Mais Modalidades
Federação de Desportos de Inverno de Portugal "adopta" mushing
Mushing é um desporto em que trenós, bicicletas ou triciclos são puxados por cães
A Federação de Desportos de Inverno de Portugal (FDIP) vai passar a integrar o mushing, disse, esta quarta-feira, à Agência Lusa, o presidente do organismo.
"A modalidade em Portugal não estava tutelada por nenhuma federação e os praticantes vieram ter connosco para ter um enquadramento internacional",
adianta Pedro Farromba, que tem como objectivo a divulgação do mushing, desporto em que trenós, bicicletas ou triciclos são puxados por cães.
A organização de campeonatos, para já, não está no horizonte. "Queremos
ir divulgando, tudo o resto depende do número de participantes. Vamos ver
se as pessoas aderem, depois poderão aparecer mais coisas", diz o presidente
da FDIP.
Com esta parceria, os praticantes da modalidade deixam de estar dependentes
das federações de França e Espanha para participarem em provas internacionais, realça Igor João, membro do Clube Cinófilo do Alentejo. "Como somos portugueses e temos orgulho nisso, gostaríamos de representar o nosso país", acentua o entusiasta.
Em tempos, existiu uma Federação de Mushing em Portugal. "Acabou devido
a guerras entre os atletas e alguns elementos da federação", frisa Igor João. Devido a esses problemas, diz, o entusiasmo em torno da modalidade esmoreceu e o número de praticantes, na última década, diminuiu, sendo que
outro motivo se prende com os custos associados. "Apesar de não ser um desporto caro, a competição torna-se cara", explica.
A associação à FDIP tem outra vantagem, que passa por uma maior facilidade
em dar a conhecer o mushing. "Como não tínhamos uma estrutura, era difícil
organizar provas e demonstrações para cativar novos praticantes e arranjar
motivação para treinar regularmente", salienta Igor João.
"A modalidade em Portugal não estava tutelada por nenhuma federação e os praticantes vieram ter connosco para ter um enquadramento internacional",
adianta Pedro Farromba, que tem como objectivo a divulgação do mushing, desporto em que trenós, bicicletas ou triciclos são puxados por cães.
A organização de campeonatos, para já, não está no horizonte. "Queremos
ir divulgando, tudo o resto depende do número de participantes. Vamos ver
se as pessoas aderem, depois poderão aparecer mais coisas", diz o presidente
da FDIP.
Com esta parceria, os praticantes da modalidade deixam de estar dependentes
das federações de França e Espanha para participarem em provas internacionais, realça Igor João, membro do Clube Cinófilo do Alentejo. "Como somos portugueses e temos orgulho nisso, gostaríamos de representar o nosso país", acentua o entusiasta.
Em tempos, existiu uma Federação de Mushing em Portugal. "Acabou devido
a guerras entre os atletas e alguns elementos da federação", frisa Igor João. Devido a esses problemas, diz, o entusiasmo em torno da modalidade esmoreceu e o número de praticantes, na última década, diminuiu, sendo que
outro motivo se prende com os custos associados. "Apesar de não ser um desporto caro, a competição torna-se cara", explica.
A associação à FDIP tem outra vantagem, que passa por uma maior facilidade
em dar a conhecer o mushing. "Como não tínhamos uma estrutura, era difícil
organizar provas e demonstrações para cativar novos praticantes e arranjar
motivação para treinar regularmente", salienta Igor João.