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Judo/Mundiais: Ausência de Alice Bellandi abre incógnita nos -78 kg
Uma dezena de campeões mundiais a defenderem o título e cinco campeões olímpicos 'abrilhantam' os Mundiais de judo em Baku, numa competição orfã da italiana Alice Bellandi, grande rival da portuguesa Patrícia Sampaio.
Bellandi, campeã mundial e olímpica em título em -78 kg, é uma das grandes ausentes dos Mundiais que têm início no domingo na Arena Nacional de Ginástica, em Baku, com a italiana a recuperar de lesão.
A judoca italiana, o nome mais forte em -78 kg e que em oito combates venceu sempre Patrícia Sampaio, é menos uma preocupação para a portuguesa, que, mesmo assim, não deixará de ter concorrência forte na categoria meio-pesada.
Em Baku, além de Bellandi, também o 'gigante' francês Teddy Riner (+100 kg), 11 vezes campeão mundial e três vezes olímpico, estará ausente, devido a uma lesão num ombro, bem como o campeão mundial de -81 kg, o russo Timur Arbuzov, também com problemas físicos, e o campeão olímpico da categoria, o japonês Takanori Nagase, a perder a vaga na criteriosa seleção interna dos nipónicos.
Ainda assim, a capital azeri oferece um substancial número de campeões e candidatos a um lugar no pódio, numa competição em que se espera forte aposta da seleção da casa, com 24 convocados e entre os quais os campeões olímpicos Hidayat Heydarov (-73 kg) e Zelym Kotsoiev (-100 kg).
Trunfos que não impedem o grande favoritismo do Japão nos Mundiais, que na edição do último ano, em Budapeste, conquistou 14 medalhas, seis de ouro, quatro de prata e quatro de bronze, nas 14 categorias de peso e muito distante da segunda posição dos russos, com cinco medalhas, três de ouro e duas de bronze.
Portugal saiu de Budapeste com a medalha de bronze de Patrícia Sampaio (-78 kg), quase um ano depois de a judoca de Tomar ter conquistado também o bronze nos Jogos Olímpicos Paris2024.
Em Baku, a judoca, de 27 anos, é a única entre os nove portugueses inscritos que é cabeça de série, em sexto lugar na sua categoria, mas compete depois de um ano de longa paragem devido a uma rotura de ligamentos num joelho.
Sampaio, que persegue o seu primeiro ouro mundial, terá, teoricamente, como grandes adversárias as alemãs Anna Monta Olek e Alina Boehm, mas também a japonesa Kurena Ikeda e a francesa Audrey Tcheumeo.
Na seleção portuguesa destacam-se igualmente os nomes de Jorge Fonseca (-100 kg), o único judoca português campeão mundial, em 2019 e 2021, bem como Catarina Costa (-48 kg), várias vezes vice-campeã europeia, num ano, de ambos, também marcado por paragens devido a lesões.
Completam a seleção nacional, o estreante Bernardo Tralhão (-60 kg), juntamente com os também ‘jovens’ Miguel Gago (-66 kg), Otari Kvantidze (-73 kg), Joana Crisóstomo (-63 kg) e Taís Pina (-70 kg), e a veterana Rochele Nunes (+78 kg).
São esperados em Baku 637 judocas, 343 masculinos e 294 femininos, em 14 categorias de peso, provenientes de 96 países, dos quais o anfitrião Azerbaijão (24), Brasil, Itália, Japão, Coreia do Sul, Rússia, Estados Unidos e Mongólia (18) e França e Uzbequistão (17), apresentam o maior número de inscritos.
A judoca italiana, o nome mais forte em -78 kg e que em oito combates venceu sempre Patrícia Sampaio, é menos uma preocupação para a portuguesa, que, mesmo assim, não deixará de ter concorrência forte na categoria meio-pesada.
Em Baku, além de Bellandi, também o 'gigante' francês Teddy Riner (+100 kg), 11 vezes campeão mundial e três vezes olímpico, estará ausente, devido a uma lesão num ombro, bem como o campeão mundial de -81 kg, o russo Timur Arbuzov, também com problemas físicos, e o campeão olímpico da categoria, o japonês Takanori Nagase, a perder a vaga na criteriosa seleção interna dos nipónicos.
Ainda assim, a capital azeri oferece um substancial número de campeões e candidatos a um lugar no pódio, numa competição em que se espera forte aposta da seleção da casa, com 24 convocados e entre os quais os campeões olímpicos Hidayat Heydarov (-73 kg) e Zelym Kotsoiev (-100 kg).
Trunfos que não impedem o grande favoritismo do Japão nos Mundiais, que na edição do último ano, em Budapeste, conquistou 14 medalhas, seis de ouro, quatro de prata e quatro de bronze, nas 14 categorias de peso e muito distante da segunda posição dos russos, com cinco medalhas, três de ouro e duas de bronze.
Portugal saiu de Budapeste com a medalha de bronze de Patrícia Sampaio (-78 kg), quase um ano depois de a judoca de Tomar ter conquistado também o bronze nos Jogos Olímpicos Paris2024.
Em Baku, a judoca, de 27 anos, é a única entre os nove portugueses inscritos que é cabeça de série, em sexto lugar na sua categoria, mas compete depois de um ano de longa paragem devido a uma rotura de ligamentos num joelho.
Sampaio, que persegue o seu primeiro ouro mundial, terá, teoricamente, como grandes adversárias as alemãs Anna Monta Olek e Alina Boehm, mas também a japonesa Kurena Ikeda e a francesa Audrey Tcheumeo.
Na seleção portuguesa destacam-se igualmente os nomes de Jorge Fonseca (-100 kg), o único judoca português campeão mundial, em 2019 e 2021, bem como Catarina Costa (-48 kg), várias vezes vice-campeã europeia, num ano, de ambos, também marcado por paragens devido a lesões.
Completam a seleção nacional, o estreante Bernardo Tralhão (-60 kg), juntamente com os também ‘jovens’ Miguel Gago (-66 kg), Otari Kvantidze (-73 kg), Joana Crisóstomo (-63 kg) e Taís Pina (-70 kg), e a veterana Rochele Nunes (+78 kg).
São esperados em Baku 637 judocas, 343 masculinos e 294 femininos, em 14 categorias de peso, provenientes de 96 países, dos quais o anfitrião Azerbaijão (24), Brasil, Itália, Japão, Coreia do Sul, Rússia, Estados Unidos e Mongólia (18) e França e Uzbequistão (17), apresentam o maior número de inscritos.