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FC Porto entra no futsal
O FC Porto vai estrear-se no futsal sénior masculino a partir do terceiro escalão nacional na época 2026/27, com a ambição de subir rapidamente à divisão principal, assumiu hoje o presidente da Associação de Futebol do Porto.
“O FC Porto apareceu no futebol feminino muito recentemente e chegou ao patamar onde chegou. Creio que isso acontecerá no futsal. Fazia-nos falta ter outro clube da I Liga com futebol feminino e futsal, como é o exemplo do Rio Ave”, reconheceu José Manuel Neves, em declarações à agência Lusa, à margem da cerimónia de assinatura de contrato de parceria entre a AF Porto e uma empresa multinacional de artigos desportivos, em Matosinhos.
O FC Porto aproveitou a atualização regulamentar à III Divisão promovida pela Federação Portuguesa de Futebol (FPF) para entrar diretamente nas provas nacionais de futsal em 2026/27, sem disputar os escalões distritais.
A III Divisão tem 50 emblemas, dos quais 42 são repartidos por três séries de 14 cada, consoante a localização geográfica, havendo ainda oito numa ‘poule’ exclusivamente açoriana.
“Contestação de outros clubes? Não tenho nada a comentar, porque o FC Porto utilizou um mecanismo que está previsto na legislação da FPF”, disse o líder da maior associação distrital de futebol do país.
O futsal é a terceira modalidade introduzida pela direção de André Villas-Boas no FC Porto, após as equipas masculina de basquetebol em cadeira de rodas e feminina de futebol, que subiu consecutivamente do terceiro ao primeiro escalão em duas temporadas e vai estrear-se na Liga principal em 2026/27.
“Quando o FC Porto entra numa modalidade, é para levar as coisas muito a sério. Aconteceu no futebol feminino e vai acontecer no futsal. A AF Porto tudo fará para que o FC Porto progrida e chegue à primeira divisão”, frisou, esperando que os ‘azuis e brancos’ se juntem aos rivais lisboetas Benfica, bicampeão português, e Sporting, campeão europeu, no patamar principal.
José Manuel Neves foi também questionado sobre a alegada renúncia de nove ‘juízes’ da categoria principal e filiados na AF Porto à condição de associados da Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol (APAF).
“Não sei as razões nem vou comentar algo que desconheço. Conheço o assunto pela imprensa”, afirmou, sendo que nenhum árbitro abordou publicamente o assunto, assim como o presidente da APAF, José Borges.
Entre os árbitros citados pela imprensa desportiva está o internacional Gustavo Correia, repreendido pelo Conselho de Disciplina (CD) da FPF por incumprir deveres no relatório do jogo entre Famalicão e Benfica (2-2), disputado em maio, na 32.ª e antepenúltima jornada da edição 2025/26 da I Liga.
“Neste caso, o Gustavo Correia não procurou [auxílio junto da AF Porto]. Se o fizer, estaremos sempre de portas abertas para receber os nossos filiados”, concluiu José Manuel Neves.
O FC Porto aproveitou a atualização regulamentar à III Divisão promovida pela Federação Portuguesa de Futebol (FPF) para entrar diretamente nas provas nacionais de futsal em 2026/27, sem disputar os escalões distritais.
A III Divisão tem 50 emblemas, dos quais 42 são repartidos por três séries de 14 cada, consoante a localização geográfica, havendo ainda oito numa ‘poule’ exclusivamente açoriana.
“Contestação de outros clubes? Não tenho nada a comentar, porque o FC Porto utilizou um mecanismo que está previsto na legislação da FPF”, disse o líder da maior associação distrital de futebol do país.
O futsal é a terceira modalidade introduzida pela direção de André Villas-Boas no FC Porto, após as equipas masculina de basquetebol em cadeira de rodas e feminina de futebol, que subiu consecutivamente do terceiro ao primeiro escalão em duas temporadas e vai estrear-se na Liga principal em 2026/27.
“Quando o FC Porto entra numa modalidade, é para levar as coisas muito a sério. Aconteceu no futebol feminino e vai acontecer no futsal. A AF Porto tudo fará para que o FC Porto progrida e chegue à primeira divisão”, frisou, esperando que os ‘azuis e brancos’ se juntem aos rivais lisboetas Benfica, bicampeão português, e Sporting, campeão europeu, no patamar principal.
José Manuel Neves foi também questionado sobre a alegada renúncia de nove ‘juízes’ da categoria principal e filiados na AF Porto à condição de associados da Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol (APAF).
“Não sei as razões nem vou comentar algo que desconheço. Conheço o assunto pela imprensa”, afirmou, sendo que nenhum árbitro abordou publicamente o assunto, assim como o presidente da APAF, José Borges.
Entre os árbitros citados pela imprensa desportiva está o internacional Gustavo Correia, repreendido pelo Conselho de Disciplina (CD) da FPF por incumprir deveres no relatório do jogo entre Famalicão e Benfica (2-2), disputado em maio, na 32.ª e antepenúltima jornada da edição 2025/26 da I Liga.
“Neste caso, o Gustavo Correia não procurou [auxílio junto da AF Porto]. Se o fizer, estaremos sempre de portas abertas para receber os nossos filiados”, concluiu José Manuel Neves.
(Com Lusa)