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Dinamarca elimina Espanha e está na final
A seleção nórdica teve um começo de campeonato de aflição, averbando duas derrotas, contra a Sérvia e a Polónia, na fase preliminar, mas chegou à semifinal com 144 golos marcados e 133 sofridos, contra os 143-130 da Espanha
Tal como no Mundial da Suécia, a Espanha ficou às portas da final, ao perder com a Dinamarca, por tangencial 25-24, esta sexta-feira, pagando caro o desacerto ofensivo durante a primeira parte.
Os espanhóis chegaram aos últimos segundos do encontro com a possibilidade de forçarem a disputa do prolongamento, mas o disparo final de Cristian Ugalde foi desviado por um defensor dinamarquês e saiu ao lado.
A Espanha entrou melhor, com os dinamarqueses a sentirem a falta dos lesionados Michael Knudsen e Noddesbo Jesper e a demonstrarem poucas soluções para furar a muralha defensiva contrária.
A falta de ideias continuou, até aos 14 minutos, quando os espanhóis venciam, por 7-3, e davam mostras de que podiam "carimbar" o passaporte para a final.
A Dinamarca acordou, então, da letargia inicial, acertou as marcações na defesa e apostou na velocidade, sobretudo em rápidos contra-ataques, reduzindo primeiro para 10-9, em apenas cinco minutos, para chegar ao final da primeira parte a vencer por 12-10.
No segundo tempo, nem a entrada de Iker Romero - longe do fulgor de há seis anos - chegou para salvar a Espanha, com a Dinamarca a elevar, primeiro, para 17-12, depois 18-17, antes dos espanhóis reporem a igualdade: 19-19.
Na reta final do encontro, os ibericos chegaram a estar a vencer, por 20-19, mas permitiram a reação dos nordicos, para 22-19, com os últimos momentos marcados pelo dramatismo, num encontro
em que o supervisor EHF foi o português Rui Coelho.
Os espanhóis chegaram aos últimos segundos do encontro com a possibilidade de forçarem a disputa do prolongamento, mas o disparo final de Cristian Ugalde foi desviado por um defensor dinamarquês e saiu ao lado.
A Espanha entrou melhor, com os dinamarqueses a sentirem a falta dos lesionados Michael Knudsen e Noddesbo Jesper e a demonstrarem poucas soluções para furar a muralha defensiva contrária.
A falta de ideias continuou, até aos 14 minutos, quando os espanhóis venciam, por 7-3, e davam mostras de que podiam "carimbar" o passaporte para a final.
A Dinamarca acordou, então, da letargia inicial, acertou as marcações na defesa e apostou na velocidade, sobretudo em rápidos contra-ataques, reduzindo primeiro para 10-9, em apenas cinco minutos, para chegar ao final da primeira parte a vencer por 12-10.
No segundo tempo, nem a entrada de Iker Romero - longe do fulgor de há seis anos - chegou para salvar a Espanha, com a Dinamarca a elevar, primeiro, para 17-12, depois 18-17, antes dos espanhóis reporem a igualdade: 19-19.
Na reta final do encontro, os ibericos chegaram a estar a vencer, por 20-19, mas permitiram a reação dos nordicos, para 22-19, com os últimos momentos marcados pelo dramatismo, num encontro
em que o supervisor EHF foi o português Rui Coelho.