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Mundial de surf arranca com dupla portuguesa e vários `pesos pesados` de volta
O circuito principal da Liga Mundial de Surf (WSL) começa na terça-feira, na Austrália, com mudanças significativas no formato competitivo, numa nova época marcada pelo regresso de alguns 'tubarões' e pela estreia absoluta de atletas portuguesas.
Pela primeira vez, Portugal vai estar representado no quadro feminino do Championship Tour (CT), e logo com uma 'dupla de ases', depois de Yolanda Hopkins ter conquistado o segundo lugar e Francisca Veselko a quinta posição no ranking das Challenger Series (CS), que oferecem os 'bilhetes' para a elite mundial.
Depois de Tiago Pires e Frederico Morais, as cores nacionais voltam a estar representadas ao mais alto nível do surf mundial, com 'Yoyo' e 'Kika' a garantirem dois dos limitados sete lugares do lado das mulheres que davam acesso à elite em 2026.
Além das surfistas lusas, qualificaram-se outras cinco atletas, com destaque para a jovem prodígio francesa Tya Zebrowski que, com apenas 15 anos, acabados de fazer (em 9 de março), venceu as CS e tornou-se a mais nova de sempre a garantir a entrada no CT.
A experiente australiana Sally Fitzgibbons, vice-campeã mundial em 2010, 2011 e 2012, a norte-americana Alyssa Spencer (ex-top mundial), a espanhola Nadia Erostarbe e a israelita Anat Lelior fecham o lote de classificadas.
Se as atletas europeias conseguiram, pela primeira vez, dominar o acesso ao CT, do lado dos homens, foram os australianos que deram 'cartas', com cinco em 10 vagas, apesar de o vencedor das CS ter sido o francês Kauli Vaast, que ganhou a medalha de ouro olímpica em Paris2024 e chega pela primeira vez à 'Champions' do surf.
Aos regressos dos 'aussies' Morgan Cibilic, George Pittar, Callum Robson e Liam O'Brien, todos ex-top mundiais, juntou-se ainda o seu compatriota Oscar Berry.
Os brasileiros Samuel Pupo e Mateus Herdy, o havaiano Eli Hanneman e o sul-africano Luke Thompson fecham o 'ramalhete'.
Quer no circuito feminino, quer no masculino, além de toda a expectativa existente com o desempenho dos estreantes e dos que conseguiram voltar, há que assinalar o regresso de várias figuras incontornáveis da atualidade do surf ao palco principal.
Desde logo, nota para o retorno da australiana Stephanie Gilmore, oito vezes campeã do mundo de surf, que volta à competição depois de ter optado por deixar o circuito mundial em 2024, numa pausa de dois anos.
Gilmore, de 37 anos, é a recordista de títulos mundiais, com as conquistas em 2007, 2008, 2009, 2010, 2012, 2014, 2018 e 2022.
Também a havaiana Carissa Moore, de 33 anos, pentacampeã mundial e medalha de ouro olímpica em Tóquio2020, vai voltar à ação, depois de os mesmos dois anos de pausa voluntária.
A campeã do circuito principal feminino em 2011, 2013, 2015 ,2019 e 2020, mantém o título da mais jovem da história a conquistar o Championship Tour (CT), quando tinha 18 anos, logo no segundo ano em que competiu na elite, mas não regressa sozinha.
No circuito masculino, é o regresso do brasileiro Gabriel Medina, tricampeão mundial (2014, 2018 e 2021), que prende todas as atenções, sobretudo, depois da desistência de última hora do havaiano John John Florence, também com três títulos mundiais (2016, 2017 e 2024).
Este ano, o circuito de elite vai voltar ao seu formato original de pontos corridos, aumentando assim a importância de consistência ao longo da temporada, estando a decisão final prevista para Pipeline, no Havai (Estados Unidos), após passagem pela Praia de Supertubos, em Peniche, prova que passou de março para outubro.
Houve também mexidas no corte do meio da época (que reduzia o número de atletas) e foi extinguido o Dia das Finais, quando apenas os cinco primeiros de cada campeonato (masculino e feminino) entravam para disputar o troféu de campeão.
A temporada do CT arranca em abril, em Bells Beach (Austrália), seguindo depois para Margaret River e Gold Coast, ambas também na Austrália, Raglan (Nova Zelândia), Punta Roca (El Salvador), Saquarema (Brasil), Teahupoʻo (Taiti), Cloudbreak (Fiji), Lower Trestles (Estados Unidos), Abu Dhabi (Emirados Árabes Unidos), Peniche (Portugal) e Pipe Masters (Estados Unidos).
Etapas do circuito mundial de surf em 2026:
- Bells Beach, Austrália (1 a 11 de abril).
- Margaret River, Austrália (16 a 26 de abril).
- Gold Coast, Austrália (1 a 11 de maio).
- New Zealand, Nova Zelândia (15 a 25 de maio).
- Punta Roca, El Salvador (5 a 15 de junho).
- Saquarema, Brasil (19 a 27 de junho).
- Teahupoʻo, Taiti (08 a 18 de agosto).
- Cloudbreak, Fiji (25 de agosto a 4 de setembro).
- Lower Trestles, Estados Unidos (11 a 20 de setembro).
- Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos (14 a 18 de outubro).
- Peniche, Portugal (22 de outubro a 1 de novembro).
- Pipe Masters, Estados Unidos (8 a 20 de dezembro).
Depois de Tiago Pires e Frederico Morais, as cores nacionais voltam a estar representadas ao mais alto nível do surf mundial, com 'Yoyo' e 'Kika' a garantirem dois dos limitados sete lugares do lado das mulheres que davam acesso à elite em 2026.
Além das surfistas lusas, qualificaram-se outras cinco atletas, com destaque para a jovem prodígio francesa Tya Zebrowski que, com apenas 15 anos, acabados de fazer (em 9 de março), venceu as CS e tornou-se a mais nova de sempre a garantir a entrada no CT.
A experiente australiana Sally Fitzgibbons, vice-campeã mundial em 2010, 2011 e 2012, a norte-americana Alyssa Spencer (ex-top mundial), a espanhola Nadia Erostarbe e a israelita Anat Lelior fecham o lote de classificadas.
Se as atletas europeias conseguiram, pela primeira vez, dominar o acesso ao CT, do lado dos homens, foram os australianos que deram 'cartas', com cinco em 10 vagas, apesar de o vencedor das CS ter sido o francês Kauli Vaast, que ganhou a medalha de ouro olímpica em Paris2024 e chega pela primeira vez à 'Champions' do surf.
Aos regressos dos 'aussies' Morgan Cibilic, George Pittar, Callum Robson e Liam O'Brien, todos ex-top mundiais, juntou-se ainda o seu compatriota Oscar Berry.
Os brasileiros Samuel Pupo e Mateus Herdy, o havaiano Eli Hanneman e o sul-africano Luke Thompson fecham o 'ramalhete'.
Quer no circuito feminino, quer no masculino, além de toda a expectativa existente com o desempenho dos estreantes e dos que conseguiram voltar, há que assinalar o regresso de várias figuras incontornáveis da atualidade do surf ao palco principal.
Desde logo, nota para o retorno da australiana Stephanie Gilmore, oito vezes campeã do mundo de surf, que volta à competição depois de ter optado por deixar o circuito mundial em 2024, numa pausa de dois anos.
Gilmore, de 37 anos, é a recordista de títulos mundiais, com as conquistas em 2007, 2008, 2009, 2010, 2012, 2014, 2018 e 2022.
Também a havaiana Carissa Moore, de 33 anos, pentacampeã mundial e medalha de ouro olímpica em Tóquio2020, vai voltar à ação, depois de os mesmos dois anos de pausa voluntária.
A campeã do circuito principal feminino em 2011, 2013, 2015 ,2019 e 2020, mantém o título da mais jovem da história a conquistar o Championship Tour (CT), quando tinha 18 anos, logo no segundo ano em que competiu na elite, mas não regressa sozinha.
No circuito masculino, é o regresso do brasileiro Gabriel Medina, tricampeão mundial (2014, 2018 e 2021), que prende todas as atenções, sobretudo, depois da desistência de última hora do havaiano John John Florence, também com três títulos mundiais (2016, 2017 e 2024).
Este ano, o circuito de elite vai voltar ao seu formato original de pontos corridos, aumentando assim a importância de consistência ao longo da temporada, estando a decisão final prevista para Pipeline, no Havai (Estados Unidos), após passagem pela Praia de Supertubos, em Peniche, prova que passou de março para outubro.
Houve também mexidas no corte do meio da época (que reduzia o número de atletas) e foi extinguido o Dia das Finais, quando apenas os cinco primeiros de cada campeonato (masculino e feminino) entravam para disputar o troféu de campeão.
A temporada do CT arranca em abril, em Bells Beach (Austrália), seguindo depois para Margaret River e Gold Coast, ambas também na Austrália, Raglan (Nova Zelândia), Punta Roca (El Salvador), Saquarema (Brasil), Teahupoʻo (Taiti), Cloudbreak (Fiji), Lower Trestles (Estados Unidos), Abu Dhabi (Emirados Árabes Unidos), Peniche (Portugal) e Pipe Masters (Estados Unidos).
Etapas do circuito mundial de surf em 2026:
- Bells Beach, Austrália (1 a 11 de abril).
- Margaret River, Austrália (16 a 26 de abril).
- Gold Coast, Austrália (1 a 11 de maio).
- New Zealand, Nova Zelândia (15 a 25 de maio).
- Punta Roca, El Salvador (5 a 15 de junho).
- Saquarema, Brasil (19 a 27 de junho).
- Teahupoʻo, Taiti (08 a 18 de agosto).
- Cloudbreak, Fiji (25 de agosto a 4 de setembro).
- Lower Trestles, Estados Unidos (11 a 20 de setembro).
- Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos (14 a 18 de outubro).
- Peniche, Portugal (22 de outubro a 1 de novembro).
- Pipe Masters, Estados Unidos (8 a 20 de dezembro).