medidas extraordinárias para conter o surto detetado no principal mercado abastecedor da capital chinesa e está a testar funcionários de todos os restaurantes, universidades ou mercados.
Desde sábado, 356 mil testes de ácido nucleico foram realizados na capital chinesa, de acordo com as autoridades municipais.
6h44 - Ponto de situação
Aumentou o número de infetados pelo novo coronavirus no Lar da Santa Casa da Misericórdia de Cinfães, distrito de Viseu. São agora 55 pessoas - 33 utentes da e 22 trabalhadores.
Foram testadas 153 pessoas. Falta ainda conhecer o resultado dos testes de 32 utentes da instituição em Serviço de Apoio Domiciliário.
Surto no IPO de Lisboa
No Instituto Português de Oncologia de Lisboa há oito profissionais de saude e 12 doentes infetados com o novo coronavirus.A diretora-geral da Saúde diz que o número de casos detetados no IPO de Lisboa decorre do amplo plano de testagem ali levado a cabo. Graça Freitas refere que, desde o inicio da pandemia, foram feitos mais de seis mil testes a profissionais e doentes.
O surto foi detetado na segunda-feira no Serviço de Hematologia. Três médicos, três enfermeiros e dois assistentes hospitalares foram contagiados pelo SARS-CoV-2.
Os 12 doentes infetados estão estáveis e foram transferidos para outros hospitais. Desde o início da pandemia, 80 por cento dos profissionais do IPO de Lisboa foram testados para o novo coronavírus. Apenas dois por cento deram resultado positivo.
Dexametasona
Doentes portugueses com Covid-19 podem ser tratados com Dexametasona. O tratamento com este forte anti-inflamatório é adequado para doentes graves, ventilados.
O medicamento está disponível. Trata-se de um fármaco a baixo custo: perto de cinco euros por utente. Um estudo de investigadores britânicos com ensaio clínico a dois mil doentes concluiu que este medicamento pode reduzir a mortalidade provocada pela infecção do novo coronavírus.
O Infarmed admite a utilização da Dexametasona no combate à Covid-19, mas pede alguma prudência. O presidente da entidade explicou que o fármaco está autorizado há muitos anos e é de utilização comum em várias situações graves.
O quadro em Portugal
Morreu mais uma pessoa com Covid-19 em Portugal entre terça e quarta-feira. O numero de óbitos é agora de 1523, segundo o último boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde.
Há mais 336 infetados, elevando o total para 37.672.
Oitanta e quatro por cento dos novos casos são da Região de Lisboa e Vale do Tejo, que soma mais 282. Mesmo assim, nos cinco concelhos mais afetados pela pandemia, o número de infetados caiu quase para metade.
O quadro internacional
À escala internacional, de acordo com o balanço da agência France Presse, a pandemia da Covid-19 já provocou mais de 445 mil mortos e infetou mais de 8,2 milhões de pessoas em 196 países e territórios.
A doença Covid-19 é causada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de dezembro em Wuhan, cidade do centro da China.
Os 12 doentes infetados estão estáveis e foram transferidos para outros hospitais. Desde o início da pandemia, 80 por cento dos profissionais do IPO de Lisboa foram testados para o novo coronavírus. Apenas dois por cento deram resultado positivo.
Dexametasona
Doentes portugueses com Covid-19 podem ser tratados com Dexametasona. O tratamento com este forte anti-inflamatório é adequado para doentes graves, ventilados.
O medicamento está disponível. Trata-se de um fármaco a baixo custo: perto de cinco euros por utente. Um estudo de investigadores britânicos com ensaio clínico a dois mil doentes concluiu que este medicamento pode reduzir a mortalidade provocada pela infecção do novo coronavírus.
O Infarmed admite a utilização da Dexametasona no combate à Covid-19, mas pede alguma prudência. O presidente da entidade explicou que o fármaco está autorizado há muitos anos e é de utilização comum em várias situações graves.
O quadro em Portugal
Morreu mais uma pessoa com Covid-19 em Portugal entre terça e quarta-feira. O numero de óbitos é agora de 1523, segundo o último boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde.
Há mais 336 infetados, elevando o total para 37.672.
Oitanta e quatro por cento dos novos casos são da Região de Lisboa e Vale do Tejo, que soma mais 282. Mesmo assim, nos cinco concelhos mais afetados pela pandemia, o número de infetados caiu quase para metade.
O quadro internacional
À escala internacional, de acordo com o balanço da agência France Presse, a pandemia da Covid-19 já provocou mais de 445 mil mortos e infetou mais de 8,2 milhões de pessoas em 196 países e territórios.
A doença Covid-19 é causada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de dezembro em Wuhan, cidade do centro da China.