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23h33 - Brasil inicia produção da sua primeira vacina contra a doença
O Instituto Butantan, um prestigiado centro de investigação médica do Brasil, iniciou hoje a produção da Butanvac, a primeira vacina contra a covid-19 desenvolvida no país e que tem ainda de passar por testes em humanos.
"O Butantan começa hoje a produzir o primeiro lote de um milhão de doses do Butanvac, que será produzido integralmente" pelo instituto vinculado ao Estado de São Paulo, "sem a necessidade de importar matéria-prima do exterior", informou o governador paulista, João Doria, em conferência de imprensa.
Na última sexta-feira, o Instituto solicitou à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), maior autoridade sanitária do país, autorização para iniciar as fases 1 e 2 dos ensaios clínicos em humanos.
Contudo, a Anvisa pediu hoje informações adicionais sobre a fórmula, para poder autorizar a realização do que será o primeiro estudo da Butanvac em humanos, uma vez que até ao momento apenas foi testada em animais.
Ainda assim, as autoridades de São Paulo quiseram antecipar-se a essa análise do órgão regulador e iniciar a produção da sua candidata a vacina contra o novo coronavírus, com previsão de ter 18 milhões de doses prontas em 15 de junho.
"As doses já em produção no Instituto Butantan serão armazenadas e fornecidas à população apenas após a autorização da Anvisa, o que deve ocorrer no segundo semestre", assegurou o Butantan em comunicado.
O Instituto Butantan, um prestigiado centro de investigação médica do Brasil, iniciou hoje a produção da Butanvac, a primeira vacina contra a covid-19 desenvolvida no país e que tem ainda de passar por testes em humanos.
"O Butantan começa hoje a produzir o primeiro lote de um milhão de doses do Butanvac, que será produzido integralmente" pelo instituto vinculado ao Estado de São Paulo, "sem a necessidade de importar matéria-prima do exterior", informou o governador paulista, João Doria, em conferência de imprensa.
Na última sexta-feira, o Instituto solicitou à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), maior autoridade sanitária do país, autorização para iniciar as fases 1 e 2 dos ensaios clínicos em humanos.
Contudo, a Anvisa pediu hoje informações adicionais sobre a fórmula, para poder autorizar a realização do que será o primeiro estudo da Butanvac em humanos, uma vez que até ao momento apenas foi testada em animais.
Ainda assim, as autoridades de São Paulo quiseram antecipar-se a essa análise do órgão regulador e iniciar a produção da sua candidata a vacina contra o novo coronavírus, com previsão de ter 18 milhões de doses prontas em 15 de junho.
"As doses já em produção no Instituto Butantan serão armazenadas e fornecidas à população apenas após a autorização da Anvisa, o que deve ocorrer no segundo semestre", assegurou o Butantan em comunicado.
23h11 - Brasil chega a 14,5 milhões de casos após 79.726 infeções em 24 horas
O Brasil somou 79.726 infeções pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas, ultrapassando 14,5 milhões de casos (14.521.289) desde o início da pandemia, informou hoje o Ministério brasileiro da Saúde.
Em relação ao número de mortes, o país sul-americano contabilizou 3.163 óbitos entre terça-feira e hoje, elevando o total para 398.185 vítimas mortais.
Os números integram o último boletim epidemiológico do Governo brasileiro, que dá conta de uma taxa de incidência da doença no país de 189 mortes e 6.910 casos por 100 mil habitantes.
O Brasil, que ao longo de todo o mês de março e cerca de metade abril foi o país que mais mortes diárias registou em todo o mundo devido à covid-19, foi ultrapassado pela Índia nesse parâmetro, assistindo agora a uma ligeira melhoria na sua situação epidemiológica.
Contudo, continua a ocupar a segunda posição mundial na lista de país com mais mortes, depois dos Estados Unidos da América, e a terceira em relação ao número de infeções, logo após a nação norte-americana e a Índia.
Das 27 unidades federativas que compõem o Brasil, São Paulo (2.873.238), Minas Gerais (1.342.892), Rio Grande do Sul (962.667) e Paraná (938.546) são as que concentram maior número de diagnósticos do novo coronavírus.
O Brasil somou 79.726 infeções pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas, ultrapassando 14,5 milhões de casos (14.521.289) desde o início da pandemia, informou hoje o Ministério brasileiro da Saúde.
Em relação ao número de mortes, o país sul-americano contabilizou 3.163 óbitos entre terça-feira e hoje, elevando o total para 398.185 vítimas mortais.
Os números integram o último boletim epidemiológico do Governo brasileiro, que dá conta de uma taxa de incidência da doença no país de 189 mortes e 6.910 casos por 100 mil habitantes.
O Brasil, que ao longo de todo o mês de março e cerca de metade abril foi o país que mais mortes diárias registou em todo o mundo devido à covid-19, foi ultrapassado pela Índia nesse parâmetro, assistindo agora a uma ligeira melhoria na sua situação epidemiológica.
Contudo, continua a ocupar a segunda posição mundial na lista de país com mais mortes, depois dos Estados Unidos da América, e a terceira em relação ao número de infeções, logo após a nação norte-americana e a Índia.
Das 27 unidades federativas que compõem o Brasil, São Paulo (2.873.238), Minas Gerais (1.342.892), Rio Grande do Sul (962.667) e Paraná (938.546) são as que concentram maior número de diagnósticos do novo coronavírus.
22h50 - Itália proibe entrada a viajantes do Bangladesh
A Itália impôs, esta quarta-feira uma proibição de entrada de viajantes vindos do Bangladesh, informou num comunicado o Ministério da Saúde, numa medida que visa prevenir a disseminação de infeções no país.
"O ministro da Saúde assinou uma ordem executiva proibindo a entrada, de qualquer ponto da fronteira, de qualquer pessoa que permaneceu ou transitou pelo Bangladesh nos últimos 14 dias", disse o Ministério da Saúde.
A Itália impôs, esta quarta-feira uma proibição de entrada de viajantes vindos do Bangladesh, informou num comunicado o Ministério da Saúde, numa medida que visa prevenir a disseminação de infeções no país.
"O ministro da Saúde assinou uma ordem executiva proibindo a entrada, de qualquer ponto da fronteira, de qualquer pessoa que permaneceu ou transitou pelo Bangladesh nos últimos 14 dias", disse o Ministério da Saúde.
22h32 - Pfizer e AstraZeneca garante 60% de proteção após uma dose
Um estudo revelou que as vacinas da Pfizer e da AstraZeneca reduzem a transmissão da covid-19 em mais de 60 por cento após a primeira toma. O estudo confirmou que as duas vacinas protegem contra a doença e contra a própria infeção.
Um estudo revelou que as vacinas da Pfizer e da AstraZeneca reduzem a transmissão da covid-19 em mais de 60 por cento após a primeira toma. O estudo confirmou que as duas vacinas protegem contra a doença e contra a própria infeção.
22h15 - São Tomé e Príncipe debate-se com escassez de vacinas
A vacinação contra a covid-19 em São Tomé e Príncipe está atrasada. Tudo porque faltam vacinas.
A vacinação contra a covid-19 em São Tomé e Príncipe está atrasada. Tudo porque faltam vacinas.
22h00 - Pandemia atinge novos máximos na Índia
Nas últimas 24 horas morreram quase 3300 pessoas e foram registados mais de 360 mil novos casos.
Nas últimas 24 horas morreram quase 3300 pessoas e foram registados mais de 360 mil novos casos.
21h50 - Número de internados em França diminuiu para menos de 30 mil
O número de pacientes internados com covid-19 em França desceu novamente esta quarta-feira, para um valor inferior a 30 mil pela primeira vez desde o início de abril.
O número de pacientes internados com covid-19 em França desceu novamente esta quarta-feira, para um valor inferior a 30 mil pela primeira vez desde o início de abril.
21h44 - Angola regista mais 226 casos e quatro mortes depois de anúncio de segunda vaga
Angola registou nas últimas 24 horas mais 226 casos de covid-19, quatro mortes e 243 doentes recuperados, anunciou hoje a ministra da Saúde, Silvia Lutucuta. Dos novos casos, 210 foram registados em Luanda, sete no Huambo, quatro na Huila e um em cada uma das seguintes províncias: Benguela, Bengo, Cuanza Sul, Malange e Uíje.
Angola registou nas últimas 24 horas mais 226 casos de covid-19, quatro mortes e 243 doentes recuperados, anunciou hoje a ministra da Saúde, Silvia Lutucuta. Dos novos casos, 210 foram registados em Luanda, sete no Huambo, quatro na Huila e um em cada uma das seguintes províncias: Benguela, Bengo, Cuanza Sul, Malange e Uíje.
21h35 - Angola está "em plena segunda vaga" agravada com novas estirpes
A ministra da Saúde angolana disse hoje que o país se encontra "em plena segunda vaga" da covid-19, agravada pelas novas estirpes que estão a afetar famílias inteiras, contando-se atualmente 523 casos das variantes sul-africana e inglesa.
"Estamos em plena segunda vaga com crescimento rápido", afirmou, em Luanda, Sílvia Lutucuta, comparando o aumento de casos com o “pico” da doença, em outubro de 2020, “que foi um dos piores cenários”, e está a ter uma aceleração mais rápida. "Para agravar o cenário temos circulação em Luanda da estirpe sul-africana e da estirpe inglesa", variante que a responsável da Saúde disse estar a ter "um crescimento galopante afetando famílias inteiras sem distinção de idade e sexo", com efeitos em jovens, adolescentes crianças, muitos deles sintomáticos.
Os óbitos, realçou, são também em número considerável e estão a atingir pessoas jovens.
"Nós já temos pessoas jovens a morrer", alertou a governante, salientando que as estirpes são de grande transmissibilidade e dando como exemplo as testagens feitas nos últimos três dias e que revelaram a estirpe inglesa em 260 casos.
Segundo a ministra, nesta altura já se regista “um total de 523 casos, olhando para a estirpe inglesa e estirpe sul- africana”, indicando que no cenário atual há maior possibilidade de ter mais membros da mesma família infetados e também mais óbitos.
A ministra da Saúde angolana disse hoje que o país se encontra "em plena segunda vaga" da covid-19, agravada pelas novas estirpes que estão a afetar famílias inteiras, contando-se atualmente 523 casos das variantes sul-africana e inglesa.
"Estamos em plena segunda vaga com crescimento rápido", afirmou, em Luanda, Sílvia Lutucuta, comparando o aumento de casos com o “pico” da doença, em outubro de 2020, “que foi um dos piores cenários”, e está a ter uma aceleração mais rápida. "Para agravar o cenário temos circulação em Luanda da estirpe sul-africana e da estirpe inglesa", variante que a responsável da Saúde disse estar a ter "um crescimento galopante afetando famílias inteiras sem distinção de idade e sexo", com efeitos em jovens, adolescentes crianças, muitos deles sintomáticos.
Os óbitos, realçou, são também em número considerável e estão a atingir pessoas jovens.
"Nós já temos pessoas jovens a morrer", alertou a governante, salientando que as estirpes são de grande transmissibilidade e dando como exemplo as testagens feitas nos últimos três dias e que revelaram a estirpe inglesa em 260 casos.
Segundo a ministra, nesta altura já se regista “um total de 523 casos, olhando para a estirpe inglesa e estirpe sul- africana”, indicando que no cenário atual há maior possibilidade de ter mais membros da mesma família infetados e também mais óbitos.
21h31 - Angola aperta regras para travar aumento de casos e impõe sanções mais pesadas
O Governo angolano reviu hoje as medidas de prevenção contra a covid-19, face ao aumento dos casos nas últimas semanas, com destaque para o agravamento das sanções, redução de horários e limitação da capacidade dos espaços para evitar aglomerações.
O Governo angolano reviu hoje as medidas de prevenção contra a covid-19, face ao aumento dos casos nas últimas semanas, com destaque para o agravamento das sanções, redução de horários e limitação da capacidade dos espaços para evitar aglomerações.
21h25 - Certificado europeu de vacinação. UE quer testes à covid gratuitos
O Parlamento Europeu quer que os testes à covid-19 sejam gratuitos quando entrar em vigor o certificado europeu de vacinação. Os eurodeputados consideram que só assim se garante o princípio da não discriminação entre cidadãos europeus.
O Parlamento Europeu quer que os testes à covid-19 sejam gratuitos quando entrar em vigor o certificado europeu de vacinação. Os eurodeputados consideram que só assim se garante o princípio da não discriminação entre cidadãos europeus.
21h19 - Cabo Verde com novo recorde de 406 casos e dois óbitos em 24 horas
Cabo Verde bateu um novo recorde com 406 novos casos de infeção pelo novo coronavírus e registou mais dois óbitos, num total agora de 213 mortos provocados pela doença, divulgou hoje o Ministério da Saúde.
Das 1.850 amostras analisadas nas últimas 24 horas, os laboratórios de virologia do país encontraram 406 novos casos positivos, numa taxa de positividade de 22,1%, batendo o anterior número máximo atingido em 21 de abril, de 398 casos.
Cabo Verde bateu um novo recorde com 406 novos casos de infeção pelo novo coronavírus e registou mais dois óbitos, num total agora de 213 mortos provocados pela doença, divulgou hoje o Ministério da Saúde.
Das 1.850 amostras analisadas nas últimas 24 horas, os laboratórios de virologia do país encontraram 406 novos casos positivos, numa taxa de positividade de 22,1%, batendo o anterior número máximo atingido em 21 de abril, de 398 casos.
21h10 - Município de Fafe duplica capacidade de vacinação de covid-19
A Câmara de Fafe anunciou hoje que foi duplicada a capacidade de vacinação da covid-19 no pavilhão multiusos da cidade, que passa a contar com 10 postos de inoculação. Segundo a autarquia, o reforço das instalações também ocorreu na sala de espera, agora com capacidade para 100 pessoas e no recobro, com 180 pessoas.
O reforço das instalações foi realizado em parceria com o Agrupamento de Centros de Saúde do Alto Ave. Até ao momento, naquele espaço, já foram vacinadas, com as duas doses, cerca de 2.000 pessoas.
A Câmara de Fafe anunciou hoje que foi duplicada a capacidade de vacinação da covid-19 no pavilhão multiusos da cidade, que passa a contar com 10 postos de inoculação. Segundo a autarquia, o reforço das instalações também ocorreu na sala de espera, agora com capacidade para 100 pessoas e no recobro, com 180 pessoas.
O reforço das instalações foi realizado em parceria com o Agrupamento de Centros de Saúde do Alto Ave. Até ao momento, naquele espaço, já foram vacinadas, com as duas doses, cerca de 2.000 pessoas.
20h50 - Desconfinamento. Partidos exigem reforço de testagem e vacinação
Sem estado de emergência, o Governo pode ou não impor restrições aos cidadãos? Os partidos acham que sim, mas exigem ao Governo o reforço da testagem e do ritmo de vacinação.
Sem estado de emergência, o Governo pode ou não impor restrições aos cidadãos? Os partidos acham que sim, mas exigem ao Governo o reforço da testagem e do ritmo de vacinação.
20h38 - Desconfinamento. O que se pode fazer a partir de agora
Os comerciantes pediram para abrir sem restrições já no próximo fim-de-semana. Marcelo Rebelo de Sousa anunciou o fim do Estado de Emergência, mas a 4ª fase de desconfinamento só está marcada para segunda-feira.
Os comerciantes pediram para abrir sem restrições já no próximo fim-de-semana. Marcelo Rebelo de Sousa anunciou o fim do Estado de Emergência, mas a 4ª fase de desconfinamento só está marcada para segunda-feira.
20h26 - Médico britânico acredita que vacinas podem prevenir terceira onda
O progresso com a vacinação no Reino Unido deve limitar os danos de qualquer terceira vaga de infeções por Covid-19, disse um dos principais médicos da Inglaterra, esta quarta-feira, acrescentando que provavelmente ainda haverá obstáculos no próximo ano.
Jonathan Van-Tam afirmou, segundo a Reuters, que "o consenso de modelagem é claro de que teremos o que é chamado de terceira onda".
"Estou pessoalmente esperançoso de que se o programa de vacinas continuar no ritmo e continuar a ter tanto sucesso com tem tido, a terceira vaga, por assim dizer, pode ser apenas um terceiro surto e muito menos significativo, por causa da diminuição de casos, hospitalizações e mortes", disse numa conferência de imprensa.
Jonathan Van-Tam afirmou, segundo a Reuters, que "o consenso de modelagem é claro de que teremos o que é chamado de terceira onda".
"Estou pessoalmente esperançoso de que se o programa de vacinas continuar no ritmo e continuar a ter tanto sucesso com tem tido, a terceira vaga, por assim dizer, pode ser apenas um terceiro surto e muito menos significativo, por causa da diminuição de casos, hospitalizações e mortes", disse numa conferência de imprensa.
20h15 - Madeira com 21 novos casos diagnosticados nas últimas 24 horas
As autoridades de saúde da Madeira diagnosticaram 21 novos casos de infeção por SARS-CoV-2 e 19 doentes recuperaram da doença nas últimas 24 horas, anunciou hoje a Direção Regional de Saúde.
“Há a reportar 21 novos casos de infeção por SARS-CoV-2 na Madeira, pelo que a região passa a contabilizar 8.929 casos confirmados de covid-19” desde o início da pandemia, lê-se no boletim epidemiológico divulgado.
De acordo com os dados difundidos pela autoridade regional de saúde, hoje registou-se um aumento de casos reportados em comparação com os números notificados na terça-feira, que tinham sido apenas 14.
As autoridades de saúde da Madeira diagnosticaram 21 novos casos de infeção por SARS-CoV-2 e 19 doentes recuperaram da doença nas últimas 24 horas, anunciou hoje a Direção Regional de Saúde.
“Há a reportar 21 novos casos de infeção por SARS-CoV-2 na Madeira, pelo que a região passa a contabilizar 8.929 casos confirmados de covid-19” desde o início da pandemia, lê-se no boletim epidemiológico divulgado.
De acordo com os dados difundidos pela autoridade regional de saúde, hoje registou-se um aumento de casos reportados em comparação com os números notificados na terça-feira, que tinham sido apenas 14.
20h10 - Portugal antecipa envio de vacinas e alarga moratória da dívida de Cabo Verde
Portugal vai antecipar o envio para Cabo Verde de vacinas contra a covid-19 e alargar, até final do ano, a moratória em vigor sobre o serviço da dívida bilateral, anunciou hoje em Lisboa o Governo português.
"Dado o agravamento circunstancial da situação pandémica vivida por Cabo Verde, decidimos antecipar o calendário de envio de vacinas", inicialmente previsto para o segundo semestre, disse o ministro de Estado e Negócios Estrangeiros português, Augusto Santos Silva.
O Governo português anunciou, em fevereiro, ter reservado 5% dos seus cerca de 30 milhões de vacinas conta a covid-19 para os países africanos lusófonos e Timor-Leste, apontando para o segundo semestre do ano o envio das primeiras doses.
"Se tudo correr bem, ainda em maio ou pelo menos em junho procederemos ao envio de um primeiro lote de vacinas para Cabo Verde", acrescentou.
Portugal vai antecipar o envio para Cabo Verde de vacinas contra a covid-19 e alargar, até final do ano, a moratória em vigor sobre o serviço da dívida bilateral, anunciou hoje em Lisboa o Governo português.
"Dado o agravamento circunstancial da situação pandémica vivida por Cabo Verde, decidimos antecipar o calendário de envio de vacinas", inicialmente previsto para o segundo semestre, disse o ministro de Estado e Negócios Estrangeiros português, Augusto Santos Silva.
O Governo português anunciou, em fevereiro, ter reservado 5% dos seus cerca de 30 milhões de vacinas conta a covid-19 para os países africanos lusófonos e Timor-Leste, apontando para o segundo semestre do ano o envio das primeiras doses.
"Se tudo correr bem, ainda em maio ou pelo menos em junho procederemos ao envio de um primeiro lote de vacinas para Cabo Verde", acrescentou.
20h04 - França prepara saída da crise sanitária a partir de 2 de junho
A partir de 2 de junho e até outubro, a França vai impor medidas de transição para sair da crise sanitária, anunciou hoje o primeiro-ministro, Jean Castex, quando os números da pandemia de covid-19 no país estão a descer.
"A nossa intenção, com a introdução de um regime transitório, é que isso nos vai permitir acompanhar melhor o processo de reabertura através de medidas adaptadas à evolução da situação sanitária, que pensamos que vai melhorar progressivamente", afirmou o primeiro-ministro após o Conselho de Ministros.
Para falar mais sobre a próxima fase da luta contra a covid-19 em França, o Presidente Emmanuel Macro vai falar na sexta-feira aos franceses. O primeiro-ministro afirmou ainda que há "uma tendência de declínio" dos números da pandemia no país, embora a taxa de circulação se mantenha alta.
A partir de 2 de junho e até outubro, a França vai impor medidas de transição para sair da crise sanitária, anunciou hoje o primeiro-ministro, Jean Castex, quando os números da pandemia de covid-19 no país estão a descer.
"A nossa intenção, com a introdução de um regime transitório, é que isso nos vai permitir acompanhar melhor o processo de reabertura através de medidas adaptadas à evolução da situação sanitária, que pensamos que vai melhorar progressivamente", afirmou o primeiro-ministro após o Conselho de Ministros.
Para falar mais sobre a próxima fase da luta contra a covid-19 em França, o Presidente Emmanuel Macro vai falar na sexta-feira aos franceses. O primeiro-ministro afirmou ainda que há "uma tendência de declínio" dos números da pandemia no país, embora a taxa de circulação se mantenha alta.
19h47 - Londres adquire 60 milhões de vacinas da Pfizer para reforço de "vulneráveis"
O governo britânico anunciou hoje a aquisição de 60 milhões de novas doses da vacina contra a covid-19 da Pfizer-BioNTech, com o objetivo de estabelecer um programa no outono de reconvocação para pessoas mais vulneráveis.
“A vacina ajuda-nos a recuperar a nossa liberdade e devemos proteger esse progresso”, afirmou o ministro da Saúde, Matt Hancock, no parlamento.
Diante do “risco de novas variantes”, o governo tem trabalhado “há mais de um ano” num “plano de reconvocação” para proteger a população.
As 60 milhões de doses encomendadas à Pfizer-BioNTech, além das 40 milhões adquiridas do mesmo laboratório, “serão utilizadas, juntamente com outras, como parte do programa de reconvocação” para que se possa proteger “o progresso já alcançado”, detalhou.
O governo britânico anunciou hoje a aquisição de 60 milhões de novas doses da vacina contra a covid-19 da Pfizer-BioNTech, com o objetivo de estabelecer um programa no outono de reconvocação para pessoas mais vulneráveis.
“A vacina ajuda-nos a recuperar a nossa liberdade e devemos proteger esse progresso”, afirmou o ministro da Saúde, Matt Hancock, no parlamento.
Diante do “risco de novas variantes”, o governo tem trabalhado “há mais de um ano” num “plano de reconvocação” para proteger a população.
As 60 milhões de doses encomendadas à Pfizer-BioNTech, além das 40 milhões adquiridas do mesmo laboratório, “serão utilizadas, juntamente com outras, como parte do programa de reconvocação” para que se possa proteger “o progresso já alcançado”, detalhou.
19h35 - Turquia compra 50 milhões de doses da vacina russa Sputnik V
A Turquia, confrontada com uma penúria de vacinas contra o novo coronavírus, anunciou hoje ter encomendado 50 milhões de doses do fármaco russo Sputnik V.
"A Turquia assinou um acordo relacionado com a compra de 50 milhões de doses da Sputnik V que deverão ser entregues nos próximos seis meses. A primeira entrega terá lugar no mês de maio", declarou o ministro da Saúde turco, Fahrettin Koca, em conferência de imprensa.
A Turquia, confrontada com uma penúria de vacinas contra o novo coronavírus, anunciou hoje ter encomendado 50 milhões de doses do fármaco russo Sputnik V.
"A Turquia assinou um acordo relacionado com a compra de 50 milhões de doses da Sputnik V que deverão ser entregues nos próximos seis meses. A primeira entrega terá lugar no mês de maio", declarou o ministro da Saúde turco, Fahrettin Koca, em conferência de imprensa.
19h20 - PSD quer ouvir coordenador da ‘task-force’ sobre condicionamento de vacinas
O PSD pediu hoje a audição parlamentar urgente do coordenador da ‘task force’ para o plano de vacinação, depois deste ter admitido que as limitações de idade poderão condicionar a utilização de vários milhões de vacinas.
O PSD pediu hoje a audição parlamentar urgente do coordenador da ‘task force’ para o plano de vacinação, depois deste ter admitido que as limitações de idade poderão condicionar a utilização de vários milhões de vacinas.
19h11 - Itália ultrapassa as 120 mil mortes desde inicio da pandemia
A Itália registou 13.385 novas infeções e 344 mortes atribuídas à covid-19 nas últimas 24 horas, elevando o total de óbitos para 120.256 desde o início da pandemia, segundo os dados do Ministério da Saúde italiano. Os contágios voltaram a subir no país, com quase mais 3.000 do que os 10.404 contabilizados na terça-feira.
Com esses números, desde o início da pandemia, em fevereiro de 2020, já foram infetadas 3.994.894 pessoas no país.
A Itália registou 13.385 novas infeções e 344 mortes atribuídas à covid-19 nas últimas 24 horas, elevando o total de óbitos para 120.256 desde o início da pandemia, segundo os dados do Ministério da Saúde italiano. Os contágios voltaram a subir no país, com quase mais 3.000 do que os 10.404 contabilizados na terça-feira.
Com esses números, desde o início da pandemia, em fevereiro de 2020, já foram infetadas 3.994.894 pessoas no país.
19h00 - Espanha regista 8.665 novos casos e 88 mortes nas últimas 24 horas
A Espanha registou hoje 8.665 novos casos de covid-19, elevando para 3.504.799 o total de infetados até agora, tendo o índice de contágios baixado pelo segundo dia consecutivo, segundo o Ministério da Saúde espanhol. Os serviços sanitários também notificaram mais 88 mortes atribuídas à pandemia, passando o total de óbitos para 77.843.
18h47 - Restauração quer fim dos limites horários já no próximo fim de semana
A AHRESP pediu ao Governo o fim das limitações horárias na restauração e similares já no próximo fim de semana, e não apenas a partir de segunda-feira, na sequência da anunciada não renovação do estado de emergência.
Em comunicado divulgado hoje, a Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) afirma que o anúncio do fim do estado de emergência pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, a partir de sexta-feira, e o plano de desconfinamento anunciado pelo Governo, "abrem caminho" para o fim das restrições horárias nos restaurantes e similares, a partir de segunda-feira, dia 03 de maio.
"No entanto, dada a atual situação pandémica, que apresenta uma diminuição na incidência de casos, a AHRESP, solicitou ao Governo que equacione a possibilidade dos estabelecimentos de restauração e similares poderem funcionar, sem qualquer limite horário, já no próximo fim de semana (dias 01 e 02 de maio), e não apenas a partir de 03 de maio", pode ler-se no documento.
A proposta da AHRESP "vai no sentido desta se aplicar aos concelhos de menor risco, deixando de vigorar o limite horário das 13h00, possibilitando-se desta forma o serviço, quer de almoços, quer de jantares".
A AHRESP pediu ao Governo o fim das limitações horárias na restauração e similares já no próximo fim de semana, e não apenas a partir de segunda-feira, na sequência da anunciada não renovação do estado de emergência.
Em comunicado divulgado hoje, a Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) afirma que o anúncio do fim do estado de emergência pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, a partir de sexta-feira, e o plano de desconfinamento anunciado pelo Governo, "abrem caminho" para o fim das restrições horárias nos restaurantes e similares, a partir de segunda-feira, dia 03 de maio.
"No entanto, dada a atual situação pandémica, que apresenta uma diminuição na incidência de casos, a AHRESP, solicitou ao Governo que equacione a possibilidade dos estabelecimentos de restauração e similares poderem funcionar, sem qualquer limite horário, já no próximo fim de semana (dias 01 e 02 de maio), e não apenas a partir de 03 de maio", pode ler-se no documento.
A proposta da AHRESP "vai no sentido desta se aplicar aos concelhos de menor risco, deixando de vigorar o limite horário das 13h00, possibilitando-se desta forma o serviço, quer de almoços, quer de jantares".
18h30 - Secretário de Estado da Saúde afirma que ritmo de vacinação vai acelerar no país
Havendo vacinas há capacidade logística para as administrar. Convicção do secretário de Estado da Saúde, Diogo Serras Lopes, que esta tarde visitou o centro de vacinação de São João da Madeira, no distrito de Aveiro.
Havendo vacinas há capacidade logística para as administrar. Convicção do secretário de Estado da Saúde, Diogo Serras Lopes, que esta tarde visitou o centro de vacinação de São João da Madeira, no distrito de Aveiro.
18h11 - Ministério da Saúde pede que Brasil não baixe a guarda contra o coronavírus
O ministro da Saúde do Brasil alertou hoje que, apesar da ligeira diminuição das mortes e casos de covid-19, não se pode baixar a guarda e a sociedade deve manter as medidas de prevenção contra a doença.
“Neste momento assistimos a uma queda nos casos e, consequentemente, também nas mortes, mas ainda estamos num momento muito grave, com um número muito elevado de mortes”, declarou Queiroga.
Segundo dados oficiais do Governo brasileiro, a taxa de transmissão da covid-19 no país é inferior a 1 pela primeira vez desde novembro, enquanto a média semanal de óbitos nesta terça-feira atingiu 2.431, montante inferior à média de 3.100 óbitos registada em meados de abril.
O ministro da Saúde do Brasil alertou hoje que, apesar da ligeira diminuição das mortes e casos de covid-19, não se pode baixar a guarda e a sociedade deve manter as medidas de prevenção contra a doença.
“Neste momento assistimos a uma queda nos casos e, consequentemente, também nas mortes, mas ainda estamos num momento muito grave, com um número muito elevado de mortes”, declarou Queiroga.
Segundo dados oficiais do Governo brasileiro, a taxa de transmissão da covid-19 no país é inferior a 1 pela primeira vez desde novembro, enquanto a média semanal de óbitos nesta terça-feira atingiu 2.431, montante inferior à média de 3.100 óbitos registada em meados de abril.
18h00 - Estudo no Reino Unido sugere que vacinas reduzem transmissão
O Reino Unido registou 29 mortes e 2.166 novos casos nas últimas 24 horas, de acordo com dados do Governo britânico, que hoje divulgou um estudo que sugere eficácia das vacinas para reduzir a transmissão do vírus.
O estudo da direção geral de Saúde de Inglaterra (Public Health England) descobriu que uma única dose de uma vacina Pfizer reduz em 49 por cento a probabilidade de transmitir o vírus a familiares, enquanto a transmissão caiu 38 por cento para aqueles imunizados com a vacina AstraZeneca.
O Reino Unido registou 29 mortes e 2.166 novos casos nas últimas 24 horas, de acordo com dados do Governo britânico, que hoje divulgou um estudo que sugere eficácia das vacinas para reduzir a transmissão do vírus.
O estudo da direção geral de Saúde de Inglaterra (Public Health England) descobriu que uma única dose de uma vacina Pfizer reduz em 49 por cento a probabilidade de transmitir o vírus a familiares, enquanto a transmissão caiu 38 por cento para aqueles imunizados com a vacina AstraZeneca.
17h47 - Primeira fase vacinação da Missão paralímpica entre hoje e quinta-feira
A primeira fase de vacinação contra a covid-19 da Missão portuguesa aos Jogos Paralímpicos Tóquio2020 decorre hoje e na quinta-feira, disse à agência Lusa o presidente do Comité Paralímpico de Portugal (CPP).
De acordo com José Lourenço, os elementos da Missão estão a ser vacinados nos hospitais das Forças Armadas, em Lisboa e no Porto, envolvendo entre 60 a 80 pessoas - alguns elementos já tinham sido vacinados. A única exceção é a da seleção de boccia, que vai ser vacinada em 30 de abril, no decorrer de um estágio que está a realizar.
A primeira fase de vacinação contra a covid-19 da Missão portuguesa aos Jogos Paralímpicos Tóquio2020 decorre hoje e na quinta-feira, disse à agência Lusa o presidente do Comité Paralímpico de Portugal (CPP).
De acordo com José Lourenço, os elementos da Missão estão a ser vacinados nos hospitais das Forças Armadas, em Lisboa e no Porto, envolvendo entre 60 a 80 pessoas - alguns elementos já tinham sido vacinados. A única exceção é a da seleção de boccia, que vai ser vacinada em 30 de abril, no decorrer de um estágio que está a realizar.
17h39 - Mortes de grávidas preocupa médicos e autoridades no Brasil
O forte aumento no número de mortes de grávidas e mães recentes com covid-19 preocupa médicos e autoridades do Brasil, que já defendem a inclusão desta parcela da população nos grupos prioritários de vacinação.
A média de óbitos de gestantes e puérperas (mulheres que tiveram filhos recentemente) infetadas por covid-19 duplicou no Brasil em 2021 face ao ano 2020, aumento que especialistas atribuem à disseminação de novas estirpes como a variante brasileira (P.1), e a falta de uma política pública de saúde eficiente para atender as mulheres no país.
Só entre janeiro e abril de 2021, 433 gestantes ou puérperas perderam suas vidas infetadas por covid-19, número muito elevado quando comparado aos 546 óbitos registados nestes grupos em todo o ano passado, segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde brasileiro.
No meio do avanço da pandemia e ao surgimento de novas estirpes do vírus SARS-CoV-2, origem da covid-19, o Ministério da Saúde brasileiro recomendou recentemente que as mulheres, se possível, adiem seus planos de gravidez.
O Governo brasileiro também incluiu gestantes e puérperas no grupo prioritário para vacinação, considerando que "apresentam alto risco obstétrico independente da idade".
O forte aumento no número de mortes de grávidas e mães recentes com covid-19 preocupa médicos e autoridades do Brasil, que já defendem a inclusão desta parcela da população nos grupos prioritários de vacinação.
A média de óbitos de gestantes e puérperas (mulheres que tiveram filhos recentemente) infetadas por covid-19 duplicou no Brasil em 2021 face ao ano 2020, aumento que especialistas atribuem à disseminação de novas estirpes como a variante brasileira (P.1), e a falta de uma política pública de saúde eficiente para atender as mulheres no país.
Só entre janeiro e abril de 2021, 433 gestantes ou puérperas perderam suas vidas infetadas por covid-19, número muito elevado quando comparado aos 546 óbitos registados nestes grupos em todo o ano passado, segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde brasileiro.
No meio do avanço da pandemia e ao surgimento de novas estirpes do vírus SARS-CoV-2, origem da covid-19, o Ministério da Saúde brasileiro recomendou recentemente que as mulheres, se possível, adiem seus planos de gravidez.
O Governo brasileiro também incluiu gestantes e puérperas no grupo prioritário para vacinação, considerando que "apresentam alto risco obstétrico independente da idade".
17h31 - Moçambique com 42 casos e sem óbitos nas últimas 24 horas
Moçambique registou 42 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas, sem registo de óbitos, de acordo com o boletim de atualização diária sobre a pandemia do Ministério da Saúde.
A maioria dos novos casos, 47 por cento, foi registada na área metropolitana de Maputo. Moçambique tem um total acumulado de 814 mortos e 69.804 casos, dos quais 92 por cento recuperados e 42 internados.
Moçambique registou 42 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas, sem registo de óbitos, de acordo com o boletim de atualização diária sobre a pandemia do Ministério da Saúde.
A maioria dos novos casos, 47 por cento, foi registada na área metropolitana de Maputo. Moçambique tem um total acumulado de 814 mortos e 69.804 casos, dos quais 92 por cento recuperados e 42 internados.
17h26 - Vinte e cinco infrações ao estado de emergência em Castelo Branco
A PSP de Castelo Branco registou 25 infrações no âmbito da realização de 18 ações de fiscalização das normas do estado de emergência efetuadas entre o dia 19 e terça-feira.
Em comunicado, o Comando Distrital da PSP em Castelo Branco referiu que, no âmbito da fiscalização das normas do estado de emergência, foram controladas 56 viaturas e interpelados 28 cidadãos na via pública. Durante estas ações de fiscalização, os agentes da PSP registaram um total de 25 infrações, das quais resultaram 23 autos de notícia por inobservância do dever geral de recolhimento domiciliário.
Foi ainda detetada uma infração por inobservância das regras de realização de eventos e outra por incumprimento das regras de fornecimento e venda de bebidas alcoólicas.
A PSP de Castelo Branco registou 25 infrações no âmbito da realização de 18 ações de fiscalização das normas do estado de emergência efetuadas entre o dia 19 e terça-feira.
Em comunicado, o Comando Distrital da PSP em Castelo Branco referiu que, no âmbito da fiscalização das normas do estado de emergência, foram controladas 56 viaturas e interpelados 28 cidadãos na via pública. Durante estas ações de fiscalização, os agentes da PSP registaram um total de 25 infrações, das quais resultaram 23 autos de notícia por inobservância do dever geral de recolhimento domiciliário.
Foi ainda detetada uma infração por inobservância das regras de realização de eventos e outra por incumprimento das regras de fornecimento e venda de bebidas alcoólicas.
17h01 - UE exige acesso imediato a vacinas fabricadas no Reino Unido na batalha legal com a AstraZeneca
Os representantes legais da União Europeia exigiram, esta quarta-feira, que a AstraZeneca entregasse imediatamente vacinas contra a Covid-19 produzidas no Reino Unido.
O bloco comunitário acusa a empresa de descumprimento das suas obrigações contratuais, enquanto a AstraZeneca afirma estar a cumprir o acordo, que considera não ser totalmente vinculante.
"Exigimos entregas até o final de junho", disse o advogado da UE Rafael Jafferali ao juiz, segundo a Reuters.
Os representantes legais da União Europeia exigiram, esta quarta-feira, que a AstraZeneca entregasse imediatamente vacinas contra a Covid-19 produzidas no Reino Unido.
O bloco comunitário acusa a empresa de descumprimento das suas obrigações contratuais, enquanto a AstraZeneca afirma estar a cumprir o acordo, que considera não ser totalmente vinculante.
"Exigimos entregas até o final de junho", disse o advogado da UE Rafael Jafferali ao juiz, segundo a Reuters.
16h52 - Reino Unido regista mais 29 mortes e 2166 novos casos de covid-19
Nas últimas 24 horas o Reino Unido reportou mais 29 vítimas mortais da covid-19 e 2.166 casos de infeção.
Nas últimas 24 horas o Reino Unido reportou mais 29 vítimas mortais da covid-19 e 2.166 casos de infeção.
16h35 - Marta Temido diz que se hoje o país tem futuro é porque o Estado se uniu
Marta Temido garantiu esta quarta-feira aos deputados que mesmo antes de haver pandemia houve um reforço dos recursos humanos no Serviço Nacional de Saúde, acrescentando que este ano entraram mais 3.619 funcionários.
Marta Temido garantiu esta quarta-feira aos deputados que mesmo antes de haver pandemia houve um reforço dos recursos humanos no Serviço Nacional de Saúde, acrescentando que este ano entraram mais 3.619 funcionários.
"É hora de Portugal cuidar do seu futuro. (…) É importante dizer que só há futuro porque aqui chegamos e chegamos aqui porque os indivíduos tiveram a capacidade de se unir e de se rever num Estado que é formado por todos eles", afirmou Marta Temido no Parlamento.
Segundo a ministra da Saúde, o Serviço Nacional de Saúde é hoje um "sistema mais robusto" e que "respondeu melhor às necessidades assistenciais dos portugueses".
A ministra da Saúde lembrou aos partidos que se hoje o país tem futuro é porque todos se uniram no combate à pandemia e na proteção dos mais fracos.
Segundo a ministra da Saúde, o Serviço Nacional de Saúde é hoje um "sistema mais robusto" e que "respondeu melhor às necessidades assistenciais dos portugueses".
A ministra da Saúde lembrou aos partidos que se hoje o país tem futuro é porque todos se uniram no combate à pandemia e na proteção dos mais fracos.
16h26 - Regulador pede dados antes de autorizar testes em humanos de vacina desenvolvida no Brasil
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), órgão regulador do Brasil, exigiu mais informações antes de autorizar testes em humanos de uma vacina contra a covid-19 que está a ser desenvolvida no país, foi hoje anunciado.
Em comunicado emitido na madrugada de hoje, a Anvisa frisou que o pedido de autorização de pesquisa enviado pelo Instituto Butantan para testar esta nova vacina tem dados incompletos que não atendem “aos requisitos técnicos para autorizar pesquisas clínicas de vacinas em seres humanos”.
A agência reguladora acrescentou que enviou na última segunda-feira pedidos de informações necessários para realização do primeiro estudo clínico em humanos desta candidata à vacina contra a covid-19 desenvolvida no Brasil e que foi batizada como o nome ButanVac.
Com o envio da exigência, órgão esclareceu que o prazo para aceitar ou não a realização dos testes da ButanVac no país “fica interrompido, já que a agência depende das informações do Butantan para dar prosseguimento à análise técnica”.
Até ao momento, a ButanVac foi testada apenas em animais.
Em resposta à Anvisa, o Instituto Butantan disse em nota que “manterá contacto com o órgão regulador para viabilizar os esclarecimentos necessários ao seguimento do processo de autorização dos estudos clínicos de fases 1 e 2 da ButanVac".
“O Butantan espera que o órgão regulador tenha o devido senso de urgência e aprove o quanto antes o início dos testes para que a nova vacina, a primeira a ser produzida no país sem necessidade de importação de matéria-prima (IFA), seja disponibilizada rapidamente à população brasileira", acrescentou o instituto de pesquisa brasileiro, ligado ao governo regional do estado de São Paulo.
Em comunicado emitido na madrugada de hoje, a Anvisa frisou que o pedido de autorização de pesquisa enviado pelo Instituto Butantan para testar esta nova vacina tem dados incompletos que não atendem “aos requisitos técnicos para autorizar pesquisas clínicas de vacinas em seres humanos”.
A agência reguladora acrescentou que enviou na última segunda-feira pedidos de informações necessários para realização do primeiro estudo clínico em humanos desta candidata à vacina contra a covid-19 desenvolvida no Brasil e que foi batizada como o nome ButanVac.
Com o envio da exigência, órgão esclareceu que o prazo para aceitar ou não a realização dos testes da ButanVac no país “fica interrompido, já que a agência depende das informações do Butantan para dar prosseguimento à análise técnica”.
Até ao momento, a ButanVac foi testada apenas em animais.
Em resposta à Anvisa, o Instituto Butantan disse em nota que “manterá contacto com o órgão regulador para viabilizar os esclarecimentos necessários ao seguimento do processo de autorização dos estudos clínicos de fases 1 e 2 da ButanVac".
“O Butantan espera que o órgão regulador tenha o devido senso de urgência e aprove o quanto antes o início dos testes para que a nova vacina, a primeira a ser produzida no país sem necessidade de importação de matéria-prima (IFA), seja disponibilizada rapidamente à população brasileira", acrescentou o instituto de pesquisa brasileiro, ligado ao governo regional do estado de São Paulo.
16h19 - Médicos de Saúde Pública dizem que há condições para avançar para o desconfinamento
A Associação Nacional dos Médicos de Saúde Pública considerou hoje que estão reunidas condições para iniciar a última etapa de desconfinamento, mas advertiu que esta progressão tem que ser acompanhada de medidas de proteção contra a covid-19.
“Os indicadores têm-se mantido estáveis e assim pretendemos que continuem e, portanto, atendendo à matriz de risco que tinha sido identificada do ponto de vista global estão reunidas as condições para avançar”, disse à agência Lusa o presidente da associação, Ricardo Mexia.
O médico de saúde pública e epidemiologista salientou que, depois de se avançar para a última etapa do plano de desconfinamento do Governo, prevista para segunda-feira, será necessário “afinar as situações mais locais, mais regionais, que possam eventualmente estar mais afastadas desta realidade [situação epidemiológica da covid-19 a nível nacional]”.
Ricardo Mexia realçou que a progressão tem que ser acompanhada da manutenção das medidas de proteção contra a covid-19 por parte da população, como o uso de máscara, lavagem frequente das mãos, manter uma distância segura, enquanto a situação não estiver “absolutamente controlada”.
“É evidente que à medida que vamos aumentando a cobertura vacinal também podemos encarar esta progressão com maior confiança”, salientou.
Defendeu, por outro lado, que é preciso “manter a guarda” em relação às variantes que circulam no país.
“Os indicadores têm-se mantido estáveis e assim pretendemos que continuem e, portanto, atendendo à matriz de risco que tinha sido identificada do ponto de vista global estão reunidas as condições para avançar”, disse à agência Lusa o presidente da associação, Ricardo Mexia.
O médico de saúde pública e epidemiologista salientou que, depois de se avançar para a última etapa do plano de desconfinamento do Governo, prevista para segunda-feira, será necessário “afinar as situações mais locais, mais regionais, que possam eventualmente estar mais afastadas desta realidade [situação epidemiológica da covid-19 a nível nacional]”.
Ricardo Mexia realçou que a progressão tem que ser acompanhada da manutenção das medidas de proteção contra a covid-19 por parte da população, como o uso de máscara, lavagem frequente das mãos, manter uma distância segura, enquanto a situação não estiver “absolutamente controlada”.
“É evidente que à medida que vamos aumentando a cobertura vacinal também podemos encarar esta progressão com maior confiança”, salientou.
Defendeu, por outro lado, que é preciso “manter a guarda” em relação às variantes que circulam no país.
16h12 - Fim do estado de emergência "prova que Governo fez o que devia"
O ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, usou hoje o fim do estado de emergência, com vista à contenção da pandemia de covid-19, para justificar que o Governo fez o que devia.
"Este relatório prova que o Governo fez o que devia fazer", afirmou Eduardo Cabrita no debate, no parlamento, do relatório sobre a aplicação do estado de emergência, de 17 a 31 de março, período que inclui o início da vacinação em maior ritmo, incluindo dos mais idosos. E a prova disso, afirmou, é que o próprio já não participará num debate a seguir, que esteve previsto mas saiu da agenda do plenário, sobre a renovação do estado de emergência.
Este período é também aquele em que se registou o regresso de alunos à escola ou ainda o período da Páscoa, em que foram apertadas as medidas de contenção à mobilização dos portugueses.
O ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, usou hoje o fim do estado de emergência, com vista à contenção da pandemia de covid-19, para justificar que o Governo fez o que devia.
"Este relatório prova que o Governo fez o que devia fazer", afirmou Eduardo Cabrita no debate, no parlamento, do relatório sobre a aplicação do estado de emergência, de 17 a 31 de março, período que inclui o início da vacinação em maior ritmo, incluindo dos mais idosos. E a prova disso, afirmou, é que o próprio já não participará num debate a seguir, que esteve previsto mas saiu da agenda do plenário, sobre a renovação do estado de emergência.
Este período é também aquele em que se registou o regresso de alunos à escola ou ainda o período da Páscoa, em que foram apertadas as medidas de contenção à mobilização dos portugueses.
16h00 - Loures com novo centro de vacinação em Sacavém a partir de quinta-feira
O concelho de Loures vai dispor a partir de quinta-feira de um segundo centro de vacinação contra a covid-19, que ficará localizado no pavilhão da escola básica Bartolomeu Dias.
O presidente da Câmara Municipal de Loures, Bernardino Soares (CDU), referiu que a abertura deste equipamento vai permitir "duplicar a capacidade de vacinação" contra a covid-19 neste município do distrito de Lisboa.
"Estamos muito satisfeitos porque esta foi uma reivindicação nossa e dos munícipes desde o início do processo. Já temos o registo de muitos inscritos para amanhã [quinta-feira]", sublinhou.
O concelho de Loures vai dispor a partir de quinta-feira de um segundo centro de vacinação contra a covid-19, que ficará localizado no pavilhão da escola básica Bartolomeu Dias.
O presidente da Câmara Municipal de Loures, Bernardino Soares (CDU), referiu que a abertura deste equipamento vai permitir "duplicar a capacidade de vacinação" contra a covid-19 neste município do distrito de Lisboa.
"Estamos muito satisfeitos porque esta foi uma reivindicação nossa e dos munícipes desde o início do processo. Já temos o registo de muitos inscritos para amanhã [quinta-feira]", sublinhou.
15h44 - Putin promete à Índia "ajuda humanitária de urgência"
O Presidente russo, Vladimir Putin, prometeu hoje ao primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, uma "ajuda humanitária de urgência", num momento em que a Índia se confronta com um aumento dramático dos casos de coronavírus.
Vladimir Putin informou Modi "da decisão de fornecer à Índia uma ajuda humanitária de urgência", mais de 22 toneladas de medicamentos e material médico, anunciou o Kremlin em comunicado após um contacto telefónico entre os dois dirigentes.
O Kremlin precisou que a ajuda russa vai consistir em 20 unidade de equipamento de produção de oxigénio, 75 ventiladores artificiais, 150 monitores médicos e 200.00 caixas de medicamentos, devendo começar a ser enviada a partir de hoje.
O Presidente russo, Vladimir Putin, prometeu hoje ao primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, uma "ajuda humanitária de urgência", num momento em que a Índia se confronta com um aumento dramático dos casos de coronavírus.
Vladimir Putin informou Modi "da decisão de fornecer à Índia uma ajuda humanitária de urgência", mais de 22 toneladas de medicamentos e material médico, anunciou o Kremlin em comunicado após um contacto telefónico entre os dois dirigentes.
O Kremlin precisou que a ajuda russa vai consistir em 20 unidade de equipamento de produção de oxigénio, 75 ventiladores artificiais, 150 monitores médicos e 200.00 caixas de medicamentos, devendo começar a ser enviada a partir de hoje.
15h32 - PCP considera que vacinação tem de ser "colocada no topo das prioridades"
A vacinação, a testagem, o rastreio e os apoios sociais são as medidas fundamentais, segundo o PCP, para avançar para o desconfinamento e superar os desafios que a pandemia deixou.
João Oliveira afirmou no PCP, que esta medidas são fundamentais até para evitar novos confinamentos.
"A vacinação é hoje reconhecida como a grande resposta de fundo ao probelma da epidemia", disse no Parlamento. "E tem que ser colocada no topo das prioridades".
João Oliveira afirmou no PCP, que esta medidas são fundamentais até para evitar novos confinamentos.
"A vacinação é hoje reconhecida como a grande resposta de fundo ao probelma da epidemia", disse no Parlamento. "E tem que ser colocada no topo das prioridades".
15h25 - Mário Centeno defende aprofundamento da interação entre políticas monetária e fiscal
O governador do Banco de Portugal (BdP), Mário Centeno, defendeu hoje um aprofundamento da interação entre as políticas monetária e fiscal promovida desde o início da pandemia e um direcionamento das medidas para apoiar os setores mais afetados.
“A Europa, em 2020, foi capaz de desbloquear a interação entre a política monetária e a política fiscal e as externalidades desta interação são tão grandes, que é muito difícil identificar limites num sentido ou noutro. Acho que temos de continuar a explorar estas interações, pondo de lado preocupações de dominância fiscal ou outras formas de limite à ação das políticas monetária ou fiscal”, afirmou Centeno.
O governador do BdP falava durante um ‘webinar’ sobre “Política monetária em transição", promovido pelo Institute of International and European Affairs, e comentava declarações feitas na terça-feira pelo ministro das Finanças português, João Leão, segundo o qual “a política monetária está esgotada”.
Na sua intervenção, Mário Centeno considerou que “a resposta dada à pandemia é um exemplo impressionante do poder da interação entre as políticas monetária e fiscal”, que “sempre existiu”, mas cujos benefícios resultantes da sua coordenação esta crise “tornou mais claros”.
O governador do Banco de Portugal (BdP), Mário Centeno, defendeu hoje um aprofundamento da interação entre as políticas monetária e fiscal promovida desde o início da pandemia e um direcionamento das medidas para apoiar os setores mais afetados.
“A Europa, em 2020, foi capaz de desbloquear a interação entre a política monetária e a política fiscal e as externalidades desta interação são tão grandes, que é muito difícil identificar limites num sentido ou noutro. Acho que temos de continuar a explorar estas interações, pondo de lado preocupações de dominância fiscal ou outras formas de limite à ação das políticas monetária ou fiscal”, afirmou Centeno.
O governador do BdP falava durante um ‘webinar’ sobre “Política monetária em transição", promovido pelo Institute of International and European Affairs, e comentava declarações feitas na terça-feira pelo ministro das Finanças português, João Leão, segundo o qual “a política monetária está esgotada”.
Na sua intervenção, Mário Centeno considerou que “a resposta dada à pandemia é um exemplo impressionante do poder da interação entre as políticas monetária e fiscal”, que “sempre existiu”, mas cujos benefícios resultantes da sua coordenação esta crise “tornou mais claros”.
15h20 – PEV quer informação sobre negócios que faliram e trabalhadores que ficaram desempregados
Mariana Silva do PEV questiona o Governo, no debate parlamentar, porquê que o relatório apresentado não indica quantos negócios faliram no Estado de Emergência nem quantas famílias ficaram a precisar de apoio.
"O mais importante é o que o relatório não diz. Quantos negócios fecharam", afirmou no Parlamento.
"A pandemia não pode justificar tudo, porque nem tudo é culpa da pandemia".
Mariana Silva do PEV questiona o Governo, no debate parlamentar, porquê que o relatório apresentado não indica quantos negócios faliram no Estado de Emergência nem quantas famílias ficaram a precisar de apoio.
"O mais importante é o que o relatório não diz. Quantos negócios fecharam", afirmou no Parlamento.
"A pandemia não pode justificar tudo, porque nem tudo é culpa da pandemia".
15h17 – Iniciativa Liberal reitera momento "feliz" pelo fim do Estado de Emergência
João Cotrim Figueiredo, da Iniciativa Liberal, foi o primeiro a dirigir-se ao Governo no debate parlamentar e começou por reiterar que para o partido que representa é "um dia particularmente feliz, porque estamos a dois dias de sair do Estado de Emergência".
"Não acabou a pandemia, há muito para fazer, mas o muito que há a fazer pode agora ser faseado", afirmou no Parlamento.
"Vamos dar oportunidade para que sejam as pessoas e não o Estado a decidir o essencial da sua vida coletiva é a essência do liberalismo".
Para Cotrim Figueiredo é o momento para discutir a obrigatoriedade do teletrabalho, dos horários dos restaurantes, do uso de máscara em espaços exteriores ou a proibição de algumas atividades lúdicas e de lazer que estão encerradas há mais de um ano.
João Cotrim Figueiredo, da Iniciativa Liberal, foi o primeiro a dirigir-se ao Governo no debate parlamentar e começou por reiterar que para o partido que representa é "um dia particularmente feliz, porque estamos a dois dias de sair do Estado de Emergência".
"Não acabou a pandemia, há muito para fazer, mas o muito que há a fazer pode agora ser faseado", afirmou no Parlamento.
"Vamos dar oportunidade para que sejam as pessoas e não o Estado a decidir o essencial da sua vida coletiva é a essência do liberalismo".
Para Cotrim Figueiredo é o momento para discutir a obrigatoriedade do teletrabalho, dos horários dos restaurantes, do uso de máscara em espaços exteriores ou a proibição de algumas atividades lúdicas e de lazer que estão encerradas há mais de um ano.
15h15 - Debate no Parlamento sobre fim do Estado de Emergência
No debate parlamentar para a apresentação e discussão do Relatório sobre a aplicação da Declaração do Estado de Emergência, Eduardo Cabrita recordou que durante os últimos meses dos Estado de Emergência a "vacinação teve um crescimento muito significativo, alargando-se de forma decisiva no grupo acima dos 80 anos" e aos docentes e funcionários escolares.
Foi graças a esse avanço, disse no Parlamento, que foi possível o retorno das atividades letivas e a abertura das instituições de ensino.
"Mas este período foi acompanhado também por uma redução muito significativa de casos", afirmou o ministro da Administração Interna.
Esta redução de casos, mortos e internamentos deve-se às autoridades de saúde, às forças de segurança mas, sobretudo, aos cidadãos que "tiveram conjugados neste grande esforço que permitiu iniciar a libertação da sociedade portuguesa".
15h12 - Governo diz que vacinação vai acelerar
O secretário de Estado da Saúde afirmou hoje que o ritmo de vacinação vai acelerar no país para se passar a administrar 100 mil vacinas contra a covid-19 diariamente, tendo também elogiado o programa de auto-agendamento da vacina.
“Ontem [terça-feira] foi inoculada a vacina três milhões com uma redução de prazos muito significativa. Foram dois meses para dar o primeiro milhão, depois foram 33 dias para dar o segundo milhão e 19 dias para dar dos dois milhões aos três milhões. O ritmo acelera à medida que chegam mais vacinas. Estou certo que o quatro milhão será [dado num período] menor do que os 19 dias entre o segundo e o terceiro milhão”, estimou Diogo Serra Lopes.
O secretário de Estado da Saúde afirmou hoje que o ritmo de vacinação vai acelerar no país para se passar a administrar 100 mil vacinas contra a covid-19 diariamente, tendo também elogiado o programa de auto-agendamento da vacina.
“Ontem [terça-feira] foi inoculada a vacina três milhões com uma redução de prazos muito significativa. Foram dois meses para dar o primeiro milhão, depois foram 33 dias para dar o segundo milhão e 19 dias para dar dos dois milhões aos três milhões. O ritmo acelera à medida que chegam mais vacinas. Estou certo que o quatro milhão será [dado num período] menor do que os 19 dias entre o segundo e o terceiro milhão”, estimou Diogo Serra Lopes.
15h05 - Suíça doa 270 milhões de euros para países pobres terem vacina
A Suíça anunciou hoje que doará cerca de 270 milhões de euros à plataforma ACT-Accelerator, criada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para que países em desenvolvimento tenham acesso às vacinas, medicamentos e testes de diagnóstico da covid-19.
Este financiamento também visa fortalecer os sistemas de saúde locais, duramente atingidos pela pandemia do SARS-CoV-2.
“A Suíça tem grande interesse em ver o fim da pandemia de forma rápida e duradoura, mas isso não acontecerá a menos que a sua disseminação seja controlada e o seu impacto reduzido em todo o mundo”, declarou o Governo suíço num comunicado.
Nesse sentido, considerou que o surgimento de variantes mais contagiosas do SARS-CoV-2 põe à prova os esforços internacionais para conter a pandemia.
A Suíça anunciou hoje que doará cerca de 270 milhões de euros à plataforma ACT-Accelerator, criada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para que países em desenvolvimento tenham acesso às vacinas, medicamentos e testes de diagnóstico da covid-19.
Este financiamento também visa fortalecer os sistemas de saúde locais, duramente atingidos pela pandemia do SARS-CoV-2.
“A Suíça tem grande interesse em ver o fim da pandemia de forma rápida e duradoura, mas isso não acontecerá a menos que a sua disseminação seja controlada e o seu impacto reduzido em todo o mundo”, declarou o Governo suíço num comunicado.
Nesse sentido, considerou que o surgimento de variantes mais contagiosas do SARS-CoV-2 põe à prova os esforços internacionais para conter a pandemia.
14h47 - Governo dos Açores já enviou para Bruxelas plano de recuperação da SATA
O secretário regional das Finanças, Planeamento e Administração Pública dos Açores anunciou hoje que já foi entregue “formalmente” à Comissão Europeia, há cerca de duas semanas, o plano de recuperação da SATA, aguardando-se o agendamento da primeira reunião.
Bastos e Silva, que falava em Ponta Delgada numa conferência de imprensa sobre apoios para empresas com atividade encerrada em São Miguel, referiu que foi pedida uma reunião com a Comissão Europeia, na quinta-feira, mas “por qualquer razão não foi agendada, estando-se a aguardar o agendamento”.
A companhia aérea SATA pediu um auxílio estatal de 133 milhões de euros, tendo a operação sido aprovada por Bruxelas, mas a Direção-Geral da Concorrência iniciou também uma investigação às injeções de capital feitas pelo anterior Governo Regional, socialista, estando em causa cerca de 73 milhões de euros.
As duas transportadoras da SATA (a SATA Air Açores, que viaja dentro do arquipélago, e a Azores Airlines) fecharam o terceiro trimestre de 2020 com prejuízos de 61 milhões de euros, valor superior aos 38,6 milhões negativos do período homólogo de 2019.
O secretário regional das Finanças, Planeamento e Administração Pública dos Açores anunciou hoje que já foi entregue “formalmente” à Comissão Europeia, há cerca de duas semanas, o plano de recuperação da SATA, aguardando-se o agendamento da primeira reunião.
Bastos e Silva, que falava em Ponta Delgada numa conferência de imprensa sobre apoios para empresas com atividade encerrada em São Miguel, referiu que foi pedida uma reunião com a Comissão Europeia, na quinta-feira, mas “por qualquer razão não foi agendada, estando-se a aguardar o agendamento”.
A companhia aérea SATA pediu um auxílio estatal de 133 milhões de euros, tendo a operação sido aprovada por Bruxelas, mas a Direção-Geral da Concorrência iniciou também uma investigação às injeções de capital feitas pelo anterior Governo Regional, socialista, estando em causa cerca de 73 milhões de euros.
As duas transportadoras da SATA (a SATA Air Açores, que viaja dentro do arquipélago, e a Azores Airlines) fecharam o terceiro trimestre de 2020 com prejuízos de 61 milhões de euros, valor superior aos 38,6 milhões negativos do período homólogo de 2019.
14h36 - Madeira admite decretar situação de calamidade para manter recolher obrigatório
O Governo da Madeira poderá decretar situação de calamidade no arquipélago para assegurar a legalidade do recolher obrigatório após o estado de emergência, que termina na sexta-feira, disse hoje o chefe do executivo.
"Eu penso que qualquer condicionamento da liberdade de circulação, como é o recolher obrigatório, implica termos um quadro legal para tomarmos essa decisão", afirmou Miguel Albuquerque, esclarecendo que a região pode decretar situação de calamidade no âmbito do Serviço de Proteção Civil.
O Governo da Madeira poderá decretar situação de calamidade no arquipélago para assegurar a legalidade do recolher obrigatório após o estado de emergência, que termina na sexta-feira, disse hoje o chefe do executivo.
"Eu penso que qualquer condicionamento da liberdade de circulação, como é o recolher obrigatório, implica termos um quadro legal para tomarmos essa decisão", afirmou Miguel Albuquerque, esclarecendo que a região pode decretar situação de calamidade no âmbito do Serviço de Proteção Civil.
14h27 - Ministro brasileiro da Casa Civil tenta disse ter sido vacinado contra a Covid-19 às escondidas
14h04 - Portugal com mais 3 mortos e 572 novos casos
O relatório deste dia 28 de abril revela que há ainda 332 pessoas internadas, são menos 14 do que nas 24 anteriores e mais duas pessoas em unidades de cuidados intensivos, mas duas do que no relatório anterior.
O R(t) está em 1, tanto em relação ao valor Nacional como Continente.
Ao nível nacional a incidência é de 69,3 casos por 100 mil habitantes. No Continente é de 66,5 casos por 100 mil.
Portugal tem nesta altura menos 7 casos ativos, num total de 23.809.
As três vítimas mortais foram no norte do país que é nesta altura a região com mais novos casos de Covid registados nas últimas 24 horas - mais 261 - seguido por Lisboa e Vale do Tejo com mais 186, Centro com mais 61, Algarve com mais 31, Açores com mais 22 e Madeira com mais 9.
13h47 - Já foram administradas em Portugal quase 3,4 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19
13h46 - Estudo na Lancet confirma a eficácia e segurança das vacinas da Pfizer e da AstraZeneca
13h45 - México vai produzir a vacian russa Sputnik V
13h36- Áustria proíbe voos vindos da Índia e impõe quarentena a quem tenha lá estado
As autoridades austríacas vão proibir a partir de quinta-feira voos diretos procedentes da Índia e voos de ligação, e impor uma quarentena obrigatória a quem entre na Áustria e tenha estado naquele país asiático nos dez dias anteriores.
O objetivo das medidas é evitar a importação e disseminação da variante do SARS-CoV-2 descoberta na Índia, que está a causar grandes problemas de saúde pública no subcontinente asiático, declarou o ministro da Saúde austríaco, Wolfgang Mückstein, em declarações à agência de notícias local APA.
Qualquer pessoa que entrar na Áustria depois de ter estado na Índia terá de cumprir dez dias de quarentena.
Austríacos e residentes no país europeu terão a possibilidade de encurtar o isolamento a partir do quinto dia com um teste de PCR negativo.
As autoridades austríacas vão proibir a partir de quinta-feira voos diretos procedentes da Índia e voos de ligação, e impor uma quarentena obrigatória a quem entre na Áustria e tenha estado naquele país asiático nos dez dias anteriores.
O objetivo das medidas é evitar a importação e disseminação da variante do SARS-CoV-2 descoberta na Índia, que está a causar grandes problemas de saúde pública no subcontinente asiático, declarou o ministro da Saúde austríaco, Wolfgang Mückstein, em declarações à agência de notícias local APA.
Qualquer pessoa que entrar na Áustria depois de ter estado na Índia terá de cumprir dez dias de quarentena.
Austríacos e residentes no país europeu terão a possibilidade de encurtar o isolamento a partir do quinto dia com um teste de PCR negativo.
13h27 - Timor-Leste regista mais 76 casos, dos quais oito com sintomas
Timor-Leste registou nas últimas 24 horas mais 76 casos positivos do SARS-CoV-2, dos quais oito com sintomas da covid-19, segundo o balanço atualizado do Centro Integrado de Gestão de Crise (CIGC).
Em comunicado o CIGC explica que se registaram ainda 45 casos recuperados, com o número total de ativos em todo o país a ser agora de 1014, e o de acumulados desde o início da pandemia a aumentar para 2124.
Timor-Leste registou nas últimas 24 horas mais 76 casos positivos do SARS-CoV-2, dos quais oito com sintomas da covid-19, segundo o balanço atualizado do Centro Integrado de Gestão de Crise (CIGC).
Em comunicado o CIGC explica que se registaram ainda 45 casos recuperados, com o número total de ativos em todo o país a ser agora de 1014, e o de acumulados desde o início da pandemia a aumentar para 2124.
13h19 - Açores em situação de calamidade pública e de alerta após fim do estado de emergência
O Governo dos Açores decidiu declarar a situação de calamidade pública e a situação de alerta, consoante a realidade epidemiológica de cada ilha, após o fim do estado de emergência, foi hoje anunciado.
O Conselho do Governo, reunido por videoconferência na terça-feira, "deliberou declarar, em virtude do fim próximo do Estado de Emergência no país, a situação de calamidade pública e da situação de alerta, consoante a realidade epidemiológica, provocada pela covid-19, nas várias ilhas da região", lê-se no comunicado enviado às redações.
Em 2020, o Governo Regional dos Açores declarou por várias vezes a situação de calamidade pública para ilhas com ligação ao exterior, nomeadamente em Santa Maria, São Miguel, Terceira, Pico e Faial, e manteve as restantes, Graciosa, São Jorge, Flores e Corvo, em alerta.
Esta decisão surge depois de o Presidente da República ter anunciado, na terça-feira, que não vai propor ao parlamento renovar o estado de emergência, que assim terminará na sexta-feira, 30 de abril, pelas 23h59.
O Governo dos Açores decidiu declarar a situação de calamidade pública e a situação de alerta, consoante a realidade epidemiológica de cada ilha, após o fim do estado de emergência, foi hoje anunciado.
O Conselho do Governo, reunido por videoconferência na terça-feira, "deliberou declarar, em virtude do fim próximo do Estado de Emergência no país, a situação de calamidade pública e da situação de alerta, consoante a realidade epidemiológica, provocada pela covid-19, nas várias ilhas da região", lê-se no comunicado enviado às redações.
Em 2020, o Governo Regional dos Açores declarou por várias vezes a situação de calamidade pública para ilhas com ligação ao exterior, nomeadamente em Santa Maria, São Miguel, Terceira, Pico e Faial, e manteve as restantes, Graciosa, São Jorge, Flores e Corvo, em alerta.
Esta decisão surge depois de o Presidente da República ter anunciado, na terça-feira, que não vai propor ao parlamento renovar o estado de emergência, que assim terminará na sexta-feira, 30 de abril, pelas 23h59.
13h15 - País deverá entrar em Estado de Calamidade no sábado
13h10 - "Estamos todos juntos". Fauci afirma que o mundo falhou com a Índia. Leia aqui
13h03 - Suécia com mais 7.266 casos e 32 vítimas mortais
13h02 - Subsídio de risco não está a ser pago na maioria dos casos
O Sindicato Independente dos Médicos revelou hoje que o subsídio de risco extraordinário criado no âmbito da pandemia não está a ser pago na maioria dos casos e que há situações em que é processado "de forma díspar".
Em declarações aos deputados da Comissão Parlamentar de Saúde, que hoje de manhã ouviram o Sindicato Independente dos Médicos (SIM) e a Federação Nacional do Médicos (FNAC), por videoconferência, os sindicatos sublinharam igualmente o facto de os médicos de família não estarem a conseguir acompanhar os seus utentes, face às tarefas extra a que têm sido alocados por cauda da pandemia (covidários e vacinação).
"O subsídio de risco não está a ser pago nem processado na maioria dos casos e, quando tem sido processado tem sido de forma díspar", afirmou Hermínia Teixeira, do SIM, acrescentando: "É preciso ver o que está a acontecer e quais são as recomendações que estão a ser dados aos serviços financeiros para o pagamento".
O Sindicato Independente dos Médicos revelou hoje que o subsídio de risco extraordinário criado no âmbito da pandemia não está a ser pago na maioria dos casos e que há situações em que é processado "de forma díspar".
Em declarações aos deputados da Comissão Parlamentar de Saúde, que hoje de manhã ouviram o Sindicato Independente dos Médicos (SIM) e a Federação Nacional do Médicos (FNAC), por videoconferência, os sindicatos sublinharam igualmente o facto de os médicos de família não estarem a conseguir acompanhar os seus utentes, face às tarefas extra a que têm sido alocados por cauda da pandemia (covidários e vacinação).
"O subsídio de risco não está a ser pago nem processado na maioria dos casos e, quando tem sido processado tem sido de forma díspar", afirmou Hermínia Teixeira, do SIM, acrescentando: "É preciso ver o que está a acontecer e quais são as recomendações que estão a ser dados aos serviços financeiros para o pagamento".
13h01 - Tóquio2020: Atletas vão ser testados à covid-19 todos os dias
Os atletas participantes nos Jogos Olímpicos Tóquio2020 vai ser submetidos diariamente a testes à covid-19, anunciou hoje a organização, atualizando o plano anterior de rastrear os participantes a cada quatro dias.
O reforço na despistagem à infeção pelo novo coronavírus consta da nova versão do manual ('playbook') para as comitivas, no qual são elencadas as várias medidas face à pandemia, que, segundo o presidente do Comité Olímpico Internacional (COI), Thomas Bach, representam "um sinal de solidariedade e respeito da comunidade olímpica para com os anfitriões japoneses".
Os Jogos Olímpicos Tóquio2020 foram adiados para 23 de julho a 08 de agosto de 2021, devido à pandemia de covid-19, enquanto os Paralímpicos foram reagendados para o período entre 24 de agosto e 05 de setembro.
Os atletas participantes nos Jogos Olímpicos Tóquio2020 vai ser submetidos diariamente a testes à covid-19, anunciou hoje a organização, atualizando o plano anterior de rastrear os participantes a cada quatro dias.
O reforço na despistagem à infeção pelo novo coronavírus consta da nova versão do manual ('playbook') para as comitivas, no qual são elencadas as várias medidas face à pandemia, que, segundo o presidente do Comité Olímpico Internacional (COI), Thomas Bach, representam "um sinal de solidariedade e respeito da comunidade olímpica para com os anfitriões japoneses".
Os Jogos Olímpicos Tóquio2020 foram adiados para 23 de julho a 08 de agosto de 2021, devido à pandemia de covid-19, enquanto os Paralímpicos foram reagendados para o período entre 24 de agosto e 05 de setembro.
12h03 - Teleconsultas quase que duplicaram no último ano
12h02 - "Vamos ter uma década de crescimento", afirma Siza Vieira
11h53 - Cerca de 120 festas ilegais encerradas pela PSP e GNR desde janeiro
Cerca de 120 festas ilegais foram encerradas pela PSP e GNR desde janeiro, algumas com a presença de centenas de pessoas que não cumpriam as regras de saúde pública, revelam dados enviados à agência Lusa.
Entre janeiro e abril, período de estado de emergência e confinamento para fazer face à pandemia de covid-19, a PSP detetou 93 festas ilegais e a GNR 24 em várias zonas do país.
A Polícia de Segurança Pública detetou seis festas ilegais em janeiro, 41 em fevereiro, 28 em março e 18 em abril.
A Guarda Nacional Republicana encerrou três festas em janeiro, oito em fevereiro, sete em março e seis em abril.
Numa resposta enviada à Lusa, a PSP refere que estas 93 festas não cumpriam as regras sanitárias em vigor no âmbito do estado de emergência, em que estão proibidos os ajuntamentos e aglomerações de pessoas.
A PSP sublinha que estas festas, após terem registado um aumento no início de março, entraram "em franco decrescimento", apesar de se verificar a tendência de ajuntamentos de um maior número de pessoas no mesmo espaço.
Esta força de segurança indica que não se registaram detenções, uma vez que as pessoas responsáveis pela organização das festas têm acatado as ordens de encerramento apresentadas pelos polícias.
Cerca de 120 festas ilegais foram encerradas pela PSP e GNR desde janeiro, algumas com a presença de centenas de pessoas que não cumpriam as regras de saúde pública, revelam dados enviados à agência Lusa.
Entre janeiro e abril, período de estado de emergência e confinamento para fazer face à pandemia de covid-19, a PSP detetou 93 festas ilegais e a GNR 24 em várias zonas do país.
A Polícia de Segurança Pública detetou seis festas ilegais em janeiro, 41 em fevereiro, 28 em março e 18 em abril.
A Guarda Nacional Republicana encerrou três festas em janeiro, oito em fevereiro, sete em março e seis em abril.
Numa resposta enviada à Lusa, a PSP refere que estas 93 festas não cumpriam as regras sanitárias em vigor no âmbito do estado de emergência, em que estão proibidos os ajuntamentos e aglomerações de pessoas.
A PSP sublinha que estas festas, após terem registado um aumento no início de março, entraram "em franco decrescimento", apesar de se verificar a tendência de ajuntamentos de um maior número de pessoas no mesmo espaço.
Esta força de segurança indica que não se registaram detenções, uma vez que as pessoas responsáveis pela organização das festas têm acatado as ordens de encerramento apresentadas pelos polícias.
11h52 - BioNTech confiante na eficácia de sua vacina contra a variante indiana
O fundador e diretor do laboratório BioNTech, Ugur Sahin, disse hoje estar "confiante" na eficácia da sua vacina, desenvolvida com o grupo americano Pfizer, contra a variante indiana da covid-19.
"A variante indiana tem mutações que já estudamos e contra as quais a nossa vacina funciona, o que nos deixa confiantes", disse Sahin em conferência de imprensa.
A variante B.1.617, conhecida como variante indiana por ter surgido na Índia, foi detetada em "pelo menos 17 países", incluindo o Reino Unido, Estados Unidos, Bélgica, Suíça e até mesmo o Reino Unido. Itália, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).
Em Portugal foram detetados seis casos da variante indiana de covid-19.
O fundador e diretor do laboratório BioNTech, Ugur Sahin, disse hoje estar "confiante" na eficácia da sua vacina, desenvolvida com o grupo americano Pfizer, contra a variante indiana da covid-19.
"A variante indiana tem mutações que já estudamos e contra as quais a nossa vacina funciona, o que nos deixa confiantes", disse Sahin em conferência de imprensa.
A variante B.1.617, conhecida como variante indiana por ter surgido na Índia, foi detetada em "pelo menos 17 países", incluindo o Reino Unido, Estados Unidos, Bélgica, Suíça e até mesmo o Reino Unido. Itália, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).
Em Portugal foram detetados seis casos da variante indiana de covid-19.
11h50 - Dois terços dos espanhóis com mais de 60 anos já receberam pelo menos uma dose da vacina contra a Covid-19, disse o primeiro-ministro espanhol
11h37 - Comissão Europeia aprova apoio de 4 milhões de euros aos Açores para preservar empregos
A Comissão Europeia aprovou o regime português de auxílio de 4 milhões de euros para preservar empregos nas ilhas dos Açores durante o surto de coronavírus.
O regime foi aprovado ao abrigo do Quadro Temporário de Auxílios Estatais.
Visa evitar o despedimento, compensando os custos salariais das empresas da Região dos Açores, que de outra forma teriam despedido pessoal devido às medidas de contenção adoptadas pelas autoridades portuguesas para limitar a propagação do surto de coronavírus.
A Comissão Europeia aprovou o regime português de auxílio de 4 milhões de euros para preservar empregos nas ilhas dos Açores durante o surto de coronavírus.
O regime foi aprovado ao abrigo do Quadro Temporário de Auxílios Estatais.
Visa evitar o despedimento, compensando os custos salariais das empresas da Região dos Açores, que de outra forma teriam despedido pessoal devido às medidas de contenção adoptadas pelas autoridades portuguesas para limitar a propagação do surto de coronavírus.
11h36 - Viagens de residentes caem 41,1% em 2020 e atingem valor mais baixo da década
As viagens realizadas por residentes caíram 41,1% no conjunto do ano passado, face a 2019, atingindo um total de 14,4 milhões, o valor mais baixo da última década, segundo dados hoje divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
As viagens nacionais diminuíram 35,7% e as viagens ao estrangeiro decresceram 78,1% (depois de subidas de 9% e 24,7%, respetivamente, em 2019).
Considerando apenas o quarto trimestre de 2020, segundo o INE, o impacto da pandemia covid-19 e a implementação de medidas mais restritivas à circulação, em especial nos meses de novembro e dezembro, continuou a fazer-se sentir no número de viagens realizadas, tendo os residentes em Portugal realizado 2,3 milhões de viagens, o que correspondeu a um decréscimo homólogo de 57,4%, refere.
As viagens realizadas por residentes caíram 41,1% no conjunto do ano passado, face a 2019, atingindo um total de 14,4 milhões, o valor mais baixo da última década, segundo dados hoje divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
As viagens nacionais diminuíram 35,7% e as viagens ao estrangeiro decresceram 78,1% (depois de subidas de 9% e 24,7%, respetivamente, em 2019).
Considerando apenas o quarto trimestre de 2020, segundo o INE, o impacto da pandemia covid-19 e a implementação de medidas mais restritivas à circulação, em especial nos meses de novembro e dezembro, continuou a fazer-se sentir no número de viagens realizadas, tendo os residentes em Portugal realizado 2,3 milhões de viagens, o que correspondeu a um decréscimo homólogo de 57,4%, refere.
11h30 - Os números da vacinação no Japão
O Japão, país anfitrião dos Jogos Olímpicos, marcados para julho, usou até ao momento apenas um quinto das doses de vacinas contra a Covid-19 que importou. É um reflexo de problemas logíticos e de recursos humanos na área da saúde.
Só 1,6 por cento da população japonesa está inoculada.
Até ao fim deste mês, o país espera ter recebido perto de 17 milhões de doses da vacina contra a Covid-19 produzida pela Pfizer.
10h59 - Fórmula 1. Grande Prémio de Portugal regressa já este fim de semana
O Japão, país anfitrião dos Jogos Olímpicos, marcados para julho, usou até ao momento apenas um quinto das doses de vacinas contra a Covid-19 que importou. É um reflexo de problemas logíticos e de recursos humanos na área da saúde.
Só 1,6 por cento da população japonesa está inoculada.
Até ao fim deste mês, o país espera ter recebido perto de 17 milhões de doses da vacina contra a Covid-19 produzida pela Pfizer.
10h59 - Fórmula 1. Grande Prémio de Portugal regressa já este fim de semana
10h57 - Comissão Europeia também já recebeu PRR de Alemanha e Grécia
A Alemanha e a Grécia procederam à entrega formal dos respetivos Planos de Recuperação e Resiliência (PRR) junto da Comissão Europeia, anunciou hoje o executivo comunitário, que até agora só tinha em sua posse o de Portugal.
Em comunicado, a Comissão indica que a apresentação formal destes dois planos segue-se a um "diálogo intenso" com as autoridades nacionais dos dois Estados-membros ao longo dos últimos meses, tal como já havia sucedido com Portugal, que apresentou um primeiro esboço do seu plano em outubro de 2020, tendo procedido à entrega formal do PRR na passada quinta-feira, 22 de abril, sendo o primeiro Estado-membro a fazê-lo.
Ainda ao longo do dia de hoje é esperada a entrega formal de mais planos nacionais, atendendo a que a Comissão solicitou que os PRR fossem entregues até 30 de abril, embora esta data, realça hoje o executivo comunitário, não constitua uma "data-limite", mas antes de "orientação".
"A fim de assegurar que os planos têm o equilíbrio e a qualidade necessários, alguns Estados-membros precisarão de mais algumas semanas para finalizar os seus planos", indica hoje o executivo comunitário, que neste momento tem então em sua posse três PRR.
Relativamente ao plano alemão, a Comissão aponta que o mesmo inclui medidas num valor total de 27,9 mil milhões de euros, sendo que o limite máximo de subvenções a que a Alemanha tem direito ao abrigo do Mecanismo de Recuperação e Resiliência -- o principal instrumento do fundo de recuperação «NextGenerationEU» - é de 25,6 mil milhões de euros, pelo que Berlim deverá cobrir as despesas adicionais que tem previstas no seu plano.
"O plano alemão está estruturado em torno de seis prioridades políticas. Estas incluem medidas de reformas e investimento relacionadas com a ação climática e transição energética, digitalização da economia, infraestruturas e educação, participação social, reforço de um sistema de saúde resistente a pandemias, modernização da administração pública e redução de barreiras ao investimento", aponta Bruxelas.
A Comissão acrescenta que o plano alemão "propõe projetos em todas as sete áreas emblemáticas europeias" e ainda três projetos importantes de «Interesse Comum Europeu», nos campos do hidrogénio, infraestruturas e serviços de 'cloud' e microelectrónica.
Quanto à Grécia, o executivo comunitário aponta que Atenas solicitou um total de 30,5 mil milhões de euros de fundos ao abrigo do Mecanismo de Recuperação e Resiliência, dos quais 17,8 mil milhões na forma de subvenções diretas e os restantes 12,7 mil milhões em empréstimos.
A Comissão aponta que o plano grego está estruturado em torno de quatro pilares: verde, digital, emprego e coesão social e competências, privilegiando ainda o investimento privado e a transformação económica e institucional. Também neste caso, acrescenta, o plano propõe investimentos e reformas relacionadas com todas as sete áreas emblemáticas europeias.
A presidência portuguesa do Conselho da UE indicou na terça-feira que está a trabalhar para que o processo de libertação dos 750.000 milhões de euros do Fundo de Recuperação pós-pandemia da UE possa ser encurtado em pelo menos um mês.
A Alemanha e a Grécia procederam à entrega formal dos respetivos Planos de Recuperação e Resiliência (PRR) junto da Comissão Europeia, anunciou hoje o executivo comunitário, que até agora só tinha em sua posse o de Portugal.
Em comunicado, a Comissão indica que a apresentação formal destes dois planos segue-se a um "diálogo intenso" com as autoridades nacionais dos dois Estados-membros ao longo dos últimos meses, tal como já havia sucedido com Portugal, que apresentou um primeiro esboço do seu plano em outubro de 2020, tendo procedido à entrega formal do PRR na passada quinta-feira, 22 de abril, sendo o primeiro Estado-membro a fazê-lo.
Ainda ao longo do dia de hoje é esperada a entrega formal de mais planos nacionais, atendendo a que a Comissão solicitou que os PRR fossem entregues até 30 de abril, embora esta data, realça hoje o executivo comunitário, não constitua uma "data-limite", mas antes de "orientação".
"A fim de assegurar que os planos têm o equilíbrio e a qualidade necessários, alguns Estados-membros precisarão de mais algumas semanas para finalizar os seus planos", indica hoje o executivo comunitário, que neste momento tem então em sua posse três PRR.
Relativamente ao plano alemão, a Comissão aponta que o mesmo inclui medidas num valor total de 27,9 mil milhões de euros, sendo que o limite máximo de subvenções a que a Alemanha tem direito ao abrigo do Mecanismo de Recuperação e Resiliência -- o principal instrumento do fundo de recuperação «NextGenerationEU» - é de 25,6 mil milhões de euros, pelo que Berlim deverá cobrir as despesas adicionais que tem previstas no seu plano.
"O plano alemão está estruturado em torno de seis prioridades políticas. Estas incluem medidas de reformas e investimento relacionadas com a ação climática e transição energética, digitalização da economia, infraestruturas e educação, participação social, reforço de um sistema de saúde resistente a pandemias, modernização da administração pública e redução de barreiras ao investimento", aponta Bruxelas.
A Comissão acrescenta que o plano alemão "propõe projetos em todas as sete áreas emblemáticas europeias" e ainda três projetos importantes de «Interesse Comum Europeu», nos campos do hidrogénio, infraestruturas e serviços de 'cloud' e microelectrónica.
Quanto à Grécia, o executivo comunitário aponta que Atenas solicitou um total de 30,5 mil milhões de euros de fundos ao abrigo do Mecanismo de Recuperação e Resiliência, dos quais 17,8 mil milhões na forma de subvenções diretas e os restantes 12,7 mil milhões em empréstimos.
A Comissão aponta que o plano grego está estruturado em torno de quatro pilares: verde, digital, emprego e coesão social e competências, privilegiando ainda o investimento privado e a transformação económica e institucional. Também neste caso, acrescenta, o plano propõe investimentos e reformas relacionadas com todas as sete áreas emblemáticas europeias.
A presidência portuguesa do Conselho da UE indicou na terça-feira que está a trabalhar para que o processo de libertação dos 750.000 milhões de euros do Fundo de Recuperação pós-pandemia da UE possa ser encurtado em pelo menos um mês.
10h10 - Mais 382 mortes em África nas últimas horas
África registou mais 382 mortes associadas à covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando agora 120.802 vítimas mortais desde o início da pandemia, de acordo com os dados oficiais mais recentes no continente.
Segundo o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC), o número total de infetados nos 55 Estados-membros da organização é agora de 4.524.702, após uma revisão em baixa dos casos (4.546.235 na terça-feira).
Nas últimas 24 horas registaram-se 10.849 recuperados, totalizando 4.067.871 desde o início da pandemia.
África registou mais 382 mortes associadas à covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando agora 120.802 vítimas mortais desde o início da pandemia, de acordo com os dados oficiais mais recentes no continente.
Segundo o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC), o número total de infetados nos 55 Estados-membros da organização é agora de 4.524.702, após uma revisão em baixa dos casos (4.546.235 na terça-feira).
Nas últimas 24 horas registaram-se 10.849 recuperados, totalizando 4.067.871 desde o início da pandemia.
10h07 - Câmara de Almeida alerta para "desconformidade" na fronteira com Espanha
O presidente da Câmara de Almeida considerou hoje uma "desconformidade" o facto de na fronteira entre Espanha e França ser permitida a circulação das populações num raio de 30 quilómetros e o mesmo não acontecer em Portugal.
"Dei conhecimento ao Governo e ao ministro da Administração Interna dessa questão. Desta questão que eu acho que é uma desconformidade e uma desigualdade de tratamento entre países da União Europeia", disse hoje António José Machado à agência Lusa.
Segundo o presidente do município de Almeida, onde se localiza a fronteira de Vilar Formoso-Fuentes de Oñoro, na fronteira de Espanha e da França os países "consideram a zona raiana, a zona transfronteiriça, de permeabilidade de 30 quilómetros" e na fronteira entre Portugal e Espanha "essa medida não foi aplicada".
O presidente da Câmara de Almeida considerou hoje uma "desconformidade" o facto de na fronteira entre Espanha e França ser permitida a circulação das populações num raio de 30 quilómetros e o mesmo não acontecer em Portugal.
"Dei conhecimento ao Governo e ao ministro da Administração Interna dessa questão. Desta questão que eu acho que é uma desconformidade e uma desigualdade de tratamento entre países da União Europeia", disse hoje António José Machado à agência Lusa.
Segundo o presidente do município de Almeida, onde se localiza a fronteira de Vilar Formoso-Fuentes de Oñoro, na fronteira de Espanha e da França os países "consideram a zona raiana, a zona transfronteiriça, de permeabilidade de 30 quilómetros" e na fronteira entre Portugal e Espanha "essa medida não foi aplicada".
09h28 - Rússia com mais 7.848 casos e 387 vítimas mortais
09h15 - Ordem dos Psicólogos pede atenção a sinais de alerta da saúde mental dos idosos
09h06 - Moçambique condenou 1.400 pessoas por violação ao estado de emergência em 2020
A procuradora-geral da República (PGR) de Moçambique, Beatriz Buchili, disse hoje que 1.439 pessoas foram condenadas a prisão efetiva em 2020 por desobediência ao estado de emergência imposto devido à pandemia de covid-19.
Beatriz Buchili falava na apresentação dos resultados anuais sobre o controlo da legalidade, que faz hoje e quinta-feira na Assembleia da República (AR).
O crime de desobediência ao estado de emergência levou ainda à condenação de 844 arguidos ao pagamento de multa, 81 à prestação de trabalho socialmente útil e 46 a pena suspensa, acrescentou a chefe da magistratura do Ministério Público.
Foram absolvidos 410 arguidos e 37 aguardam julgamento, declarou.
A procuradora-geral da República (PGR) de Moçambique, Beatriz Buchili, disse hoje que 1.439 pessoas foram condenadas a prisão efetiva em 2020 por desobediência ao estado de emergência imposto devido à pandemia de covid-19.
Beatriz Buchili falava na apresentação dos resultados anuais sobre o controlo da legalidade, que faz hoje e quinta-feira na Assembleia da República (AR).
O crime de desobediência ao estado de emergência levou ainda à condenação de 844 arguidos ao pagamento de multa, 81 à prestação de trabalho socialmente útil e 46 a pena suspensa, acrescentou a chefe da magistratura do Ministério Público.
Foram absolvidos 410 arguidos e 37 aguardam julgamento, declarou.
08h57 - Brasil. Teve início a Comissão Parlamentar de Inquérito à gestão da pandemia
08h56 - As artes e ofícios que a pandemia está a fazer desaparecer
Da cerâmica, à olaria. Dos bordados, à madeira esculpida à mão. Por causa da crise pandémica, muitas artes e ofícios tradicionais estão a desaparecer. Mas, em Lisboa, há um Fórum que teima em continuar, graças ao empenho de 22 artesãos.
A repórter Arlinda Brandão foi conhecer estes trabalhos, no mercado da Ajuda, num pequeno espaço junto à banca do peixe ou de venda da fruta.
A repórter Arlinda Brandão foi conhecer estes trabalhos, no mercado da Ajuda, num pequeno espaço junto à banca do peixe ou de venda da fruta.
08h45 - O que o Governo pode ou não pode fazer em situação de calamidade
08h44 - Epidemiologista Manuel Carmo Gomes diz que guerra contra vírus ainda não está ganha
08h40 - Processo legal da Comissão Europeia contra a AstraZeneca começou esta quarta-feira no Tribunal de Primeira Instância em Bruxelas
08h37 - Alunos mais novos na Polónia devem regressar à escola na próxima semana. Número de casos de Covid está a diminuir
08h12 - A dor mental da covid-19
São vários os sintomas da Covid 19. Mas, tirando as dores no corpo, principalmente nos músculos e articulações, há outra de que menos se fala, a dor mental. O impacto psicológico desta doença foi sentido por Teresa Borges. Ela contou ao repórter Afonso de Sousa, em Trás-os-Montes, como foi ficar em casa em isolamento durante dois meses, por causa do vírus.
08h01 - Comissão Europeia acredita que vai haver condições para reabertura do turismo no verão
07h59 - Alemanha com mais 22.231 casos e 312 vítimas mortais
07h57 - Paquistão com número recorde de vítimas mortais, mais 201
07h56 - Ministro diz temer pela vida de Bolsonaro e tenta que PR seja vacinado
O ministro da Casa Civil brasileira disse temer pela vida do Presidente do país e acrescentou que está a tentar convencer Jair Bolsonaro a receber a vacina contra a covid-19.
A declaração do ministro e general Luiz Eduardo Ramos foi divulgada na terça-feira pela rádio CBN e foi prestada durante uma reunião do Conselho de Saúde Suplementar, no Palácio do Planalto, em Brasília.
"Estou envolvido pessoalmente, tentando convencer o nosso Presidente (a receber a vacina), independente de todos os posicionamentos. Nós não podemos perder o Presidente para um vírus desse. A vida dele, no momento, corre risco, ele tem 65 anos (tem 66)", desabafou Ramos, que não sabia que a reunião estava a ser transmitida em direto nas redes sociais.
O ministro da Casa Civil brasileira disse temer pela vida do Presidente do país e acrescentou que está a tentar convencer Jair Bolsonaro a receber a vacina contra a covid-19.
A declaração do ministro e general Luiz Eduardo Ramos foi divulgada na terça-feira pela rádio CBN e foi prestada durante uma reunião do Conselho de Saúde Suplementar, no Palácio do Planalto, em Brasília.
"Estou envolvido pessoalmente, tentando convencer o nosso Presidente (a receber a vacina), independente de todos os posicionamentos. Nós não podemos perder o Presidente para um vírus desse. A vida dele, no momento, corre risco, ele tem 65 anos (tem 66)", desabafou Ramos, que não sabia que a reunião estava a ser transmitida em direto nas redes sociais.
07h55 - Parlamento timorense autoriza nova extensão do estado de emergência
O Parlamento Nacional timorense autorizou hoje, com 43 votos a favor e 16 abstenções, o Presidente do país a estender o estado de emergência até 01 de junho, devido à pandemia da covid-19.
O Parlamento Nacional timorense autorizou hoje, com 43 votos a favor e 16 abstenções, o Presidente do país a estender o estado de emergência até 01 de junho, devido à pandemia da covid-19.
7h31 - Novos máximos diários na Índia
A Índia ultrapassou os 200 mil mortos desde o início da pandemia, com 3293 óbitos associados à Covid-19 nas últimas 24 horas, além de ter registado um novo máximo de infeções: 360.960 casos.
7h12 - Ponto de situação
A Índia ultrapassou os 200 mil mortos desde o início da pandemia, com 3293 óbitos associados à Covid-19 nas últimas 24 horas, além de ter registado um novo máximo de infeções: 360.960 casos.
7h12 - Ponto de situação
Portugal está a poucos dias do fim do estado de emergência, que não será renovado. É o 15.º desde o início da pandemia e termina sexta-feira à meia-noite.
Com o fim do estado de emergência, deixam de estar limitados direitos, garantias e liberdades. Tal como aconteceu no ano passado, o país pode passar para o estado de calamidade, em que ainda é possível impor restrições à circulação e fechar estabelecimentos. No entanto, o Presidente da República deixa de intervir e quem decide passa a ser o Governo ou as autarquias.
O Presidente da República avisa que, se for necessário, não hesitárá em voltar a decretar o estado de emergência. Adverte também que as medidas do Governo para conter a pandemia devem manter-se.
O que pensam os partidos
Os partidos de esquerda concordam com a não renovação do estado de emergência. O PS diz que o Governo tem instrumentos para tomar as medidas necessárias.
Os partidos de direita também concordam. O PSD defende, ainda assim, que o Governo deve manter a pandemia controlada. O Parlamento discute esta quarta-feira o fim do estado de emergência. Pela primeira vez, há consenso no plenário: todos os partidos concordam com o fim da medida.
Os deputados vão ainda discutir um relatório sobre a aplicação do estado de emergência no período de 17 a 31 de março deste ano. A reunião plenária tem início às 15h00.
O quadro em Portugal
O último boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde, conhecido ao início da tarde de terça-feira, reportou mais cinco mortes associadas à Covid-19. São 16.970 desde o início da pandemia
Havia ontem registo de 353 novas infeções, num total acumulado de 834.991.
Estavam internadas 346 pessoas, das quais 86 em unidades de cuidados intensivos.
O quadro internacional
A pandemia da Covid-19 provocou pelo menos 3.122.150 mortes, resultantes de mais de 147,7 milhões de casos de infeção, de acordo com o balanço em permanente atualização por parte da agência France Presse.
Começou a chegar a ajuda internacional à Índia. Os hospitais atingiram o ponto de rotura e muitas pessoas morrem à porta sem serem sequer admitidas.
Com o fim do estado de emergência, deixam de estar limitados direitos, garantias e liberdades. Tal como aconteceu no ano passado, o país pode passar para o estado de calamidade, em que ainda é possível impor restrições à circulação e fechar estabelecimentos. No entanto, o Presidente da República deixa de intervir e quem decide passa a ser o Governo ou as autarquias.
O Presidente da República avisa que, se for necessário, não hesitárá em voltar a decretar o estado de emergência. Adverte também que as medidas do Governo para conter a pandemia devem manter-se.
O que pensam os partidos
Os partidos de esquerda concordam com a não renovação do estado de emergência. O PS diz que o Governo tem instrumentos para tomar as medidas necessárias.
Os partidos de direita também concordam. O PSD defende, ainda assim, que o Governo deve manter a pandemia controlada. O Parlamento discute esta quarta-feira o fim do estado de emergência. Pela primeira vez, há consenso no plenário: todos os partidos concordam com o fim da medida.
Os deputados vão ainda discutir um relatório sobre a aplicação do estado de emergência no período de 17 a 31 de março deste ano. A reunião plenária tem início às 15h00.
O quadro em Portugal
O último boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde, conhecido ao início da tarde de terça-feira, reportou mais cinco mortes associadas à Covid-19. São 16.970 desde o início da pandemia
Havia ontem registo de 353 novas infeções, num total acumulado de 834.991.
Estavam internadas 346 pessoas, das quais 86 em unidades de cuidados intensivos.
O quadro internacional
A pandemia da Covid-19 provocou pelo menos 3.122.150 mortes, resultantes de mais de 147,7 milhões de casos de infeção, de acordo com o balanço em permanente atualização por parte da agência France Presse.
Começou a chegar a ajuda internacional à Índia. Os hospitais atingiram o ponto de rotura e muitas pessoas morrem à porta sem serem sequer admitidas.