Mais Modalidades
Atletismo
Europeus de atletismo. Emanuel Sousa termina qualificação no disco no 19.º lugar
Emanuel Sousa, o único representante português no lançamento do disco em Europeus de atletismo desde 1954, terminou hoje a qualificação no 19.º lugar, com um arremesso a 58,01 metros.
O recordista nacional, com 67,51 desde o ano passado, repetiu a presença nos campeonatos continentais de Roma2024, quando promoveu o regresso português ao concurso, após o polícia luso Manuel Silva ter sido 18.º em Berna1954.
Hoje, Emanuel Sousa começou a qualificação com um nulo e evoluindo para 57,13 e 58,01 metros, nos lançamentos seguintes, terminando no 19.º posto, a mais de quatro metros da marca do último apurado para a final, marcada para quinta-feira, às 20:45, o neerlandês Ruben Rolvink (62,19).
Apesar de ter melhorado do 27.º posto na estreia em Europeus, na capital italiana, Emanuel Sousa não sai satisfeito do Alexander Stadium, em Birmingham.
“Eu acho que não é nenhum bloqueio, eu sei que estou pronto para chegar e fazer, mas, sem que consiga explicar, há dias em que, por melhor que se esteja física e emocionalmente, não consigo replicar. Se for um segredo, eu vou tentar descobrir, porque preciso de estar na competição a fazer o que posso”, vincou o lançador, que tem 65,44 metros como melhor marca em 2026.
Emanuel Sousa tem sido o discóbolo de referência em Portugal, sentido “prazer em mostrar que é possível” competir nesta especialidade.
“Eu não sinto responsabilidade, mas quero mostrar que também podemos estar ao nível dos melhores. Eu quero sempre mais e também melhorar o nível do disco em Portugal. Não tem sido fácil cativar alguém, mesmo explicando que eu era fininho, que toda a gente queria que eu fosse para o decatlo, e estou aqui, a lançar”, afirmou.
Além dos dois Europeus, Emanuel Sousa levou ainda Portugal pela primeira vez ao concurso de lançamento do disco a Mundiais, em Tóquio2025, numa participação que se saldou com o 34.º lugar.
Hoje, Emanuel Sousa começou a qualificação com um nulo e evoluindo para 57,13 e 58,01 metros, nos lançamentos seguintes, terminando no 19.º posto, a mais de quatro metros da marca do último apurado para a final, marcada para quinta-feira, às 20:45, o neerlandês Ruben Rolvink (62,19).
“Esta época, foquei-me mais em ganhar consistência e consegui mostrá-lo em todas as competições, sempre entre os 60 e 65 metros – foi o que fiz toda a época – e hoje a ideia era essa. Sinto-me superperfeito, tranquilo e muito bem, mas, lá dentro, simplesmente, não consegui replicar o que tenho feito nos treinos e nas outras competições”, admitiu o atleta do Benfica, de 27 anos.
Apesar de ter melhorado do 27.º posto na estreia em Europeus, na capital italiana, Emanuel Sousa não sai satisfeito do Alexander Stadium, em Birmingham.
“Eu acho que não é nenhum bloqueio, eu sei que estou pronto para chegar e fazer, mas, sem que consiga explicar, há dias em que, por melhor que se esteja física e emocionalmente, não consigo replicar. Se for um segredo, eu vou tentar descobrir, porque preciso de estar na competição a fazer o que posso”, vincou o lançador, que tem 65,44 metros como melhor marca em 2026.
Emanuel Sousa tem sido o discóbolo de referência em Portugal, sentido “prazer em mostrar que é possível” competir nesta especialidade.
“Eu não sinto responsabilidade, mas quero mostrar que também podemos estar ao nível dos melhores. Eu quero sempre mais e também melhorar o nível do disco em Portugal. Não tem sido fácil cativar alguém, mesmo explicando que eu era fininho, que toda a gente queria que eu fosse para o decatlo, e estou aqui, a lançar”, afirmou.
Além dos dois Europeus, Emanuel Sousa levou ainda Portugal pela primeira vez ao concurso de lançamento do disco a Mundiais, em Tóquio2025, numa participação que se saldou com o 34.º lugar.