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Europeus de atletismo. Patrícia Silva e Salomé Afonso rumam à final dos 1.500 metros
As portuguesas Patrícia Silva e Salomé Afonso qualificaram-se hoje para a final dos 1.500 metros dos Campeonatos da Europa de atletismo, com o primeiro e terceiro lugares nas séries das eliminatórias, respetivamente.
Patrícia Silva venceu a segunda série, em 04.08,17 minutos, o melhor tempo das eliminatórias, enquanto Salomé Afonso assegurou um dos seis lugares de apuramento com o terceiro posto na primeira, com 04.10,07, o 11.º desta fase.
Com o terceiro tempo entre as inscritas, a atleta do Sporting, de 26 anos, experimentou a novidade de liderar toda a corrida.
“Normalmente, não sou uma corredora que faz a prova na frente, mas acabei por ficar ali, numa situação um bocadinho nova para mim, sem ver ninguém, foi um bocadinho assustador, porque nunca sabemos quem é que vem e com que força, sendo que eu sabia que tinha de ser forte no fim”, explicou a Patrícia Silva, medalha de bronze nos 800 metros dos Mundiais Nanjing2025 em pista curta.
A atleta natural do Cartaxo aguentou a pressão na reta da meta, impondo-se à irlandesa Sarah Healy e à francesa Agathe Guillemot, que terminaram praticamente ‘coladas’, a dois e sete centésimos da portuguesa, respetivamente.
“Hoje deparei-me com esta situação de estar na frente, não é um posição que me seja muito natural, mas a verdade é que para ganhar corridas temos de estar à frente e, pronto, hoje foi o meu dia de ir à frente, felizmente consegui terminar à frente. Se for preciso, amanhã [no domingo] faço igual, e logo vemos como corre”, reconheceu,
Também na zona mista do Alexander Stadium, após assegurar a presença na final dos 1.500 metros, no domingo, sétimo e último dia dos Europeus, a partir das 21:13, Salomé Afonso admitiu alguma ansiedade antes de ouvir o tiro de partida.
“De facto, estava particularmente nervosa. Em Mundiais, esperamos uma prova mais rápida, que filtra muito os atletas que se qualificam, enquanto, nos Europeus, é sempre mais aberto e as qualificações que parecem acessíveis, por vezes, tornam-se um jogo de cartas em que quem tem a melhor tática é que passa”, começou por descrever a atleta do Benfica.
A lisboeta, medalha de prata nos 1.500 e bronze nos 3.000 nos Europeus em pista curta Apeldoorn2025, partilhou, nas declarações aos jornalistas, estar “muito aliviada”.
“Na final, é acreditar muito, confiar muito em mim, porque a época de ar livre não tem sido o que eu esperava. No entanto, o treino tem sido muito bom, estou completamente saudável e, portanto, só tenho de confiar no processo e acreditar que na final vai ser materializado tudo aquilo que ainda não foi”, pressagiou.
Salomé Afonso chegou a Birmingham com o 14.º tempo do ano (04.01,84) entre as inscritas, numa distância em que, este ano, apenas cinco europeias correram abaixo dos quatro minutos, entre elas Patrícia Silva (3.58,74), a britânica favoritíssima Georgia Hunter Bell (03.55,63) e a francesa Agathe Guillemot (03.56,34).
A recordista nacional Carla Sacramento detém o melhor resultado português em Europeus, com o segundo lugar em Budapeste1998, quando Rui Silva, o pai de Patrícia Silva, também conquistou a prata.
Com o terceiro tempo entre as inscritas, a atleta do Sporting, de 26 anos, experimentou a novidade de liderar toda a corrida.
“Normalmente, não sou uma corredora que faz a prova na frente, mas acabei por ficar ali, numa situação um bocadinho nova para mim, sem ver ninguém, foi um bocadinho assustador, porque nunca sabemos quem é que vem e com que força, sendo que eu sabia que tinha de ser forte no fim”, explicou a Patrícia Silva, medalha de bronze nos 800 metros dos Mundiais Nanjing2025 em pista curta.
A atleta natural do Cartaxo aguentou a pressão na reta da meta, impondo-se à irlandesa Sarah Healy e à francesa Agathe Guillemot, que terminaram praticamente ‘coladas’, a dois e sete centésimos da portuguesa, respetivamente.
“Hoje deparei-me com esta situação de estar na frente, não é um posição que me seja muito natural, mas a verdade é que para ganhar corridas temos de estar à frente e, pronto, hoje foi o meu dia de ir à frente, felizmente consegui terminar à frente. Se for preciso, amanhã [no domingo] faço igual, e logo vemos como corre”, reconheceu,
Também na zona mista do Alexander Stadium, após assegurar a presença na final dos 1.500 metros, no domingo, sétimo e último dia dos Europeus, a partir das 21:13, Salomé Afonso admitiu alguma ansiedade antes de ouvir o tiro de partida.
“De facto, estava particularmente nervosa. Em Mundiais, esperamos uma prova mais rápida, que filtra muito os atletas que se qualificam, enquanto, nos Europeus, é sempre mais aberto e as qualificações que parecem acessíveis, por vezes, tornam-se um jogo de cartas em que quem tem a melhor tática é que passa”, começou por descrever a atleta do Benfica.
A lisboeta, medalha de prata nos 1.500 e bronze nos 3.000 nos Europeus em pista curta Apeldoorn2025, partilhou, nas declarações aos jornalistas, estar “muito aliviada”.
“Na final, é acreditar muito, confiar muito em mim, porque a época de ar livre não tem sido o que eu esperava. No entanto, o treino tem sido muito bom, estou completamente saudável e, portanto, só tenho de confiar no processo e acreditar que na final vai ser materializado tudo aquilo que ainda não foi”, pressagiou.
Salomé Afonso chegou a Birmingham com o 14.º tempo do ano (04.01,84) entre as inscritas, numa distância em que, este ano, apenas cinco europeias correram abaixo dos quatro minutos, entre elas Patrícia Silva (3.58,74), a britânica favoritíssima Georgia Hunter Bell (03.55,63) e a francesa Agathe Guillemot (03.56,34).
A recordista nacional Carla Sacramento detém o melhor resultado português em Europeus, com o segundo lugar em Budapeste1998, quando Rui Silva, o pai de Patrícia Silva, também conquistou a prata.