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Atletismo
Mamona quer terminar carreira em 2028
A vice-campeã olímpica do triplo salto em Tóquio2020 Patrícia Mamona afirmou querer terminar a carreira em Los Angeles2028, sem ter ainda data de regresso à competição, após lesão grave que a afastou de Paris2024.
“Quero voltar o mais rápido possível às pistas, mas também quero regressar bem, não só a saltar, mas a saltar bem. Esta época, em princípio, ainda vou estar mais no resguardo e à procura de recuperar totalmente. Ainda tenho o grande objetivo de acabar a carreira nos Jogos Olímpicos, em grande. Tenho esse objetivo, agarrei este desafio e estou a fazer tudo o que é possível para o concretizar”, expressou.
Patrícia Mamona falou aos jornalistas à margem da conferência “Desporto Hoje: Testar os Limites”, de reflexão e debate sobre o papel do desporto na sociedade portuguesa, participando ao lado da psicóloga de desporto e alta performance Ana Bispo Ramires e ainda do diretor da Academia dos Champs, Pedro Carvalho.
“Neste momento, estou à espera de estar 100% recuperada e os treinos terão de indicar que estou preparada para competir. Não tenho ideia qual vai ser o nível após uma recuperação a 100%, mas gostava de começar por competições mais a nível nacional e, se me sentir preparada para provas internacionais, fazê-lo”, disse.
Patrícia Mamona lembrou que teve de “aprender a respeitar” o seu corpo, uma vez que “quis apressar o processo e não correu bem”, o que a leva a não apontar uma data ou competição em específico para regressar ao ativo ao mais alto nível.
“Para esta época, não tenho ainda data prevista. Eu não estou ainda a demonstrar estar bem nesse sentido, por isso é a seu tempo. Infelizmente, não consigo prever o futuro. Os erros do passado, de querer acelerar o processo, saíram caro. Estamos muito cautelosos e a caminhar de forma gradual, sabendo que no treino vou ter de ter os indicadores necessários para garantir o regresso”, realçou a atleta olímpica.
Patrícia Mamona, de 36 anos, encontra-se a fazer ainda treino condicionado, onde já faz “um pouco de tudo, menos triplo salto, porque é bastante impactante”, numa lesão que a afasta das pistas desde 2023 e a impediu de competir em Paris2024.
A lesão permitiu-lhe, por outro lado, começar a preparar o pós-carreira, ao ter sido nomeada chefe da missão portuguesa aos Jogos Mundiais Universitários, na qual pretende passar toda a informação e experiência às próximas gerações de atletas.
Os Jogos Mundiais Universitários vão decorrer na região alemã de Rhine-Ruhr, de 16 a 27 de julho, com Mamona a suceder na liderança da comitiva portuguesa a Pedro Cary, que chefiou a missão a Chengdu2021, realizados somente em 2023.
Patrícia Mamona falou aos jornalistas à margem da conferência “Desporto Hoje: Testar os Limites”, de reflexão e debate sobre o papel do desporto na sociedade portuguesa, participando ao lado da psicóloga de desporto e alta performance Ana Bispo Ramires e ainda do diretor da Academia dos Champs, Pedro Carvalho.
“Neste momento, estou à espera de estar 100% recuperada e os treinos terão de indicar que estou preparada para competir. Não tenho ideia qual vai ser o nível após uma recuperação a 100%, mas gostava de começar por competições mais a nível nacional e, se me sentir preparada para provas internacionais, fazê-lo”, disse.
Patrícia Mamona lembrou que teve de “aprender a respeitar” o seu corpo, uma vez que “quis apressar o processo e não correu bem”, o que a leva a não apontar uma data ou competição em específico para regressar ao ativo ao mais alto nível.
“Para esta época, não tenho ainda data prevista. Eu não estou ainda a demonstrar estar bem nesse sentido, por isso é a seu tempo. Infelizmente, não consigo prever o futuro. Os erros do passado, de querer acelerar o processo, saíram caro. Estamos muito cautelosos e a caminhar de forma gradual, sabendo que no treino vou ter de ter os indicadores necessários para garantir o regresso”, realçou a atleta olímpica.
Patrícia Mamona, de 36 anos, encontra-se a fazer ainda treino condicionado, onde já faz “um pouco de tudo, menos triplo salto, porque é bastante impactante”, numa lesão que a afasta das pistas desde 2023 e a impediu de competir em Paris2024.
A lesão permitiu-lhe, por outro lado, começar a preparar o pós-carreira, ao ter sido nomeada chefe da missão portuguesa aos Jogos Mundiais Universitários, na qual pretende passar toda a informação e experiência às próximas gerações de atletas.
Os Jogos Mundiais Universitários vão decorrer na região alemã de Rhine-Ruhr, de 16 a 27 de julho, com Mamona a suceder na liderança da comitiva portuguesa a Pedro Cary, que chefiou a missão a Chengdu2021, realizados somente em 2023.