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Sara Moreira suspensa mas diz-se de "consciência limpa"
A suspensão preventiva surge na sequência do controlo antidoping positivo efetuado durante o campeonato do mundo de atletismo, entretanto confirmado pela contra análise.
A Federação Portuguesa de Atletismo já saiu em defesa da atleta e espera que o relatório pedido a um laboratório independente possa vir a confirmar a inocência de Sara Moreira.
A atleta já alegou que a origem do controlo positivo está na contaminação de um suplemento vitamínico que ingeriu, justificando que na rotulagem era omissa a existência de um estimulante que consta da lista de substâncias proibidas pela Agência Mundial Antidopagem.
A Federação Internacional de Atletismo (IAAF) confirmou a portuguesa Sara Moreira como um dos dois casos positivos de doping nos Mundiais de Daegu. A contra análise confirmou o primeiro resultado e a atleta está suspensa preventivamente.
Sara Moreira, que terminou a prova dos 3 000 metros obstáculos no 12º lugar, afirma estar "de consciência limpa".
O outro caso envolve o coreano Lim Hee-Nam, num dos 468 controles urinários realizados no Mundial de atletismo de Daegu, disputado de 27 de agosto a 4 de setembro.
Segundo os exames feitos pela IAAF, a susbstância consumida pelos dois atletas é methylhexaneamine, um estimulante proibido.
A atleta já alegou que a origem do controlo positivo está na contaminação de um suplemento vitamínico que ingeriu, justificando que na rotulagem era omissa a existência de um estimulante que consta da lista de substâncias proibidas pela Agência Mundial Antidopagem.
A Federação Internacional de Atletismo (IAAF) confirmou a portuguesa Sara Moreira como um dos dois casos positivos de doping nos Mundiais de Daegu. A contra análise confirmou o primeiro resultado e a atleta está suspensa preventivamente.
Sara Moreira, que terminou a prova dos 3 000 metros obstáculos no 12º lugar, afirma estar "de consciência limpa".
O outro caso envolve o coreano Lim Hee-Nam, num dos 468 controles urinários realizados no Mundial de atletismo de Daegu, disputado de 27 de agosto a 4 de setembro.
Segundo os exames feitos pela IAAF, a susbstância consumida pelos dois atletas é methylhexaneamine, um estimulante proibido.