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Manchester City apresenta recurso contra acusação de violação de regras financeiras
O Manchester City confirmou hoje ter apresentado na quinta-feira recurso contra a acusação de “graves violações” das regras financeiras da Liga inglesa de futebol ao longo de nove temporadas.
“A posição firme do clube é que, a vários níveis, a opinião [da acusação] contém erros materiais, de lei, de princípio e de facto e que não é segura. O clube é inocente das acusações feitas pela Liga inglesa e um conjunto abrangente de provas irrefutáveis apoia as suas posições”, lê-se num comunicado.
Na terça-feira, uma comissão independente da Liga inglesa de futebol considerou que o Manchester City é culpado de todas as acusações relacionadas com “graves violações” das regras financeiras da competição ao longo de nove temporadas.
O clube inglês foi acusado em fevereiro de 2023 de 115 irregularidades financeiras relativas ao período entre a temporada de 2008/09 e 2017/18.
Segundo a Premier League, o atual vice-campeão inglês “negociou acordos comerciais fraudulentos com vários dos seus patrocinadores durante o período em questão, como parte de um esquema de financiamento disfarçado”, sendo que, nesse esquema, “as empresas pagavam apenas uma parte das taxas de patrocínio, enquanto o restante era financiado pelo Abu Dhabi United Group Investment & Development Ltd (ADUG), proprietário do clube”.
Além disso, foram feitos “outros acordos fraudulentos, também financiados pelo ADUG, firmados para permitir que o clube registasse despesas operacionais menores do que as reais, bem como um acordo fraudulento com a Fordham, entidade que adquiriu os direitos de imagem dos jogadores do clube, também financiado pelo ADUG”.
Segundo a Premier, este esquema permitiu ao City “inflacionar artificialmente as receitas do clube e reduzir os seus custos em mais de 1.000 milhões de euros (ME) durante o período afetado, para aparentar conformidade com as normas financeiras”.
Assim, conforme constatado pela comissão independente, o emblema, no qual atuam os internacionais lusos Rúben Dias e Matheus Nunes, “apresentou demonstrações financeiras distorcidas e ocultou a verdadeira situação das suas finanças dos auditores e dos órgãos reguladores do futebol”, pelo que foi concluído que esta “conduta seria para claramente burlar as regras da Premier League".
Por fim, a competição acusou o clube de cometer “múltiplas violações dos seus deveres de cooperação e de máxima boa-fé” para com o organismo durante quatro anos de investigação.
Na terça-feira, uma comissão independente da Liga inglesa de futebol considerou que o Manchester City é culpado de todas as acusações relacionadas com “graves violações” das regras financeiras da competição ao longo de nove temporadas.
O clube inglês foi acusado em fevereiro de 2023 de 115 irregularidades financeiras relativas ao período entre a temporada de 2008/09 e 2017/18.
Segundo a Premier League, o atual vice-campeão inglês “negociou acordos comerciais fraudulentos com vários dos seus patrocinadores durante o período em questão, como parte de um esquema de financiamento disfarçado”, sendo que, nesse esquema, “as empresas pagavam apenas uma parte das taxas de patrocínio, enquanto o restante era financiado pelo Abu Dhabi United Group Investment & Development Ltd (ADUG), proprietário do clube”.
Além disso, foram feitos “outros acordos fraudulentos, também financiados pelo ADUG, firmados para permitir que o clube registasse despesas operacionais menores do que as reais, bem como um acordo fraudulento com a Fordham, entidade que adquiriu os direitos de imagem dos jogadores do clube, também financiado pelo ADUG”.
Segundo a Premier, este esquema permitiu ao City “inflacionar artificialmente as receitas do clube e reduzir os seus custos em mais de 1.000 milhões de euros (ME) durante o período afetado, para aparentar conformidade com as normas financeiras”.
Assim, conforme constatado pela comissão independente, o emblema, no qual atuam os internacionais lusos Rúben Dias e Matheus Nunes, “apresentou demonstrações financeiras distorcidas e ocultou a verdadeira situação das suas finanças dos auditores e dos órgãos reguladores do futebol”, pelo que foi concluído que esta “conduta seria para claramente burlar as regras da Premier League".
Por fim, a competição acusou o clube de cometer “múltiplas violações dos seus deveres de cooperação e de máxima boa-fé” para com o organismo durante quatro anos de investigação.