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"Acusações do director-desportivo da LA-MSS sem pés nem cabeça"
O presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo (FPC) considerou esta quinta-feira as acusações do director-desportivo da LA-MSS "sem pés nem cabeça", defendendo a seriedade do organismo que dirige e do Conselho Nacional Antidopagem (CNAD). disse Artur Lopes
"Isso é uma situação sem pés nem cabeça. É completamente falso, mais um boato como outro qualquer. Qualquer atleta, de qualquer clube, sobre o qual recebamos qualquer informação relativa a doping merece o mesmo tratamento e as situações têm o seu seguimento", disse Artur Lopes.
Em causa estão as alegações do responsável técnico da equipa LA-MSS, Manuel Zeferino, sugerindo que a FPC estava a encobrir um caso de análise antidoping positiva de um atleta do Benfica, em entrevista publicada no Diário de Notícias.
"Não temos comentários a fazer porque isso vai ser tratado nos locais próprios e pelas entidades competentes", afirmou à Lusa Justino Curto, "manager" da equipa de ciclismo "encarnada".
Zeferino, vencedor da Volta a Portugal como atleta em 1981 e quatro vezes nos últimos sete anos como director-desportivo, está suspenso preventivamente desde 27 de Junho, assim como outros oito elementos da equipa profissional do Póvoa Cycling Club (PCC) - a LA-MSS -, após terem sido alvo de apreensões de material suspeito da prática de doping, numa operação da Polícia Judiciária e do CNAD em 19 de Maio.
O director-desportivo da equipa poveira já se tinha mostrado desiludido com a exclusão da Volta aPortugal de bicicleta, anunciada terça-feira pela organizadora da corrida - a PAD/João Lagos Sports -, considerando tratar-se de "golpes baixos" e lembrando dois casos de doping no Benfica.
Sérgio Ribeiro e do espanhol José Pecharroman foram despedidos por quebra dos seus deveres contratuais em 2007 pela Benfica-Lagos Bike, conjunto detido por aquela empresa do grupo João Lagos Sports.
O presidente do PCC e principal patrocinador, o empresário responsável pela LA Alumínios, Luís Almeida, foi outro dos elementos suspensos pelo Conselho Disciplinar da FPC, tal como o médico espanhol Marcos Maynar, o massagista Paulo Silva e os corredores Pedro Cardoso, Afonso Azevedo, Cláudio Faria, Tiago Silva e Rogério Baptista.
Em causa estão as alegações do responsável técnico da equipa LA-MSS, Manuel Zeferino, sugerindo que a FPC estava a encobrir um caso de análise antidoping positiva de um atleta do Benfica, em entrevista publicada no Diário de Notícias.
"Não temos comentários a fazer porque isso vai ser tratado nos locais próprios e pelas entidades competentes", afirmou à Lusa Justino Curto, "manager" da equipa de ciclismo "encarnada".
Zeferino, vencedor da Volta a Portugal como atleta em 1981 e quatro vezes nos últimos sete anos como director-desportivo, está suspenso preventivamente desde 27 de Junho, assim como outros oito elementos da equipa profissional do Póvoa Cycling Club (PCC) - a LA-MSS -, após terem sido alvo de apreensões de material suspeito da prática de doping, numa operação da Polícia Judiciária e do CNAD em 19 de Maio.
O director-desportivo da equipa poveira já se tinha mostrado desiludido com a exclusão da Volta aPortugal de bicicleta, anunciada terça-feira pela organizadora da corrida - a PAD/João Lagos Sports -, considerando tratar-se de "golpes baixos" e lembrando dois casos de doping no Benfica.
Sérgio Ribeiro e do espanhol José Pecharroman foram despedidos por quebra dos seus deveres contratuais em 2007 pela Benfica-Lagos Bike, conjunto detido por aquela empresa do grupo João Lagos Sports.
O presidente do PCC e principal patrocinador, o empresário responsável pela LA Alumínios, Luís Almeida, foi outro dos elementos suspensos pelo Conselho Disciplinar da FPC, tal como o médico espanhol Marcos Maynar, o massagista Paulo Silva e os corredores Pedro Cardoso, Afonso Azevedo, Cláudio Faria, Tiago Silva e Rogério Baptista.