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Super XV de râguebi decidido em ‘final four’ e com várias jornadas concentradas
O Super XV vai ser decidido numa 'final four' e incluir várias jornadas concentradas, adiantou hoje à agência Lusa o presidente da associação de clubes responsável pela organização do campeonato português de râguebi a partir desta época.
As novidades vão ser anunciadas esta quinta-feira, num evento que vai reunir clubes, atletas e parceiros estratégicos no Palácio do Chiado, em Lisboa, e fazem parte de uma “visão estratégica” que pretende tornar a competição num “produto vendável”, reforçou Luís Lança de Morais.
A Associação Super XV - Rugby Portugal vai organizar e dar nome ao campeonato português de râguebi a partir desta época, após a assinatura de um protocolo com a Federação Portuguesa de Rugby (FPR), em agosto, que delega aos clubes a organização do principal escalão competitivo português.
Para já, o local da primeira final a quatro ainda não está definido, mas “existem contactos” com algumas autarquias que “não têm necessariamente de ter tradição de râguebi”, mas que terão um estádio com “pelo menos 10 mil lugares”.
“Devemos ambicionar isso. Queremos criar ‘cidades anfitriãs’ do râguebi onde se possa fazer todo um evento em volta dos jogos das meias-finais e da final. Para além dos jogos, promover toda uma semana com debates, mesas redondas e atividades que tragam novos públicos para a modalidade. O dia da final será uma data preenchida, a envolver artistas e concertos. Uma grande festa do râguebi com alegria e participação”, revelou Lança de Morais.
Outra novidade a ser confirmada na apresentação do Super XV é o modelo competitivo do campeonato, que arranca em 10 de outubro e termina em 15 de maio.
A competição, com 12 clubes, terá uma primeira fase onde todos se defrontam entre si a uma só volta, que apura os primeiros oito classificados para a fase final que será disputada em dois grupos de quatro equipas, também a uma só volta.
Mas é na fase final que entram ‘em força’ as jornadas concentradas, ou seja, os dois jogos de cada grupo realizam-se "no mesmo dia e no mesmo local".
“Serão, ao todo, 16 jornadas, incluindo a final. Este é um ano pré-Mundial2027, com uma carga de jogos internacionais muito grande, e este é o modelo que melhor se adaptava aos clubes que mais jogadores cedem à seleção nacional”, justificou, à Lusa, o também presidente do Direito.
A concentração de mais do que um jogo na mesma data e local vai ser "testada" durante a primeira fase em jornadas que contem com “mais do que um jogo daqueles mais apetecíveis”.
Nessa fase, a ambição da Associação Super XV é transmitir “um ou dois jogos por jornada” através de uma plataforma de ‘streaming’ incorporada no site oficial da competição, que está disponível desde hoje, mas “todos os jogos da fase final serão transmitidos em direto”.
O campeonato português de râguebi disputa-se desde 1959 sob a alçada da FPR.
O Benfica é o atual campeão nacional, após vencer a Divisão de Honra 2025/26, colocando um ponto final a um 'jejum' de 25 anos sem festejar a conquista do principal título da modalidade em Portugal.
Além do Benfica (10 títulos), todos os anteriores campeões nacionais integram o futuro Super XV: CDUL (20), Direito (12), Belenenses (10), Cascais (seis), Académica (quatro), Técnico (três) e Agronomia (dois).
Super XV de râguebi vai distribuir “30% da receita” global em prémios monetários
O Super XV em râguebi vai distribuir “30% da receita” global em prémios monetários aos clubes participantes a partir do terceiro ano da competição, avançou hoje, à agência Lusa, o presidente da associação responsável pelo campeonato português.
“A partir do terceiro ano, 30% da receita deste ‘business plan’ [plano de negócios] a cinco anos reverte para os clubes a título de ‘prize money’ [prémios monetários]. Pela primeira vez, haverá dinheiro a entrar nos clubes por via da participação” no principal escalão competitivo da modalidade, revelou Luís Lança de Morais.
A Associação Super XV - Rugby Portugal vai organizar e dar nome ao campeonato português de râguebi a partir desta época, após a assinatura de um protocolo com a Federação Portuguesa de Rugby (FPR), em agosto, que delega aos clubes a organização do principal escalão competitivo português.
Benfica, Cascais, Direito, Belenenses, CDUL, São Miguel, Agronomia, Técnico, Académica, CDUP, RC Santarém e AR Setúbal são os emblemas que vão disputar a primeira edição do Super XV.
Para as primeiras duas temporadas de Super XV, foram negociados prémios de valor "fixo por cada época", acrescentou o responsável, sem detalhar números.
A nova competição, que vai atribuir o título de campeão nacional de râguebi a partir desta época, já assegurou, no entanto, “um investimento de perto de 400 mil euros nos primeiros dois anos”, através de um parceiro “predisposto a investir” na modalidade.
Trata-se da Yacooba Lab, “uma plataforma tecnológica” que assegura a criação e manutenção do “site oficial e redes sociais” e vai garantir, por meio de outro parceiro, a Movielight, “as transmissões dos jogos e produções de conteúdos audiovisuais”, tais como “entrevistas em estúdio, mesas redondas, e debates” antes e depois das partidas.
O “objetivo” da pareceria será criar “um ‘bolo’ de receitas diversificadas, que darão retorno ao parceiro estratégico”, mas garantia, também, que “a associação Super XV vai usufruir de uma parte do lucro” no futuro.
“A modalidade precisa de mais visibilidade e tivemos de arranjar um veículo que promova mais visualizações e maior qualidade nas transmissões para levar aos patrocinadores. Audiência primeiro, receita depois”, traçou Lança de Morais.
A estratégia envolve “criação de conteúdos” audiovisuais e o envolvimento de “todos os agentes” da modalidade, “incluindo os árbitros”, que a Associação Super XV pretende que tenham, também, “um papel importante” no crescimento do râguebi português.
No entanto, o Super XV “ainda não tem ‘main sponsor’ [patrocinador principal]”, mas acredita que “isso virá” naturalmente, “desde que a modalidade consiga abraçar esta visão estratégica” comum.
“Os clubes vão ser colocados à prova e desafiados a fazer algo melhor e mais profissional. Este projeto vai puxar por nós porque vai exigir produção de conteúdos, redes sociais, marketing… Vai tirar-nos da zona de conforto para participarmos de forma ativa”, apontou o presidente da Super XV à agência Lusa.
O Super XV em râguebi começa em 10 de outubro e prolonga-se até 15 de maio, com uma primeira fase onde os 12 clubes participantes se enfrentam a uma só volta para apurar oito equipas para a fase final.
No momento decisivo da temporada, os oito apurados serão divididos em dois grupos de quatro e voltam a jogar a uma só volta, mas com jornadas concentradas: os dois jogos de cada grupo serão disputados na mesma data e local.
Esta segunda fase apura quatro clubes para uma ‘final four’, que a Associação Super XV pretende que seja disputada numa cidade anfitriã e que seja “uma grande festa do râguebi” com potencial para “atrair novos públicos para a modalidade”.
O campeonato português de râguebi disputa-se desde 1959 sob a alçada da FPR.
O Benfica é o atual campeão nacional, após vencer a Divisão de Honra 2025/26, colocando um ponto final num 'jejum' de 25 anos sem festejar a conquista do principal título da modalidade em Portugal.
Além do Benfica (10 títulos), todos os anteriores campeões nacionais integram o futuro Super XV: CDUL (20), Direito (12), Belenenses (10), Cascais (seis), Académica (quatro), Técnico (três) e Agronomia (dois).
A Associação Super XV - Rugby Portugal vai organizar e dar nome ao campeonato português de râguebi a partir desta época, após a assinatura de um protocolo com a Federação Portuguesa de Rugby (FPR), em agosto, que delega aos clubes a organização do principal escalão competitivo português.
Benfica, Cascais, Direito, Belenenses, CDUL, São Miguel, Agronomia, Técnico, Académica, CDUP, RC Santarém e AR Setúbal são os emblemas que vão disputar a primeira edição do Super XV.
Doze clubes de referência do rugby nacional criaram a Associação Desportiva de Clubes de Rugby para lançar o SUPER XV. Mais do que uma competição, o SUPER XV é um espaço de excelência desportiva onde se cruzam formação, alto rendimento e identidade regional.
Para já, o local da primeira final a quatro ainda não está definido, mas “existem contactos” com algumas autarquias que “não têm necessariamente de ter tradição de râguebi”, mas que terão um estádio com “pelo menos 10 mil lugares”.
“Devemos ambicionar isso. Queremos criar ‘cidades anfitriãs’ do râguebi onde se possa fazer todo um evento em volta dos jogos das meias-finais e da final. Para além dos jogos, promover toda uma semana com debates, mesas redondas e atividades que tragam novos públicos para a modalidade. O dia da final será uma data preenchida, a envolver artistas e concertos. Uma grande festa do râguebi com alegria e participação”, revelou Lança de Morais.
Outra novidade a ser confirmada na apresentação do Super XV é o modelo competitivo do campeonato, que arranca em 10 de outubro e termina em 15 de maio.
A competição, com 12 clubes, terá uma primeira fase onde todos se defrontam entre si a uma só volta, que apura os primeiros oito classificados para a fase final que será disputada em dois grupos de quatro equipas, também a uma só volta.
Mas é na fase final que entram ‘em força’ as jornadas concentradas, ou seja, os dois jogos de cada grupo realizam-se "no mesmo dia e no mesmo local".
“Serão, ao todo, 16 jornadas, incluindo a final. Este é um ano pré-Mundial2027, com uma carga de jogos internacionais muito grande, e este é o modelo que melhor se adaptava aos clubes que mais jogadores cedem à seleção nacional”, justificou, à Lusa, o também presidente do Direito.
A concentração de mais do que um jogo na mesma data e local vai ser "testada" durante a primeira fase em jornadas que contem com “mais do que um jogo daqueles mais apetecíveis”.
Nessa fase, a ambição da Associação Super XV é transmitir “um ou dois jogos por jornada” através de uma plataforma de ‘streaming’ incorporada no site oficial da competição, que está disponível desde hoje, mas “todos os jogos da fase final serão transmitidos em direto”.
O campeonato português de râguebi disputa-se desde 1959 sob a alçada da FPR.
O Benfica é o atual campeão nacional, após vencer a Divisão de Honra 2025/26, colocando um ponto final a um 'jejum' de 25 anos sem festejar a conquista do principal título da modalidade em Portugal.
Além do Benfica (10 títulos), todos os anteriores campeões nacionais integram o futuro Super XV: CDUL (20), Direito (12), Belenenses (10), Cascais (seis), Académica (quatro), Técnico (três) e Agronomia (dois).
Super XV de râguebi vai distribuir “30% da receita” global em prémios monetários
O Super XV em râguebi vai distribuir “30% da receita” global em prémios monetários aos clubes participantes a partir do terceiro ano da competição, avançou hoje, à agência Lusa, o presidente da associação responsável pelo campeonato português.
“A partir do terceiro ano, 30% da receita deste ‘business plan’ [plano de negócios] a cinco anos reverte para os clubes a título de ‘prize money’ [prémios monetários]. Pela primeira vez, haverá dinheiro a entrar nos clubes por via da participação” no principal escalão competitivo da modalidade, revelou Luís Lança de Morais.
A Associação Super XV - Rugby Portugal vai organizar e dar nome ao campeonato português de râguebi a partir desta época, após a assinatura de um protocolo com a Federação Portuguesa de Rugby (FPR), em agosto, que delega aos clubes a organização do principal escalão competitivo português.
Benfica, Cascais, Direito, Belenenses, CDUL, São Miguel, Agronomia, Técnico, Académica, CDUP, RC Santarém e AR Setúbal são os emblemas que vão disputar a primeira edição do Super XV.
Para as primeiras duas temporadas de Super XV, foram negociados prémios de valor "fixo por cada época", acrescentou o responsável, sem detalhar números.
A nova competição, que vai atribuir o título de campeão nacional de râguebi a partir desta época, já assegurou, no entanto, “um investimento de perto de 400 mil euros nos primeiros dois anos”, através de um parceiro “predisposto a investir” na modalidade.
Trata-se da Yacooba Lab, “uma plataforma tecnológica” que assegura a criação e manutenção do “site oficial e redes sociais” e vai garantir, por meio de outro parceiro, a Movielight, “as transmissões dos jogos e produções de conteúdos audiovisuais”, tais como “entrevistas em estúdio, mesas redondas, e debates” antes e depois das partidas.
O “objetivo” da pareceria será criar “um ‘bolo’ de receitas diversificadas, que darão retorno ao parceiro estratégico”, mas garantia, também, que “a associação Super XV vai usufruir de uma parte do lucro” no futuro.
“A modalidade precisa de mais visibilidade e tivemos de arranjar um veículo que promova mais visualizações e maior qualidade nas transmissões para levar aos patrocinadores. Audiência primeiro, receita depois”, traçou Lança de Morais.
A estratégia envolve “criação de conteúdos” audiovisuais e o envolvimento de “todos os agentes” da modalidade, “incluindo os árbitros”, que a Associação Super XV pretende que tenham, também, “um papel importante” no crescimento do râguebi português.
No entanto, o Super XV “ainda não tem ‘main sponsor’ [patrocinador principal]”, mas acredita que “isso virá” naturalmente, “desde que a modalidade consiga abraçar esta visão estratégica” comum.
“Os clubes vão ser colocados à prova e desafiados a fazer algo melhor e mais profissional. Este projeto vai puxar por nós porque vai exigir produção de conteúdos, redes sociais, marketing… Vai tirar-nos da zona de conforto para participarmos de forma ativa”, apontou o presidente da Super XV à agência Lusa.
O Super XV em râguebi começa em 10 de outubro e prolonga-se até 15 de maio, com uma primeira fase onde os 12 clubes participantes se enfrentam a uma só volta para apurar oito equipas para a fase final.
No momento decisivo da temporada, os oito apurados serão divididos em dois grupos de quatro e voltam a jogar a uma só volta, mas com jornadas concentradas: os dois jogos de cada grupo serão disputados na mesma data e local.
Esta segunda fase apura quatro clubes para uma ‘final four’, que a Associação Super XV pretende que seja disputada numa cidade anfitriã e que seja “uma grande festa do râguebi” com potencial para “atrair novos públicos para a modalidade”.
O campeonato português de râguebi disputa-se desde 1959 sob a alçada da FPR.
O Benfica é o atual campeão nacional, após vencer a Divisão de Honra 2025/26, colocando um ponto final num 'jejum' de 25 anos sem festejar a conquista do principal título da modalidade em Portugal.
Além do Benfica (10 títulos), todos os anteriores campeões nacionais integram o futuro Super XV: CDUL (20), Direito (12), Belenenses (10), Cascais (seis), Académica (quatro), Técnico (três) e Agronomia (dois).