Nuno Borges vence challenger de Monterrey

O tenista português Nuno Borges, sexto cabeça de série, venceu a final do challenger de Monterrey, no México, ante o croata Borna Gojo, somando a maior vitória da carreira e o terceiro título do circuito.

Mário Aleixo - RTP /
Com o triunfo em Monterrey Nuno Borges entra no "top 100" mundial D.R.-FP Ténis

Borges, 103.º do ranking mundial, superiorizou-se por 6-4 e 7-6 (8-6), ao cabo de uma hora e 25 minutos, erguendo o troféu ao bater o 160.º jogador da hierarquia mundial.

Foi a sexta final de um challenger em singulares para Nuno Borges, de 26 anos, que tinha vencido em Antália, em 2021, e em Barletta, em 2022, somando agora novo título, e o maior da carreira, uma vez que este é um torneio de categoria 125, excluindo resultados em pares.

O maiato entrou melhor na partida, ao quebrar o jogo de serviço do croata logo a abrir, e embalou para um ponto "a zeros" logo a seguir, fazendo o 2-0, seguindo até ao 6-4 ao cabo de 31 minutos.

No segundo "set", um jogo equilibrado deu lugar ao "tie break", no qual o número um nacional recuperou de um 6-4, defendendo dois "set points" para "virar" e vencer por 8-6.

Tenista com melhor ranking de sempre

O português subiu ao 85.º lugar do ranking mundial de ténis, a melhor classificação de sempre, numa lista atualizada esta segunda-feira e na qual o sérvio Novak Djokovic estabeleceu novo recorde absoluto de 378 semanas na liderança.

Um dia após ter conquistado o torneio de Monterrey subiu 18 posições no ranking, para a 85.ª, superando o melhor posicionamento que tinha na hierarquia mundial, o 91.º posto alcançado em novembro de 2022.

Mesmo sem competir desde o Open da Austrália – que venceu -, Djokovic manteve-se no topo da classificação, tornando-se o tenista com maior número de semanas no comando do ranking nos circuitos profissionais, com 378, superando a alemã Steffi Graf (377).

Na classificação feminina não se registaram alterações entre as 10 tenistas mais bem posicionadas, com a polaca Iga Swiatek a manter-se na liderança, seguida da bielorrussa Aryna Sabalenka e da norte-americana Jéssica Pegula, segunda e terceira colocadas, respetivamente.



 


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