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Cavalos Lusitanos debutam nos Jogos Olímpicos
Pela primeira vez, a equitação nacional estará representada, apenas, com cavalos da raça Lusitana
O cavaleiro português Daniel Pinto declarou, à Lusa, que está pronto para entrar, quarta-feira, em acção na prova de ensino dos Jogos Olímpicos de Pequim, que vai ser disputada em Hong Kong.
"Está tudo bem e vou tentar cumprir os meus objectivos de pontuar na média que tenho feito neste ano e de continuar a trabalhar para o futuro já que estou a montar um cavalo novo neste tipo de provas", disse Daniel Pinto, que concorre com um baio escuro, o puro-sangue lusitano "Galopin de La Font".
Sublinhando que o cavalo "está bem", Daniel Pinto, o segundo a entrar na pista de Sha Tin, nos Novos Territórios de Hong Kong, não sente pressão por ser o primeiro português em prova e diz que quer "entrar e fazer o melhor possível", sem olhar ao lugar que lhe calhou.
"Tenho de estar concentrado no meu trabalho e não pensar que sou o primeiro ou segundo", afirmou.
No mesmo dia, em 17.º, entra, também, em prova Carlos Pinto, irmão mais velho de Daniel, com outro lusitano, um ruço, o "Notável Puy du Fou".
"O cavalo está muito relaxado e muito atento às minhas ajudas de orientação e por isso posso dizer que está tudo bem", afirmou Carlos Pinto.
Os cavaleiros portugueses prometem "fazer o melhor possível" e sempre recusaram definir metas, já que atingir os Jogos Olímpicos já foi uma vitória para Portugal que em equipas não estava em competição há cerca de 56 anos.
Trabalhar bem e chegar onde for possível é o lema, embora não escondam que as meias-finais seriam "obviamente um prazer e um prémio".
Miguel Ralão só vai exibir, quinta-feira. os dotes da sua égua ruana "Oxallys da Meia Lua", também da raça Lusitana.
De acordo com as previsões, o tempo, quarta e quinta-feira, deverá ser quente, mas sem chuva.
"Está tudo bem e vou tentar cumprir os meus objectivos de pontuar na média que tenho feito neste ano e de continuar a trabalhar para o futuro já que estou a montar um cavalo novo neste tipo de provas", disse Daniel Pinto, que concorre com um baio escuro, o puro-sangue lusitano "Galopin de La Font".
Sublinhando que o cavalo "está bem", Daniel Pinto, o segundo a entrar na pista de Sha Tin, nos Novos Territórios de Hong Kong, não sente pressão por ser o primeiro português em prova e diz que quer "entrar e fazer o melhor possível", sem olhar ao lugar que lhe calhou.
"Tenho de estar concentrado no meu trabalho e não pensar que sou o primeiro ou segundo", afirmou.
No mesmo dia, em 17.º, entra, também, em prova Carlos Pinto, irmão mais velho de Daniel, com outro lusitano, um ruço, o "Notável Puy du Fou".
"O cavalo está muito relaxado e muito atento às minhas ajudas de orientação e por isso posso dizer que está tudo bem", afirmou Carlos Pinto.
Os cavaleiros portugueses prometem "fazer o melhor possível" e sempre recusaram definir metas, já que atingir os Jogos Olímpicos já foi uma vitória para Portugal que em equipas não estava em competição há cerca de 56 anos.
Trabalhar bem e chegar onde for possível é o lema, embora não escondam que as meias-finais seriam "obviamente um prazer e um prémio".
Miguel Ralão só vai exibir, quinta-feira. os dotes da sua égua ruana "Oxallys da Meia Lua", também da raça Lusitana.
De acordo com as previsões, o tempo, quarta e quinta-feira, deverá ser quente, mas sem chuva.