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Nova Zelândia junta-se à França na final
A anfitriã Nova Zelândia garantiu este domingo a presença na "sua" final do Mundial de râguebi, ao derrotar a Austrália, por 20-6, numa intensa meia-final disputada no Eden Park, em Auckland.
Os "All Blacks" vão encontrar a França a 23 de outubro numa reedição
da final da primeira edição do Campeonato do Mundo, em que os neozelandezes
conquistaram o seu único título mundial, a 20 de junho de 1987. A Austrália,
campeã em 1991 e 1999, enfrenta o País de Gales, sexta-feira, na luta pelo
terceiro lugar.
Para chegar à final, a Nova Zelândia, apoiada praticamente por todos
os 60.000 espetadores presentes, colocou a Austrália sob grande pressão
do início ao fim, com especial incidência sobre o abertura Quade Cooper.
Dominadores em todos os setores, nomeadamente no jogo à mão, os "All
Blacks" puderam explanar todo seu jogo baseado na velocidade, sob o comando
de Aaron Cruden, à-vontade na posição de abertura, de Cory Jane, muito seguro
na sua ala, e o "full-back" Isarael Dagg, que se desdobrou em arranques.
Com o seu râguebi mais dinâmico, a Nova Zelândia ganhou vantagem nos
primeiros minutos com um ensaio de Nonu (06 minutos), o único do encontro,
uma penalidade de Weepu (12) - a redimir-se de ter falhado a transformação
do ensaio - e um pontapé de ressalto de Cruden (22).
Os australianos, que mais por demérito do adversário estiveram perto
do ensaio na sua primeira aproximação à linha dos 22 metros, acabaram por
reduzir a diferença com uma penalidade de James O'Connor (15) e um "drop"
de Cooper (32), mas Weepu (36) deferiu mais um tiro certeiro de penalidade
e estabeleceu o resultado ao intervalo (14-6).
Na segunda parte, os "Wallabies" continuaram sem encontrar o rumo e,
do ponto de vista físico, estiveram sempre por baixo da Nova Zelândia, que
ampliou a vantagem de forma natural, com mais duas penalidades de Weepu
(42 e 71), antes de terminar o encontro reduzida a 14 devido à expulsão
temporária de Sonny Bill Williams (76), por placagem perigosa.
da final da primeira edição do Campeonato do Mundo, em que os neozelandezes
conquistaram o seu único título mundial, a 20 de junho de 1987. A Austrália,
campeã em 1991 e 1999, enfrenta o País de Gales, sexta-feira, na luta pelo
terceiro lugar.
Para chegar à final, a Nova Zelândia, apoiada praticamente por todos
os 60.000 espetadores presentes, colocou a Austrália sob grande pressão
do início ao fim, com especial incidência sobre o abertura Quade Cooper.
Dominadores em todos os setores, nomeadamente no jogo à mão, os "All
Blacks" puderam explanar todo seu jogo baseado na velocidade, sob o comando
de Aaron Cruden, à-vontade na posição de abertura, de Cory Jane, muito seguro
na sua ala, e o "full-back" Isarael Dagg, que se desdobrou em arranques.
Com o seu râguebi mais dinâmico, a Nova Zelândia ganhou vantagem nos
primeiros minutos com um ensaio de Nonu (06 minutos), o único do encontro,
uma penalidade de Weepu (12) - a redimir-se de ter falhado a transformação
do ensaio - e um pontapé de ressalto de Cruden (22).
Os australianos, que mais por demérito do adversário estiveram perto
do ensaio na sua primeira aproximação à linha dos 22 metros, acabaram por
reduzir a diferença com uma penalidade de James O'Connor (15) e um "drop"
de Cooper (32), mas Weepu (36) deferiu mais um tiro certeiro de penalidade
e estabeleceu o resultado ao intervalo (14-6).
Na segunda parte, os "Wallabies" continuaram sem encontrar o rumo e,
do ponto de vista físico, estiveram sempre por baixo da Nova Zelândia, que
ampliou a vantagem de forma natural, com mais duas penalidades de Weepu
(42 e 71), antes de terminar o encontro reduzida a 14 devido à expulsão
temporária de Sonny Bill Williams (76), por placagem perigosa.