Mais Modalidades
Pedro Lopes suspenso 15 anos
A FPC aplicou a pena mínima prevista ao ciclista do CCLoulé, por "violação de norma antidopagem", de que o atleta "é sempre notificado e tem hipóteses de se justificar", que, no caso, "houve justificações, mas não foram aceitáveis"; as sanções são passíveis de recurso para o Conselho Jurisdicional da FPC.
Dois envios tardios do formulário de localização e um controlo fora de competição declarado não realizado, tudo no espaço de 18 meses, aliados ao facto de Pedro Lopes ser reincidente, devido a um resultado positivo, por cafeína, em 2004, que o fez perder o título de campeão nacional para Bruno Castanheira, são o motivo da severidade da sanção decretada pelo Conselho Disciplinar da Federação Portuguesa de Ciclismo (FPC).
Os 15 anos de suspensão aplicados ao ciclista são o mais pesado castigo de sempre no desporto português, segundo declarou, à Lusa, o presidente da Autoridade Antidopagem de Portugal (ADoP), Luís Horta.
"Há países em que a segunda infração é punida com pena de erradicação, mas em Portugal a Constituição não permite. A maior, até agora, tinha sido de 10 anos, aplicada ao médico Marcos Maynar, pela Federação Portuguesa de Ciclismo, já no âmbito da nova legislação", disse Luís Horta, lembrando o caso em que o clínico espanhol foi responsabilizado pela administração de substâncias dopantes, na extinta equipa LA-MSS.
No plano internacional, não contando com os casos de erradicação, o ciclista italiano Gianni Ros foi suspenso por 20 anos, mas o Tribunal Arbitral do Desporto reduziu-lhe a pena a quatro.
O corredor algarvio, de 35 anos, que representava o CC Loulé, foi punido com a pena mínima para segundas infrações, já que a lei prevê suspensões de 15 a 20 anos.
Mesmo assim, Pedro Lopes considera a pena "ridicula" e "para rir", tendo em conta a sua idade e por não lhe ter sido detectada qualquer substância dopante, o que seria difícil, já que não se sujeitou aos controlos.
Os 15 anos de suspensão aplicados ao ciclista são o mais pesado castigo de sempre no desporto português, segundo declarou, à Lusa, o presidente da Autoridade Antidopagem de Portugal (ADoP), Luís Horta.
"Há países em que a segunda infração é punida com pena de erradicação, mas em Portugal a Constituição não permite. A maior, até agora, tinha sido de 10 anos, aplicada ao médico Marcos Maynar, pela Federação Portuguesa de Ciclismo, já no âmbito da nova legislação", disse Luís Horta, lembrando o caso em que o clínico espanhol foi responsabilizado pela administração de substâncias dopantes, na extinta equipa LA-MSS.
No plano internacional, não contando com os casos de erradicação, o ciclista italiano Gianni Ros foi suspenso por 20 anos, mas o Tribunal Arbitral do Desporto reduziu-lhe a pena a quatro.
O corredor algarvio, de 35 anos, que representava o CC Loulé, foi punido com a pena mínima para segundas infrações, já que a lei prevê suspensões de 15 a 20 anos.
Mesmo assim, Pedro Lopes considera a pena "ridicula" e "para rir", tendo em conta a sua idade e por não lhe ter sido detectada qualquer substância dopante, o que seria difícil, já que não se sujeitou aos controlos.