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Portugal leva candidatos a medalhas nos Mundiais de atletismo em pista curta
Isaac Nader, Agate Sousa e Gerson Baldé lideram as ambições da maior seleção portuguesa de sempre em Campeonatos do Mundo de atletismo em pista curta, a disputar entre sexta-feira e domingo, na cidade polaca de Torun.
O campeão do mundo absoluto dos 1.500 metros é o destaque entre os 19 convocados para a 21.ª edição dos Mundiais, mais dois do que em Lisboa2001 e Glasgow2004, num elenco que conta ainda com Agate Sousa, líder do ano no salto em comprimento, e Gerson Baldé, terceiro na mesma disciplina.
Este é o trio que alimenta a esperança lusa, numa seleção desfalcada dos triplistas Pedro Pablo Pichardo, atual campeão do mundo ao ar livre, e Tiago Luís Pereira, medalhado há dois anos, e também de Patrícia Silva, bronze nos 800 metros no ano passado.
Poderá ser preciso esperar até domingo para Portugal subir ao pódio, dia das finais diretas do comprimento e dos 1.500 de Isaac Nader.
Depois dos quartos lugares em Glasgow2024 e Nanjing2025, o algarvio, que esta época já soma recordes lusos em 800, 1.500 e 3.000, é favorito nos 1.500 metros, distância em que não conta com a concorrência do francês Azedinne Habz e do britânico Josh Kerr, nem mesmo do norte-americano Cole Hocker, campeão olímpico em 2024, todos remetidos aos 3.000, enquanto o campeoníssimo norueguês Jakob Ingebrigtsen está ausente, a recuperar de cirurgia.
Após regressar ao Benfica, Agate Sousa chega à câmara de chamada da Arena Torun na liderança do ranking anual do salto em comprimento, após saltar quase sete metros no meeting de Madrid.
Gerson Baldé, que trocou o Benfica pelo Sporting, está no melhor momento de sempre, apenas atrás do excecional sub-23 búlgaro Bozhidar Saraboyukov e do multimedalhado italiano Mattia Furlani, campeão do mundo em título em pista coberta e ao ar livre.
A comitiva nacional conta ainda com a consagrada lançadora do peso Auriol Dongmo, a última campeã do mundo portuguesa sob telha, em 2022, e Jessica Inchude, e com Salomé Afonso, duplamente medalhada nos Europeus ‘indoor’ Apeldoorn2025 e recente recordista europeia dos 2.000 metros.
Em estreia em Mundiais em pista curta, além de Agate Sousa, vão estar Beatriz Castelhano, nos 60 metros, Jéssica Barreira, nos 60 barreiras, e Sofia Lavreshina, nos 400, juntamente com alguns dos elementos das estafetas 4x400 metros, casos de André Franco, Clara Martinha e Pedro Afonso.
A velocista Tatjana Pinto vai vestir pela primeira vez as cores nacionais numa grande competição, aos 33 anos, depois de várias presenças pela Alemanha – é filha de pais nascidos em Angola e Portugal –, entre as quais despontam as medalhas nos 4x100 metros, de ouro nos Europeus Helsínquia2012 e bronze nos Mundiais Oregon2022.
De fora ficaram ainda a recordista nacional dos 60 metros Lorene Bazolo, o meio-fundista José Carlos Pinto e a lançadora Eliana Bandeira, ‘tapada’ por Dongmo e Inchude.
Portugal conta 17 medalhas em Mundiais ‘indoor’, tendo como ‘máximo’ por edição as duas conquistadas em Lisboa2001, Budapeste2004, Valência2008 e Belgrado2022, quando arrebatou o último ouro, por Dongmo.
No ano passado, em Nanjing2025, seleção portuguesa conquistou pelo menos um ‘metal’, tal como em 12 das 20 edições – Paris1985 foi disputado como Jogos Mundiais –, tendo ficado pela última vez em ‘branco’ em Portland2016, então na terceira edição seguida sem subir ao pódio.
Este é o trio que alimenta a esperança lusa, numa seleção desfalcada dos triplistas Pedro Pablo Pichardo, atual campeão do mundo ao ar livre, e Tiago Luís Pereira, medalhado há dois anos, e também de Patrícia Silva, bronze nos 800 metros no ano passado.
Poderá ser preciso esperar até domingo para Portugal subir ao pódio, dia das finais diretas do comprimento e dos 1.500 de Isaac Nader.
Depois dos quartos lugares em Glasgow2024 e Nanjing2025, o algarvio, que esta época já soma recordes lusos em 800, 1.500 e 3.000, é favorito nos 1.500 metros, distância em que não conta com a concorrência do francês Azedinne Habz e do britânico Josh Kerr, nem mesmo do norte-americano Cole Hocker, campeão olímpico em 2024, todos remetidos aos 3.000, enquanto o campeoníssimo norueguês Jakob Ingebrigtsen está ausente, a recuperar de cirurgia.
Após regressar ao Benfica, Agate Sousa chega à câmara de chamada da Arena Torun na liderança do ranking anual do salto em comprimento, após saltar quase sete metros no meeting de Madrid.
Gerson Baldé, que trocou o Benfica pelo Sporting, está no melhor momento de sempre, apenas atrás do excecional sub-23 búlgaro Bozhidar Saraboyukov e do multimedalhado italiano Mattia Furlani, campeão do mundo em título em pista coberta e ao ar livre.
A comitiva nacional conta ainda com a consagrada lançadora do peso Auriol Dongmo, a última campeã do mundo portuguesa sob telha, em 2022, e Jessica Inchude, e com Salomé Afonso, duplamente medalhada nos Europeus ‘indoor’ Apeldoorn2025 e recente recordista europeia dos 2.000 metros.
Em estreia em Mundiais em pista curta, além de Agate Sousa, vão estar Beatriz Castelhano, nos 60 metros, Jéssica Barreira, nos 60 barreiras, e Sofia Lavreshina, nos 400, juntamente com alguns dos elementos das estafetas 4x400 metros, casos de André Franco, Clara Martinha e Pedro Afonso.
A velocista Tatjana Pinto vai vestir pela primeira vez as cores nacionais numa grande competição, aos 33 anos, depois de várias presenças pela Alemanha – é filha de pais nascidos em Angola e Portugal –, entre as quais despontam as medalhas nos 4x100 metros, de ouro nos Europeus Helsínquia2012 e bronze nos Mundiais Oregon2022.
De fora ficaram ainda a recordista nacional dos 60 metros Lorene Bazolo, o meio-fundista José Carlos Pinto e a lançadora Eliana Bandeira, ‘tapada’ por Dongmo e Inchude.
Portugal conta 17 medalhas em Mundiais ‘indoor’, tendo como ‘máximo’ por edição as duas conquistadas em Lisboa2001, Budapeste2004, Valência2008 e Belgrado2022, quando arrebatou o último ouro, por Dongmo.
No ano passado, em Nanjing2025, seleção portuguesa conquistou pelo menos um ‘metal’, tal como em 12 das 20 edições – Paris1985 foi disputado como Jogos Mundiais –, tendo ficado pela última vez em ‘branco’ em Portland2016, então na terceira edição seguida sem subir ao pódio.
(Com Lusa)