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COP pretende dar trabalho a antigos atletas
O presidente do Comité Olímpico de Portugal (COP), José Manuel Constantino, disse esta sexta-feira que o organismo pretende “ser um exemplo”, dando emprego a antigos atletas olímpicos, que considerou serem “pessoas com competências únicas e variadas”.
José Manuel Constantino falava, na sede do organismo, no final da assinatura de protocolos com parceiros de emprego do Programa de Responsabilidade Social do COP, que garantirá oportunidades de emprego a atletas e ex-atletas olímpicos.
“Este projeto parece-nos muito importante porque ajuda a garantir empregabilidade a atletas que terminam as suas carreiras desportivas e que, por um conjunto de circunstâncias várias, muitos deles não tem inserção imediata no mercado de trabalho”, disse o presidente do COP.
José Manuel Constantino considerou que os atletas olímpicos são, pelas caraterísticas inerentes à preparação e competição desportiva, “pessoas com perfis de competência que valorizam as organizações para as quais estão a trabalhar”.
No âmbito dos protocolos hoje assinados, vão ser criadas três vagas de emprego, cujos atletas selecionados serão conhecidos em breve.
Além deste, o COP tem um outro programa de responsabilidade social no qual, em parceria com os Jogos Santa Casa, assegura bolsas de estudo para os atletas integrados no Programa de Preparação Olímpica Rio2016.
A assinatura de protocolos foi antecedida de uma palestra motivacional dada pelo antigo nadador brasileiro, Gustavo Borges, medalhado em três edições de Jogos Olímpicos.
Num tom bastante informal, Gustavo Borges considerou que a “fórmula do sucesso é sempre uma fórmula de somar, que deve conjugar fatores como disciplina, dedicação, superação de limites, força de vontade e determinação”.
O antigo nadador, que com 19 anos conquistou a medalha de prata nos 100 metros livres nos Jogos de Barcelona, em 1992, considerou que “fazer bem feito é fazer com excelência” num mundo onde “um centésimo de segundo pode fazer a diferença”.
“Este projeto parece-nos muito importante porque ajuda a garantir empregabilidade a atletas que terminam as suas carreiras desportivas e que, por um conjunto de circunstâncias várias, muitos deles não tem inserção imediata no mercado de trabalho”, disse o presidente do COP.
José Manuel Constantino considerou que os atletas olímpicos são, pelas caraterísticas inerentes à preparação e competição desportiva, “pessoas com perfis de competência que valorizam as organizações para as quais estão a trabalhar”.
No âmbito dos protocolos hoje assinados, vão ser criadas três vagas de emprego, cujos atletas selecionados serão conhecidos em breve.
Além deste, o COP tem um outro programa de responsabilidade social no qual, em parceria com os Jogos Santa Casa, assegura bolsas de estudo para os atletas integrados no Programa de Preparação Olímpica Rio2016.
A assinatura de protocolos foi antecedida de uma palestra motivacional dada pelo antigo nadador brasileiro, Gustavo Borges, medalhado em três edições de Jogos Olímpicos.
Num tom bastante informal, Gustavo Borges considerou que a “fórmula do sucesso é sempre uma fórmula de somar, que deve conjugar fatores como disciplina, dedicação, superação de limites, força de vontade e determinação”.
O antigo nadador, que com 19 anos conquistou a medalha de prata nos 100 metros livres nos Jogos de Barcelona, em 1992, considerou que “fazer bem feito é fazer com excelência” num mundo onde “um centésimo de segundo pode fazer a diferença”.