Portugal termina em sétimo do medalheiro

Portugal termina em sétimo do medalheiro

A seleção portuguesa de canoagem terminou hoje os Mundiais de velocidade da Polónia na sétima posição, entre as 77 nações, em Poznan, na Polónia, com duas medalhas de ouro, uma de prata e outra de bronze.

Lusa / Adicionar como fonte informativa

Fernando Pimenta recuperou o maior protagonismo na seleção para, aos 37 anos, se sagrar campeão do Mundo no olímpico K1 1000 metros e também em K1 5000, fazendo soar `A Portuguesa` no sábado e hoje.

Pimenta, que teve no Lago Malta desempenhos exemplares, tornou-se no mais velho de sempre a ser campeão do Mundo numa das provas mais emblemáticas da canoagem internacional, bem como o mais medalhado no mesmo K1 1000, com quatro ouros, duas pratas e três bronzes.

Foi nesta pista que Pimenta conseguiu vários dos melhores momentos da sua carreira, entres eles quatro ouros numa só edição da Taça do Mundo, feito inédito na canoagem.

Depois de terem sido campeões do Mundo em 2023 e prata em 2025, João Ribeiro e Messias Baptista repetiram o segundo lugar em K2 500, em mais um desempenho que os coloca na restrita elite internacional.

João e Messias juntaram-se ainda a Gustavo Gonçalves e Pedro Casinha no K4 500 que conquistou a medalha de bronze, que sucedeu ao título mundial de 2025, em Itália.

A seleção lusa foi a mais forte nos caiaques masculinos olímpicos, com pódio nas três vertentes.

Portugal chegou à Polónia na liderança do ranking olímpico de K1 1000, em terceiro no K4 500 e em quarto no K2 500, posições que deve melhorar após os resultados do mundial, o que mais pontua.

No atual sistema de qualificação, são contabilizados os quatro melhores resultados em cinco provas em 2026 e 2027, com o mundial a atribuir 1500 pontos ao vencedor e as provas Continentais (Europeus) e as três Taças do Mundo a serem majoradas com 1000.

Nos caiaques femininos, Teresa Portela voltou a fazer K1 500 e recuperou as "boas sensações" competitivas, enquanto o K2 e K4 500 têm muito trabalho pela frente, com o grupo, quase todo sub-23, a ter perspetivas mais para Brisbane2032 do que para Los Angeles2028.

Nas canoas femininas, Beatriz Fernandes e Inês Penetra marcaram passo no ataque às oito melhores do ranking, devendo pior a nona posição com a qual chegara a Poznan.

Na paracanoagem, quarto lugar para o tricampeão europeu Norberto Mourão em VL2, sétimo para Alex Santos em KL1 e 14.º para Matilde Nunes na sua estreia internacional, em KL3.

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