Mais Modalidades
Ciclismo
Pogacar cai mas vence clássica Milão-Sanremo
O ciclista esloveno Tadej Pogacar (UAE Emirates) venceu pela primeira vez a clássica Milão-Sanremo, prova italiana que procurava conquistar há vários anos, apesar de ter sofrido uma queda a 32 quilómetros da meta.
Pogacar completou os 298 quilómetros entre Pavia e Sanremo em 6:35.49 horas, impondo-se por meia roda ao britânico Thomas Pidcock (Pinarello Q36.5 Pro Cycling), o único que conseguiu acompanhar o tetracampeão da Volta à França, após um vigoroso sprint entre os dois.
Aos 27 anos, o dominador incontestado do pelotão internacional acrescentou ao impressionante currículo o quarto dos cinco ‘monumentos’ velocipédicos, uma vez que já tinha conquistado a Volta a Flandres, Liège-Bastogne-Liège e a Volta à Lombardia. Apenas o Paris-Roubaix lhe escapa, por enquanto.
O belga Wout van Aert (Visma-Lease a Bike), que respondeu com Pidcock ao ataque lançado por Pogacar a 24 quilómetros da chegada, já não teve capacidade para reagir quando o esloveno voltou a acelerar na subida do Poggio e teve de contentar-se com o terceiro lugar, a quatro segundos do vencedor.
O triunfo de Pogacar não foi conseguido sem algum dramatismo. O esloveno foi vítima de uma queda coletiva (em que esteve também envolvido Van Aert), num momento em que os ciclistas procuravam posicionar-se para a abordagem à Cipressa, e foi já com os calções rasgados e uma determinação inabalável no olhar, que bateu o recorde da subida.
“Quando caí pensei que tudo tinha acabado, mas, felizmente, consegui voltar à bicicleta rapidamente e sem muitos estragos”, explicou o bicampeão mundial, que parece capaz de reescrever a história da modalidade a cada pedalada que dá.
Com um total de 11 vitórias em ‘monumentos’, Pogacar igualou o belga Roger de Vlaeminck no segundo lugar da lista dos vencedores destas provas clássicas de um dia mais prestigiadas do ciclismo de estrada, que continua a ser liderada por outro ciclista belga, Eddy Merckx, considerado o melhor de sempre, com 19.
Aos 27 anos, o dominador incontestado do pelotão internacional acrescentou ao impressionante currículo o quarto dos cinco ‘monumentos’ velocipédicos, uma vez que já tinha conquistado a Volta a Flandres, Liège-Bastogne-Liège e a Volta à Lombardia. Apenas o Paris-Roubaix lhe escapa, por enquanto.
O belga Wout van Aert (Visma-Lease a Bike), que respondeu com Pidcock ao ataque lançado por Pogacar a 24 quilómetros da chegada, já não teve capacidade para reagir quando o esloveno voltou a acelerar na subida do Poggio e teve de contentar-se com o terceiro lugar, a quatro segundos do vencedor.
O triunfo de Pogacar não foi conseguido sem algum dramatismo. O esloveno foi vítima de uma queda coletiva (em que esteve também envolvido Van Aert), num momento em que os ciclistas procuravam posicionar-se para a abordagem à Cipressa, e foi já com os calções rasgados e uma determinação inabalável no olhar, que bateu o recorde da subida.
“Quando caí pensei que tudo tinha acabado, mas, felizmente, consegui voltar à bicicleta rapidamente e sem muitos estragos”, explicou o bicampeão mundial, que parece capaz de reescrever a história da modalidade a cada pedalada que dá.
Com um total de 11 vitórias em ‘monumentos’, Pogacar igualou o belga Roger de Vlaeminck no segundo lugar da lista dos vencedores destas provas clássicas de um dia mais prestigiadas do ciclismo de estrada, que continua a ser liderada por outro ciclista belga, Eddy Merckx, considerado o melhor de sempre, com 19.
(Com Lusa)