Mais Modalidades
Movimento liderado por ex-candidato ao Vitória de Guimarães pede auditoria à SAD
O movimento ‘Vencer, sentir, crescer’ (VSC) propôs ao presidente da mesa da assembleia geral (MAG) do Vitória de Guimarães que se vote a realização de uma auditoria económico-financeira à SAD na próxima reunião magna, informou hoje, em comunicado.
Liderado por Viriato Sampaio, candidato da lista C às mais recentes eleições do clube minhoto, a segunda mais votada entre quatro candidaturas, apenas superada pela lista encabeçada pelo agora presidente, Rui Rodrigues, o movimento defende uma auditoria independente e quer submeter essa pretensão à votação dos sócios.
“O Movimento VSC, liderado por Viriato Sampaio, apresentou formalmente ao presidente da MAG do Vitória Sport Clube, Luís Filipe de Almeida e Silva, um requerimento para ser submetida aos associados a realização de uma auditoria económico-financeira independente à Vitória Sport Clube – Futebol, SAD, incluindo, sempre que tecnicamente justificado pela entidade auditora, procedimentos de natureza forense”, lê-se.
O requerimento prevê que a realização da auditoria seja incluída como “ponto autónomo, expresso e deliberativo da ordem de trabalhos da assembleia geral ordinária ainda por agendar, que vai decorrer em outubro, conforme determinam os estatutos, permitindo aos associados “discutir e votar a matéria”.
O movimento esclarece ainda ter contactado pessoalmente o Luís Filipe Silva, para lhe dar a conhecer “os princípios que fundamentam” o pedido de auditoria e também para que o presidente da MAG dê conhecimento formal da iniciativa ao presidente da direção, ao presidente do conselho fiscal, Rui Dias, e à presidente do conselho de jurisdição, Ana Margarida Teixeira.
A auditoria, segundo o movimento VSC, deve contemplar o período entre 1 de julho de 2022 e 30 de junho de 2026, englobando análise independente da situação económico-financeira da SAD, de financiamentos e respetivos custos e garantias, das relações financeiras entre clube e SAD, das operações com partes relacionadas ou das transferências de jogadores e respetivas comissões.
“O pedido não parte de qualquer presunção de irregularidade nem pretende antecipar conclusões. Procura, pelo contrário, estabelecer uma base factual, documental e independente que permita aos associados conhecer com rigor a situação económico-financeira e as operações relevantes do período em análise”, esclarece o grupo ligado a Viriato Sampaio.
À espera que essa auditoria seja executada por “uma entidade externa e independente e que “as suas conclusões sejam posteriormente apresentadas à assembleia geral, o movimento VSC crê ainda que o exercício pode constituir “referência independente sobre a situação financeira, patrimonial e contratual recebida” e “contribuir para uma separação objetiva entre diferentes ciclos de gestão”.
“O Movimento VSC, liderado por Viriato Sampaio, apresentou formalmente ao presidente da MAG do Vitória Sport Clube, Luís Filipe de Almeida e Silva, um requerimento para ser submetida aos associados a realização de uma auditoria económico-financeira independente à Vitória Sport Clube – Futebol, SAD, incluindo, sempre que tecnicamente justificado pela entidade auditora, procedimentos de natureza forense”, lê-se.
O requerimento prevê que a realização da auditoria seja incluída como “ponto autónomo, expresso e deliberativo da ordem de trabalhos da assembleia geral ordinária ainda por agendar, que vai decorrer em outubro, conforme determinam os estatutos, permitindo aos associados “discutir e votar a matéria”.
O movimento esclarece ainda ter contactado pessoalmente o Luís Filipe Silva, para lhe dar a conhecer “os princípios que fundamentam” o pedido de auditoria e também para que o presidente da MAG dê conhecimento formal da iniciativa ao presidente da direção, ao presidente do conselho fiscal, Rui Dias, e à presidente do conselho de jurisdição, Ana Margarida Teixeira.
A auditoria, segundo o movimento VSC, deve contemplar o período entre 1 de julho de 2022 e 30 de junho de 2026, englobando análise independente da situação económico-financeira da SAD, de financiamentos e respetivos custos e garantias, das relações financeiras entre clube e SAD, das operações com partes relacionadas ou das transferências de jogadores e respetivas comissões.
“O pedido não parte de qualquer presunção de irregularidade nem pretende antecipar conclusões. Procura, pelo contrário, estabelecer uma base factual, documental e independente que permita aos associados conhecer com rigor a situação económico-financeira e as operações relevantes do período em análise”, esclarece o grupo ligado a Viriato Sampaio.
À espera que essa auditoria seja executada por “uma entidade externa e independente e que “as suas conclusões sejam posteriormente apresentadas à assembleia geral, o movimento VSC crê ainda que o exercício pode constituir “referência independente sobre a situação financeira, patrimonial e contratual recebida” e “contribuir para uma separação objetiva entre diferentes ciclos de gestão”.