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Mundiais de canoagem. João Ribeiro quer pódio no K2, mas reforça o foco total no K4
O canoísta João Ribeiro reiterou hoje a vontade de repetir o pódio mundial de K2 500 metros, com Messias Baptista, porém reforçou o foco de ambos no K4 500 que na Polónia defende o título alcançado em 2025.
“Temos uma prova bastante importante à tarde, a semifinal do K4 (com Gustavo Gonçalves e Pedro Casinha), em que tudo é muito discutido ao milésimo de segundo, pelo que todas as forças são necessárias e temos de gerir ao máximo, embora na frente da prova”, disse o atleta, explicando o baixar de ritmo final na eliminatória que, ainda assim, venceram.
João Ribeiro e Messias Baptista lideraram toda a eliminatória na qual se impuseram em 1.36,59 minutos, com margem de 41 centésimos para a tripulação da Noruega e 1,22 segundos para a da França.
“Acaba por ser também um bom treino. É quase um aquecimento, mas um aquecimento bastante duro. O nosso objetivo é logo, pois só passam três à final e é muito importante estar bem fisicamente”, completou.
Beatriz Fernandes também tem meia-final à tarde, de C2 500 com Inês Penetra, mas assume que é igualmente importante o seu desempenho em C1 200, cuja meia-final garantiu de manhã.
“Queremos estar melhor e fazer as provas individuais também nos ajuda a aumentar um bocadinho o ego. Com mais uma prova, fico habituada ao plano de água, já consigo arrecadar sensações e acho que isso ajuda bastante nas provas seguintes”, elucidou.
Ana Brito, que se incorporou mais tarde na seleção depois de ter participado nos Jogos do Mediterrâneo, nos quais conquistou o ouro em K1 500 metros, destacou o “bom começo” nestes mundiais, em K2 500 ao lado de Clara Duarte, com a qual avançou na competição em quarto lugar.
“Foi a nossa primeira prova juntas em K2. Fizemos o que tínhamos a fazer. Na meia-final vai ser mais equilibrado, mas esperamos estar ainda melhor. Que corra bem daqui para a frente”, desejou.
Já Clara Duarte tem a ilusão de entrar na final, também pelo facto de se terem sentido “sempre em prova” na sua estreia juntas em K2, num evento que classifica como “longo e difícil”.
João Ribeiro e Messias Baptista lideraram toda a eliminatória na qual se impuseram em 1.36,59 minutos, com margem de 41 centésimos para a tripulação da Noruega e 1,22 segundos para a da França.
“Acaba por ser também um bom treino. É quase um aquecimento, mas um aquecimento bastante duro. O nosso objetivo é logo, pois só passam três à final e é muito importante estar bem fisicamente”, completou.
Beatriz Fernandes também tem meia-final à tarde, de C2 500 com Inês Penetra, mas assume que é igualmente importante o seu desempenho em C1 200, cuja meia-final garantiu de manhã.
“Queremos estar melhor e fazer as provas individuais também nos ajuda a aumentar um bocadinho o ego. Com mais uma prova, fico habituada ao plano de água, já consigo arrecadar sensações e acho que isso ajuda bastante nas provas seguintes”, elucidou.
Ana Brito, que se incorporou mais tarde na seleção depois de ter participado nos Jogos do Mediterrâneo, nos quais conquistou o ouro em K1 500 metros, destacou o “bom começo” nestes mundiais, em K2 500 ao lado de Clara Duarte, com a qual avançou na competição em quarto lugar.
“Foi a nossa primeira prova juntas em K2. Fizemos o que tínhamos a fazer. Na meia-final vai ser mais equilibrado, mas esperamos estar ainda melhor. Que corra bem daqui para a frente”, desejou.
Já Clara Duarte tem a ilusão de entrar na final, também pelo facto de se terem sentido “sempre em prova” na sua estreia juntas em K2, num evento que classifica como “longo e difícil”.