Mais Modalidades
Portugal na final do Mundial sub-20
Numa meia final decidia nas grandes penalidades, a Seleção Nacional foi mais eficaz que a adversária
Portugal garantiu a presença na final do V Campeonato do Mundo de Hóquei em Patins de sub-20, depois de derrotar, esta sexta-feira, a Argentina na marcação de grandes penalidades.
Após a igualdade a 5-5 que se verificava ao fim dos 40 minutos regulamentares e dos 10 de prolongamento, tudo foi decidido nos remates da marca de grande penalidade. Aí, Portugal foi cem por cento eficaz e concretizou os quatro remates.
Foi uma meia-final empolgante, jogada a grande velocidade e com ambas as seleções a discutirem a presença na final com grande determinação.
Portugal marcou primeiro, mas os argentinos igualaram logo a seguir e conseguiram chegar ao intervalo em vantagem no marcador.
Na segunda parte, os jogadores portugueses entraram determinados a darem a volta ao resultado e imprimiram maior velocidade ao jogo.
O domínio pertenceu-lhes, é certo, mas faltou eficácia no momento da concretização. Falhar três livres diretos (30, 31 e 35) é complicado em alta competição.
No prolongamento, não houve golos, mas o guarda-redes português Diogo Rodrigues foi fundamental ao defender um livre direto a dois minutos do final, segurando o empate.
Jogo no Pavilhão Municipal de Barcelos.
Argentina - Portugal, 5-5 (7-9 nas grandes penalidades).
Ao intervalo: 3-2.
Marcadores:
0-1, João Souto, 7 (grande penalidade).
1-1, Franco Platero, 8 (grande penalidade).
1-2, João Souto, 9 (livre direto).
2-2, Maximiliano Oruste, 14.
3-2, Franco Platero, 18 (grande penalidade).
3-3, Gonçalo Alves, 29.
3-4, Gonçalo Alves, 31.
4-4, Federico Balmaceda, 36.
4-5, Pedro Vaz, 38.
5-5, Gonzalo Romero, 39.
Com arbitragem de A. Perrone (Italia), J. Melero (Espanha) e B. Tarassioux (França), as equipas alinharam:
- Argentina: Rodrigo Fernandez, Guido Pellizari, Franco Platero (2), Gonzalo Romero (1) e Federico Balmaceda (1). Jogaram ainda, Maximiliano Oruste (1) e Juan P. Dominguez.
- Portugal: Diogo Rodrigues, João Beja, Pedro Vaz (1), João Souto (2) e Telmo Pinto. Jogaram ainda, Hélder Nunes, Gonçalo Alves (2) e Miguel Rocha.
Após a igualdade a 5-5 que se verificava ao fim dos 40 minutos regulamentares e dos 10 de prolongamento, tudo foi decidido nos remates da marca de grande penalidade. Aí, Portugal foi cem por cento eficaz e concretizou os quatro remates.
Foi uma meia-final empolgante, jogada a grande velocidade e com ambas as seleções a discutirem a presença na final com grande determinação.
Portugal marcou primeiro, mas os argentinos igualaram logo a seguir e conseguiram chegar ao intervalo em vantagem no marcador.
Na segunda parte, os jogadores portugueses entraram determinados a darem a volta ao resultado e imprimiram maior velocidade ao jogo.
O domínio pertenceu-lhes, é certo, mas faltou eficácia no momento da concretização. Falhar três livres diretos (30, 31 e 35) é complicado em alta competição.
No prolongamento, não houve golos, mas o guarda-redes português Diogo Rodrigues foi fundamental ao defender um livre direto a dois minutos do final, segurando o empate.
Jogo no Pavilhão Municipal de Barcelos.
Argentina - Portugal, 5-5 (7-9 nas grandes penalidades).
Ao intervalo: 3-2.
Marcadores:
0-1, João Souto, 7 (grande penalidade).
1-1, Franco Platero, 8 (grande penalidade).
1-2, João Souto, 9 (livre direto).
2-2, Maximiliano Oruste, 14.
3-2, Franco Platero, 18 (grande penalidade).
3-3, Gonçalo Alves, 29.
3-4, Gonçalo Alves, 31.
4-4, Federico Balmaceda, 36.
4-5, Pedro Vaz, 38.
5-5, Gonzalo Romero, 39.
Com arbitragem de A. Perrone (Italia), J. Melero (Espanha) e B. Tarassioux (França), as equipas alinharam:
- Argentina: Rodrigo Fernandez, Guido Pellizari, Franco Platero (2), Gonzalo Romero (1) e Federico Balmaceda (1). Jogaram ainda, Maximiliano Oruste (1) e Juan P. Dominguez.
- Portugal: Diogo Rodrigues, João Beja, Pedro Vaz (1), João Souto (2) e Telmo Pinto. Jogaram ainda, Hélder Nunes, Gonçalo Alves (2) e Miguel Rocha.