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Portugal empata com Espanha no Europeu de hóquei em patins
A seleção portuguesa de hóquei em patins empatou esta terça-feira 3-3 com a bicampeã Espanha, em jogo da segunda jornada do Grupo A do Campeonato da Europa, que decorre em Sant Sadurni d`Anoia, na Catalunha.
A seleção portuguesa esteve a vencer com golos de João Rodrigues (1-0) e Rafa (2-1), mas permitiu a reviravolta dos bicampeões europeus em título, que passaram para a frente aos 3-2, tendo Gonçalo Alves fixado o empate a 54 segundos do fim do jogo, de livre direto.
Portugal chegou à vantagem por João Rodrigues (1-0), aos três minutos, numa jogada em que o capitão luso foi assistido por Gonçalo Alves, numa altura em que a seleção nacional sentia algumas dificuldades em superar a pressão exercida pela Espanha.
Com pouca bola, sem velocidade e sem criar perigo, apesar de bem defensivamente, a seleção portuguesa passou por uma fase de assédio à sua baliza, com sticadas de Pau Bargalló e Xavi Barroso defendidas pelo guarda-redes Pedro Henriques.
O encontro, disputado num pavilhão com 40 graus de temperatura, esteve parado alguns minutos para consertar uma tabela que cedeu num embate de jogadores, após o que, no recomeço, a Espanha esteve perto de marcar por Sergi Aragonès.
Bem na sua zona defensiva, mas apática na construção ofensiva, a seleção lusa denotava dificuldade em ultrapassar a pressão espanhola, que se agravou com o cartão azul a Telmo Pinto, aos 14 minutos, que deixou a equipa com três jogadores de campo durante dois minutos.
O guarda-redes Pedro Henriques negou o golo do empate a Marc Julià, na tentativa de converter o livre direto, e na resposta Hélder Nunes criou perigo junto à baliza espanhola, defendida por Carles Grau.
Após uma série de boas defesas de Pedro Henriques, a negar o golo a Pau Bargalló, Marc Julià, Nil Roca, Marc Grau, adiando o que já se adivinhava no pavilhão, a Espanha empatou por Martí Casas (1-1), aos 23 minutos, num lance precedido de falta, já que a bola tocou no patim do jogador.
A segunda parte principiou praticamente com o cartão azul a Marc Grau, que deixou Portugal a jogar em ‘power play’, dado que tinha mais um jogador do que a Espanha, e com Gonçalo Alves a desperdiçar um livre direto para desfazer o empate.
O jogo ‘abriu’, e as oportunidades de golos surgiram para Portugal, por Telmo Pinto, aos 28 minutos, e Gonçalo Alves, aos 30, mas os remates foram defendidos por Carles Grau, enquanto a Espanha também criou situações, por Pau Bargallò, aos 29 e 31, e Sergi Aragonès, aos 32, em iniciativas travadas por Pedro Henriques.
Rafa, com uma potente sticada à entrada do círculo central ainda na meia pista de Portugal fez o 2-1, aos 35 minutos, para logo a seguir a Espanha ficar novamente com menos um jogador de pista, com um cartão azul mostrado a Marc Julià.
João Rodrigues, chamado à conversão do livre direto, não conseguiu ultrapassar Carles Grau e na sequência de uma falta cometida após a recarga, a 10.ª, Portugal sofreu o golo do empate 2-2 num livre direto de Pau Bargallò, numa altura em que a Espanha tinha menos um jogador.
Carles Grau voltou a negar o golo a Rafa, aos 38 minutos, numa boa jogada de Gonçalo Alves, e, na outra baliza, Pedro Henriques fez o mesmo ao defender um penálti e a recarga a César Carballeira.
A Espanha passou para a frente do marcador pela primeira vez no jogo por Nil Roca (3-2), aos 40 minutos, num lance em que o jogador do Benfica beneficiou da passividade da equipa lusa, que não ‘fechou’ e protegeu a sua baliza.
Na parte final do encontro, Portugal cresceu na tentativa de chegar ao empate, para depender apenas de si para terminar a fase de grupos em primeiro, criando perigo por Hélder Nunes, que desperdiçou um livre direto, e João Souto.
Uma falta de Sergi Aragonês sobre Hélder Nunes no derradeiro minuto, que levou o jogador espanhol a ver o cartão azul, deu a Gonçalo Alves a oportunidade para fazer o empate a três golos, na conversão de um livre direto, que o português não desperdiçou.
Num modelo competitivo inédito, as quatro seleções com melhor ranking estão no Grupo A deste Europeu (Portugal, Espanha, Itália e França), defrontando-se entre si, após o que cruzam nos quartos de final com as da ‘poule’ B (Andorra, Suíça, Alemanha e Inglaterra).
Portugal, que soma uma vitória frente à Itália (7-4) e um empate com a Espanha (3-3), encerra a fase de grupos na quarta-feira, frente à vice-campeã europeia França, pelas 17:30 (hora de Lisboa). Os quartos de final decorrem na quinta-feira.
Jogo no Ateneu de Sant Sadurni d’Anoia, em Barcelona.
Espanha – Portugal, 3-3.
Ao intervalo: 1-1.
Marcadores:
0-1, João Rodrigues, 03 minutos.
1-1, Martí Casas, 23.
1-2, Rafa, 35.
2-2, Pau Bargalló, 37 (livre direto).
3-2, Nil Roca, 40.
3-3, Gonçalo Alves, 50 (livre direto).
Sob a arbitragem da dupla constituída por Marco Rondina, de Itália, e Loïc le Menn, de França, as equipas alinharam:
- Espanha; Carles Grau, Pau Bargalló, Marc Grau, Nil Roca e Xavi Barroso. Jogaram ainda César Carballeira, Marc Julià, Marti Casas e Sergi Aragonês.
Selecionador: Guillem Cabestany.
- Portugal: Pedro Henriques, João Rodrigues, Gonçalo Alves, Hélder Nunes e Henrique Magalhães. Jogaram ainda Rafa, Telmo Pinto, Nuno Santos e João Souto.
Selecionador: Renato Garrido.
Ação disciplinar: cartão azul para Telmo Pinto (14 minutos), Marc Grau (26), Marc Julià (36) e Sergi Aragonês (50).
Assistência: cerca de 1.100 espectadores.
Portugal chegou à vantagem por João Rodrigues (1-0), aos três minutos, numa jogada em que o capitão luso foi assistido por Gonçalo Alves, numa altura em que a seleção nacional sentia algumas dificuldades em superar a pressão exercida pela Espanha.
Com pouca bola, sem velocidade e sem criar perigo, apesar de bem defensivamente, a seleção portuguesa passou por uma fase de assédio à sua baliza, com sticadas de Pau Bargalló e Xavi Barroso defendidas pelo guarda-redes Pedro Henriques.
O encontro, disputado num pavilhão com 40 graus de temperatura, esteve parado alguns minutos para consertar uma tabela que cedeu num embate de jogadores, após o que, no recomeço, a Espanha esteve perto de marcar por Sergi Aragonès.
Bem na sua zona defensiva, mas apática na construção ofensiva, a seleção lusa denotava dificuldade em ultrapassar a pressão espanhola, que se agravou com o cartão azul a Telmo Pinto, aos 14 minutos, que deixou a equipa com três jogadores de campo durante dois minutos.
O guarda-redes Pedro Henriques negou o golo do empate a Marc Julià, na tentativa de converter o livre direto, e na resposta Hélder Nunes criou perigo junto à baliza espanhola, defendida por Carles Grau.
Após uma série de boas defesas de Pedro Henriques, a negar o golo a Pau Bargalló, Marc Julià, Nil Roca, Marc Grau, adiando o que já se adivinhava no pavilhão, a Espanha empatou por Martí Casas (1-1), aos 23 minutos, num lance precedido de falta, já que a bola tocou no patim do jogador.
A segunda parte principiou praticamente com o cartão azul a Marc Grau, que deixou Portugal a jogar em ‘power play’, dado que tinha mais um jogador do que a Espanha, e com Gonçalo Alves a desperdiçar um livre direto para desfazer o empate.
O jogo ‘abriu’, e as oportunidades de golos surgiram para Portugal, por Telmo Pinto, aos 28 minutos, e Gonçalo Alves, aos 30, mas os remates foram defendidos por Carles Grau, enquanto a Espanha também criou situações, por Pau Bargallò, aos 29 e 31, e Sergi Aragonès, aos 32, em iniciativas travadas por Pedro Henriques.
Rafa, com uma potente sticada à entrada do círculo central ainda na meia pista de Portugal fez o 2-1, aos 35 minutos, para logo a seguir a Espanha ficar novamente com menos um jogador de pista, com um cartão azul mostrado a Marc Julià.
João Rodrigues, chamado à conversão do livre direto, não conseguiu ultrapassar Carles Grau e na sequência de uma falta cometida após a recarga, a 10.ª, Portugal sofreu o golo do empate 2-2 num livre direto de Pau Bargallò, numa altura em que a Espanha tinha menos um jogador.
Carles Grau voltou a negar o golo a Rafa, aos 38 minutos, numa boa jogada de Gonçalo Alves, e, na outra baliza, Pedro Henriques fez o mesmo ao defender um penálti e a recarga a César Carballeira.
A Espanha passou para a frente do marcador pela primeira vez no jogo por Nil Roca (3-2), aos 40 minutos, num lance em que o jogador do Benfica beneficiou da passividade da equipa lusa, que não ‘fechou’ e protegeu a sua baliza.
Na parte final do encontro, Portugal cresceu na tentativa de chegar ao empate, para depender apenas de si para terminar a fase de grupos em primeiro, criando perigo por Hélder Nunes, que desperdiçou um livre direto, e João Souto.
Uma falta de Sergi Aragonês sobre Hélder Nunes no derradeiro minuto, que levou o jogador espanhol a ver o cartão azul, deu a Gonçalo Alves a oportunidade para fazer o empate a três golos, na conversão de um livre direto, que o português não desperdiçou.
Num modelo competitivo inédito, as quatro seleções com melhor ranking estão no Grupo A deste Europeu (Portugal, Espanha, Itália e França), defrontando-se entre si, após o que cruzam nos quartos de final com as da ‘poule’ B (Andorra, Suíça, Alemanha e Inglaterra).
Portugal, que soma uma vitória frente à Itália (7-4) e um empate com a Espanha (3-3), encerra a fase de grupos na quarta-feira, frente à vice-campeã europeia França, pelas 17:30 (hora de Lisboa). Os quartos de final decorrem na quinta-feira.
Jogo no Ateneu de Sant Sadurni d’Anoia, em Barcelona.
Espanha – Portugal, 3-3.
Ao intervalo: 1-1.
Marcadores:
0-1, João Rodrigues, 03 minutos.
1-1, Martí Casas, 23.
1-2, Rafa, 35.
2-2, Pau Bargalló, 37 (livre direto).
3-2, Nil Roca, 40.
3-3, Gonçalo Alves, 50 (livre direto).
Sob a arbitragem da dupla constituída por Marco Rondina, de Itália, e Loïc le Menn, de França, as equipas alinharam:
- Espanha; Carles Grau, Pau Bargalló, Marc Grau, Nil Roca e Xavi Barroso. Jogaram ainda César Carballeira, Marc Julià, Marti Casas e Sergi Aragonês.
Selecionador: Guillem Cabestany.
- Portugal: Pedro Henriques, João Rodrigues, Gonçalo Alves, Hélder Nunes e Henrique Magalhães. Jogaram ainda Rafa, Telmo Pinto, Nuno Santos e João Souto.
Selecionador: Renato Garrido.
Ação disciplinar: cartão azul para Telmo Pinto (14 minutos), Marc Grau (26), Marc Julià (36) e Sergi Aragonês (50).
Assistência: cerca de 1.100 espectadores.