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Selecionador confiante que Portugal seguirá no apuramento do Mundial de basquetebol
O selecionador nacional de basquetebol, Mário Gomes, assume confiança na passagem à fase seguinte do apuramento para o Mundial de 2027, minimizando o impacto da ausência de Neemias Queta e alertando para a gestão de ritmos competitivos.
Os ‘linces’ começaram esta semana a preparar, em Matosinhos, o duplo compromisso oficial frente a Montenegro, a 2 de julho, e à Grécia, no dia 5, dois adversários que estão na luta direta com Portugal pela passagem à próxima fase de apuramento.
“Serão dois jogos muito difíceis contra adversários que são diferentes. Mas temos que estar preocupados com as nossas coisas, até porque não temos tempo para estar a fazer grandes mudanças. São jogos muito importantes para nós, mas também para os adversários”, disse o selecionador nacional.
Neste momento, a equipa das ‘quinas’ é segunda classificada do grupo de qualificação, com seis pontos, os mesmos que Montenegro e menos um que a Grécia, sendo que uma vitória frente aos montenegrinos carimba desde já a passagem à próxima fase de apuramento.
“O nosso objetivo é ganhar o máximo de jogos possível, pois estou confiante que vamos passar à fase seguinte [de apuramento] e é importante o número de vitórias que trazemos desta fase. Para já temos pela frente dois jogos muito competitivos, muito duros, mas vamos concentrar-nos apenas no primeiro”, afirmou o técnico.
Sobre esse primeiro embate, com Montenegro, o selecionador nacional evitou fazer comparações com o duelo da primeira volta, no qual Portugal venceu, fora, por 83-62.
“O selecionador de Montenegro não é o mesmo que na primeira janela, e toda a gente tem consciência que o resultado nesse jogo foi uma surpresa até para nós. Não propriamente por termos ganho, porque sabíamos que tínhamos capacidade para ganhar, mas pela diferença que foi”, alertou.
A comitiva lusa iniciou, em Matosinhos, os trabalhos de preparação para estes dois duelos com o foco dividido entre a recuperação física e o planeamento tático.
"É uma dificuldade acrescida nestes momentos da época, porque os jogadores chegam em estados de forma diferentes uns dos outros. Alguns estiveram a jogar até há uma semana, outros já não estão a jogar há quase dois meses. É tentar ir encontrando o melhor equilíbrio possível", explicou o técnico.
Para colmatar este desfasamento e acelerar a preparação, Portugal vai realizar um teste diante da Suíça, sexta-feira, no qual Mário Gomes retira a pressão do resultado, priorizando a rotação de atletas.
"Claro que queremos sempre ganhar, mas não é prioritário. Vamos controlar os minutos de jogo e gerir o esforço, porque treinar só não chega para readquirir ritmo competitivo”, apontou.
Questionado sobre a ausência do poste Neemias Queta, que não integra esta convocatória por estar a negociar um novo contrato com a equipa dos Boston Celtics, da NBA, Mário Gomes relativizou a indisponibilidade do poste.
"É claro que a equipa é mais forte com o Neemias, mas temos feito a maior parte das qualificações sem ele, e esta não vai ser diferente. Se passarmos à segunda fase de qualificação, serão doze jogos e dez deles sem o Neemias. É o que é", desabafou o selecionador.
Apesar dos constrangimentos burocráticos que limitam a utilização do atleta, o técnico reforçou que a relação do basquetebolista com a equipa nacional permanece inalterada.
"O Neemias quer vir à Seleção sempre que pode e sabe que a gente o quer cá sempre. Vamos trabalhar da mesma maneira que temos trabalhado quando não o temos. Não causa nenhuma dificuldade acrescida porque tem sido normal não podermos contar sempre com ele”, concluiu.
“Serão dois jogos muito difíceis contra adversários que são diferentes. Mas temos que estar preocupados com as nossas coisas, até porque não temos tempo para estar a fazer grandes mudanças. São jogos muito importantes para nós, mas também para os adversários”, disse o selecionador nacional.
Neste momento, a equipa das ‘quinas’ é segunda classificada do grupo de qualificação, com seis pontos, os mesmos que Montenegro e menos um que a Grécia, sendo que uma vitória frente aos montenegrinos carimba desde já a passagem à próxima fase de apuramento.
“O nosso objetivo é ganhar o máximo de jogos possível, pois estou confiante que vamos passar à fase seguinte [de apuramento] e é importante o número de vitórias que trazemos desta fase. Para já temos pela frente dois jogos muito competitivos, muito duros, mas vamos concentrar-nos apenas no primeiro”, afirmou o técnico.
Sobre esse primeiro embate, com Montenegro, o selecionador nacional evitou fazer comparações com o duelo da primeira volta, no qual Portugal venceu, fora, por 83-62.
“O selecionador de Montenegro não é o mesmo que na primeira janela, e toda a gente tem consciência que o resultado nesse jogo foi uma surpresa até para nós. Não propriamente por termos ganho, porque sabíamos que tínhamos capacidade para ganhar, mas pela diferença que foi”, alertou.
A comitiva lusa iniciou, em Matosinhos, os trabalhos de preparação para estes dois duelos com o foco dividido entre a recuperação física e o planeamento tático.
"É uma dificuldade acrescida nestes momentos da época, porque os jogadores chegam em estados de forma diferentes uns dos outros. Alguns estiveram a jogar até há uma semana, outros já não estão a jogar há quase dois meses. É tentar ir encontrando o melhor equilíbrio possível", explicou o técnico.
Para colmatar este desfasamento e acelerar a preparação, Portugal vai realizar um teste diante da Suíça, sexta-feira, no qual Mário Gomes retira a pressão do resultado, priorizando a rotação de atletas.
"Claro que queremos sempre ganhar, mas não é prioritário. Vamos controlar os minutos de jogo e gerir o esforço, porque treinar só não chega para readquirir ritmo competitivo”, apontou.
Questionado sobre a ausência do poste Neemias Queta, que não integra esta convocatória por estar a negociar um novo contrato com a equipa dos Boston Celtics, da NBA, Mário Gomes relativizou a indisponibilidade do poste.
"É claro que a equipa é mais forte com o Neemias, mas temos feito a maior parte das qualificações sem ele, e esta não vai ser diferente. Se passarmos à segunda fase de qualificação, serão doze jogos e dez deles sem o Neemias. É o que é", desabafou o selecionador.
Apesar dos constrangimentos burocráticos que limitam a utilização do atleta, o técnico reforçou que a relação do basquetebolista com a equipa nacional permanece inalterada.
"O Neemias quer vir à Seleção sempre que pode e sabe que a gente o quer cá sempre. Vamos trabalhar da mesma maneira que temos trabalhado quando não o temos. Não causa nenhuma dificuldade acrescida porque tem sido normal não podermos contar sempre com ele”, concluiu.