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Atletismo/Europeus. Dongmo e Inchude esperavam mais do que quinto e sexto lugares
As lançadoras Auriol Dongmo e Jessica Inchude assumiram hoje a tristeza com os quinto e sexto lugares na final do lançamento do peso dos Campeonatos da Europa de atletismo, em Birmingham, onde a também portuguesa Eliana Bandeira também esperava melhor do que o 12.º posto.
Auriol Dongmo, vice-campeã europeia em 2022, ano em que se sagrou campeã mundial ‘indoor’, terminou no quinto lugar, com 19,05 metros, na terceira tentativa, uma marca 12 centímetros abaixo do seu melhor arremesso do ano.
A atleta do Sporting, de 36 anos, começou a final com 18,46, prosseguiu com um nulo e assegurou um lugar entre as oito primeiras com os 19,05 do seu melhor lançamento no concurso, que finalizou com 19,01 e 18,97, por duas vezes.
“Sinceramente, não sei o que aconteceu, porque, às vezes, não depende só da nossa forma, também um bocadinho da sorte. Acabei por aquecer bem, mas, durante a prova, nunca consegui encaixar o peso como deve ser. Não correu como estava à espera”, admitiu Auriol Dongmo, na zona mista do Alexander Stadium.
A neerlandesa Jessica Schilder conquistou a medalha de ouro pela terceira vez seguida, com os 20,73 do seu sexto e último lançamento, já depois de ter assegurado o triunfo, com 20,52, relegando a sua compatriota Jorinde van Klinken para o segundo lugar, com os 19,64 do seu novo recorde pessoal, e a alemã Yemisi Mabry para o terceiro, com 19,50.
“Estava sentir que podia fazer muito mais, porque consegui no aquecimento, mas acho que faltou o clique para dar a este resultado um sabor mais agradável. Sei que podia e fazer mais, que podia ganhar uma medalha, mas não correu como estava à espera e, agora, não posso fazer mais nada”, lamentou a detentora do recorde nacional (20,43, em 2022), assegurando que “estava bem”, apesar de ter estado três meses lesionada: “Para mim, não chegou”.
Igualmente desiludida estava a companheira no Sporting Jessica Inchude, que terminou no sexto lugar, com 18,57, no quinto lançamento, a mais de um metro do seu recorde pessoal, alcançado já este ano.
“É complicado quando se vem com uma das melhores marcas e, depois, chegamos à final e não conseguimos atingir o que nós queríamos. Estava a sentir-me um bocadinho cansada, mas, mesmo assim, conseguia fazer melhor. Por isso, hoje, para mim, foi um dia triste, não vou mentir”, admitiu a lançadora ‘leonina’, de 30 anos.
Mesmo assim, melhorou o nono lugar nos últimos dois Europeus, sem que tenha conseguido o objetivo de melhorar o recorde pessoal.
“A marca não saiu e eu fiquei bastante desiludida, porque estava consistente acima dos 19 e achei que seria fácil lançar ali acima dos 19 e lutar com as medalhadas e pronto, é mesmo dececionante para mim”, resumiu, lamentando ainda mais a proximidade com o bronze: “O terceiro podia ser um lugar bastante acessível, mas não deu”.
Eliana Bandeira, de 30 anos, concluiu a final no 12.º lugar, o mesmo que obteve na qualificação, mas com um ensaio a 17,20, menos 32 centímetros do que conseguiu de manhã.
“Fiquei aquém do que queria fazer numa final. Obviamente, estou grata pela jornada e tenho de erguer a cabeça para trabalhar mais e melhor no próximo ano. Eu acho que é esplêndido Portugal ter três lançadoras numa final e eu estou feliz por contribuir para a evolução desta disciplina”, reconheceu Bandeira, apesar de ter ficado bastante distante do seu melhor registo (18,95), conseguido já esta temporada.
A atleta do Sporting, de 36 anos, começou a final com 18,46, prosseguiu com um nulo e assegurou um lugar entre as oito primeiras com os 19,05 do seu melhor lançamento no concurso, que finalizou com 19,01 e 18,97, por duas vezes.
“Sinceramente, não sei o que aconteceu, porque, às vezes, não depende só da nossa forma, também um bocadinho da sorte. Acabei por aquecer bem, mas, durante a prova, nunca consegui encaixar o peso como deve ser. Não correu como estava à espera”, admitiu Auriol Dongmo, na zona mista do Alexander Stadium.
A neerlandesa Jessica Schilder conquistou a medalha de ouro pela terceira vez seguida, com os 20,73 do seu sexto e último lançamento, já depois de ter assegurado o triunfo, com 20,52, relegando a sua compatriota Jorinde van Klinken para o segundo lugar, com os 19,64 do seu novo recorde pessoal, e a alemã Yemisi Mabry para o terceiro, com 19,50.
“Estava sentir que podia fazer muito mais, porque consegui no aquecimento, mas acho que faltou o clique para dar a este resultado um sabor mais agradável. Sei que podia e fazer mais, que podia ganhar uma medalha, mas não correu como estava à espera e, agora, não posso fazer mais nada”, lamentou a detentora do recorde nacional (20,43, em 2022), assegurando que “estava bem”, apesar de ter estado três meses lesionada: “Para mim, não chegou”.
Igualmente desiludida estava a companheira no Sporting Jessica Inchude, que terminou no sexto lugar, com 18,57, no quinto lançamento, a mais de um metro do seu recorde pessoal, alcançado já este ano.
“É complicado quando se vem com uma das melhores marcas e, depois, chegamos à final e não conseguimos atingir o que nós queríamos. Estava a sentir-me um bocadinho cansada, mas, mesmo assim, conseguia fazer melhor. Por isso, hoje, para mim, foi um dia triste, não vou mentir”, admitiu a lançadora ‘leonina’, de 30 anos.
Mesmo assim, melhorou o nono lugar nos últimos dois Europeus, sem que tenha conseguido o objetivo de melhorar o recorde pessoal.
“A marca não saiu e eu fiquei bastante desiludida, porque estava consistente acima dos 19 e achei que seria fácil lançar ali acima dos 19 e lutar com as medalhadas e pronto, é mesmo dececionante para mim”, resumiu, lamentando ainda mais a proximidade com o bronze: “O terceiro podia ser um lugar bastante acessível, mas não deu”.
Eliana Bandeira, de 30 anos, concluiu a final no 12.º lugar, o mesmo que obteve na qualificação, mas com um ensaio a 17,20, menos 32 centímetros do que conseguiu de manhã.
“Fiquei aquém do que queria fazer numa final. Obviamente, estou grata pela jornada e tenho de erguer a cabeça para trabalhar mais e melhor no próximo ano. Eu acho que é esplêndido Portugal ter três lançadoras numa final e eu estou feliz por contribuir para a evolução desta disciplina”, reconheceu Bandeira, apesar de ter ficado bastante distante do seu melhor registo (18,95), conseguido já esta temporada.