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João Almeida falha Figueira e diz que "seria uma honra" ganhar Volta ao Algarve
O ciclista português João Almeida disse hoje que "seria uma honra" ganhar a 52.ª Volta ao Algarve, que considerou a ser prova portuguesa de maior nível, revelando que vai falhar a Clássica da Figueira.
Sendo português, poder ganhar a Volta ao Algarve seria uma honra. No ano passado, estive perto, mas não consegui. É uma corrida que gostaria de ganhar por ser a corrida portuguesa com mais alto nível. E eu vou tentar fazê-lo”, afirmou o vice-campeão em título da ‘Algarvia’.
O corredor da UAE Emirates falava em conferência de imprensa realizada numa unidade hoteleira de Silves, no Algarve, onde está a cumprir estágio durante todo o mês de janeiro.
O arranque de preparação do ciclista luso para a nova temporada está a ser “bastante bom, sem percalços nem azares”, considerou Almeida, que se sente “bem fisicamente”.
“Tenho-me esforçado bastante para estar em melhor forma física do que no ano passado. Não é fácil. E estou otimista e confiante para começar a temporada”, prosseguiu o corredor de 27 anos.
João Almeida vai iniciar a época em 04 de fevereiro, na Volta à Comunidade Valenciana, onde espera chegar “com boas pernas” e “com o objetivo de discutir e ganhar a corrida”.
A presença competitiva em Portugal vai limitar-se à prova algarvia, que decorre entre 18 e 22 de fevereiro, com o vice-campeão da Vuelta2025 a confirmar que não vai participar na Clássica da Figueira, agendada para 14 de fevereiro, como estava anteriormente previsto.
O corredor luso quer “entrar no Algarve já com um bocadinho de ritmo de competição”, para “não ser um choque tão grande”, porque a ‘Algarvia’, que este ano não contará com a presença do campeão em título, o dinamarquês Jonas Vingegaard (Visma-Lease a Bike), “é uma corrida muito exigente, com um pelotão de corredores muito fortes”.
Sobre o percurso da 52.ª Volta ao Algarve, revelado na semana passada, destacou a subida à Fóia “por um lado ligeiramente diferente” e o contrarrelógio “mais plano e bastante técnico”, em Vilamoura.
João Almeida assumiu que correr nas estradas portuguesas “faz claramente a diferença” e que sente “uma força extra” com a presença dos adeptos portugueses.
O corredor de A-dos-Francos fez ainda um balanço do ano de 2025, que considerou ter sido a “melhor” temporada da sua carreira.
No ano passado, foi segundo classificado na Vuelta, na qual venceu uma etapa no mítico Angliru, e tornou-se o primeiro ciclista a conquistar no mesmo ano a Volta ao País Basco, a Volta à Romandia e a Volta à Suíça.
“Muitas vitórias, vitórias com grande valor, em corridas do mais alto nível. Vai ser sempre difícil superar ano após ano, mas vamos tentar superar a temporada anterior”, sublinhou.
A “única coisa” que podia ter corrido melhor foi a queda no Tour, que o obrigou a desistir da prova conquistada pelo companheiro de equipa Tadej Pogacar.
O corredor da UAE Emirates falava em conferência de imprensa realizada numa unidade hoteleira de Silves, no Algarve, onde está a cumprir estágio durante todo o mês de janeiro.
O arranque de preparação do ciclista luso para a nova temporada está a ser “bastante bom, sem percalços nem azares”, considerou Almeida, que se sente “bem fisicamente”.
“Tenho-me esforçado bastante para estar em melhor forma física do que no ano passado. Não é fácil. E estou otimista e confiante para começar a temporada”, prosseguiu o corredor de 27 anos.
João Almeida vai iniciar a época em 04 de fevereiro, na Volta à Comunidade Valenciana, onde espera chegar “com boas pernas” e “com o objetivo de discutir e ganhar a corrida”.
A presença competitiva em Portugal vai limitar-se à prova algarvia, que decorre entre 18 e 22 de fevereiro, com o vice-campeão da Vuelta2025 a confirmar que não vai participar na Clássica da Figueira, agendada para 14 de fevereiro, como estava anteriormente previsto.
O corredor luso quer “entrar no Algarve já com um bocadinho de ritmo de competição”, para “não ser um choque tão grande”, porque a ‘Algarvia’, que este ano não contará com a presença do campeão em título, o dinamarquês Jonas Vingegaard (Visma-Lease a Bike), “é uma corrida muito exigente, com um pelotão de corredores muito fortes”.
Sobre o percurso da 52.ª Volta ao Algarve, revelado na semana passada, destacou a subida à Fóia “por um lado ligeiramente diferente” e o contrarrelógio “mais plano e bastante técnico”, em Vilamoura.
João Almeida assumiu que correr nas estradas portuguesas “faz claramente a diferença” e que sente “uma força extra” com a presença dos adeptos portugueses.
O corredor de A-dos-Francos fez ainda um balanço do ano de 2025, que considerou ter sido a “melhor” temporada da sua carreira.
No ano passado, foi segundo classificado na Vuelta, na qual venceu uma etapa no mítico Angliru, e tornou-se o primeiro ciclista a conquistar no mesmo ano a Volta ao País Basco, a Volta à Romandia e a Volta à Suíça.
“Muitas vitórias, vitórias com grande valor, em corridas do mais alto nível. Vai ser sempre difícil superar ano após ano, mas vamos tentar superar a temporada anterior”, sublinhou.
A “única coisa” que podia ter corrido melhor foi a queda no Tour, que o obrigou a desistir da prova conquistada pelo companheiro de equipa Tadej Pogacar.
“Foi um momento de azar, mas faz parte do ciclismo. As coisas não vão correr sempre como gostaríamos que corressem, mas, sem ser esse momento, acho que foi uma temporada ideal”, vincou.
João Almeida. "Faz sentido” voltar ao Giro e vencer grande Volta “é objetivo de carreira"
O ciclista português João Almeida disse que “faz sentido” competir na Volta à Itália e que a corrida deste ano será “uma boa oportunidade” para ganhar e tentar cumprir o que considera ser “um objetivo de carreira”.
“Inicialmente, o plano era fazer Tour e Vuelta. Mas, depois de discutir com a equipa, chegámos à conclusão que… Eu preferia fazer o Giro, a equipa concordou e mudámos isso”, afirmou o corredor da UAE Emirates, em conferência de imprensa realizada numa unidade hoteleira de Silves, no Algarve, onde está a cumprir estágio durante todo o mês de janeiro.
Almeida considerou “que faz sentido voltar ao Giro, também para mudar um pouco o calendário”, além de que se trata “de uma boa oportunidade para tentar ganhar a corrida”.
Se não ganhar, o vice-campeão da Vuelta2025 quer “estar o mais perto possível” disso, acrescentou, rejeitando ter ‘contas a ajustar’ com uma prova em que foi terceiro classificado em 2023 e quarto em 2020, depois de andar 15 dias vestido de rosa.
“Obviamente que as corridas que não ganhamos, gostamos sempre de conseguir ganhar. Tenho uma história bonita com o Giro, mas, no fundo, é só mais uma corrida. E vamos lá com o objetivo de dar o nosso melhor, esperando sair por cima dos outros”, salientou.
O ciclista português, que também vai ser aposta da UAE Emirates na Volta a Espanha de 2026, falhando deste modo o Tour, em que foi quarto em 2024, atribuiu mais valor ao Giro, apesar de colocar as duas ‘grandes’ ao mesmo nível na planificação inicial da temporada.
“Em termos de planificação, [Giro e Vuelta] têm a mesma importância. Vamos preparar-nos para ir na nossa melhor forma e tentar fazer o melhor possível. Pessoalmente, o Giro, também em termos de atenção mediática e valor, se calhar é um bocadinho superior, mas ambas as corridas são muito importantes e uma vitória em qualquer das duas seria fenomenal”, destacou.
O corredor de A-dos-Francos, de 27 anos, vincou que ganhar uma grande Volta continua a ser “um objetivo de carreira” e prometeu: “Vou dar o meu melhor para fazer isso acontecer”.
Em relação à concorrência, frisou que não teme a presença no Giro do dinamarquês Jonas Vingegaard (Visma-Lease a Bike), o duas vezes campeão do Tour (2022 e 2023) que o derrotou na luta pela geral da Vuelta do ano passado.
“Acho que é uma coisa boa, acaba por me favorecer. Vou ter um adversário muito forte. Mas também acaba por me motivar a dar mais de mim”, referiu.
O melhor voltista português da atualidade espera contar com a ajuda do compatriota António Morgado, colega de equipa da UAE Emirates, que se vai estrear em grandes Voltas em Itália.
“O António pode ajudar-me em todo o tipo de terreno. É um corredor muito forte, ainda bastante jovem, tem muito para aprender, muito talento. Vejo-o, no futuro, a discutir corridas de uma semana, mas nas clássicas também é muito bom, e é se calhar a corrida que mais se lhe adequa. Mas acho que ele ainda se está a descobrir, é jovem e vejo nele um futuro muito brilhante, com muito potencial, espero que seja aproveitado”, concluiu.
“Inicialmente, o plano era fazer Tour e Vuelta. Mas, depois de discutir com a equipa, chegámos à conclusão que… Eu preferia fazer o Giro, a equipa concordou e mudámos isso”, afirmou o corredor da UAE Emirates, em conferência de imprensa realizada numa unidade hoteleira de Silves, no Algarve, onde está a cumprir estágio durante todo o mês de janeiro.
Almeida considerou “que faz sentido voltar ao Giro, também para mudar um pouco o calendário”, além de que se trata “de uma boa oportunidade para tentar ganhar a corrida”.
Se não ganhar, o vice-campeão da Vuelta2025 quer “estar o mais perto possível” disso, acrescentou, rejeitando ter ‘contas a ajustar’ com uma prova em que foi terceiro classificado em 2023 e quarto em 2020, depois de andar 15 dias vestido de rosa.
“Obviamente que as corridas que não ganhamos, gostamos sempre de conseguir ganhar. Tenho uma história bonita com o Giro, mas, no fundo, é só mais uma corrida. E vamos lá com o objetivo de dar o nosso melhor, esperando sair por cima dos outros”, salientou.
O ciclista português, que também vai ser aposta da UAE Emirates na Volta a Espanha de 2026, falhando deste modo o Tour, em que foi quarto em 2024, atribuiu mais valor ao Giro, apesar de colocar as duas ‘grandes’ ao mesmo nível na planificação inicial da temporada.
“Em termos de planificação, [Giro e Vuelta] têm a mesma importância. Vamos preparar-nos para ir na nossa melhor forma e tentar fazer o melhor possível. Pessoalmente, o Giro, também em termos de atenção mediática e valor, se calhar é um bocadinho superior, mas ambas as corridas são muito importantes e uma vitória em qualquer das duas seria fenomenal”, destacou.
O corredor de A-dos-Francos, de 27 anos, vincou que ganhar uma grande Volta continua a ser “um objetivo de carreira” e prometeu: “Vou dar o meu melhor para fazer isso acontecer”.
Em relação à concorrência, frisou que não teme a presença no Giro do dinamarquês Jonas Vingegaard (Visma-Lease a Bike), o duas vezes campeão do Tour (2022 e 2023) que o derrotou na luta pela geral da Vuelta do ano passado.
“Acho que é uma coisa boa, acaba por me favorecer. Vou ter um adversário muito forte. Mas também acaba por me motivar a dar mais de mim”, referiu.
O melhor voltista português da atualidade espera contar com a ajuda do compatriota António Morgado, colega de equipa da UAE Emirates, que se vai estrear em grandes Voltas em Itália.
“O António pode ajudar-me em todo o tipo de terreno. É um corredor muito forte, ainda bastante jovem, tem muito para aprender, muito talento. Vejo-o, no futuro, a discutir corridas de uma semana, mas nas clássicas também é muito bom, e é se calhar a corrida que mais se lhe adequa. Mas acho que ele ainda se está a descobrir, é jovem e vejo nele um futuro muito brilhante, com muito potencial, espero que seja aproveitado”, concluiu.