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Tour: Pogacar está pronto", mas Vingegaard está "melhor, mais forte e feliz"
Tadej Pogacar sente que "vários ciclistas" podem lutar pela vitória na 113.ª Volta a França, nomeadamente o seu colega Isaac del Toro, que rivalizará com o ciclista francês Paul Seixas, pelo menos, na luta pelo título de melhor jovem.
Bicampeão em título, o também vencedor em 2020 e 2021, que procura igualar os recordistas de triunfos no Tour (Jacques Anquetil, Eddy Merckx, Bernard Hinault e Miguel Induráin), garantiu estar preparado para esta edição, elogiando Jonas Vingegaard (Visma-Lease a Bike), com quem tem uma rivalidade “espetacular” que se prolongará “ainda alguns anos”.
“Mas ele não é o único que me pode dar luta, há vários ciclistas que podem ambicionar uma vitória na Volta a França, a começar por este miúdo ao meu lado”, disse o esloveno de 27 anos, em conferência de imprensa, referindo-se a Del Toro, que foi ‘vice’ no Giro2025.
Aos 22 anos, o mexicano vai estrear-se na Volta a França, cumprindo “um sonho” quase três semanas depois de ter vencido o Tour Auvergne-Rhône-Alpes, antigo Critério do Dauphiné, numa temporada em que também foi campeão do Tirreno-Adriático.
“Tenho apenas 16 dias de corrida nas pernas, mas os quilómetros de treino também contam e tenho muitos. Estou pronto”, assegurou ‘Pogi’, que soma 13 vitórias esta época, tendo conquistado a Milão-Sanremo e as Voltas à Romandia e Suíça, que ainda não constavam no seu currículo.
Após confessar estar ansioso por iniciar a 113.ª edição da ‘Grande Boucle’, que arranca no sábado, em Barcelona, com um contrarrelógio por equipas, o líder da UAE Emirates foi instado a lançar um desejo para o seu jovem companheiro mexicano: “que ele ganhe”.
“Vamos com calma”, contrapôs Del Toro, que dificilmente conseguirá superar o consagrado Jonas Vingegaard.
Depois de se ter tornado no oitavo ciclista a conquistar as três grandes Voltas, com a sua vitória autoritária no Giro, o dinamarquês da Visma-Lease a Bike declarou sentir-se “melhor, mais forte e mais feliz” do que na passada edição.
“Até agora, tenho tido uma boa época, gostei de correr mais do que no ano passado”, admitiu o corredor que, este ano, se impôs ainda no Paris-Nice e na Volta à Catalunha.
Antes de alinhar no Tour, Vingegaard contabiliza 36 dias de corrida, contra os 19 do ano, mostrando-se satisfeito por ter experimentado algo novo.
“A Volta a França continua a ser a maior corrida do mundo, e estou cá para a ganhar. Penso que o Tadej é o melhor ciclista de sempre, pelo que ter tido a capacidade de o bater já é algo incrível. É algo de que estou muito orgulhoso e que me dá motivação para o fazer novamente, e já este ano”, salientou o campeão de 2022 e 2023 e ‘vice’ em 2021, 2024 e 2025.
Maior esperança francesa para ganhar o Tour em quatro décadas, o estreante Paul Seixas, de apenas 19 anos, não afastou a luta pela geral da edição que termina em 26 de julho, em Paris.
“Não correrei riscos a menos que seja pela classificação geral. A prioridade será a geral, veremos o que acontece. Que lugar? Ainda não sei”, afirmou o ciclista da Decathlon.
Mais jovem corredor a alinhar no Tour desde 1937, Seixas desvalorizou essa estatística.
“Vou tentar ganhar experiência, não serei perfeito e cometerei erros ao longo de três semanas. É muito tempo”, elucidou perante uma centena de jornalistas.
Perante a expectativa da imprensa, mas sobretudo do público francês, o prodígio local reconheceu que a Volta a França “será uma outra dimensão” e uma nova experiência para si.
“Acompanhei o Tour ano após ano, são os primeiros grandes momentos que participei à frente da televisão, em família. Por isso, participar é algo excecional para mim”, concluiu.
“Mas ele não é o único que me pode dar luta, há vários ciclistas que podem ambicionar uma vitória na Volta a França, a começar por este miúdo ao meu lado”, disse o esloveno de 27 anos, em conferência de imprensa, referindo-se a Del Toro, que foi ‘vice’ no Giro2025.
Aos 22 anos, o mexicano vai estrear-se na Volta a França, cumprindo “um sonho” quase três semanas depois de ter vencido o Tour Auvergne-Rhône-Alpes, antigo Critério do Dauphiné, numa temporada em que também foi campeão do Tirreno-Adriático.
“Tenho apenas 16 dias de corrida nas pernas, mas os quilómetros de treino também contam e tenho muitos. Estou pronto”, assegurou ‘Pogi’, que soma 13 vitórias esta época, tendo conquistado a Milão-Sanremo e as Voltas à Romandia e Suíça, que ainda não constavam no seu currículo.
Após confessar estar ansioso por iniciar a 113.ª edição da ‘Grande Boucle’, que arranca no sábado, em Barcelona, com um contrarrelógio por equipas, o líder da UAE Emirates foi instado a lançar um desejo para o seu jovem companheiro mexicano: “que ele ganhe”.
“Vamos com calma”, contrapôs Del Toro, que dificilmente conseguirá superar o consagrado Jonas Vingegaard.
Depois de se ter tornado no oitavo ciclista a conquistar as três grandes Voltas, com a sua vitória autoritária no Giro, o dinamarquês da Visma-Lease a Bike declarou sentir-se “melhor, mais forte e mais feliz” do que na passada edição.
“Até agora, tenho tido uma boa época, gostei de correr mais do que no ano passado”, admitiu o corredor que, este ano, se impôs ainda no Paris-Nice e na Volta à Catalunha.
Antes de alinhar no Tour, Vingegaard contabiliza 36 dias de corrida, contra os 19 do ano, mostrando-se satisfeito por ter experimentado algo novo.
“A Volta a França continua a ser a maior corrida do mundo, e estou cá para a ganhar. Penso que o Tadej é o melhor ciclista de sempre, pelo que ter tido a capacidade de o bater já é algo incrível. É algo de que estou muito orgulhoso e que me dá motivação para o fazer novamente, e já este ano”, salientou o campeão de 2022 e 2023 e ‘vice’ em 2021, 2024 e 2025.
Maior esperança francesa para ganhar o Tour em quatro décadas, o estreante Paul Seixas, de apenas 19 anos, não afastou a luta pela geral da edição que termina em 26 de julho, em Paris.
“Não correrei riscos a menos que seja pela classificação geral. A prioridade será a geral, veremos o que acontece. Que lugar? Ainda não sei”, afirmou o ciclista da Decathlon.
Mais jovem corredor a alinhar no Tour desde 1937, Seixas desvalorizou essa estatística.
“Vou tentar ganhar experiência, não serei perfeito e cometerei erros ao longo de três semanas. É muito tempo”, elucidou perante uma centena de jornalistas.
Perante a expectativa da imprensa, mas sobretudo do público francês, o prodígio local reconheceu que a Volta a França “será uma outra dimensão” e uma nova experiência para si.
“Acompanhei o Tour ano após ano, são os primeiros grandes momentos que participei à frente da televisão, em família. Por isso, participar é algo excecional para mim”, concluiu.