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JO2026: Irmãos Guerillot fazem história para Portugal no esqui alpino
Os irmãos Emeric e Vanina Guerillot fizeram história para Portugal nos Jogos Olímpicos de inverno Milão-Cortina2026, ao obterem as melhores classificações de sempre em esqui alpino, enquanto José Cabeça ficou distante do objetivo no esqui de fundo.
Aos 18 anos, Emeric Guerillot, natural de França, abrilhantou a estreia na mais importante competição mundial de desportos de inverno com o 32.º lugar no Super G, igualando o melhor desempenho de um atleta português em provas de esqui alpino, 32 anos depois de Georges Mendes ter obtido o mesmo resultado no slalom em Lillehammer1994.
O jovem esquiador não conseguiu repetir a proeza no slalom, a terceira e última prova que disputou, desistindo após 10 segundos de descida na primeira manga, realizada no centro de esqui de Stelvio, em Itália, sob condições climatéricas muito adversas, com queda de neve intensa, que custou a eliminação de mais de metade dos 95 participantes.
Pelo meio, Emeric terminou o slalom gigante numa respeitável 38.ª posição, após ter recuperado ligeiramente na segunda manga, numa prova em que o brasileiro Lucas Pinheiro Braathen conquistou a primeira medalha em Jogos Olímpicos de Inverno para um país sul-americano e logo de ouro.
Vanina Guerillot, de 23 anos, disputou a competição pela segunda vez e também reescreveu a história: o 41.º lugar que alcançou na prova de slalom gigante melhorou em duas posições o resultado obtido em Pequim2022 e converteu-se no melhor desempenho de sempre de uma esquiadora portuguesa na disciplina.
A irmã de Emeric, primeira portuguesa a participar em mais do que uma edição dos Jogos Olímpicos de inverno, encerrou hoje a participação lusa com o 45.º lugar na prova de slalom, na pista Olympia dele Tofane, em Cortina d’Ampezzo, que consagrou a norte-americana Mikaela Shiffrin, considerada uma das melhores esquiadoras de sempre.
A história de José Cabeça no esqui de fundo não foi tão feliz. O atleta português estreou-se em Milão-Cortina2026 com o 91.º lugar na qualificação para a final da prova de sprint clássico e despediu-se com o 99.º posto na de 10 km estilo livre, depois de ter sofrido uma queda logo no início do percurso, em Tesero, na Itália.
Na segunda prova, o português foi testemunha privilegiada da proeza do norueguês Johannes Klaebo, que igualou o recorde de oito medalhas de ouro olímpicas, na posse também compatriotas Marit Bjoergen, Bjoern Daehlie e Ole Einar Bjoerndalen, entretanto superado pelo ‘cometa’, que hoje se sagrou campeão pela 10.ª vez.
José Cabeça, de 29 anos, terminou a segunda participação olímpica (após a presença em Pequim2022) sem conseguir atingir o objetivo a que se propôs, de “alcançar o melhor resultado de Portugal no esqui de fundo por larga margem”, descrito no guia do Comité Olímpico de Portugal (COP).
O jovem esquiador não conseguiu repetir a proeza no slalom, a terceira e última prova que disputou, desistindo após 10 segundos de descida na primeira manga, realizada no centro de esqui de Stelvio, em Itália, sob condições climatéricas muito adversas, com queda de neve intensa, que custou a eliminação de mais de metade dos 95 participantes.
Pelo meio, Emeric terminou o slalom gigante numa respeitável 38.ª posição, após ter recuperado ligeiramente na segunda manga, numa prova em que o brasileiro Lucas Pinheiro Braathen conquistou a primeira medalha em Jogos Olímpicos de Inverno para um país sul-americano e logo de ouro.
Vanina Guerillot, de 23 anos, disputou a competição pela segunda vez e também reescreveu a história: o 41.º lugar que alcançou na prova de slalom gigante melhorou em duas posições o resultado obtido em Pequim2022 e converteu-se no melhor desempenho de sempre de uma esquiadora portuguesa na disciplina.
A irmã de Emeric, primeira portuguesa a participar em mais do que uma edição dos Jogos Olímpicos de inverno, encerrou hoje a participação lusa com o 45.º lugar na prova de slalom, na pista Olympia dele Tofane, em Cortina d’Ampezzo, que consagrou a norte-americana Mikaela Shiffrin, considerada uma das melhores esquiadoras de sempre.
A história de José Cabeça no esqui de fundo não foi tão feliz. O atleta português estreou-se em Milão-Cortina2026 com o 91.º lugar na qualificação para a final da prova de sprint clássico e despediu-se com o 99.º posto na de 10 km estilo livre, depois de ter sofrido uma queda logo no início do percurso, em Tesero, na Itália.
Na segunda prova, o português foi testemunha privilegiada da proeza do norueguês Johannes Klaebo, que igualou o recorde de oito medalhas de ouro olímpicas, na posse também compatriotas Marit Bjoergen, Bjoern Daehlie e Ole Einar Bjoerndalen, entretanto superado pelo ‘cometa’, que hoje se sagrou campeão pela 10.ª vez.
José Cabeça, de 29 anos, terminou a segunda participação olímpica (após a presença em Pequim2022) sem conseguir atingir o objetivo a que se propôs, de “alcançar o melhor resultado de Portugal no esqui de fundo por larga margem”, descrito no guia do Comité Olímpico de Portugal (COP).
(Com Lusa)