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Tribunal favorável à dupla Mendes/Fraga
O Sport Clube do Porto contestara judicialmente a transferência dos remadores para o Sporting
A dupla olímpica de remo Pedro Fraga/Nuno Mendes recuperou boa parte da "paz e tranquilidade" para se preparar para os Jogos Olímpicos com a decisão do tribunal em validar a sua transferência para o Sporting.
"Recebemos a notícia de que as coisas estavam esclarecidas e pertencemos
ao Sporting, que está legalmente inscrito na federação. Isso é importante
para nos trazer maior estabilidade para os Jogos Olímpicos", disse Pedro
Fraga, comentando o diferendo levado a tribunal pelo Sport Clube do Porto.
O clube portuense tentara impedir a mudança, alegando um conjunto de irregularidades no processo de inscrição dos lisboetas na federação, cujo presidente, Rascão Marques, também foi visado no processo, acusado de ter "oferecido" os atletas ao Sporting.
Em declarações à agência Lusa, o remador portuense falou sobre os últimos
meses: "Tentámos sempre fazer o nosso trabalho, independentemente do que
se estava a passar, mas estamos um pouco desiludidos com a atitude do Sport,
em especial do presidente (Barros Vale). Tivemos uma boa proposta, optámos
pelo Sporting. Não compreendemos depois a atitude de ir para tribunal".
Pedro Fraga representava o Sport Clube do Porto desde 1996, enquanto Nuno Mendes se tinha transferido do Clube Fluvial Portuense em 2004: agora, a dupla acredita que vai ter "melhores condições" para lutar por resultados de relevo até ao Rio de Janeiro 2016, quando expira o contrato.
"Esta situação não permitia a compra de material e outras aquisições para podermos trabalhar melhor. Agora, as coisas vão avançar. Gostávamos de ter um local no Porto para treinar. O Sporting vai criar um núcleo para desenvolver o remo naquela zona, para que, em 2016, não sejamos os únicos do Sporting. Queremos mais atletas com talento e perspetivas", acrescentou.
Agora, a única preocupação de Fraga e Mendes prende-se com o recebimento
de "despesas e prémios" que a federação tem em atraso, bem como a regularização do salário do seu treinador, o holandês Mark Emke.
"Há mais de seis meses que não recebe. O contrato com a federação tem
igualmente uma parte que é do Comité Olímpico de Portugal. Não tem recebido
nem de uma parte nem de outra. A bolsa para a nossa preparação, de 45.000
euros, já foi integralmente paga pelo COP. Cabe à federação gerir a verba.
Esperemos que esta situação seja resolvida em breve", concluiu.
"Recebemos a notícia de que as coisas estavam esclarecidas e pertencemos
ao Sporting, que está legalmente inscrito na federação. Isso é importante
para nos trazer maior estabilidade para os Jogos Olímpicos", disse Pedro
Fraga, comentando o diferendo levado a tribunal pelo Sport Clube do Porto.
O clube portuense tentara impedir a mudança, alegando um conjunto de irregularidades no processo de inscrição dos lisboetas na federação, cujo presidente, Rascão Marques, também foi visado no processo, acusado de ter "oferecido" os atletas ao Sporting.
Em declarações à agência Lusa, o remador portuense falou sobre os últimos
meses: "Tentámos sempre fazer o nosso trabalho, independentemente do que
se estava a passar, mas estamos um pouco desiludidos com a atitude do Sport,
em especial do presidente (Barros Vale). Tivemos uma boa proposta, optámos
pelo Sporting. Não compreendemos depois a atitude de ir para tribunal".
Pedro Fraga representava o Sport Clube do Porto desde 1996, enquanto Nuno Mendes se tinha transferido do Clube Fluvial Portuense em 2004: agora, a dupla acredita que vai ter "melhores condições" para lutar por resultados de relevo até ao Rio de Janeiro 2016, quando expira o contrato.
"Esta situação não permitia a compra de material e outras aquisições para podermos trabalhar melhor. Agora, as coisas vão avançar. Gostávamos de ter um local no Porto para treinar. O Sporting vai criar um núcleo para desenvolver o remo naquela zona, para que, em 2016, não sejamos os únicos do Sporting. Queremos mais atletas com talento e perspetivas", acrescentou.
Agora, a única preocupação de Fraga e Mendes prende-se com o recebimento
de "despesas e prémios" que a federação tem em atraso, bem como a regularização do salário do seu treinador, o holandês Mark Emke.
"Há mais de seis meses que não recebe. O contrato com a federação tem
igualmente uma parte que é do Comité Olímpico de Portugal. Não tem recebido
nem de uma parte nem de outra. A bolsa para a nossa preparação, de 45.000
euros, já foi integralmente paga pelo COP. Cabe à federação gerir a verba.
Esperemos que esta situação seja resolvida em breve", concluiu.