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Marcel Gil e Marco Ferreira regressam aos eleitos para a Liga Mundial
As entradas de Marcel Gil e Marco Ferreira, por troca com Ubirajara Pereira e Idner Martins, são as novidades dos convocados da seleção portuguesa de voleibol, divulgados hoje para os jogos com a Holanda, da Liga Mundial.
O selecionador nacional Flavio Gulinelli mantém-se fiel aos seus objetivos iniciais e, para já, só pensa em "vingar-se" da Holanda, que venceu Portugal na fase de qualificação para a Liga Mundial de 2013, disputados em setembro de 2012, em Roterdão.
"As vitórias do Japão frente à Finlândia vieram dar novo alento aos japoneses, mas não têm influência na forma como encaramos esta Liga Mundial", defendeu Flávio Gulinelli, a escassas horas da partida da comitiva portuguesa para a Holanda.
Os resultados mais recentes vieram alterar o cenário classificativo do Grupo C, aparecendo agora o Canadá como claro favorito ao apuramento, mas abriram igualmente perspetivas matemáticas à qualificação de Portugal.
"As outras seleções do grupo fazem o seu jogo e nós fazemos o nosso. Neste momento, temos seis jogos para disputar e a nossa classificação é boa. Os jogos que fizemos o ano passado na Holanda deixaram-nos aborrecidos a todos", disse.
Portugal defronta a Holanda no sábado e no domingo, em Apeldoorn, e Flavio Gulinelli considera que desta vez "está tudo mais claro na cabeça dos jogadores" e "passa por discutir a vitória desde os momentos iniciais do primeiro jogo".
Marco Ferreira, que regressa aos convocados de Flávio Gulinelli após lesão, referiu que estar de fora não é fácil e ainda por cima estando há
quatro meses sem jogar.
"Estou a gostar muito da prestação da seleção. Estamos na luta pelos nossos objetivos e pela liderança do grupo e isso é o mais importante", disse Marco Ferreira.
Para o jogador, "Portugal e Holanda são duas seleções que se conhecem bem".
"Sabemos que a Holanda tem os seus pontos fortes, mas creio que está perfeitamente ao nosso alcance conseguirmos vencer os dois jogos"justificou.
A Holanda participou em 16 edições da Liga Mundial e conta no seu palmarés na prova com uma vitória, em 1996, um segundo lugar, em 1990, e um terceiro, em 1998. Na sua anterior participação, em 2010, quedou-se pelo 11. lugar.
Portugal e Holanda defrontaram-se pela última vez em setembro do ano passado, no "play off" de qualificação para a Liga Mundial de 2013, tendo a seleção das "quinas" perdido ambos os jogos pela margem mínima.
Na presente edição da prova, o selecionador Edwin Benne utiliza um seis base com uma média de altura que ultrapassa os dois metros, mesmo com o "libero" Gijs Jorna incluído.
A habitual seleção da Holanda integra Abdel-Aziz Nimir (distribuidor), Thomas Koelewijin e Johannes Bontje (centrais), Jeroen Rauwerdink e Thijs Ter Horst (zona 4) e Wytze Kooistra (oposto).
Após as deslocações à Finlândia, Canadá e agora Holanda, a seleção portuguesa encerra a fase intercontinental com a receção às seleções do Japão (29 e 30 de junho) e Coreia do Sul (06 e 07 de julho), em Guimarães.
Flavio Gulinelli convocou os seguintes jogadores: Alexandre Ferreira, André Lopes, Ricardo Silva, Marco Ferreira, Nuno Pinheiro, Tiago Violas, João José, Marcel Gil, Rui Santos, Valdir Sequeira, Ivo Casas e João Coelho.
"As vitórias do Japão frente à Finlândia vieram dar novo alento aos japoneses, mas não têm influência na forma como encaramos esta Liga Mundial", defendeu Flávio Gulinelli, a escassas horas da partida da comitiva portuguesa para a Holanda.
Os resultados mais recentes vieram alterar o cenário classificativo do Grupo C, aparecendo agora o Canadá como claro favorito ao apuramento, mas abriram igualmente perspetivas matemáticas à qualificação de Portugal.
"As outras seleções do grupo fazem o seu jogo e nós fazemos o nosso. Neste momento, temos seis jogos para disputar e a nossa classificação é boa. Os jogos que fizemos o ano passado na Holanda deixaram-nos aborrecidos a todos", disse.
Portugal defronta a Holanda no sábado e no domingo, em Apeldoorn, e Flavio Gulinelli considera que desta vez "está tudo mais claro na cabeça dos jogadores" e "passa por discutir a vitória desde os momentos iniciais do primeiro jogo".
Marco Ferreira, que regressa aos convocados de Flávio Gulinelli após lesão, referiu que estar de fora não é fácil e ainda por cima estando há
quatro meses sem jogar.
"Estou a gostar muito da prestação da seleção. Estamos na luta pelos nossos objetivos e pela liderança do grupo e isso é o mais importante", disse Marco Ferreira.
Para o jogador, "Portugal e Holanda são duas seleções que se conhecem bem".
"Sabemos que a Holanda tem os seus pontos fortes, mas creio que está perfeitamente ao nosso alcance conseguirmos vencer os dois jogos"justificou.
A Holanda participou em 16 edições da Liga Mundial e conta no seu palmarés na prova com uma vitória, em 1996, um segundo lugar, em 1990, e um terceiro, em 1998. Na sua anterior participação, em 2010, quedou-se pelo 11. lugar.
Portugal e Holanda defrontaram-se pela última vez em setembro do ano passado, no "play off" de qualificação para a Liga Mundial de 2013, tendo a seleção das "quinas" perdido ambos os jogos pela margem mínima.
Na presente edição da prova, o selecionador Edwin Benne utiliza um seis base com uma média de altura que ultrapassa os dois metros, mesmo com o "libero" Gijs Jorna incluído.
A habitual seleção da Holanda integra Abdel-Aziz Nimir (distribuidor), Thomas Koelewijin e Johannes Bontje (centrais), Jeroen Rauwerdink e Thijs Ter Horst (zona 4) e Wytze Kooistra (oposto).
Após as deslocações à Finlândia, Canadá e agora Holanda, a seleção portuguesa encerra a fase intercontinental com a receção às seleções do Japão (29 e 30 de junho) e Coreia do Sul (06 e 07 de julho), em Guimarães.
Flavio Gulinelli convocou os seguintes jogadores: Alexandre Ferreira, André Lopes, Ricardo Silva, Marco Ferreira, Nuno Pinheiro, Tiago Violas, João José, Marcel Gil, Rui Santos, Valdir Sequeira, Ivo Casas e João Coelho.