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Professor inventa novo desporto a "Tripela"

Professor inventa novo desporto a "Tripela"

Misturar os pés com as mãos no desporto pode ser sinal de confusão, mas assim não é de acordo com a proposta de Rui Matos, professor de Educação Física e "inventor" de uma nova modalidade, a tripela.

RTP /
www.canalup.tv

Com um nome parecido com trivela - chutar com a parte exterior do pé -, a tripela foi buscar a designação ao facto de o movimento no jogo se fazer em três estágios: recepção, largar e pontapear. 
 
"Foi também uma questão de marketing em relação ao movimento da trivela, dos três dedos da parte exterior do pé, mas também porque o nosso jogo tem três momentos fulcrais", revelou Rui Matos. 
 
Para este professor de Educação Física, que chegou a ser futebolista
nos juniores da Naval 1 Maio e treinador de andebol na União de Leiria, é aliciante a dinâmica de jogo com um movimento em que se pode agarrar com a mão e passar com o pé. 
 
O jogo consiste nessa mistura de conceitos de andebol e futsal e disputa-se em pavilhão com cinco jogadores de campo, cujo objectivo é marcar golos ao longo dos 60 minutos da partida (30 mais 30). 
 
Curioso é que esta nova modalidade não tem guarda-redes, qualquer jogador na área defensiva pode defender, e se uma equipa vencer os primeiros 30 minutos e a outra os seguintes é necessário desempatar por grandes penalidades.
 
Outra novidade que a tripela apresenta é um jogador especial, designado "joker", cujos golos são mais valiosos e que tem privilégios, sobretudo na recepção, em relação aos restantes jogadores de campo. 
 
O jogo vai buscar regras ao andebol e ao futsal e por isso mesmo Rui
Matos propôs o primeiro jogo oficial, no sábado, entre a equipa de andebol da Juventude Desportiva do Lis e a de futebol do Núcleo sportinguista de Leiria de futsal. 
 
Nos cartazes de lançamento do jogo Rui Matos colocou a pergunta "quem será mais forte? Os pés ou as mãos?", desafiando as duas equipas que, na verdade, se propõem "misturar" as duas coisas no jogo da tripela. 
 
"Penso que será um jogo de muita desmarcação, muita
movimentação, uma vez que o contacto físico é praticamente inexistente, já que enquanto o jogador não completar a tal tripela (recepção, largar e pontapear) ninguém o pode impedir", explicou ainda Rui Matos. 
 
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