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Jogadores portistas querem continuar a ganhar
Os jogadores do FC Porto manifestaram esta noite vontade de continuar a ganhar, após o jogo deste domingo em que fizeram a ‘dobradinha'. A equipa conquistou esta época o seu octocampeonato.
"Pode cansar ganhar, mas é para quem está do outro lado, a ver-nos ganhar. A nós não nos cansa minimamente, por isso é que estamos aqui com esta vontade e cada vez com mais força. Todos juntos fazemos equipa muito forte e difícil de bater e, se continuarmos assim, vamos continuar a ganhar", disse Reinaldo Ventura, que inaugurou o marcador da partida.
Já o capitão Filipe Santos classificou de "espectacular" o seu golo na vitória sobre o Benfica, por 2-1, o segundo do FC Porto, e que praticamente garantiu a conquista da Taça de Portugal.
"Apesar de termos estes campeonatos, taças e supertaças, temos sempre ambição de conseguir mais vitórias. Penso que cada vez se torna mais difícil, não só pelos atletas e pelas outras equipas, como também por todo o ambiente que se gera em volta do FC Porto. Por ganhar estes anos todos, parece que há muita gente que não quer que continuemos, mas fazemos tudo para ganhar", frisou.
Demonstrando algum cansaço, "depois de uma meia-final muito complicada e das finais do campeonato cansativas frente à Juventude de Viana", o guarda-redes espanhol Edo Bosch, reiterando ter contrato para a próxima época, manifestou vontade de "pendurar os patins no FC Porto".
"O segredo acho que foi muita ambição e muita vontade de continuar a ganhar. Nós estamos muito cansados, depois de uma época que foi muito dura, por sorte conseguimos ter muita calma, fazer um jogo inteligente e conseguir esta vantagem para vencer esta taça", sustentou o argentino Emanuel Garcia.
Treinador portista elogia prestação do Benfica
O treinador Franklim Pais elogiou a equipa ‘encarnada' e criticou a dupla de árbitros. "A equipa do Benfica deu o máximo e a equipa de arbitragem fez uma das piores arbitragens,que eu vi, nos últimos 30 anos", sublinhou.
"O FC Porto vai até onde o deixarem e hoje penso que tentaram não deixar que vencesse a taça. Houve factores estranhos e uma arbitragem que eu não me lembro de ver, com critérios diferentes principalmente durante a primeira parte, que nos inibiu de jogar", afirmou o treinador portista, que admitiu ainda que "o Benfica valorizou a vitória".
O treinador do Benfica, Carlos Dantas, enalteceu a "intensidade" e a "agressividade", apesar de "alguma violência", considerando que "a taça, se calhar, ficava bem entregue aos dois".
"Eu penso que não falhou nada, a não ser um pouco mais de sorte. Num jogo equilibrado como este foi, às vezes precisamos de uma ajuda divina para resolver os problemas", referiu, acrescentando que "a rivalidade entre os clubes ajudou a que o espectáculo não fosse bom".
Este foi o último jogo de Carlos Dantas como treinador da equipa ‘encarnada'. Na despedida, o técnico criticou a forma como sai do clube. "Posso sentir que a forma como saio do Benfica não foi a mais correcta, mas é uma situação perfeitamente normal", frisa.
"Quando se termina um contrato, o clube tem toda a liberdade de tomar as suas opções. Agora, a forma como o fizeram, tardiamente, acho incorrecto porque soube-se em todos os meios, menos a pessoa interessada", sublinhou Dantas, recordando ter servido o clube durante 18 anos, sem fechar a porta a um regresso no futuro.
c/ Lusa
Já o capitão Filipe Santos classificou de "espectacular" o seu golo na vitória sobre o Benfica, por 2-1, o segundo do FC Porto, e que praticamente garantiu a conquista da Taça de Portugal.
"Apesar de termos estes campeonatos, taças e supertaças, temos sempre ambição de conseguir mais vitórias. Penso que cada vez se torna mais difícil, não só pelos atletas e pelas outras equipas, como também por todo o ambiente que se gera em volta do FC Porto. Por ganhar estes anos todos, parece que há muita gente que não quer que continuemos, mas fazemos tudo para ganhar", frisou.
Demonstrando algum cansaço, "depois de uma meia-final muito complicada e das finais do campeonato cansativas frente à Juventude de Viana", o guarda-redes espanhol Edo Bosch, reiterando ter contrato para a próxima época, manifestou vontade de "pendurar os patins no FC Porto".
"O segredo acho que foi muita ambição e muita vontade de continuar a ganhar. Nós estamos muito cansados, depois de uma época que foi muito dura, por sorte conseguimos ter muita calma, fazer um jogo inteligente e conseguir esta vantagem para vencer esta taça", sustentou o argentino Emanuel Garcia.
Treinador portista elogia prestação do Benfica
O treinador Franklim Pais elogiou a equipa ‘encarnada' e criticou a dupla de árbitros. "A equipa do Benfica deu o máximo e a equipa de arbitragem fez uma das piores arbitragens,que eu vi, nos últimos 30 anos", sublinhou.
"O FC Porto vai até onde o deixarem e hoje penso que tentaram não deixar que vencesse a taça. Houve factores estranhos e uma arbitragem que eu não me lembro de ver, com critérios diferentes principalmente durante a primeira parte, que nos inibiu de jogar", afirmou o treinador portista, que admitiu ainda que "o Benfica valorizou a vitória".
O treinador do Benfica, Carlos Dantas, enalteceu a "intensidade" e a "agressividade", apesar de "alguma violência", considerando que "a taça, se calhar, ficava bem entregue aos dois".
"Eu penso que não falhou nada, a não ser um pouco mais de sorte. Num jogo equilibrado como este foi, às vezes precisamos de uma ajuda divina para resolver os problemas", referiu, acrescentando que "a rivalidade entre os clubes ajudou a que o espectáculo não fosse bom".
Este foi o último jogo de Carlos Dantas como treinador da equipa ‘encarnada'. Na despedida, o técnico criticou a forma como sai do clube. "Posso sentir que a forma como saio do Benfica não foi a mais correcta, mas é uma situação perfeitamente normal", frisa.
"Quando se termina um contrato, o clube tem toda a liberdade de tomar as suas opções. Agora, a forma como o fizeram, tardiamente, acho incorrecto porque soube-se em todos os meios, menos a pessoa interessada", sublinhou Dantas, recordando ter servido o clube durante 18 anos, sem fechar a porta a um regresso no futuro.
c/ Lusa