Reportagem
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Covid-19. A situação ao minuto do novo coronavírus no país e no mundo

por RTP

Simon Dawson - Reuters

Acompanhamos aqui todos os desenvolvimentos sobre a propagação do SARS-CoV-2 à escala internacional.

Mais atualizações



22h50 - África do Sul ultrapassa os 10 mil mortos

A África do Sul anunciou ter ultrapassado a fasquia dos 10.000 mortospor Covid-19.

De acordo com o Ministério da Saúde do país, estão registados 553.188 casos de contágio com o novo coronavírus, o equivalente a mais de metade dos registados em todo o continente. É o quinto maior número de casos em todo o mundo.

O ministro da Saúde, Zweli Mkhize, nas últimas 24h registaram-se 301 novos óbitos devido à Covid-19. "Passamos a barreira dos 10 mil mortos, com 10.210 óbitos acumulados", anunciou.

Mais de metade das novas mortes anunciadas este sábado ocorreu na província do KwaZulu-Natal (sudeste do país), revelou o ministro.

"O pico (da epidemia) está aqui, onde nos encontramos", declarou, durante uma visita a um hospital daquela província.

22h30 - Turismo francês com perdas de 30 a 40 mil milhões de euros

O Governo francês estima em pelo menos "30 a 40 mil milhões de euros" o "impacto imediato" da crise pandémica no setor do turismo do país, e sublinha que uma parte da sua clientela internacional simplesmente "desapareceu".

"Em tempos normais, o turismo gera receitas de 180 mil milhões de euros, dos quais 60 mil milhões graças ao turismo internacional. O impacto imediato da pandemia é de. no mínimo, 30 a 40 mil milhões de euros", declarouo secretário de Estado do Turismo de França, Jean-Baptiste Lemoyne, em entrevista ao 'Jornal de Domingo'.

"Muito operadores dizem-nos que o seu volume de negócios será da ordem dos 20 a 25 por cento de recuo, no fim do ano", acrescentou.

"Os franceses estão a participar em massa na retoma do setor turístico, previligeando a França" e 70 por cento dos que tiraram férias escolheram passa-las no país, fez notr ainda Lemoyne.

"Isto permite salvar o essencial", acrescentou, "mas sejamos claros: em tempos normais, a França acolhe cada verão 17 milhões de turistas estrangeiros quando nove milhões de franceses partem para o exterior" e "uma parte desta clientela internacional desapareceu", referiu o responsável pela pasta.

22h20 - Trump promulga novo plano de ajuda à economia por decreto

O Presidente dos Estados Unidos promulgou um novo plano de auxílio a milhões de norte-americanos ameaçados pelo desemprego. O plano não cnseguiu obter acordo do Congresso.

"Chega, vamos salvar os empregos americanos e ir em socorro dos trabalhadores americanos", declarou Donald Trump, durante uma conferência de imprensa em Nova Jérsia.

Donald Trump assinou quatro decretos executivos que contemplam um subsídio de desemprego prolongado de 400 dólares  (338 euros) por semana, a suspensão dos impostos sobre as folhas de pagamento ou uma prorrogação da moratória sobre os despejos de habitações, além do adiamento do reembolso dos empréstimos estudantis.

A administração federal assumirá 75% do custo, enquanto os estados deverão contribuir com os restantes 25%, podendo disponibilizar verbas mais avultadas caso o entendam.

Os Estados Unidos estão à beira de passar a fasquia dos cinco milhões de casos de Covid-19, com mais de 160 mil mortos. A Casa Branca e os congressistas do Partido Democrático tentavam há duas semanas chegar a acordo sobre um grande plano de ajuda à economia.

Esta semana as negociações foram suspensas, depois da Casa Branca ter rejeitado a proposta democrata de riscar um bilião de dólares dos seus planos para os investir nos planos dos seus rivais.

Face a esta situação, Trump tinha já admitido nos últimos dias que poderia recorrer ao seu poder executivo, apesar da base legal em que atua ser contestada pelos democratas, que ameaçaram colocar a questão perante a justiça caso o Congresso fosse ignorado, enquanto instituição que determina as despesas federais.

O Presidente dos EUA responsabilizou os democratas pelo bloqueio das conversações e acusou-os de insistirem em incluir neste pacote de medidas questões que não estão diretamente relacionadas com a crise do coronavírus, e de tentarem impulsionar medidas de "extrema-esquerda".

21h40 - Líder da Juventude Popular denuncia falta de triagem separada em Tavira

O presidente da Juventude Popular (JP) denunciou hoje a inexistência de corredores de triagem separados para doentes suspeitos de covid-19 no Centro de Saúde de Tavira e questionou se esta situação será única no país.

O presidente da JP, Francisco Mota, que explicou à agência Lusa ter recorrido ao centro como utente, disse que naquela unidade não existem corredores alternativos para doentes covid e não covid, sendo os utentes confrontados com a necessidade de esperar na mesma fila para serem atendidos.

"Quando estávamos à espera para ser atendidos, jovens, idosos, crianças, famílias completas, devido a outro tipo de doenças que não a covid-19, fomos surpreendidos, nessa mesma fila, por uma pessoa que disse estar para fazer o teste à covid-19", relatou.

Francisco Mota contou ainda que, durante o mesmo período, chegou uma outra utente que disse ter sintomas da doença que recebeu indicação do segurança para aguardar na mesma fila.

O presidente da JP adiantou que na origem da situação estará a falta de recursos humanos que assegurem entradas e triagens distintas, reclamando respostas do Ministério da Saúde, que acusou de "incompetência" e "falta de noção da realidade e do país real".

"Esta unidade é tutelada pelo Ministério da Saúde e coordenada pela Direção-Geral da Saúde que exige normas rijas a diversas entidades, que proíbe e condiciona milhares de empresários de trabalhar e constrói um discurso de responsabilidade coletiva e individual aos portugueses para combater a pandemia, e dentro da sua própria casa o desleixo e a falta de rigor são gritantes", disse.

21h30 - Covid-19 não dá tréguas no mundo inteiro



21h00 - Pandemia pode ser oportunidade para Portugal repensar setor agrícola



20h55 - Angola alarga horários para comércio, restaurantes e transportes

Angola vai mudar as regras vigentes na situação de calamidade, a partir de segunda-feira, alargando o horário de funcionamento de lojas e restaurantes em Luanda, mas adiando a abertura da época balnear para 15 de outubro.

As alterações foram hoje apresentadas pelo ministro de Estado e Chefe da Casa Civil do Presidente da República, Adão de Almeida, e mantêm-se em vigor até 08 de setembro.

A atualização das medidas de calamidade publica, que passam a vigorar a partir de segunda-feira por um período de 30 dias, pode sofrer novas alterações de acordo com a evolução da situação epidemiológica, realçou o governante.

Existem também diferenças na aplicação das regras em Luanda, a província mais afetada pela doença, face ao restante território.

Restaurantes e similares passam a poder funcionar das 06:00 às 21:00, limitados a 50% da capacidade do espaço, mantendo-se proibido o 'self-service' e estando autorizado o 'take-away' até às 22:00

Os estabelecimentos comerciais vão poder estar abertos entre as 07:00 e as 19:00, com 50% da força de trabalho em Luanda e 75% no resto do país.

Os transportes públicos passam a funcionar até as 22:00, com 50% da lotação em Luanda.

Quanto ao início da época balnear, que estava previsto para 15 de agosto foi protelado para 15 de outubro.

20h45 - Detetados 45 casos de Covid-19 em lar do Barreiro



19H33 - Angola passa a permitir quarentena domiciliar, cerca mantém

Angola passa, a partir de segunda-feira, a permitir a realização de quarentena domiciliar para cidadãos angolanos ou estrangeiros residentes que regressem ao país, bem como para casos positivos de covid-19 mas assintomáticos, anunciou o Governo.

O anúncio foi feito pelo Ministro de Estado e chefe da casa Civil do Presidente da República, Adão Almeida, que apresentou as medidas que vão vigorar a partir da próxima segunda-feira, por um período de 30 dias.

O país vai manter a cerca sanitária até 08 de setembro, mas admite situações excecionais para o regresso de cidadãos nacionais ou de estrangeiros residentes, ajuda humanitária, viagens oficiais, emergências médicas, estando a entrada em território nacional sujeita à realização de um teste de biologia molecular RT PCR com resultado negativo 72 horas antes.

"Estavam submetidos a quarentena institucional, cidadãos que venham para território nacional, mas não só. Está na altura de mudar a abordagem ao fenómeno", sublinhou o governante.

Além do teste pré-embarque, quem entra em território nacional está sujeito a um conjunto de requisitos, nomeadamente a assinatura de um termo de responsabilidade, relativo ao cumprimento das regras, nomeadamente não sair do domicílio e existência de condições para distanciamento físico entre os que consigo coabitam.

A quarentena domiciliar só termina depois de as autoridades emitirem alta, com a realização de teste com resultado negativo, que pode ser realizado a partir do sétimo dia.

19H10 - Brasil supera as 100.000 mortes

O Brasil ultrapassou hoje a barreira das 100.000 mortes associadas à covid-19, quase cinco meses depois da confirmação do primeiro óbito no país, indicam dados oficiais divulgados pelas secretarias regionais de Saúde.

Segundo os mais recentes dados compilados pelo Conselho Nacional das Secretarias de Saúde (CNSS), o registo de mais 538 mortes nas últimas 24 horas elevou o total de vítimas mortais para 100.240, ao mesmo tempo que foram confirmados mais 21.732 novos casos de covid-19, elevando para perto de três milhões o número global de infetados.

Os números continuam a manter o Brasil como o segundo país do mundo mais afetado pela pandemia do novo coronavírus, apenas superado pelos Estados Unidos.

18h55 - Número de mortes em África ultrapassa as 22.500

O número de mortes por covid-19 em África ultrapassou hoje as 22.500, depois de o continente ter passado na quinta-feira um milhão de infetados, segundo os dados mais recentes sobre a pandemia.

De acordo com o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC), o continente contabilizava hoje 22.515 mortes causadas pelo novo coronavírus num universo de 1.024.148 de infetados.

O número de recuperados subiu para 707.494.

O maior número de casos e de mortos de covid-19 continua a registar-se na África Austral, com 573.673 infetados e 10.531 vítimas mortais.

Nesta região, a África do Sul, o país mais afetado do continente, contabiliza 545.476 infetados e 9.909 mortos.

A região da África do Norte, a segunda mais afetada pela pandemia, tem agora 172.621 infetados e 7.018 mortos e na África Ocidental o número de casos subiu para 138.398 e o de vítimas mortais para 2.057.

Na região da África Oriental, registam-se 88.187 casos e 1.954 mortos, enquanto a região da África Central contabiliza 51.269 infetados e 955 óbitos.

O Egito é o segundo país com mais vítimas mortais, a seguir à África do Sul, contabilizando 95.147 infetados e 4.971 óbitos, seguindo-se a Argélia, que conta hoje com 33.599 casos e 1.269 vítimas mortais.

18h27 - Argélia aligeira confinamento

O país do Norte de África regista atualmente 34.155 casos de infeção com o novo coronavírus e 1.282 óbitos por Covid-19.

O Governo da Argélia decidiu começar a aligeirar as restrições impostas à população no ãmbito do combate à pandemia e vai reduzir o recolher obrigatório nocturno, que irá passar a vigorar entre as 23h00 e as 06h00. Algumas proibições de circulação em 29 províncias serão também levantadas a partir de 9 de agosto e até ao fim do mês.

As grandes mesquitas vão também ser autorizadas a reabrir, a partir de dia 15, exceto a mulheres, pessoas vulneráveis e crianças menores de 15 anos. As orações de sexta-feira, normalmente muito concorridas, mantêm-se proibidas em todo o país assim como o uso de ar-condicionado nas mesquitas.

Praias, locais de entretenimento, hotéis, restaurante e cafés podem voltar a abrir.

18H17 - Chile ultrapassa fasquia dos 10.000 mortos

O Ministério da Saúde chileno anunciou que o país ultrapassou este sábado a fasquia dos 10 mil óbitos por Covid-19, desde o primeiro caso registado há cinco meses.

Nas últimas 24h morreram mais 53 pessoas, o que elevou o número de vítimas mortais a 10.011. No mesmo período registaram-se mais 2.201 casos de infeção pelo novo coronavírus, para um novo total de 370 mil pessoas contagiadas, referiu o ministro Enrique Paris, em conferência de imprensa.

O país da América-latina é um dos mais afetados pela pandemia na região.

17h50 - França impõem uso de máscara ao ar livre em certas áreas de Paris

As autoridades locais anunciaram que o uso de máscara vai passar a ser obrigatório também ao ar livre nalgumas áreas da capital, Paris, e seus arredores.

A medida entra em vigor na segunda-feira a partir das 08h00 da manhã locais. O uso de máscara será obrigatório para quem tenha mais de 11 anos.

Este sábado, a taxa de testes positivos na Ilha de França (Paris a e a respetiva região) era de 2,4 por cento, contra 1,6 por cento da média nacional.

"Todos os indicadores mostram que o vírus está de novo a circuar mais ativamente na região", refere o comunicado que anunciou a medida e que não detalha as zonas abrangidas.

"A incidência é particularmente importante entre as pessoas de 20-30 anos. É também mais forte em Paris e no departamento da sua pequena coroa (Seine-Saint-Denis, Val-de-Marne, Hauts-de-Seine), assim com em algumas áreas do Val d'Oise", precisa o texto.

A decisão irá sendo revista à medida do evoluir da pandemia nas próximas semanas.

Terça-feira, a maire de Paris, Anne Hidalgo, apelou a que o uso de máscara se tornasse obrigatório nos sectores mais frequentados da capital francesa, incluindo as margens do rio Sena, os mercados ao ar livre e, eventualmente, junto às estações.

17h35 - Reino Unido regista 55 mortes e 758 contágios nas últimas 24 horas

O Reino Unido registou 55 mortes por covid-19 nas últimas 24 horas, aumentando o total para 46.566 óbitos confirmadas por testes desde o início da pandemia, divulgou hoje o Governo britânico.

O número de infeções nas últimas 24 horas foi de 758, o que eleva o número de contágios no Reino Unido para 309.763, segundo as autoridades.

Estes dados foram publicados depois de o Grupo de Consultores Científicos para Emergências do Governo Britânico, mais conhecido por SAGE, indicar na sexta-feira que a taxa de transmissão do vírus em todas as regiões do Reino Unido está próxima de 1 por cento, nível acima do qual o vírus se espalha mais facilmente.

A partir de hoje, viajantes que chegarem ao Reino Unido provenientes de Andorra, Bélgica e Bahamas têm de se isolar durante 14 dias para evitar a transmissão do coronavírus, enquanto os meios de comunicação não descartam a possibilidade da França ser retirada da lista de "corredores de viagens" seguros, depois de um aumento de casos neste país.

17h23 - Alemanha adiciona regiões da Roménia e Bulgária à lista de áreas de alto risco de Covid-19

A Alemanha declarou certas regiões da Roménia e da Bulgária como áreas de risco após um aumento das infeções por Covid-19, nos últimos dias.

O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Alemanha emitiu na sexta-feira um alerta a proibir viagens para as regiões romenas de Arges, Bihor, Buzau, Neamt, Ialomita, Mehedinti e Timis, assim como para as regiões de Blagoevgrad, Dobritsch e Varna da Bulgária.

Os viajantes que entrarem na Alemanha vindos das áreas da Roménia e da Bulgária, que são membros da União Europeia, serão sujeitos a testes obrigatórios. Se o teste for positivo, são obrigados a ficar em quarentena duas semanas.

17h15 - Praias da ilha cabo-verdiana do Sal abertas das 06h00 às 10h00

A frequência para banhos nas praias da ilha cabo-verdiana do Sal só será permitida entre as 06h00 e as 10h00, no âmbito das medidas restritivas do Governo para conter a propagação do novo coronavírus naquela ilha.

A determinação consta de uma circular do Instituto Marítimo e Portuário (IMP), após as medidas restritivas anunciadas na sexta-feira pelo Governo de funcionamento das atividades económicas para conter a propagação do novo coronavírus nas ilhas cabo-verdianas de Santiago e do Sal.

Na circular, o instituto determina a possibilidade de banhos em sete praias da ilha do Sal (Santa Maria, Pedra de Lume, Palmeira, Murdeira, Ponta Cino, António Souza e Algodoeiro), mas apenas por um período de quatro horas e na parte de manhã.

Segundo o IMP, vai ser ainda permitidaa a prática de desportos náuticos individuais (surf, bodyboard, windsurf, kitesurf) em quatro praias dessa ilha, que viu ainda prorrogado o estado de calamidade, tal como Santiago, os dois principais focos de transmissão da doença.

Entretanto, na ilha de Santiago mantém-se a interdição de frequência e acesso a todas as praias balneares, determinou ainda o instituto cabo-verdiano.

Na circular, o IMP sublinhou que mantém as regras de utilização em todos os cenários, nomeadamente manter o distanciamento físico de no mínimo dois metros, evitar aglomerações, respeitar as orientações das placas sinaléticas e, ainda, o uso e frequência das zonas marítimas balneares consideradas perigosas e impróprias para banhos.

16h50 - Moçambique regista mais um óbito e sobe para 16 mortos

Moçambique registou mais um óbito por covid-19 nas últimas 24 horas, elevando o número de mortes para 16, indica a última atualização do Ministério da Saúde (Misau) divulgada hoje.

"Queremos lamentar o registo de um óbito em paciente infetado pelo novo coronavírus, na cidade de Maputo. Trata-se de um indivíduo de nacionalidade moçambicana, de 42 anos de idade", refere um comunicado do Misau.

De sexta-feira para sábado, o país registou mais 28 casos positivos de covid-19, subindo para 2.241 o cumulativo de casos positivos, desde a deteção do primeiro caso em Moçambique em 22 de março.

Os casos das últimas 24 horas resultam de 861 casos suspeitos testados, tendo 833 dado negativo para o novo coronavírus.

16h41 - Médio do Desportivo de Chaves Carlos David está curado da infeção

O médio brasileiro Carlos David, do Desportivo de Chaves, está curado da infeção causada pelo novo coronavírus e vai regressar aos treinos na próxima semana, disse hoje o emblema da II Liga portuguesa de futebol.


O Conselho de Administração da SAD e a Direção do Clube informam que Carlos David está curado da COVID -19.
O jogador ... Publicado por Grupo Desportivo de Chaves em & nbsp; Sábado, 8 de agosto de 2020


16h34 - Açores com seis casos positivos nas últimas 24 horas

A Autoridade de Saúde dos Açores anunciou hoje que, "decorrentes das 1.404 análises realizadas nos dois laboratórios de referência da Região nas últimas 24 horas", foram "diagnosticados seis casos positivos de covid-19 na ilha de São Miguel".

16h30 - Médicos britânicos manifestam-se por aumentos salariais após a pandemia

Centenas de médicos e de outros funcionários sanitários britânicos manifestaram-se hoje em várias cidades do Reino Unido para exigir ao Governo que reconheça o trabalho feito durante a pandemia de covid-19 com um “robusto” aumento salarial.

Em Londres, os manifestantes, a grande maioria com máscaras e a respeitar o distanciamento social, marcharam pacificamente até aos portões do número 10 de Downing Street, a residência oficial do primeiro-ministro britânico, gritando palavras de ordem como “Boris Johnson ouve-nos a gritar” e “paga-nos devidamente ou vai embora”.

A classe médica tem sido considerada quer pelo Governo quer pela população como “heroína” face ao trabalho que desenvolveu no combate à epidemia do novo coronavírus.

No entanto, surgiram acusações de que, após uma década de cortes na despesa pública feitos por Boris Johnson e pelos governos conservadores que o antecederam, o Serviço Nacional de Saúde britânico está a lutar para se manter vivo.

Em Glasgow, na Escócia, um manifestante empunhou um cartaz com a frase “enough empty praise - give us a fair raise” (“chega de elogios ocos - dá-nos um aumento justo”), enquanto outro participante perguntava quem salvou Boris Johnson.

O primeiro-ministro britânico foi um dos milhares de britânicos que contraiu a doença covid-19, tendo passado três noites consecutivas numa unidade de cuidados intensivos num hospital de Londres (Saint Thomas), tendo, assim que abandonou o estabelecimento de saúde, agradecido aos médicos e enfermeiro por lhe terem salvado a vida, entre os quais um enfermeiro português.

Por outro lado, as enfermeiras, assistentes sociais e médicos estagiários manifestaram-se zangados por terem sido deixados de fora dos planos governamentais de aumentos salariais acima da inflação a mais de um milhão de funcionários públicos por terem um contrato diferente que os vincula ao Estado.

Citado pela agência noticiosa Associated Press (AP), Dave Carr, enfermeiro da unidade de cuidados intensivos do St. Thomas Hospital, o mesmo em que Boris Johnson esteve internado, indicou que trabalhar durante a pandemia “foi o mais difícil” da sua vida e sublinhou que todos estão “exaustos”.

“Estamos de rastos, totalmente de rastos. E, como cereja no topo do bolo, eles [Governo] dão um aumento aos funcionários públicos – e não tenho qualquer problema com isso – mas deixaram-nos à margem. Estou completamente indignado. Cansado e indignado. Já chega”, afirmou Dave Carr.

Segundo os dados oficiais divulgados sexta-feira, o Reino Unido é o quarto país do mundo com maior número de casos de contágio de covid-19, tendo contabilizado mais de 309 mil infetados e um total de 46.511 mortes, continuando com níveis altos de infeção e de óbitos diários nas últimas semanas.

14h21 - Atualização dos números da pandemia em Portugal

O mais recente boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde, que acaba de ser divulgado, reporta mais quatro casos mortais de Covid-19 em Portugal, além de um acréscimo de 186 casos confirmados de infeção pelo SARS-CoV-2. O número de recuperados aumentou em 277.

O total de mortes reportadas pelas autoridades de saúde portuguesas, desde o início da pandemia, ascende assim a 1750. O país soma agora 52.537 casos de infeção e 38.364 pessoas dadas como recuperadas da doença causada pelo novo coronavírus.

Duas das mortes das últimas 24 horas ocorreram na região de Lisboa e Vale do Tejo. Morreu ainda um doente no Centro e outro no Algarve.

Aguardam resultados laboratoriais 1475 pessoas, ainda segundo os últimos dados da DGS, que mantém sob vigilância, nesta altura, 37.579 contactos.

O número de pessoas internadas é de 357, mais uma do que na véspera. Em unidades de cuidados intensivos estão 33 pessoas, menos três em relação ao boletim diário anterior.

13h50 - Perto de 722 mil casos mortais em todo o mundo

A pandemia do novo coronavírus causou pelo menos 721.902 mortos em todo o mundo desde que o gabinete da Organização Mundial de Saúde na China divulgou o aparecimento da doença, no final de dezembro.

O número resulta do balanço em permanente atualização por parte da agência France Presse, a partir de fontes oficiais.

Mais de 19.419.370 casos de infeção foram diagnosticados em 196 países e territórios desde o início da epidemia, dos quais 11.514.500 foram considerados curados.

Nas últimas 24 horas foram registados 6106 mortos e 271.069 infetados em todo o mundo. Os países que registaram maiores números de novas mortes foram o Brasil, com 1079, os Estados Unidos, com 1062, e a Índia, com 933.

Os Estados Unidos são o país mais afetado tanto em número de mortos como de casos, com 161.358 mortes em 4.942.008 infetados. Pelo menos 1.623.870 pessoas foram consideradas curadas.

Depois dos Estados Unidos, os países mais atingidos são o Brasil, com 99.572 mortos em 2.962.442 casos, o México com 51.311 mortes (469.407), o Reino Unido (46.511 mortos em 309.005 casos) e a Índia (42.518 mortes entre 2.088.611 infetados).

13h31 - Marcelo espera que Portugal integre listas de países sem restrições até final de agosto

O Presidente da República manifesta a esperança de que Portugal integre, até final de agosto, as listas de países sem restrições relacionadas com a Covid-19, relativamente à circulação de turistas, incluindo o Reino Unido.

"Tenho esperança de que, com o correr dos dias e até ao final do mês, haja a passagem integral das listas piores ou intermédias para as melhores listas em termos de turismo", afirmou Marcelo Rebelo de Sousa em Porto Santo, onde conclui este sábado um curto período de férias.

O Chefe de Estado quis enfatizar que o turismo está a recuperar, embora lentamente, e salientou também que a situação pandémica em Portugal tem evoluído positivamente.
"Isso é muito importante para a Madeira, é muito importante para o Algarve, é muito importante para o Porto, é muito importante em geral para Portugal", insistiu.

"Há uma evolução nas listas negras - vamos chamar assim - favorável a Portugal. Portugal, aliás, tem vindo a ter um percurso oposto ao de muitas outras sociedades europeias, que estão a conhecer agravamentos, que alguns consideram que é já uma segunda vaga", rematou. 

12h38 - Novas medidas em Cabo Verde entram em vigor na segunda-feira

Novas medidas restritivas de funcionamento das atividades económicas para conter a propagação do novo coronavírus nas ilhas cabo-verdianas de Santiago e do Sal entram em vigor às 0h00 de segunda-feira.

No âmbito das novas medidas, destaca-se o uso obrigatório de máscara para todas as pessoas que circulem ou permaneçam em públicos, abertos ou fechados, incluindo na via pública.

O Governo justifica as novas medidas com a situação epidemiológica do país, que tem conhecido uma evolução com tendência estável, após um período de aumento gradual do número de contágios, que se seguiu ao período de levantamento progressivo das restrições que acontece desde junho.

11h56 - México com mais 794 mortos e 6717 infetados

O México registou mais 794 mortes e 6717 casos de infeção com o novo coronavírus em 24 horas.

Ao todo, o país registou 51.311 óbitos e 469.407 contágios confirmados desde o início da pandemia.

A Cidade do México e os Estados do México, Tabasco, Guanajuato e Veracruz apresentam os números mais pronunciados de casos, representando cerca de 45 por cento do total de infeções no país.

O México ocupa o sexto lugar em número de casos globais, depois de Estados Unidos, Brasil, Índia, Rússia e África do Sul, e é o terceiro com mais mortes, depois dos Estados Unidos e do Brasil.

11h11 - Rússia publica novos números

As autoridades russas reportam 5212 novos casos de infeção desde sexta-feira, para um total de 882,347 desde o início da pandemia.

O número de casos mortais de Covid-19 em solo russo aumentou em 129 para 14.854.

10h51 - China regista 31 casos em 24 horas

As autoridades sanitárias da China reportam 31 novos casos de Covid-19 pelo oitavo dia consecutivo de infeções abaixo da marca da centena.

Segundo as estatísticas oficiais, 25 das 31 novas infeções foram registadas em Xinjiang.

Os seis casos restantes foram diagnosticados entre viajantes do estrangeiro, conhecidos como casos "importados" - em Xangai e nas províncias de Zhejiang, Shandong, Hubei e Cantão.

Até à meia-noite local (17h00 de sexta-feira em Lisboa), 35 pacientes tiveram alta.

O número de infeções ativas na China continental é de 839, 42 dos quais permanecem em estado grave.

A Comissão Nacional de Saúde não anunciou novas mortes por Covid-19, mantendo-se o total desde o início da pandemia em 4634, entre as 84.596 pessoas infetadas oficialmente diagnosticadas na China.

9h46 - Alemanha acima de 1100 casos diários

O número de casos confirmados de infeção pelo novo coronavírus na Alemanha aumentou, nas últimas 24 horas, em 1122 para um total de 215.336 desde o início da pandemia.

Os últimos dados do Instituto Robert Koch para doenças infecciosas reportam ainda um acréscimo de 12 mortes no mesmo período, para um total de 9195.

9h13 - O impacto da Covid-19 nos doentes com cancro do pulmão

Na rubrica de sábado do Núcleo do Norte da Liga Portuguesa Contra o Cancro, o destaque recaiu sobre o impacto da doença causada pelo novo coronavírus no doentes com cancro do pulmão.
O professor António Araújo, diretor do Serviço de Oncologia Médica do Centro Hospitalar Universitário do Porto, esteve na edição deste sábado do Bom Dia Portugal.

8h48 - Números reais em África são incógnita

Em África, os números reais da pandemia continuam a ser uma incógnita devido à falta de testes.
Ana Romeu - RTP

Na Europa, o número de infetados pelo novo coronavírus volta a aumentar.

Os especialistas explicam que esta subida coincide com o desconfinamento, com as férias de verão e com o comportamento pouco responsável dos mais jovens.

8h19 - Índia regista 933 mortes e mais de 61 mil casos em 24 horas

As autoridades da Índia reportaram 933 mortes e mais 61.537 casos de Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando quase 2,1 milhões de infetados desde o início da pandemia.

De acordo com o Ministério indiano da Saúde, o total de mortes atingiu 42.518 no país, incluindo mais de 20 mil nos últimos 30 dias.

A Índia regista ainda uma média de cerca de 50 mil novos casos diários desde meados de junho.

A Índia tem o terceiro maior número de casos do mundo, depois dos Estados Unidos e do Brasil. Tem o quinto maior número de mortes, mas a taxa de mortalidade de cerca de dois por cento é muito inferior à dos dois países mais duramente atingidos.

7h51 - Estados Unidos somam 1062 mortos e mais de 49 mil casos

Segundo a contagem independente da Universidade Johns Hopkins, os últimos números elevam o total de mortes nos Estados Unidos para 161.052 e o de casos confirmados para 4.926.063.

O balanço realizado às 20h00 de quinta-feira (1h00 deste sábado em Lisboa) pela agência Efe aponta ainda que, apesar de Nova Iorque não ser mais o Estado com o maior número de infeções, continua a ser o mais atingido em termos de mortes, com 32.760, mais do que França ou Espanha.

Só na cidade de Nova Iorque morreram 23.563 pessoas. Nova Iorque é seguida pela vizinha Nova Jérsia, com 15.849 mortos, Califórnia com 10.083, Massachusetts com 8817 e Texas com 8709.

Outros Estados com grande número de mortes são o Illinois com 7922, Florida com 7747, Pensilvânia com 7296 e Michigan, com 6524.

Em termos de infeções, a Califórnia tem 543.756, seguida da Florida com 510.389, Texas com 490.499, e Nova Iorque com 419.642.

7h30 - Ponto de situação

Os portugueses estão entre os cidadãos europeus que manifestam maior vontade em receber a vacina contra a Covid-19. Três em cada quatro manifestam essa intenção, quando a vacina estiver disponível. É o que indica um estudo da Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa.A Nova SBE juntou-se a equipas da Universidade de Hamburgo, da Rotterdam Erasmus University e da Bocconi University com o objetivo de apurar o modo como a população europeia vê para a pandemia do SARS-CoV-2 e até que ponto confia nas decisões dos responsáveis políticos.


De acordo com o estudo da Nova BSE, cujas conclusões são citadas pela Lusa, 70 por cento dos portugueses mostram-se "completamente confiantes" de que a vacina contra a doença causada pelo novo coronavírus será segura - a percentagem de confiança aumenta entre os que têm 55 e 64 anos, dos quais 79 por cento acreditam na segurança.

Esta trabalho envolveu duas fases, abrangendo, em cada, mais de sete mil participantes de sete países europeus (Alemanha, Dinamarca, França, Holanda, Itália, Portugal e Reino Unido) levando em linha de conta a região, a idade, o género e a educação.
Duas vagas de inquéritos  

A primeira vaga de inquéritos realizou-se de 2 a 15 de abril e a segunda de 9 a 22 de junho: os portugueses mantiveram-se como os europeus que manifestam maior vontade de virem a ser vacinados contra a Covid-19 (75 por cento).Entre os países envolvidos no estudo, Portugal é o que apresenta maior preocupação com o impacto da pandemia na economia e na saúde, com 67 por cento dos inquiridos a dizerem-se "muito preocupados".


"Os homens são os que se mostram mais dispostos a vacinarem-se (78 por cento), assim como indivíduos com alta escolaridade (78 por cento). Além disso, aqueles que conhecem alguém oficialmente diagnosticado com Covid-19 estão mais dispostos a vacinar-se do que aqueles que não conhecem ninguém com covid-19 (81 por cento vs 74 por cento)", assinala a Nova BSE.

Quanto à possibilidade de a vacina poder não estar imediatamente disponível para todos, os inquiridos portugueses defendem que a prioridade para a inoculação deve ser estabelecida por uma equipa nacional de especialistas (73 por cento), pelas organizações de saúde que administram a vacina (68 por cento) ou pelo Ministério da Saúde (52 por cento).
Arlinda Brandão - Antena 1

Para a maioria, o acesso prioritário à vacina contra o novo coronavírus deve incidir em pessoas com maior risco de infeção.
O quadro em Portugal

O último boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde, conhecido ao início da tarde de sexta-feira, reportou mais três mortos - na região de Lisboa e Vale do Tejo - e 290 novos casos de infeção pelo novo coronavírus face à véspera.

Desde o início da pandemia registaram-se 52.351 casos de infeção confirmados e 1746 mortes.

Em termos percentuais, o aumento do número de casos confirmados foi de 0,6 por cento (de 52.061 para 52.351) e o de mortos manteve-se nos 0,2.

O número de pessoas dadas como recuperados da Covid-19 voltou a aumentar para 38.087, mais 240.

Quanto a números de casos confirmados de infeção, a região de Lisboa e Vale do Tejo lidera, com 26.928, seguida da região Norte com 18.952, mais 24 casos, e da região Centro, com 4508 infeções confirmadas, mais 30 novos casos do que na véspera.A Madeira regista mais dois casos, somando agora 121 infeções confirmadas, e nenhuma morte, e nos Açores mantêm-se os 170 casos, assim como os 15 mortos anteriormente registados.


O Algarve soma 911 casos, mais seis do que na quinta-feira, e o Alentejo tem 761, menos um caso de infeção.

A região Norte continua a registar o maior número de mortes (831), seguida da região de Lisboa e Vale do Tejo (611), do Centro (252), do Alentejo (22), do Algarve (15) e dos Açores (15).

O número de pessoas internadas é de 356 nas últimas 24 horas, menos 13 do que na quinta-feira, e nos cuidados intensivos encontram-se 36 doentes, menos seis face ao anterior boletim.

Há mais infetados na faixa etária entre 40 e 49 anos (8646), seguindo-se a faixa entre 30 e 39 anos, com 8560 casos. A faixa etária entre os 20 e os 29 anos totaliza, desde o início da pandemia, 8019 casos, mais 52 infeções. Na faixa dos 50 aos 59 anos, os casos de infeção pelo SARS-CoV-2 situam-se nos 7895 (mais 25 casos).

Com mais de 80 anos, tiveram infeções confirmadas 5.948 pessoas, mais 43 do que na quinta-feira.

A Covid-19 já atingiu 1891 crianças até aos nove anos e 2430 entre os dez e os 19.

Do total das vítimas mortais, 874 são homens e 872 são mulheres.

Ainda por faixas etárias, o maior número de casos mortais concentra-se nas pessoas com mais de 80 anos (1167), seguidas das que tinham entre 70 e 79 anos (341), entre 60 e 69 anos (155) e entre 50 e 59 anos (57). Há ainda 20 mortos registados entre os 40 e 49 anos, quatro entre os 30 e 39 e dois entre os 20 e 29 anos.

As autoridades de saúde mantêm sob vigilância 37.729 pessoas.
O quadro internacional

A pandemia da Covid-19 já provocou mais de 715 mil mortos e infetou mais de 19,1 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo o balanço em permanente atualização por parte da agência France Presse.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia, em fevereiro, o Continente Americano é atualmente aquele que soma mais casos confirmados e mais mortes.

A Covid-19 é causada por um novo coronavírus, o SARS-CoV-2, detetado no final de dezembro em Wuhan, cidade do centro da China.