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Morte de Wanjiru deixou modalidade "em choque"
A morte de Samuel Wanjiru, o queniano campeão olímpico da maratona, de apenas 24 anos, deixou "em choque" o mundo do atletismo, unânime no espanto pelo desaparecimento do jovem atleta.
"Estou completamente chocado com as notícias sobre a morte de Sammy
Wanjiru", disse o etíope Haile Gebreselassie, atual recordista Mundial da
maratona e que tinha em Wanjiru um dos adversários mais temidos. "Pergunto-me
o que poderíamos ter feito, na família do atletismo, para evitar esse drama",
acrescentou.
O também etíope Kenenisa Bekele, campeão e recordista de 5.000 e 10.000
metros, refere como esperava "com impaciência" o reencontro com Wanjiru
nas grandes maratonas: "Estou completamente desolado, pela sua família e
pelos amigos. Perdem um grande atleta e uma boa pessoa".
Tsegay Kebede, igualmente da Etiópia, recordou uma mediática chegada
disputada ao "sprint" com Wanjiru, na maratona de Chicago.
"Uma morte é sempre triste, mas quando se trata de um jovem e de um
grande atleta, fico mais comovido. Lembro-me da nossa corrida em Chicago
e estava à procura de uma nova 'luta' com ele", referiu Kebede.
O Comité Olímpico Internacional (COI) recordou o "corredor bem sucedido"
que será lembrado como o primeiro campeão olímpico da maratona queniano.
"Os nossos sentimentos vão para a sua família e amigos", acrescenta
o COI, em comunicado, enquanto a Associação Internacional de Federações
de Atletismo (IAAF) também já manifestou o seu "grande pesar".
Samuel Wanjiru estabeleceu em Pequim2008, então com apenas 21 anos,
a melhor marca olímpica na distância, com 02:06.32 horas, melhorando o registo
que estava na posse do português Carlos Lopes desde Los Angeles84. Venceu
também as maratonas de Londres e Chicago.
Desde muito novo que deu indicações de ser um grande atleta, sobretudo
a partir dos 15 anos, quando se mudou do Quénia para o Japão.
No domingo tudo acabou, com uma queda da varanda da sua casa, em Nyahururu,
no Quénia, após uma disputa doméstica com a sua mulher, uma situação que
se poderá dever a acidente ou a suicídio.
Wanjiru tinha um historial recente de problemas domésticos e em dezembro
foi acusado de ter ferido o seu segurança pessoal com uma espingarda e ameaçado
matar a sua mulher e a sua empregada.
Wanjiru", disse o etíope Haile Gebreselassie, atual recordista Mundial da
maratona e que tinha em Wanjiru um dos adversários mais temidos. "Pergunto-me
o que poderíamos ter feito, na família do atletismo, para evitar esse drama",
acrescentou.
O também etíope Kenenisa Bekele, campeão e recordista de 5.000 e 10.000
metros, refere como esperava "com impaciência" o reencontro com Wanjiru
nas grandes maratonas: "Estou completamente desolado, pela sua família e
pelos amigos. Perdem um grande atleta e uma boa pessoa".
Tsegay Kebede, igualmente da Etiópia, recordou uma mediática chegada
disputada ao "sprint" com Wanjiru, na maratona de Chicago.
"Uma morte é sempre triste, mas quando se trata de um jovem e de um
grande atleta, fico mais comovido. Lembro-me da nossa corrida em Chicago
e estava à procura de uma nova 'luta' com ele", referiu Kebede.
O Comité Olímpico Internacional (COI) recordou o "corredor bem sucedido"
que será lembrado como o primeiro campeão olímpico da maratona queniano.
"Os nossos sentimentos vão para a sua família e amigos", acrescenta
o COI, em comunicado, enquanto a Associação Internacional de Federações
de Atletismo (IAAF) também já manifestou o seu "grande pesar".
Samuel Wanjiru estabeleceu em Pequim2008, então com apenas 21 anos,
a melhor marca olímpica na distância, com 02:06.32 horas, melhorando o registo
que estava na posse do português Carlos Lopes desde Los Angeles84. Venceu
também as maratonas de Londres e Chicago.
Desde muito novo que deu indicações de ser um grande atleta, sobretudo
a partir dos 15 anos, quando se mudou do Quénia para o Japão.
No domingo tudo acabou, com uma queda da varanda da sua casa, em Nyahururu,
no Quénia, após uma disputa doméstica com a sua mulher, uma situação que
se poderá dever a acidente ou a suicídio.
Wanjiru tinha um historial recente de problemas domésticos e em dezembro
foi acusado de ter ferido o seu segurança pessoal com uma espingarda e ameaçado
matar a sua mulher e a sua empregada.