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Atletismo
Portugal em quarto lugar nos 4x400 metros dos Mundiais de estafetas
A estafeta portuguesa de Pedro Afonso, Ericsson Tavares, João Coelho e Omar Elkhatib foi hoje quarta classificada na final dos 4x400 metros dos Mundiais de estafetas, enquanto a feminina de 4x100 metros foi desclassificada.
A fechar os Mundiais na capital do Botswana, o quarteto luso não bateu o recorde nacional, correndo hoje em 2.59,75 minutos, acima dos 2.59,01 da qualificação, mas ficou à porta do pódio.
Aí, impuseram-se os homens da casa, liderados pela ‘estrela’ Letsile Tebogo, que, com Lee Eppie, Bayapo Ndori e Busang Kebinatshipi, correram em 2.54,47, recorde dos campeonatos
Os campeões do mundo em Tóquio, em setembro de 2025, lograram a segunda melhor marca de sempre, a 0,18 segundos do recorde do mundo, marca pertencente aos Estados Unidos desde 1993.
A África do Sul foi segunda, com 2.55,07, recorde nacional, e os australianos fixaram nove recorde da Oceânia para ficarem com o bronze, em 2.55,20.
Os homens da casa fecharam com ‘chave de ouro’, para os organizadores, estes Mundiais, nos quais Elaine Thompson Herah regressou aos palcos internacionais, logo para ‘segurar’ o ouro para a Jamaica na final dos 4x100 metros feminina.
Com 42 segundos exatos, Thompson-Herah, Briana Williams, Jodean Williams e Lavanya Williams bateram a concorrência das canadianas, segundas, e espanholas, terceiras, para chegar ao ouro.
A estafeta portuguesa, com Lorene Bazolo, Tatjana Pinto, Beatriz Castelhano e Arialis Martinez, foi desqualificada, por falta na recuperação do testemunho.
Nos 4x100 mistos, Portugal voltou a bater o recorde nacional, numa segunda fase de qualificação em que logrou o apuramento para os Mundiais Pequim2027, gorada a possibilidade de chegar à final.
Na capital do Botswana, Carlos Nascimento, Tatjana Pinto, Delvis Santos e Arialis Martinez superaram o que outra configuração tinha conseguido no sábado, correndo a distância em 40,76 segundos, então com Lorene Bazolo e David Landim ao lado de Santos e Martinez.
“É uma sensação de euforia. Ontem [sábado] prometemos, mas melhor que prometer, nós gostamos de cumprir com resultados”, declarou Delvis Santos, citado em comunicado da federação.
Nesta distância, a final voltou a ver cair o recorde do mundo, agora fixado nos 39,62 segundos, com as irmãs gémeas Tia e Tina Clayton em serviço pela Jamaica, a par de Ackeem Blake e Kadrian Goldson.
Num evento sem alguns dos principais velocistas, como os norte-americanos e ‘estrelas’ como Oblique Seville e Kishane Thompson, estes Mundiais contaram ainda assim com vitórias para os Estados Unidos, nos 4x400 mistos e nos 4x100 masculinos, enquanto a Noruega se impôs nos 4x400 femininos.
Aí, impuseram-se os homens da casa, liderados pela ‘estrela’ Letsile Tebogo, que, com Lee Eppie, Bayapo Ndori e Busang Kebinatshipi, correram em 2.54,47, recorde dos campeonatos
Os campeões do mundo em Tóquio, em setembro de 2025, lograram a segunda melhor marca de sempre, a 0,18 segundos do recorde do mundo, marca pertencente aos Estados Unidos desde 1993.
A África do Sul foi segunda, com 2.55,07, recorde nacional, e os australianos fixaram nove recorde da Oceânia para ficarem com o bronze, em 2.55,20.
Os homens da casa fecharam com ‘chave de ouro’, para os organizadores, estes Mundiais, nos quais Elaine Thompson Herah regressou aos palcos internacionais, logo para ‘segurar’ o ouro para a Jamaica na final dos 4x100 metros feminina.
Com 42 segundos exatos, Thompson-Herah, Briana Williams, Jodean Williams e Lavanya Williams bateram a concorrência das canadianas, segundas, e espanholas, terceiras, para chegar ao ouro.
A estafeta portuguesa, com Lorene Bazolo, Tatjana Pinto, Beatriz Castelhano e Arialis Martinez, foi desqualificada, por falta na recuperação do testemunho.
Nos 4x100 mistos, Portugal voltou a bater o recorde nacional, numa segunda fase de qualificação em que logrou o apuramento para os Mundiais Pequim2027, gorada a possibilidade de chegar à final.
Na capital do Botswana, Carlos Nascimento, Tatjana Pinto, Delvis Santos e Arialis Martinez superaram o que outra configuração tinha conseguido no sábado, correndo a distância em 40,76 segundos, então com Lorene Bazolo e David Landim ao lado de Santos e Martinez.
“É uma sensação de euforia. Ontem [sábado] prometemos, mas melhor que prometer, nós gostamos de cumprir com resultados”, declarou Delvis Santos, citado em comunicado da federação.
Nesta distância, a final voltou a ver cair o recorde do mundo, agora fixado nos 39,62 segundos, com as irmãs gémeas Tia e Tina Clayton em serviço pela Jamaica, a par de Ackeem Blake e Kadrian Goldson.
Num evento sem alguns dos principais velocistas, como os norte-americanos e ‘estrelas’ como Oblique Seville e Kishane Thompson, estes Mundiais contaram ainda assim com vitórias para os Estados Unidos, nos 4x400 mistos e nos 4x100 masculinos, enquanto a Noruega se impôs nos 4x400 femininos.