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Três portugueses apurados para as semifinais dos 400 metros dos Mundiais de pista curta
Os portugueses Sofia Lavreshina, Omar Elkhatib e Ericsson Tavares qualificaram-se para as respetivas semifinais dos 400 metros nos Campeonatos do Mundo de atletismo em pista curta Torun2026.
Com a pior marca entre as quatro velocistas na segunda série, com os 52,07 do seu recorde nacional, conseguido em 6 de fevereiro, em Madrid, a jovem portuguesa, de 22 anos, surpreendeu e venceu a eliminatória, deixando a neerlandesa Myrte van der Schoot no segundo lugar, a 10 centésimos de segundos (51,97).
Sofia Lavreshina iniciou a segunda volta na quarta e última posição da série, conseguindo, sob a meta da pista curta polaca, vencer e assegurar uma das duas vagas para as semifinais, marcadas para hoje, a partir das 19:42 locais (18:42 em Lisboa).
“Sabia que ia ser complicado passar às semifinais e que tinha de bater o recorde nacional, porque todas tinham melhor tempo do que eu. Estou bastante contente. Sabia que estava na minha melhor forma, muito melhor do que há um mês e as sensações foram muito boas”, explicou a velocista do Sporting, em declarações à agência Lusa.
Na zona mista da Arena Torun, a atleta natural de Pombal recordou o ‘embate’ com a neozelandesa Annalies Kalma, por volta dos 200 metros, para manter uma posição favorável.
“Já sabia que ia ser caótico e eu tinha de manter posição, porque eu não queria que ela me passasse”, explicou Lavreshina, que, este ano, já melhorou por três vezes o recorde nacional da distância em pista curta, que pertencia a Cátia Azevedo (52,43).
Na disputa pelos seis lugares na final, marcada para sábado, às 20:40 (19:40), a velocista portuguesa promete repetir o objetivo.
“Quero dar o melhor e, se possível, novamente com recorde nacional”, concluiu, após ter sido a primeira atleta dos 400 a bater um recorde nacional na 21.ª edição dos Mundiais ‘indoor’.
Sofia Lavreshina iniciou a segunda volta na quarta e última posição da série, conseguindo, sob a meta da pista curta polaca, vencer e assegurar uma das duas vagas para as semifinais, marcadas para hoje, a partir das 19:42 locais (18:42 em Lisboa).
“Sabia que ia ser complicado passar às semifinais e que tinha de bater o recorde nacional, porque todas tinham melhor tempo do que eu. Estou bastante contente. Sabia que estava na minha melhor forma, muito melhor do que há um mês e as sensações foram muito boas”, explicou a velocista do Sporting, em declarações à agência Lusa.
Na zona mista da Arena Torun, a atleta natural de Pombal recordou o ‘embate’ com a neozelandesa Annalies Kalma, por volta dos 200 metros, para manter uma posição favorável.
“Já sabia que ia ser caótico e eu tinha de manter posição, porque eu não queria que ela me passasse”, explicou Lavreshina, que, este ano, já melhorou por três vezes o recorde nacional da distância em pista curta, que pertencia a Cátia Azevedo (52,43).
Na disputa pelos seis lugares na final, marcada para sábado, às 20:40 (19:40), a velocista portuguesa promete repetir o objetivo.
“Quero dar o melhor e, se possível, novamente com recorde nacional”, concluiu, após ter sido a primeira atleta dos 400 a bater um recorde nacional na 21.ª edição dos Mundiais ‘indoor’.
Elkhatib e Tavares também avançam
Os portugueses Omar Elkhatib, diretamente, e Ericsson Tavares, através da repescagem, também obtiveram a qualificação para as semifinais da competição, neste caso, na especialidade dos 400 metros masculinos.
Elkhatib marcou lugar na eliminatória seguinte, marcada para hoje a partir das 20:44 locais (19:44 em Lisboa), ao vencer a terceira série em 46,56 segundos, enquanto Ericsson Tavares avançou graças ao melhor tempo entre os repescados, após ter sido terceiro na primeira corrida (46,41).
“Sempre sonhei com isto. O Europeu do ano passado correu-me muito mal e eu tinha prometido que ia voltar muito mais forte e consegui, com mais cabeça e mais físico, a corrida foi confortável e nem precisei de me esforçar muito”, explicou o velocista do Sporting, na zona mista da Arena Torun.
Na antevisão às semifinais, tendo em vista a qualificação para a final, agendada para sábado, às 18:34 (17:34), o velocista de 24 anos, cujo recorde pessoal é de 46,42, conseguidos já em 2026, confia na sua preparação física.
“As pernas é que vão mandar, mas eu estou preparado para isso e muita coisa pode acontecer”, referiu Omar Elkhatib, sem receio de a presença na corrida decisiva o levar a um maior esforço, com a disputa das estafetas 4x400, no domingo.
Já Ericsson Tavares, que tem os 46,17 obtidos este ano como melhor marca na distância, mesmo sem a certeza no apuramento, na altura em que percorreu a zona mista, assumiu a sua confiança na fase seguinte.
“Decidi arriscar um bocadinho, vi que estava rápido e tentei forçar um bocadinho para continuar à frente, mas, na entrada da corda, fiquei mais para trás. Estou muito contente com a corrida e espero que dê para a meia-final”, afirmou o atleta do Benfica, de 25 anos.
(Com Lusa)
Os portugueses Omar Elkhatib, diretamente, e Ericsson Tavares, através da repescagem, também obtiveram a qualificação para as semifinais da competição, neste caso, na especialidade dos 400 metros masculinos.
Elkhatib marcou lugar na eliminatória seguinte, marcada para hoje a partir das 20:44 locais (19:44 em Lisboa), ao vencer a terceira série em 46,56 segundos, enquanto Ericsson Tavares avançou graças ao melhor tempo entre os repescados, após ter sido terceiro na primeira corrida (46,41).
“Sempre sonhei com isto. O Europeu do ano passado correu-me muito mal e eu tinha prometido que ia voltar muito mais forte e consegui, com mais cabeça e mais físico, a corrida foi confortável e nem precisei de me esforçar muito”, explicou o velocista do Sporting, na zona mista da Arena Torun.
Na antevisão às semifinais, tendo em vista a qualificação para a final, agendada para sábado, às 18:34 (17:34), o velocista de 24 anos, cujo recorde pessoal é de 46,42, conseguidos já em 2026, confia na sua preparação física.
“As pernas é que vão mandar, mas eu estou preparado para isso e muita coisa pode acontecer”, referiu Omar Elkhatib, sem receio de a presença na corrida decisiva o levar a um maior esforço, com a disputa das estafetas 4x400, no domingo.
Já Ericsson Tavares, que tem os 46,17 obtidos este ano como melhor marca na distância, mesmo sem a certeza no apuramento, na altura em que percorreu a zona mista, assumiu a sua confiança na fase seguinte.
“Decidi arriscar um bocadinho, vi que estava rápido e tentei forçar um bocadinho para continuar à frente, mas, na entrada da corda, fiquei mais para trás. Estou muito contente com a corrida e espero que dê para a meia-final”, afirmou o atleta do Benfica, de 25 anos.
(Com Lusa)