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Mundiais de Canoagem. K4 500 avança para as meias-finais na defesa do título
A largar na pista seis no Lago de Malta, em Poznan, o quarteto luso impôs-se em 1.24,69 segundos, superando a formação da Hungria, por 39 centésimos, e a da Dinamarca, por 60.
Quinta-feira, às 14h00 (horas de Lisboa), os campeões do Mundo vão partir na central pista cinco, tendo a seu lado as formações da Espanha e Lituânia, as principais rivais na tentativa de acesso à final de sexta-feira, reservada apenas a três embarcações.
Portugal segue no terceiro posto do ranking de apuramento olímpico, enquanto a Lituânia é quinta e a Espanha, bronze em Paris2024, sexta.
O título mundial alcançado pelos portugueses em 2025, em Milão, Itália, seguiu-se ao ouro nos Europeus, que meses antes tinham alcançado, na República Checa.
Apesar do triunfo, a formação lusa avançou na competição mais emblemática internacional da canoagem com o sexto melhor registo.
Quinta-feira, às 14h00 (horas de Lisboa), os campeões do Mundo vão partir na central pista cinco, tendo a seu lado as formações da Espanha e Lituânia, as principais rivais na tentativa de acesso à final de sexta-feira, reservada apenas a três embarcações.
Portugal segue no terceiro posto do ranking de apuramento olímpico, enquanto a Lituânia é quinta e a Espanha, bronze em Paris2024, sexta.
O título mundial alcançado pelos portugueses em 2025, em Milão, Itália, seguiu-se ao ouro nos Europeus, que meses antes tinham alcançado, na República Checa.
João Ribeiro e Messias Baptista entram em ação novamente, na quinta-feira, na prova de K2 500 metros, na qual foram medalha de prata em 2025 em Milão.
Estatuto de campeão de nada vale a este nível, K4 500
O K4 500 metros português campeão do Mundo de canoagem de velocidade em 2025 garantiu hoje que “não há estatuto” numa competição deste nível, tal o equilíbrio numa especialidade tradicionalmente “super-competitiva”.

“O estatuto vale o que vale, o ouro foi o ano passado. Agora, queremos ganhar outra vez esse estatuto na água, é para isso que trabalhamos todos os dias e certamente vai acontecer alguma coisa boa. Começámos com o pé direito, foi apenas o primeiro passo, mas mais vale começar bem”, sublinhou Gustavo Gonçalves, em declarações à Lusa.
Em Poznan, Polónia, Gustavo Gonçalves, João Ribeiro, Messias Baptista e Pedro Casinha venceram a sua eliminatória em 1.24,69 minutos, batendo a formação da Hungria, por 39 centésimos, e a da Dinamarca, por 60, indo disputar a semifinal na quinta-feira.
“Estamos num Mundial super-competitivo, não há eliminatórias fáceis. Estas provas são discutidas à milésima. Queríamos entrar com o pé direito e, felizmente, conseguimos. Agora é descansar e enfrentar o resto. Vamos agora tratar de recuperar da melhor forma, para na semifinal conseguimos estar a 100%”, destacou.
O voga, atleta que vai na posição um do K4, falou de uma “pista dura, água fria e ventinho de contra” no Lago Malta, porém assegurou que a equipa está “preparada” para todas as adversidades: “Treinámos para render o máximo em qualquer condição”.
O canoísta recordou que esta é a prova mais relevante da temporada, não somente por ser mundial, mas também por ser a que mais pontos atribui para o ranking de apuramento olímpico, nomeadamente 1.500 para os vencedores, enquanto os eventos continentais (Europeus) e as três Taças do Mundo são majoradas em 1.000.
“Além da medalha, é sempre importante pontuar bem e ser constantes ao longo da época, o que felizmente temos sido. Aqui é sempre a doer, seja a eliminatória, a semifinal e ainda mais a final. Mas a equipa está bem, estamos os quatro juntos, para o mesmo”, concluiu.
Os Mundiais de Poznan juntam 854 canoístas de 77 países, entre os quais Portugal, que tem 16 competidores, sendo 13 na velocidade (cinco no caiaque masculino e seis no feminino, bem como duas na canoa feminina) e três atletas na paracanoagem.
O K4 500 metros português campeão do Mundo de canoagem de velocidade em 2025 garantiu hoje que “não há estatuto” numa competição deste nível, tal o equilíbrio numa especialidade tradicionalmente “super-competitiva”.
“O estatuto vale o que vale, o ouro foi o ano passado. Agora, queremos ganhar outra vez esse estatuto na água, é para isso que trabalhamos todos os dias e certamente vai acontecer alguma coisa boa. Começámos com o pé direito, foi apenas o primeiro passo, mas mais vale começar bem”, sublinhou Gustavo Gonçalves, em declarações à Lusa.
Em Poznan, Polónia, Gustavo Gonçalves, João Ribeiro, Messias Baptista e Pedro Casinha venceram a sua eliminatória em 1.24,69 minutos, batendo a formação da Hungria, por 39 centésimos, e a da Dinamarca, por 60, indo disputar a semifinal na quinta-feira.
“Estamos num Mundial super-competitivo, não há eliminatórias fáceis. Estas provas são discutidas à milésima. Queríamos entrar com o pé direito e, felizmente, conseguimos. Agora é descansar e enfrentar o resto. Vamos agora tratar de recuperar da melhor forma, para na semifinal conseguimos estar a 100%”, destacou.
O voga, atleta que vai na posição um do K4, falou de uma “pista dura, água fria e ventinho de contra” no Lago Malta, porém assegurou que a equipa está “preparada” para todas as adversidades: “Treinámos para render o máximo em qualquer condição”.
O canoísta recordou que esta é a prova mais relevante da temporada, não somente por ser mundial, mas também por ser a que mais pontos atribui para o ranking de apuramento olímpico, nomeadamente 1.500 para os vencedores, enquanto os eventos continentais (Europeus) e as três Taças do Mundo são majoradas em 1.000.
“Além da medalha, é sempre importante pontuar bem e ser constantes ao longo da época, o que felizmente temos sido. Aqui é sempre a doer, seja a eliminatória, a semifinal e ainda mais a final. Mas a equipa está bem, estamos os quatro juntos, para o mesmo”, concluiu.
Os Mundiais de Poznan juntam 854 canoístas de 77 países, entre os quais Portugal, que tem 16 competidores, sendo 13 na velocidade (cinco no caiaque masculino e seis no feminino, bem como duas na canoa feminina) e três atletas na paracanoagem.