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Fernando Pimenta pediu a Seguro mais atenção ao desporto
O canoísta português Fernando Pimenta afirmou hoje que pediu ao novo Presidente da República que preste mais atenção ao Desporto, depois da visita de António José Seguro ao Centro de Alto Rendimento (CAR) de Montemor-o-Novo.
“Pedi que esteja um bocadinho mais atento também ao desporto. Acho que nós somos literalmente a imagem de Portugal, somos os embaixadores, somos um ativo positivo de todo Portugal”, disse.
À margem da assinatura de um protocolo entre o Comité Olímpico de Portugal (COP) e uma cadeia de supermercados, Pimenta disse esperar que Seguro possa estar nos Europeus de canoagem de velocidade, que se vão disputar em Montemor-o-Novo.
“Depois de tudo aquilo que aconteceu na região, nós, atletas, estamos a trabalhar para conseguir dar alegrias aos portugueses, mas também e, sobretudo, àquela região que foi devastada com as cheias e com a tempestade. Seria para nós uma honra poder ter o nosso Presidente da República presente”, referiu.
Sobre o CAR de Montemor-o-Novo, Pimenta assegurou que está “a recuperar aos poucos”, depois de ter sido afetado pelo mau tempo, mas acredita que “há ali infraestruturas que vão demorar algum tempo a serem reabilitadas”.
“Esperemos que, na próxima semana e meia, as coisas já estejam um pouco melhores, porque temos lá uma seletiva. Mas estamos confiantes de que as coisas vão estar prontas para o Campeonato da Europa”, admitiu.
Em relação à sua temporada, o medalha de prata em Londres2012, ao lado de Emanuel Silva, e de bronze em Tóquio2020 diz que “o grande objetivo agora é conseguir pontuar para os Jogos Olímpicos”, uma vez que agora a qualificação é feita por ranking, o que pode beneficiar as maiores potências da modalidade.
“Inicialmente, fiquei triste pela forma como foi feita essa alteração para o ranking, mas tenho de aceitar, tenho que ir à luta, tenho que trabalhar todos os dias para isso e espero no final ser um dos atletas ou um dos países contemplados com o lugar para os Jogos Olímpicos”, referiu.
Pimenta considerou que vai ter de “estar a 100% nas cinco competições internacionais, três Taças do Mundo, uma delas fora da Europa, o Campeonato de Europa em Montemor-o-Velho, a meio de junho, e depois o Mundial, em Poznan”, na Polónia.
“Eu acredito que consigo vir a ser um atleta regular, isso vai ser também bastante importante, mas tenho que ser um regular, digamos, nos dois primeiros em todos os eventos”, assumiu.
À margem da assinatura de um protocolo entre o Comité Olímpico de Portugal (COP) e uma cadeia de supermercados, Pimenta disse esperar que Seguro possa estar nos Europeus de canoagem de velocidade, que se vão disputar em Montemor-o-Novo.
“Depois de tudo aquilo que aconteceu na região, nós, atletas, estamos a trabalhar para conseguir dar alegrias aos portugueses, mas também e, sobretudo, àquela região que foi devastada com as cheias e com a tempestade. Seria para nós uma honra poder ter o nosso Presidente da República presente”, referiu.
Sobre o CAR de Montemor-o-Novo, Pimenta assegurou que está “a recuperar aos poucos”, depois de ter sido afetado pelo mau tempo, mas acredita que “há ali infraestruturas que vão demorar algum tempo a serem reabilitadas”.
“Esperemos que, na próxima semana e meia, as coisas já estejam um pouco melhores, porque temos lá uma seletiva. Mas estamos confiantes de que as coisas vão estar prontas para o Campeonato da Europa”, admitiu.
Em relação à sua temporada, o medalha de prata em Londres2012, ao lado de Emanuel Silva, e de bronze em Tóquio2020 diz que “o grande objetivo agora é conseguir pontuar para os Jogos Olímpicos”, uma vez que agora a qualificação é feita por ranking, o que pode beneficiar as maiores potências da modalidade.
“Inicialmente, fiquei triste pela forma como foi feita essa alteração para o ranking, mas tenho de aceitar, tenho que ir à luta, tenho que trabalhar todos os dias para isso e espero no final ser um dos atletas ou um dos países contemplados com o lugar para os Jogos Olímpicos”, referiu.
Pimenta considerou que vai ter de “estar a 100% nas cinco competições internacionais, três Taças do Mundo, uma delas fora da Europa, o Campeonato de Europa em Montemor-o-Velho, a meio de junho, e depois o Mundial, em Poznan”, na Polónia.
“Eu acredito que consigo vir a ser um atleta regular, isso vai ser também bastante importante, mas tenho que ser um regular, digamos, nos dois primeiros em todos os eventos”, assumiu.