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Ricardo Batista confia na "equipa" para manter o terceiro lugar
Ricardo Batista considerou hoje que o “jogo de equipa” pode ajudá-lo domingo a manter o terceiro lugar nos Mundiais de triatlo e o primeiro de Vasco Vilaça, assumindo que a finalíssima de Pontevedra é uma prova com contornos distintos.
“Eu e toda a nossa equipa de Portugal vamos lutar para ter dois atletas no ‘top 3’, um cenário histórico para a modalidade. Espero que daqui para a frente consigamos repetir isto todos os anos e, quem sabe, ter um pódio só português. Acho que já estivemos bem mais longe disso acontecer”, elogiou.
Com a superfinal a render mais pontos, 1250 para o vencedor, Ricardo Batista tem somente 41,46 pontos de avanço para o brasileiro Miguel Hidalgo (3.040,67 pontos), atual vice-campeão do mundo, e 63,33 para o francês Dorian Coninx (3.018,80 pontos), outro dos competidores mais cotados internacionalmente.
Enquanto o campeão do Mundo Matthew Hauser vai contar com a ajuda da seleção da Austrália para vencer e colocar cinco atletas entre ele e o líder Vasco Vilaça, a margem de Ricardo para se manter no pódio é muito menor, não podendo ser superado por qualquer dos seus rivais: para esta missão, conta com o auxílio do irmão João Nuno Batista e de Miguel Tiago Silva, exímio nadador.
“O triatlo é um desporto maioritariamente individual, mas quando chegamos a esta última etapa, onde há lugares de pódio para discutir ou campeonatos do mundo a decidir, temos de nos ajudar uns aos outros. Nas outras provas precisamos dos pontos que nos qualifiquem individualmente para os Jogos Olímpicos, mas esta tem um peso diferente”, sublinhou o desportista que acumulou dois terceiros lugares em etapas do campeonato do Mundo, em Alghero, Itália, e Quiberon, França.
A estratégia da seleção de Portugal ainda não foi alinhavada na reunião técnica, acreditando que qualquer apoio dos seus companheiros também os vai beneficiar nos respetivos desempenhos.
Elogiou a “época excecional” da equipa portuguesa de Elites e, a dois anos de Los Angeles2028, entende que integra “uma das seleções mais promissoras e com maior nível”.
“Quem sabe, daqui a dois anos, podemos estar também a lutar por medalhas olímpicas”, desejou o campeão do Mundo júnior em 2019.
A prova decisiva disputa-se no domingo, às 17:00, horas de Lisboa.
Com a superfinal a render mais pontos, 1250 para o vencedor, Ricardo Batista tem somente 41,46 pontos de avanço para o brasileiro Miguel Hidalgo (3.040,67 pontos), atual vice-campeão do mundo, e 63,33 para o francês Dorian Coninx (3.018,80 pontos), outro dos competidores mais cotados internacionalmente.
Enquanto o campeão do Mundo Matthew Hauser vai contar com a ajuda da seleção da Austrália para vencer e colocar cinco atletas entre ele e o líder Vasco Vilaça, a margem de Ricardo para se manter no pódio é muito menor, não podendo ser superado por qualquer dos seus rivais: para esta missão, conta com o auxílio do irmão João Nuno Batista e de Miguel Tiago Silva, exímio nadador.
“O triatlo é um desporto maioritariamente individual, mas quando chegamos a esta última etapa, onde há lugares de pódio para discutir ou campeonatos do mundo a decidir, temos de nos ajudar uns aos outros. Nas outras provas precisamos dos pontos que nos qualifiquem individualmente para os Jogos Olímpicos, mas esta tem um peso diferente”, sublinhou o desportista que acumulou dois terceiros lugares em etapas do campeonato do Mundo, em Alghero, Itália, e Quiberon, França.
A estratégia da seleção de Portugal ainda não foi alinhavada na reunião técnica, acreditando que qualquer apoio dos seus companheiros também os vai beneficiar nos respetivos desempenhos.
Elogiou a “época excecional” da equipa portuguesa de Elites e, a dois anos de Los Angeles2028, entende que integra “uma das seleções mais promissoras e com maior nível”.
“Quem sabe, daqui a dois anos, podemos estar também a lutar por medalhas olímpicas”, desejou o campeão do Mundo júnior em 2019.
A prova decisiva disputa-se no domingo, às 17:00, horas de Lisboa.