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Diogo Barrigana eliminado dos Europeus de atletismo
O português Diogo Barrigana ficou pelas semifinais dos 400 metros barreiras dos Campeonatos da Europa de atletismo, em Birmingham, ao piorar o tempo conseguido nas eliminatórias, na terça-feira.
Diogo Barrigana cumpriu hoje a terceira série das ‘meias’ em 50,01 segundos, 24 centésimos de segundo mais lento do que na véspera, quando se estreou em Europeus com o segundo lugar numa das séries.
“Sim, ontem [na terça-feira] foi uma prova mais bem conseguida. Mesmo sem me ter esforçado ao máximo para conseguir a qualificação para hoje, obtive um resultado melhor. Não sei, não estava com todas as minhas capacidades, não me estava a sentir bem, mas, mesmo assim, entrei na pista a acreditar que era possível”, explicou o atleta do Sporting.
O barreirista, de 22 anos, que foi sexto na terceira semifinal, tinha apontado como objetivo melhorar o seu recorde pessoal de 49,34 segundos, mas o corpo “não respondeu como queria”.
“Esforcei-me e arrisquei o máximo que consegui. Portanto, saiu daqui com a vontade de voltar a trabalhar e preparar melhor um campeonato destes”, referiu.
Lamentando não ter tido “tanta força no fim”, como teve na terça-feira, Barrigana assumiu-se “orgulhoso, mas não satisfeito”, com o 20.º tempo entre os semifinalistas.
“Correr na pista interior é sempre um pouco mais difícil, as curvas são um pouco mais apertadas e correr em reta é mais fácil, e assim passamos mais tempo na curva, mas não me deixei abalar por isso. Sei que estou nuns grandes campeonatos, numa meia-final recheada dos melhores do mundo e só estar entre eles é um grande orgulho. Infelizmente, hoje fiz uma das piores corridas desta época. Certamente, no próximo campeonato, vou estar mais bem preparado”, assegurou.
Avançavam para a final, marcada para sexta-feira, os dois primeiros de cada uma das três semifinais, assim como os dois mais rápidos entre os restantes – o último foi o espanhol Jesús Delgado, com 48,37 segundos.
Os melhores desempenhos nacionais nos 400 metros barreiras continuam na posse de Pedro Rodrigues e Carlos Silva, que foram quartos classificados, em Helsínquia1994 e Budapeste1998, respetivamente.
“Sim, ontem [na terça-feira] foi uma prova mais bem conseguida. Mesmo sem me ter esforçado ao máximo para conseguir a qualificação para hoje, obtive um resultado melhor. Não sei, não estava com todas as minhas capacidades, não me estava a sentir bem, mas, mesmo assim, entrei na pista a acreditar que era possível”, explicou o atleta do Sporting.
O barreirista, de 22 anos, que foi sexto na terceira semifinal, tinha apontado como objetivo melhorar o seu recorde pessoal de 49,34 segundos, mas o corpo “não respondeu como queria”.
“Esforcei-me e arrisquei o máximo que consegui. Portanto, saiu daqui com a vontade de voltar a trabalhar e preparar melhor um campeonato destes”, referiu.
Lamentando não ter tido “tanta força no fim”, como teve na terça-feira, Barrigana assumiu-se “orgulhoso, mas não satisfeito”, com o 20.º tempo entre os semifinalistas.
“Correr na pista interior é sempre um pouco mais difícil, as curvas são um pouco mais apertadas e correr em reta é mais fácil, e assim passamos mais tempo na curva, mas não me deixei abalar por isso. Sei que estou nuns grandes campeonatos, numa meia-final recheada dos melhores do mundo e só estar entre eles é um grande orgulho. Infelizmente, hoje fiz uma das piores corridas desta época. Certamente, no próximo campeonato, vou estar mais bem preparado”, assegurou.
Avançavam para a final, marcada para sexta-feira, os dois primeiros de cada uma das três semifinais, assim como os dois mais rápidos entre os restantes – o último foi o espanhol Jesús Delgado, com 48,37 segundos.
Os melhores desempenhos nacionais nos 400 metros barreiras continuam na posse de Pedro Rodrigues e Carlos Silva, que foram quartos classificados, em Helsínquia1994 e Budapeste1998, respetivamente.
(Com Lusa)