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Olimpismo reclama falta de apoio em Portugal
O presidente do Comité Olímpico de Portugal, José Manuel Constantino, lamenta a falta de compromisso de uma parte do setor público no desenvolvimento do desporto nacional.
Constantino, que falava após o jantar do 105.º aniversário do COP, sublinhou o bom relacionamento com a Secretaria de Estado do Desporto e Juventude, mas manifestou "razões de queixa de outros setores da vida pública nacional que não levam em linha e conta a importância social do desporto, que o menorizam" e que "deviam dar outro contributo", como registou o jornalista da Antena 1, Eduardo Gonçalves.
"O sistema educativo, o sistema de saúde, o turismo, a área fiscal, há todo um conjunto de setores que confina com a atividade desportiva e nos quais não há representação institucional do desporto", frisou o presidente do COP.
Apesar de algumas parcerias, Constantino entende que "não é ao setor privado que cabe sustentar a equipa olímpica nacional e as missões de serviço público que presta" e por isso apontou também o dedo ao setor público.
Constantino manifestou, no entanto, a esperança de ver reduzido o impacto negativo da situação financeira do país, de forma a evitar, tanto quanto possível, afetar a qualidade da representação portuguesa nos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro.
"O sistema educativo, o sistema de saúde, o turismo, a área fiscal, há todo um conjunto de setores que confina com a atividade desportiva e nos quais não há representação institucional do desporto", frisou o presidente do COP.
Apesar de algumas parcerias, Constantino entende que "não é ao setor privado que cabe sustentar a equipa olímpica nacional e as missões de serviço público que presta" e por isso apontou também o dedo ao setor público.
Constantino manifestou, no entanto, a esperança de ver reduzido o impacto negativo da situação financeira do país, de forma a evitar, tanto quanto possível, afetar a qualidade da representação portuguesa nos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro.