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Rússia desiste da Taça do Mundo de ginástica rítmica por veto a hino e bandeira
A seleção russa de ginástica rítmica retirou-se das competições deste fim de semana na Roménia, após as autoridades locais proibirem o hastear da bandeira e a execução do hino nacional em caso de vitória, foi hoje anunciado.
Em comunicado, a Federação Russa de Ginástica justificou a decisão classificando a posição de Cluj-Napoca – cidade que acolhe a etapa da Taça do Mundo que decorre entre hoje e domingo – como uma "grave violação das regras da competição por parte dos organizadores".
O boicote surge depois de, no final de maio, a Federação Internacional de Ginástica ter levantado as restrições impostas a russos e bielorrussos devido à ofensiva militar na Ucrânia, devolvendo-lhes o direito de competir com as respetivas cores e hinos.
Contudo, as autoridades romenas informaram verbalmente a comitiva de que os símbolos nacionais russos não seriam utilizados.
O presidente do município de Cluj-Napoca, Emil Boc, confirmou publicamente a proibição, justificando-a com a sua oposição "aos símbolos políticos de um estado agressor".
O autarca relembrou que aceitou acolher a prova quando vigorava o estatuto de neutralidade para os atletas russos.
Em reação, o Comité Olímpico Russo acusou a organização de "violação flagrante da Carta Olímpica e do princípio da neutralidade política no desporto", tendo já reportado o incidente ao Comité Olímpico Internacional.
Apesar do cancelamento da participação nesta etapa, a federação russa assegurou que a equipa continua "sempre pronta para participar de competições que atendam aos requisitos da World Gymnastics".
O boicote surge depois de, no final de maio, a Federação Internacional de Ginástica ter levantado as restrições impostas a russos e bielorrussos devido à ofensiva militar na Ucrânia, devolvendo-lhes o direito de competir com as respetivas cores e hinos.
Contudo, as autoridades romenas informaram verbalmente a comitiva de que os símbolos nacionais russos não seriam utilizados.
O presidente do município de Cluj-Napoca, Emil Boc, confirmou publicamente a proibição, justificando-a com a sua oposição "aos símbolos políticos de um estado agressor".
O autarca relembrou que aceitou acolher a prova quando vigorava o estatuto de neutralidade para os atletas russos.
Em reação, o Comité Olímpico Russo acusou a organização de "violação flagrante da Carta Olímpica e do princípio da neutralidade política no desporto", tendo já reportado o incidente ao Comité Olímpico Internacional.
Apesar do cancelamento da participação nesta etapa, a federação russa assegurou que a equipa continua "sempre pronta para participar de competições que atendam aos requisitos da World Gymnastics".