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Europeus canoagem: Presidente da FPC destaca "êxito desportivo e organizativo"
O presidente da Federação Portuguesa de Canoagem (FPC), Ricardo Machado, fez hoje um balanço “muito positivo, quer em termos desportivos, quer organizativos” dos Europeus que decorreram até domingo em Montemor-o-Velho, Coimbra.
“Quatro medalhas – duas de ouro, uma de prata e outra de bronze – em evento que reúne os melhores do mundo e ainda várias tripulações próximas do pódio garantem o êxito desportivo, mas não esquecemos o tempo recorde no qual foi recuperada a operacionalidade da pista, bem como o sucesso organizativo, mais uma vez muito elogiado pelas instâncias internacionais”, disse.
Em declarações à Lusa, o dirigente falava do ouro e bronze de Fernando Pimenta em K1 5.000 e K1 1.000 metros, respetivamente, da prata de Messias Baptista, em K1 200, e do primeiro lugar, com direito a recorde da Europa, de Norberto Mourão, na classe adaptada de VL2 200.
“Sendo nós ambiciosos e conhecendo o valor e trabalho dos nossos atletas, claro que queríamos mais. Foi pena o K4 500 e o K2 500 terem ficado de fora do pódio, por margens irrisórias”, lamentou, destacando-se os 20 milésimos que separaram Gustavo Gonçalves, João Ribeiro, Messias Baptista e Pedro Casinha da prata. João e Messias também foram quartos em K2 e houve igualmente necessidade de foto-finish para se perceber os resultados.
A tempestade Kristin deixou o Centro de Alto Rendimento (CAR) de Montemor-o-Velho alagado e submerso, excetuando a parte superior da torre de controlo, porém, “em conjugação de esforços entre várias entidades”, foi possível recuperar a infraestrutura a tempo de receber os cerca de 600 canoístas de 39 países.
“Também em termos organizativos, mostrámos, novamente, o patamar de excelência da FP Canoagem, amplamente reconhecido internacionalmente, motivo pelo qual nos têm confiado a organização de diversas provas em diferentes especialidades”, concluiu.
O diretor técnico (DTN) da canoagem, Hélio Lucas, elogiou “um dos melhores europeus de sempre para Portugal”, recordando os “muitos pontos amealhados” para o novo sistema de apuramento olímpico, agora através de ranking internacional.
“Temos de enquadrar estes Europeus sempre nessa nova perspetiva. Enquanto nos outros anos boa parte dos países se focava essencialmente para o Campeonato do Mundo, agora, todas as provas internacionais contam”, reforçou.
Destacou o facto de as principais embarcações K1 1.000, K2 500 e K4 400 se terem classificado “até ao quarto lugar”, algo que revela o seu “imenso valor”, ainda assim, “confiante de que esses resultados podem melhorar nos Mundiais”, que vão decorrer no fim de agosto, na Polónia.
Destacou ainda os “bons indicadores” dados pelas canoas femininas, “sempre nas finais”, bem como nos caiaques femininos, destacando-se a olímpica Teresa Portela com a jovem Clara Duarte, 12.ª em K2 500.
Portugal concluiu o medalheiro no sétimo lugar, com um ouro, uma prata e um bronze, enquanto na paracanoagem partilhou o terceiro lugar, com um ouro, com a Ucrânia e a Geórgia.
Em declarações à Lusa, o dirigente falava do ouro e bronze de Fernando Pimenta em K1 5.000 e K1 1.000 metros, respetivamente, da prata de Messias Baptista, em K1 200, e do primeiro lugar, com direito a recorde da Europa, de Norberto Mourão, na classe adaptada de VL2 200.
“Sendo nós ambiciosos e conhecendo o valor e trabalho dos nossos atletas, claro que queríamos mais. Foi pena o K4 500 e o K2 500 terem ficado de fora do pódio, por margens irrisórias”, lamentou, destacando-se os 20 milésimos que separaram Gustavo Gonçalves, João Ribeiro, Messias Baptista e Pedro Casinha da prata. João e Messias também foram quartos em K2 e houve igualmente necessidade de foto-finish para se perceber os resultados.
A tempestade Kristin deixou o Centro de Alto Rendimento (CAR) de Montemor-o-Velho alagado e submerso, excetuando a parte superior da torre de controlo, porém, “em conjugação de esforços entre várias entidades”, foi possível recuperar a infraestrutura a tempo de receber os cerca de 600 canoístas de 39 países.
“Também em termos organizativos, mostrámos, novamente, o patamar de excelência da FP Canoagem, amplamente reconhecido internacionalmente, motivo pelo qual nos têm confiado a organização de diversas provas em diferentes especialidades”, concluiu.
O diretor técnico (DTN) da canoagem, Hélio Lucas, elogiou “um dos melhores europeus de sempre para Portugal”, recordando os “muitos pontos amealhados” para o novo sistema de apuramento olímpico, agora através de ranking internacional.
“Temos de enquadrar estes Europeus sempre nessa nova perspetiva. Enquanto nos outros anos boa parte dos países se focava essencialmente para o Campeonato do Mundo, agora, todas as provas internacionais contam”, reforçou.
Destacou o facto de as principais embarcações K1 1.000, K2 500 e K4 400 se terem classificado “até ao quarto lugar”, algo que revela o seu “imenso valor”, ainda assim, “confiante de que esses resultados podem melhorar nos Mundiais”, que vão decorrer no fim de agosto, na Polónia.
Destacou ainda os “bons indicadores” dados pelas canoas femininas, “sempre nas finais”, bem como nos caiaques femininos, destacando-se a olímpica Teresa Portela com a jovem Clara Duarte, 12.ª em K2 500.
Portugal concluiu o medalheiro no sétimo lugar, com um ouro, uma prata e um bronze, enquanto na paracanoagem partilhou o terceiro lugar, com um ouro, com a Ucrânia e a Geórgia.