Mais Modalidades
Atletismo
Europeus: Salomé Afonso prata nos 1500 metros
A portuguesa Salomé Afonso sagrou-se vice-campeã nos 1500 metros nos Campeonatos da Europa em pista coberta, em Apeldoorn, nos Países Baixos, onde Patrícia Silva foi sétima classificada.
Salomé Afonso conquistou a 30.ª medalha nacional em Europeus 'indoor', ao concluir as sete voltas e meia à pista neerlandesa em 04.07,66 minutos, atrás da francesa Agathe Guillemot (04.07,23), que chegou ao título, impondo-se à britânica Revee Walcott-Nolan, terceira (04.08,45).
Na mesma final, Patrícia Silva terminou no sétimo posto, com o tempo de 04.09,97.
Na mesma final, Patrícia Silva terminou no sétimo posto, com o tempo de 04.09,97.
Carla Sacramento permanece a recordista nacional da distância, com o tempo de 04.04,11 minutos, alcançados em Liévin, em França, no dia 25 de fevereiro de 2001, e detentora da melhor classificação lusa nesta distância em Europeus ‘indoor’, com a vitória em Estocolmo1996.
"Fogo! Finalmente!"
Salomé Afonso foi efusiva nas declarações prestadas na zona mista da Arena Omnisport Apeldoorn, após terminar as sete voltas e meia à pista neerlandesa que lhe valeram a medalha de prata. “Há a libertação de: 'Fogo, finalmente!' Eu sabia que isto estava a chegar”, desabafou a atleta do Benfica.
Invariavelmente, Salomé Afonso confessava a desilusão nos balanços das suas provas internacionais, o que espera ter deixado para trás das costas.
“Foi um ‘mix’ de: não acredito que fui medalha de prata, mas sim, acredito, porque trabalhei muito. Desde que comecei com o [treinador] Enrique [Pascual Oliva] o processo mudou [n.d.r.: 180]graus. Há muito que sabia que podia fazer este tipo de resultado. Se acreditar em mim, for relaxada, for eu mesma, pode sair uma coisa interessante, e consegui. Já esperava há muito tempo”, reconheceu.
Agora, “ganhar uma medalha é como passar uma final”: “Quando fazemos pela primeira vez, é mais fácil, porque pensamos que conseguimos”, vincou.
“Posso ser mesmo sincera? Vim para a prova a pensar que podia ser medalhada. Sabia que havia duas atletas, a [britânica] Georgia Hunter Bell [que acabou por terminar em quarto] e a Agathe, que acabou por ser campeã da Europa, com essa confiança que eu ainda não tinha atingido. Mas nunca achei que não fosse favorita às medalhas. Acreditei sempre nisso”, sublinhou, apressada, para ver a corrida do namorado Isaac Nader, que acabaria por conquistar o bronze na mesma distância.
Conquistada a prata, Salomé Afonso enfrenta no sábado as semifinais dos 3.000 metros.
Invariavelmente, Salomé Afonso confessava a desilusão nos balanços das suas provas internacionais, o que espera ter deixado para trás das costas.
“Foi um ‘mix’ de: não acredito que fui medalha de prata, mas sim, acredito, porque trabalhei muito. Desde que comecei com o [treinador] Enrique [Pascual Oliva] o processo mudou [n.d.r.: 180]graus. Há muito que sabia que podia fazer este tipo de resultado. Se acreditar em mim, for relaxada, for eu mesma, pode sair uma coisa interessante, e consegui. Já esperava há muito tempo”, reconheceu.
Agora, “ganhar uma medalha é como passar uma final”: “Quando fazemos pela primeira vez, é mais fácil, porque pensamos que conseguimos”, vincou.
“Posso ser mesmo sincera? Vim para a prova a pensar que podia ser medalhada. Sabia que havia duas atletas, a [britânica] Georgia Hunter Bell [que acabou por terminar em quarto] e a Agathe, que acabou por ser campeã da Europa, com essa confiança que eu ainda não tinha atingido. Mas nunca achei que não fosse favorita às medalhas. Acreditei sempre nisso”, sublinhou, apressada, para ver a corrida do namorado Isaac Nader, que acabaria por conquistar o bronze na mesma distância.
Conquistada a prata, Salomé Afonso enfrenta no sábado as semifinais dos 3.000 metros.
(Com Lusa)