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Audrey Werro bate Femke Bol, mas falha histórico recorde mundial dos 800 metros
A suíça Audrey Werro bateu hoje a neerlandesa Femke Bol nos 800 metros do 65th Ostrava Golden Spike, na República Checa, porém falhou o histórico recorde do mundo que dura há 43 anos.
A helvética, de apenas 22 anos, tem assumido a vontade de superar os 1.53,28 minutos de Jarmila Kratochvílová, da antiga Checoslováquia, fixados em 1983: concluiu o seu desempenho em 1.54,45.
“O recorde mundial é, sem dúvida, um dos meus sonhos. Sei que posso batê-lo, porque estou a apenas uma fração desse tempo. Mas não quero colocar pressão em mim mesma. Acho que vou acabar por batê-lo em alguma prova. Se não for terça-feira, será noutro dia. Só quero correr e não pensar muito nisso", dissera Werro, na segunda-feira.
Werro, que há 10 dias se tornou na terceira mulher mais rápida de sempre na distância, com 1.53,98, em Estocolmo, contou com uma lebre, que fez a primeira volta abaixo dos 56 segundos, ainda assim ficaria a pouco mais de um segundo do objetivo, deixando Femke Bol, em estreia nesta distância, ao ar livre, em segundo, com 1.57,13.
"Adorei. Foi difícil correr com a Werry, mas diverti-me muito", disse, no fim, Femke Bol, campeã olímpica de estafetas mistas 4x400 metros, prata em equipas femininas e bronze nos 400 barreiras, mantendo o resultado de Tóquio2020, mas que recentemente, aos 26 anos, decidiu mudar a sua carreira para os 800 metros.
Nos invulgares 150 metros, o velocista norte-americano Noah Lyles, campeão olímpico dos 100 metros em Paris2024 e atual campeão do Mundo dos 200, estabeleceu um novo recorde mundial, em 14,67 segundos.
Lyles retirou 25 centésimos ao anterior registo, do jamaicano Kishane Thompson, com um registo de 14,92, conseguido em 04 de abril.
Quanto aos portugueses, Isaac Nader foi oitavo nos 1.000 metros, em 2.16,39, depois de entrar na reta da meta em terceiro, mas por dentro, tapado, acabando por ser superado por vários rivais na prova vencida pelo australiano Peter Bol, em 2.15,13, um novo recorde do seu país.
Já nos 1.500 metros, José Carlos Pinto foi também oitavo, em 3.36,72, em corrida ganha pelo norte-americano Vincent Ciattei.
“O recorde mundial é, sem dúvida, um dos meus sonhos. Sei que posso batê-lo, porque estou a apenas uma fração desse tempo. Mas não quero colocar pressão em mim mesma. Acho que vou acabar por batê-lo em alguma prova. Se não for terça-feira, será noutro dia. Só quero correr e não pensar muito nisso", dissera Werro, na segunda-feira.
Werro, que há 10 dias se tornou na terceira mulher mais rápida de sempre na distância, com 1.53,98, em Estocolmo, contou com uma lebre, que fez a primeira volta abaixo dos 56 segundos, ainda assim ficaria a pouco mais de um segundo do objetivo, deixando Femke Bol, em estreia nesta distância, ao ar livre, em segundo, com 1.57,13.
"Adorei. Foi difícil correr com a Werry, mas diverti-me muito", disse, no fim, Femke Bol, campeã olímpica de estafetas mistas 4x400 metros, prata em equipas femininas e bronze nos 400 barreiras, mantendo o resultado de Tóquio2020, mas que recentemente, aos 26 anos, decidiu mudar a sua carreira para os 800 metros.
Nos invulgares 150 metros, o velocista norte-americano Noah Lyles, campeão olímpico dos 100 metros em Paris2024 e atual campeão do Mundo dos 200, estabeleceu um novo recorde mundial, em 14,67 segundos.
Lyles retirou 25 centésimos ao anterior registo, do jamaicano Kishane Thompson, com um registo de 14,92, conseguido em 04 de abril.
Quanto aos portugueses, Isaac Nader foi oitavo nos 1.000 metros, em 2.16,39, depois de entrar na reta da meta em terceiro, mas por dentro, tapado, acabando por ser superado por vários rivais na prova vencida pelo australiano Peter Bol, em 2.15,13, um novo recorde do seu país.
Já nos 1.500 metros, José Carlos Pinto foi também oitavo, em 3.36,72, em corrida ganha pelo norte-americano Vincent Ciattei.