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Árbitra Raquel Portela nomeada para o Europeu de voleibol após final da Taça CEV
A árbitra portuguesa de voleibol Raquel Portela vive “um momento ímpar”, com finais da Taça CEV e nomeações para a Liga das Nações e, agora, Europeu feminino, e disse hoje à Lusa que o sonho passa por Jogos Olímpicos.
“Tem sido complicado assimilar tanta informação. Ainda não estava em mim com a indicação para a VNL [Liga das Nações] e a final da Taça CEV quando recebi a nomeação para o Campeonato da Europa. Tem sido emotivo e incrível”, disse Raquel Portela, reagindo à inédita e recente nomeação para a prova continental.
A dias de completar 43 anos, na quarta-feira, Raquel Portela viveu uma semana de emoções fortes como segundo árbitro na final masculina da Taça CEV, após ter sido primeiro na feminina de 2025, e com a nomeação para o Europeu feminino de 2026.
Já em março, Raquel Portela, em estreia, foi confirmada para a Liga das Nações, juntamente com o ‘repetente’ Ricardo Ferreira, o que coloca a arbitragem portuguesa no epicentro da prova mais prestigiada do calendário anual da modalidade.
Recém-chegada de Itália da final da Taça CEV, na quarta-feira, que os italianos do Piacenza ergueram frente aos alemães do SVG Lüneburg, Raquel Portela dirigiu o quinto e decisivo jogo das meias-finais do campeonato feminino, entre o FC Porto e o Benfica (3-1), na quinta-feira, no Dragão Arena.
Antes do jogo, a árbitra da Associação de Voleibol do Porto foi informada que irá integrar o lote restrito das cinco juízes que vão estar em todo o Europeu feminino, a decorrer de 21 de agosto a 06 de setembro, e que irá contar com a participação de Portugal.
“Fui informada pelo Conselho Europeu de Arbitragem da CEV [Confederação Europeia de Voleibol] que vou ficar até ao final. Desde o principio do Europeu, que irá contar com a seleção portuguesa, até ao fim. É incrível”, referiu a árbitra.
Esta nomeação acresce à já conhecida para a Liga das Nações, na qual Raquel Portela irá integrar um grupo em Hong Kong, na China, durante a terceira semana da vertente feminina da prova, a decorrer entre 08 e 12 de julho.
A árbitra portuense foi também promovida esta época ao grupo de mentoria da CEV, de onde saem os juízes preparados para dirigir jogos da Liga dos Campeões, passo que, atendendo às partidas que tem realizados e nomeações para provas, espera “poder ser dado em breve”.
“Há sempre algo ainda para vir. Mas alcançar o que alcancei em tão pouco tempo tem sido inacreditável, sustentou a árbitra internacional lusa, que espera um dia chegar ao patamar dos Jogos Olímpicos.
A primeira árbitra portuguesa a dirigir uma final de uma competição europeia sonha um dia marcar presença nos Jogos Olímpicos, mas tem consciência que, para lá chegar, precisa de “dirigir muitos jogos e continuar a somar nomeações”.
A dias de completar 43 anos, na quarta-feira, Raquel Portela viveu uma semana de emoções fortes como segundo árbitro na final masculina da Taça CEV, após ter sido primeiro na feminina de 2025, e com a nomeação para o Europeu feminino de 2026.
Já em março, Raquel Portela, em estreia, foi confirmada para a Liga das Nações, juntamente com o ‘repetente’ Ricardo Ferreira, o que coloca a arbitragem portuguesa no epicentro da prova mais prestigiada do calendário anual da modalidade.
Recém-chegada de Itália da final da Taça CEV, na quarta-feira, que os italianos do Piacenza ergueram frente aos alemães do SVG Lüneburg, Raquel Portela dirigiu o quinto e decisivo jogo das meias-finais do campeonato feminino, entre o FC Porto e o Benfica (3-1), na quinta-feira, no Dragão Arena.
Antes do jogo, a árbitra da Associação de Voleibol do Porto foi informada que irá integrar o lote restrito das cinco juízes que vão estar em todo o Europeu feminino, a decorrer de 21 de agosto a 06 de setembro, e que irá contar com a participação de Portugal.
“Fui informada pelo Conselho Europeu de Arbitragem da CEV [Confederação Europeia de Voleibol] que vou ficar até ao final. Desde o principio do Europeu, que irá contar com a seleção portuguesa, até ao fim. É incrível”, referiu a árbitra.
Esta nomeação acresce à já conhecida para a Liga das Nações, na qual Raquel Portela irá integrar um grupo em Hong Kong, na China, durante a terceira semana da vertente feminina da prova, a decorrer entre 08 e 12 de julho.
A árbitra portuense foi também promovida esta época ao grupo de mentoria da CEV, de onde saem os juízes preparados para dirigir jogos da Liga dos Campeões, passo que, atendendo às partidas que tem realizados e nomeações para provas, espera “poder ser dado em breve”.
“Há sempre algo ainda para vir. Mas alcançar o que alcancei em tão pouco tempo tem sido inacreditável, sustentou a árbitra internacional lusa, que espera um dia chegar ao patamar dos Jogos Olímpicos.
A primeira árbitra portuguesa a dirigir uma final de uma competição europeia sonha um dia marcar presença nos Jogos Olímpicos, mas tem consciência que, para lá chegar, precisa de “dirigir muitos jogos e continuar a somar nomeações”.